Durante a 'quarentena', muitas pessoas estão colocando em prática boas ações para ajudar outras pessoas que necessitam
Nestes tempos de pandemia mundial do novo coronavírus e Covid-19, o uso de aparelhos de telefonia e de computadores tem exercido papel fundamental para as pessoas se comunicarem, e exercerem várias atividades profissionais. É também neste período que muitas pessoas estão colocando em prática boas ações para ajudar outras pessoas que necessitam. As redes sociais digitais se tornaram a saída para minimizar o isolamento social. Em Campos, isto não é diferente.
O professor e doutor em sociologia, José Fernando Rodrigues, também é professor de dança contemporânea. Ele faz vídeos e posta nas redes sociais para pessoas que estão em quarentena.
“Dou aulas de balé voluntário no Isepam e para pacientes mentais da UBS do Parque imperial. Utilizo o whatsapp e as redes sociais como veículos para expor as vídeo-aulas para eles. Quem não é meu aluno também assiste aos vídeos. Eu tanto mostro a parte prática, que é a dança e os exercícios físicos, quanto a parte teórica. Nas redes sociais, a parte teórica eu posto todos os dias, agora a parte prática eu ofereço para cada aluno privadamente ou para os grupos que eles têm no whatsapp para fazerem a cada três dias. É fundamental esse trabalho, até mesmo antes da quarentena. Só que talvez agora, as áreas de artes, música, dança, educação física, ganharam uma importância enorme. Isso dá um pouco de paz e otimismo para as pessoas”, diz José Fernando.

Nestes tempos de pandemia mundial do novo coronavírus e Covid-19, o uso de aparelhos de telefonia e de computadores tem exercido papel fundamental para as pessoas se comunicarem, e exercerem várias atividades profissionais. É também neste período que muitas pessoas estão colocando em prática boas ações para ajudar outras pessoas que necessitam. As redes sociais digitais se tornaram a saída para minimizar o isolamento social. Em Campos, isto não é diferente.
O professor e doutor em sociologia, José Fernando Rodrigues, também é professor de dança contemporânea. Ele faz vídeos e posta nas redes sociais para pessoas que estão em quarentena.
“Dou aulas de balé voluntário no Isepam e para pacientes mentais da UBS do Parque imperial. Utilizo o whatsapp e as redes sociais como veículos para expor as vídeo-aulas para eles. Quem não é meu aluno também assiste aos vídeos. Eu tanto mostro a parte prática, que é a dança e os exercícios físicos, quanto a parte teórica. Nas redes sociais, a parte teórica eu posto todos os dias, agora a parte prática eu ofereço para cada aluno privadamente ou para os grupos que eles têm no whatsapp para fazerem a cada três dias. É fundamental esse trabalho, até mesmo antes da quarentena. Só que talvez agora, as áreas de artes, música, dança, educação física, ganharam uma importância enorme. Isso dá um pouco de paz e otimismo para as pessoas”, diz José Fernando.

Atividade física
O professor de educação física e proprietário de uma academia de musculação, Flávio Lécio, é especialista em qualidade de vida e medicina preventiva. Ele também começou a fazer vídeos quando percebeu a necessidade de manter a saúde e o bem estar dos alunos e da comunidade em geral. “Os meus vídeos têm o objetivo de trabalhar o coração, pulmão, diminuir o estresse, a ansiedade e proporcionar a sensação de bem estar; além de queimar bastante calorias. Os vídeos são fáceis de acompanhar e proporcionam ao praticante resultados no corpo e na mente. Realizo seis vezes por semana as atividades”, conta Flávio.

A cirurgiã-dentista Mariana Estefan também aderiu às redes sociais e ao uso de smartphones e notebooks para orientar seus seguidores sobre a necessidade de incentivar a higiene bucal neste período de pandemia mundial. “A ideia surgiu com a finalidade de ocupar meu tempo fazendo algo que poderia ser útil para as pessoas. Inicialmente comecei com vídeos sobre higiene bucal, dicas e indicações de produtos, orientações que faço diariamente no meu consultório para meus pacientes”, explica.
Mariana Estefan grava quatro vídeos por semana. Todos são postados em seu perfil no Instagram. Ela cria, ainda, conteúdo para dentistas que estarão disponíveis gratuitamente nas redes digitais.
“Acho importante que nesse período de reclusão, as pessoas possam ter informações relevantes para seu dia a dia. Infelizmente, somos bombardeados com notícias negativas o tempo todo. Contribuir com informação de forma leve e de fácil entendimento me faz sentir útil”, conclui.

O professor de educação física e proprietário de uma academia de musculação, Flávio Lécio, é especialista em qualidade de vida e medicina preventiva. Ele também começou a fazer vídeos quando percebeu a necessidade de manter a saúde e o bem estar dos alunos e da comunidade em geral. “Os meus vídeos têm o objetivo de trabalhar o coração, pulmão, diminuir o estresse, a ansiedade e proporcionar a sensação de bem estar; além de queimar bastante calorias. Os vídeos são fáceis de acompanhar e proporcionam ao praticante resultados no corpo e na mente. Realizo seis vezes por semana as atividades”, conta Flávio.

A cirurgiã-dentista Mariana Estefan também aderiu às redes sociais e ao uso de smartphones e notebooks para orientar seus seguidores sobre a necessidade de incentivar a higiene bucal neste período de pandemia mundial. “A ideia surgiu com a finalidade de ocupar meu tempo fazendo algo que poderia ser útil para as pessoas. Inicialmente comecei com vídeos sobre higiene bucal, dicas e indicações de produtos, orientações que faço diariamente no meu consultório para meus pacientes”, explica.
Mariana Estefan grava quatro vídeos por semana. Todos são postados em seu perfil no Instagram. Ela cria, ainda, conteúdo para dentistas que estarão disponíveis gratuitamente nas redes digitais.
“Acho importante que nesse período de reclusão, as pessoas possam ter informações relevantes para seu dia a dia. Infelizmente, somos bombardeados com notícias negativas o tempo todo. Contribuir com informação de forma leve e de fácil entendimento me faz sentir útil”, conclui.

Máscaras solidárias
Voluntários campistas se mobilizam para confeccionar máscaras que serão doadas a quem precisa. O comerciante Leonardo Henriques faz máscaras de TNT depois que soube da iniciativa de uma igreja evangélica. Inicialmente, o grupo pretende produzir quase 3 mil máscaras. “Primeiro estamos com pessoas cortando o tecido na medida certa, e depois disso vamos levar todos os cortes para a igreja, onde voluntários vão confeccionar e fazer a distribuição em sinais, em portas de supermercados e em outros locais”, explicou.
Para Leonardo Henriques, além da higienização, a máscara vai ajudar muito neste momento, onde o próprio Ministério da Saúde faz recomendações de uso. “Muitas pessoas estão entrando em depressão sem fazer nada em suas casas. Muitas vezes, olhamos só para nós mesmos, mas precisamos repartir com os outros”, afirma.
Outro caso de doação foi feito pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), que disponibilizou materiais, equipamentos e conhecimentos para a produção de máscaras de proteção, também chamadas de protetores faciais (faceshield). Centenas de máscaras já foram doadas para a Prefeitura de Campos para a utilização dos profissionais de saúde.

Voluntários campistas se mobilizam para confeccionar máscaras que serão doadas a quem precisa. O comerciante Leonardo Henriques faz máscaras de TNT depois que soube da iniciativa de uma igreja evangélica. Inicialmente, o grupo pretende produzir quase 3 mil máscaras. “Primeiro estamos com pessoas cortando o tecido na medida certa, e depois disso vamos levar todos os cortes para a igreja, onde voluntários vão confeccionar e fazer a distribuição em sinais, em portas de supermercados e em outros locais”, explicou.
Para Leonardo Henriques, além da higienização, a máscara vai ajudar muito neste momento, onde o próprio Ministério da Saúde faz recomendações de uso. “Muitas pessoas estão entrando em depressão sem fazer nada em suas casas. Muitas vezes, olhamos só para nós mesmos, mas precisamos repartir com os outros”, afirma.
Outro caso de doação foi feito pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), que disponibilizou materiais, equipamentos e conhecimentos para a produção de máscaras de proteção, também chamadas de protetores faciais (faceshield). Centenas de máscaras já foram doadas para a Prefeitura de Campos para a utilização dos profissionais de saúde.

Segundo o diretor de Internacionalização e Inovação do IFF, Henrique da Hora, com cada quilo de material é possível produzir 20 protetores faciais.
“Temos em média 50 quilos de matéria-prima (filamento para impressão 3D), todos dos estoques do IFF dos Campi Quissamã, Bom Jesus do Itabapoana, Itaperuna e Polo de Inovação, o que torna possível produzirmos outras mil máscaras. Entretanto, temos vários pedidos de órgãos e entidades que necessitam de doação de EPIs por causa da pandemia do novo Coronavírus. Sendo assim, toda a produção prevista já tem destino certo. Sem doações de matéira-prima que tanto precisamos, corremos o sério risco de a produção de máscaras parar por falta de materiais”, comenta.
“Temos em média 50 quilos de matéria-prima (filamento para impressão 3D), todos dos estoques do IFF dos Campi Quissamã, Bom Jesus do Itabapoana, Itaperuna e Polo de Inovação, o que torna possível produzirmos outras mil máscaras. Entretanto, temos vários pedidos de órgãos e entidades que necessitam de doação de EPIs por causa da pandemia do novo Coronavírus. Sendo assim, toda a produção prevista já tem destino certo. Sem doações de matéira-prima que tanto precisamos, corremos o sério risco de a produção de máscaras parar por falta de materiais”, comenta.
Fonte:Terceira Via


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