Com sala de recursos e aulas em Libras, a Escola Municipal Prisco de Almeida é uma das referências em Campos em educação inclusiva

(Fotos; Divulgação)
“O desenvolvimento do meu filho é o que me fortalece”. Pequena frase, que resume a longa jornada de Alessandra Santos, mãe de Nelson de Souza, de nove anos, aluno da Escola Municipal Marlene Henriques Alves, no Parque Aeroporto, diagnosticado com transtorno do espectro do autismo.
Com 39 anos, Alessandra é mãe solo, após o pai não aceitar o diagnóstico do filho. Buscando sempre o melhor para o pequeno Nelson, ela sai de casa em horários alternados para ter acesso a duas conduções, que possam auxiliar no tempo dividido entre prática esportiva, estudos e apoio pedagógico do filho.
Emocionada ao contar a trajetória do menino na rede municipal, Alessandra destacou o quanto ficou encantada com o trabalho dos profissionais das escolas Marlene Henriques Alves e Prisco de Almeida, onde Nelson participa de aulas regulares e tem acesso à sala de recursos, respectivamente.
“Antes, ele havia estudado em escola particular e não teve o apoio, o recurso, de um colégio municipal. Logo quando pude vir aqui (E.M. Prisco de Almeida), percebi que a apresentação dos alunos é no pátio e não na sala de aula. Tinha um aluno com deficiência auditiva. Aí a professora disse que tinha um aluno mais do que especial, e todos os outros fizeram a saudação em libras”, comentou, entusiasmada.

(Fotos; Divulgação)
“O desenvolvimento do meu filho é o que me fortalece”. Pequena frase, que resume a longa jornada de Alessandra Santos, mãe de Nelson de Souza, de nove anos, aluno da Escola Municipal Marlene Henriques Alves, no Parque Aeroporto, diagnosticado com transtorno do espectro do autismo.
Com 39 anos, Alessandra é mãe solo, após o pai não aceitar o diagnóstico do filho. Buscando sempre o melhor para o pequeno Nelson, ela sai de casa em horários alternados para ter acesso a duas conduções, que possam auxiliar no tempo dividido entre prática esportiva, estudos e apoio pedagógico do filho.
Emocionada ao contar a trajetória do menino na rede municipal, Alessandra destacou o quanto ficou encantada com o trabalho dos profissionais das escolas Marlene Henriques Alves e Prisco de Almeida, onde Nelson participa de aulas regulares e tem acesso à sala de recursos, respectivamente.
“Antes, ele havia estudado em escola particular e não teve o apoio, o recurso, de um colégio municipal. Logo quando pude vir aqui (E.M. Prisco de Almeida), percebi que a apresentação dos alunos é no pátio e não na sala de aula. Tinha um aluno com deficiência auditiva. Aí a professora disse que tinha um aluno mais do que especial, e todos os outros fizeram a saudação em libras”, comentou, entusiasmada.

A apresentação mencionada faz parte do projeto “Libras Como Instrumento de Comunicação”, onde os alunos aprendem a se comunicar e interagir com mais uma língua, proporcionando o ambiente bilíngue e de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais. Além da E.M Prisco de Almeida, no Parque Calabouço, outras cinco unidades municipais recebem a iniciativa.
Para a diretora da escola, Eliana Porto, a sala de recursos, além de outros projetos desenvolvidos, tem aprimorado consideravelmente a capacidade cognitiva, psicomotora e de socialização dos alunos especiais com os demais, por meio de conteúdos adaptados e jogos pedagógicos.
A rede municipal conta com um total de 35 salas de recursos. “Trata-se de um ambiente em que se oferta o atendimento educacional especializado, cujo objetivo é atender às especificidades de cada aluno com deficiência ou transtorno, de modo a promover o seu desenvolvimento pedagógico. Se faz uma orientação aos responsáveis para que optem por escolas que ofertem este espaço pedagógico. O atendimento educacional especializado deve ser feito no contraturno do ensino regular, assim um aluno que estude em uma escola que não possua sala de recursos, poderá frequentar a sala de recursos localizada mais próxima à sua residência, esteja ela localizada em umas das 35 unidades que temos na rede municipal de Educação, como nas Instituições Filantrópicas que atendem este público”, explica Beatriz Siqueira, diretora de Assistência Multiprofissional da secretaria de Educação, Cultura e Esporte.

Para a diretora da escola, Eliana Porto, a sala de recursos, além de outros projetos desenvolvidos, tem aprimorado consideravelmente a capacidade cognitiva, psicomotora e de socialização dos alunos especiais com os demais, por meio de conteúdos adaptados e jogos pedagógicos.
A rede municipal conta com um total de 35 salas de recursos. “Trata-se de um ambiente em que se oferta o atendimento educacional especializado, cujo objetivo é atender às especificidades de cada aluno com deficiência ou transtorno, de modo a promover o seu desenvolvimento pedagógico. Se faz uma orientação aos responsáveis para que optem por escolas que ofertem este espaço pedagógico. O atendimento educacional especializado deve ser feito no contraturno do ensino regular, assim um aluno que estude em uma escola que não possua sala de recursos, poderá frequentar a sala de recursos localizada mais próxima à sua residência, esteja ela localizada em umas das 35 unidades que temos na rede municipal de Educação, como nas Instituições Filantrópicas que atendem este público”, explica Beatriz Siqueira, diretora de Assistência Multiprofissional da secretaria de Educação, Cultura e Esporte.

Os benefícios do ambiente não estão restritos apenas aos alunos da rede municipal, mas também àqueles que trabalham no local, como é o caso do Lucas dos Santos, estagiário de Pedagogia e mediador para alunos com necessidades especiais.“Pra mim, essa foi a melhor experiência que eu tive até hoje. Aqui, desde os primeiros dias, vou convivendo com a criança e entendendo as dificuldades que ela tem. Depois, tento instigar a escrita cursiva, mas sempre respeitando o espaço, porque o mais importante é a minha boa relação com eles”, relatou.
Fonte:Terceira Via


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