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A operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (05/11).Foi deflagrada nas primeiras horas desta terça-feira (05/11), a Operação Sete Capitães e tem como objetivo o cumprimento de 7 mandados de prisão e 12 mandados de busca e apreensão após investigação que apurou a prática de crimes de organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa e furto qualificado.
A operação é conjunta com Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), e a Polícia Civil, através da Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD), com o apoio da Petrobras, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (SEFAZ), da Corregedoria da Polícia Militar e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).
Segundo o MPRJ, em inquérito policial conduzido pela DDSD e com auxílio do GAECO/MPRJ foi desarticulada a organização criminosa que atuava praticando furtos de petróleo e seus derivados nos Municípios de Carapebus, Quissamã e Macaé.
Ainda de acordo com MPRJ, a partir da quebra de sigilo bancário e de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, foi possível identificar oito criminosos, dentre eles um policial militar lotado no 32º BPM (Macaé) e dois vigilantes da empresa contratada pela Transpetro para realizar a segurança patrimonial de dutos da Petrobras na região, os quais garantiam que os comparsas praticassem os crimes de furto sem serem incomodados.
Além da atuação no Rio, apurou-se que um dos locais de destino do petróleo furtado é uma empresa situada no Município de Rolândia, no Paraná, a qual também é alvo de busca e apreensão na operação de hoje. O Gaeco do MP do Paraná também prestará apoio à operação.
Os mandados foram expedidos pelo Juízo Vara Única do Juízo de Carapebus e Quissamã, além da Auditoria Militar.
De acordo com o delegado Julio da Silva Filho, titular da DDSD, a apuração levantou ainda que a organização fazia em média de duas a três retiradas por semana, totalizando cerca de 150 mil litros de petróleo e derivados desviados. As investigações apontam que o petróleo furtado seria enviado em caminhões bitrens, com capacidade para subtrair aproximadamente 50 mil litros, para cidades no Estado do Paraná.
Os presos vão responder pelos crimes de organização criminosa, contra ordem econômica, furto duplamente qualificado e contra o meio ambiente. A prática do furto ilegal de combustível além de ser criminosa representa um risco para o meio ambiente e para as pessoas que residem próximo aos locais.
Fonte: Ururau/Ascom
A operação é conjunta com Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), e a Polícia Civil, através da Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD), com o apoio da Petrobras, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (SEFAZ), da Corregedoria da Polícia Militar e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).
Segundo o MPRJ, em inquérito policial conduzido pela DDSD e com auxílio do GAECO/MPRJ foi desarticulada a organização criminosa que atuava praticando furtos de petróleo e seus derivados nos Municípios de Carapebus, Quissamã e Macaé.
Ainda de acordo com MPRJ, a partir da quebra de sigilo bancário e de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, foi possível identificar oito criminosos, dentre eles um policial militar lotado no 32º BPM (Macaé) e dois vigilantes da empresa contratada pela Transpetro para realizar a segurança patrimonial de dutos da Petrobras na região, os quais garantiam que os comparsas praticassem os crimes de furto sem serem incomodados.
Além da atuação no Rio, apurou-se que um dos locais de destino do petróleo furtado é uma empresa situada no Município de Rolândia, no Paraná, a qual também é alvo de busca e apreensão na operação de hoje. O Gaeco do MP do Paraná também prestará apoio à operação.
Os mandados foram expedidos pelo Juízo Vara Única do Juízo de Carapebus e Quissamã, além da Auditoria Militar.
De acordo com o delegado Julio da Silva Filho, titular da DDSD, a apuração levantou ainda que a organização fazia em média de duas a três retiradas por semana, totalizando cerca de 150 mil litros de petróleo e derivados desviados. As investigações apontam que o petróleo furtado seria enviado em caminhões bitrens, com capacidade para subtrair aproximadamente 50 mil litros, para cidades no Estado do Paraná.
Os presos vão responder pelos crimes de organização criminosa, contra ordem econômica, furto duplamente qualificado e contra o meio ambiente. A prática do furto ilegal de combustível além de ser criminosa representa um risco para o meio ambiente e para as pessoas que residem próximo aos locais.
Fonte: Ururau/Ascom

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