
Foto: Divulgação/MPES
Por Wanderson Amorim
Muitos ainda questionam como pode o atual gestor da Prefeitura de Marataízes ainda estar no cargo, numa administração afundada em processos e cercada de mistérios macabros envolvendo a máquina pública.
Algo maior está por trás de tudo isso e não se sabe até quando o administrador se manterá no poder. Amanda Quinta, em Presidente Kennedy, em maio deste ano foi presa na operação “Rubi”, do Ministério Público Estadual, que apura direcionamento licitatório em favor de pessoas jurídicas contratadas, pagamento de vantagem indevida a agentes públicos e superfaturamento de contratos administrativos de prestação de serviço público.
Na casa da prefeita, que foi afastada do cargo durante a operação, a polícia encontrou R$ 33 mil em dinheiro, além de duas armas de fogo. A promotoria sustentou que o dinheiro era oriundo de propina e pediu a prisão de Amanda que ficou detida por mais de quatros meses no Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro.
Na casa do prefeito Tininho não foi diferente, lá, a polícia encontrou R$ 16.450,00 em espécie, além de uma arma de fogo. Mas, diferente do que ocorreu com a Amanda, o foco ficou na arma e o prefeito acabou liberado.
Por Wanderson Amorim
Muitos ainda questionam como pode o atual gestor da Prefeitura de Marataízes ainda estar no cargo, numa administração afundada em processos e cercada de mistérios macabros envolvendo a máquina pública.
Algo maior está por trás de tudo isso e não se sabe até quando o administrador se manterá no poder. Amanda Quinta, em Presidente Kennedy, em maio deste ano foi presa na operação “Rubi”, do Ministério Público Estadual, que apura direcionamento licitatório em favor de pessoas jurídicas contratadas, pagamento de vantagem indevida a agentes públicos e superfaturamento de contratos administrativos de prestação de serviço público.
Na casa da prefeita, que foi afastada do cargo durante a operação, a polícia encontrou R$ 33 mil em dinheiro, além de duas armas de fogo. A promotoria sustentou que o dinheiro era oriundo de propina e pediu a prisão de Amanda que ficou detida por mais de quatros meses no Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro.
Na casa do prefeito Tininho não foi diferente, lá, a polícia encontrou R$ 16.450,00 em espécie, além de uma arma de fogo. Mas, diferente do que ocorreu com a Amanda, o foco ficou na arma e o prefeito acabou liberado.
Fonte:Aqui


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