Divulgação/Marinha do Brasil
A MB esclarece ainda que durante todo o dia, a praia de Grussaí foi inspecionada e não foram encontrados novos fragmentos?.
A Marinha do Brasil (MB), por meio do Comando do 1º Distrito Naval, informou que a Agência da Capitania dos Portos em São João da Barra (AgSJBarra) tomou conhecimento, nesta sexta-feira (22/11), do aparecimento de resíduos oleosos, na praia de Grussaí em São João da Barra.
A Marinha do Brasil (MB), por meio do Comando do 1º Distrito Naval, informou que a Agência da Capitania dos Portos em São João da Barra (AgSJBarra) tomou conhecimento, nesta sexta-feira (22/11), do aparecimento de resíduos oleosos, na praia de Grussaí em São João da Barra.
Uma equipe da SEMMA(Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil de São Francisco de Itabapoana) localizou fragmentos de óleo na manhã do sábado, 23, na Praia de Santa Clara, pois o resíduos havia passado deste a última sexta feira sendo localizado já nas praias de São João da Barra.
A secretaria acionou as autoridades competentes, como Marinha e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e fez a coleta de algumas amostras dos fragmentos para serem analisadas por esses órgãos.
A AgSJBarra enviou, imediatamente, uma equipe de inspeção naval ao local para o recolhimento de amostras que foram enviadas ao Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), para análise e investigação da origem.
A MB esclarece ainda que durante todo o dia, a praia de Grussaí foi inspecionada e não foram encontrados novos fragmentos”.
Segundo os órgãos, o material corresponde a cerca de 300 gramas e foi analisado pelo Instituto de Estudo do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) e constatado como compatível com o óleo encontrado no litoral da região Nordeste e Espírito Santo.
Fragmentos de óleo já tinham sido encontrados na praia de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo, no último sábado.
As manchas de petróleo em praias do Nordeste começaram a aparecer na Paraíba. A substância é a mesma em todos os locais: petróleo cru. O fenômeno tem afetado a vida de animais marinhos e causado impactos nas cidades litorâneas.
O Rio é o 11º estado brasileiro a ser atingido pelo óleo. Já haviam sido afetados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo. O levantamento divulgado pelo Ibama, na quinta-feira, informou que 724 localidades forma contaminadas. Entre os municípios do litoral nordestino, 72% dos municípios tiveram praias afetadas desde o início do desastre ambiental.
Investigações
O navio Bouboulina, de bandeira grega e propriedade da empresa Delta Tankers LTD, segue sendo o principal suspeito pelo vazamento do petróleo. É o que sustenta o Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte, que acompanha as diligências da investigação da Polícia Federal (PF) responsável por apontar a embarcação como foco suspeito do derramamento de óleo.
O MPF aponta dificuldades de colaboração por parte da Delta Tankers, que não teria fornecido os documentos sobre o transporte dos barris embarcados na Venezuela, e por parte das autoridades da Grécia, neste caso em razão da inexistência de um acordo bilateral com o Brasil.
Em resposta aos questionamentos feitos pela reportagem, a empresa afirmou, primeiro, que os documentos foram encaminhados para o Ministério de Assuntos Marítimos da Grécia na semana passada e que nunca houve um contato direto com as autoridades brasileiras. Depois, numa nova resposta, a Delta Tankers disse que confirmava o recebimento dos documentos pelo Brasil, inclusive com reuniões entre autoridades nacionais e representantes da empresa grega.
Além das negativas feitas pela dona do Bouboulina, o Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas nega que o navio seja o responsável pelo vazamento.
O centro de estudos, inclusive, aponta outro navio como responsável pela contaminação da costa brasileira, e dá detalhes sobre essa embarcação – ela teria navegado entre a África do Sul e a costa norte da América do Sul, com o aparelho indicador de sua localização desligado. Os dados serão entregues à Marinha e ao Senado, conforme o Lapis.
Representantes da Prefeitura de São João da Barra, Corpo de Bombeiros e Instituto Estadual do Ambiente (Inea) irão se reunir neste sábado (23/11) às 15h30, na Agência da Capitania dos Portos, em São João da Barra, para tomar conhecimento oficial e discutir junto à Marinha do Brasil um plano de ação caso ocorra o surgimento de novos fragmentos de óleo no litoral sanjoanense. Ressaltando que o município possui o Grupamento Ambiental, da Guarda Civil Municipal, e agentes da Defesa Civil e da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos treinados para atuar nesse tipo de situação. Uma nova reunião sobre o assunto acontece neste domingo (24/11), às 14h30, na Capitania dos Portos, em Macaé, juntamente com Marinha do Brasil, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) e demais municípios costeiros.
A secretaria acionou as autoridades competentes, como Marinha e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e fez a coleta de algumas amostras dos fragmentos para serem analisadas por esses órgãos.
A AgSJBarra enviou, imediatamente, uma equipe de inspeção naval ao local para o recolhimento de amostras que foram enviadas ao Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), para análise e investigação da origem.
A MB esclarece ainda que durante todo o dia, a praia de Grussaí foi inspecionada e não foram encontrados novos fragmentos”.
Segundo os órgãos, o material corresponde a cerca de 300 gramas e foi analisado pelo Instituto de Estudo do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) e constatado como compatível com o óleo encontrado no litoral da região Nordeste e Espírito Santo.
Fragmentos de óleo já tinham sido encontrados na praia de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo, no último sábado.
As manchas de petróleo em praias do Nordeste começaram a aparecer na Paraíba. A substância é a mesma em todos os locais: petróleo cru. O fenômeno tem afetado a vida de animais marinhos e causado impactos nas cidades litorâneas.
O Rio é o 11º estado brasileiro a ser atingido pelo óleo. Já haviam sido afetados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo. O levantamento divulgado pelo Ibama, na quinta-feira, informou que 724 localidades forma contaminadas. Entre os municípios do litoral nordestino, 72% dos municípios tiveram praias afetadas desde o início do desastre ambiental.
Investigações
O navio Bouboulina, de bandeira grega e propriedade da empresa Delta Tankers LTD, segue sendo o principal suspeito pelo vazamento do petróleo. É o que sustenta o Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte, que acompanha as diligências da investigação da Polícia Federal (PF) responsável por apontar a embarcação como foco suspeito do derramamento de óleo.
O MPF aponta dificuldades de colaboração por parte da Delta Tankers, que não teria fornecido os documentos sobre o transporte dos barris embarcados na Venezuela, e por parte das autoridades da Grécia, neste caso em razão da inexistência de um acordo bilateral com o Brasil.
Em resposta aos questionamentos feitos pela reportagem, a empresa afirmou, primeiro, que os documentos foram encaminhados para o Ministério de Assuntos Marítimos da Grécia na semana passada e que nunca houve um contato direto com as autoridades brasileiras. Depois, numa nova resposta, a Delta Tankers disse que confirmava o recebimento dos documentos pelo Brasil, inclusive com reuniões entre autoridades nacionais e representantes da empresa grega.
Além das negativas feitas pela dona do Bouboulina, o Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas nega que o navio seja o responsável pelo vazamento.
O centro de estudos, inclusive, aponta outro navio como responsável pela contaminação da costa brasileira, e dá detalhes sobre essa embarcação – ela teria navegado entre a África do Sul e a costa norte da América do Sul, com o aparelho indicador de sua localização desligado. Os dados serão entregues à Marinha e ao Senado, conforme o Lapis.
Representantes da Prefeitura de São João da Barra, Corpo de Bombeiros e Instituto Estadual do Ambiente (Inea) irão se reunir neste sábado (23/11) às 15h30, na Agência da Capitania dos Portos, em São João da Barra, para tomar conhecimento oficial e discutir junto à Marinha do Brasil um plano de ação caso ocorra o surgimento de novos fragmentos de óleo no litoral sanjoanense. Ressaltando que o município possui o Grupamento Ambiental, da Guarda Civil Municipal, e agentes da Defesa Civil e da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos treinados para atuar nesse tipo de situação. Uma nova reunião sobre o assunto acontece neste domingo (24/11), às 14h30, na Capitania dos Portos, em Macaé, juntamente com Marinha do Brasil, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) e demais municípios costeiros.
MPRJ acompanha avanço da mancha de óleo no litoral norte do Rio de Janeiro
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de São João da Barra, instaurou, na quinta-feira (21/11), procedimento administrativo para acompanhar o avanço da macha de óleo que, segundo a Marinha do Brasil, chegou ao litoral norte do Rio de Janeiro. De acordo com a Marinha, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), pequenos fragmentos de óleo foram encontrados na Praia de Grussaí, no Município de São João da Barra.
Para dar suporte à promotoria local e às promotorias de municípios vizinhos, o MPRJ vem atuando em regime integrado pelo Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (GAEMA/MPRJ), Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural (CAO Meio Ambiente/MPRJ), Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Saúde (CAO Saúde/MPRJ) e Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ).
No sentido de proteger banhistas e a população local de qualquer risco de contaminação, a 2ª Promotoria de Justiça de São João da Barra avalia junto à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS) e à Defesa Civil municipal a necessidade de interdição da Praia de Grussaí.
Fonte: Redação/ Extra


Nenhum comentário:
Postar um comentário