O auxílio emergencial é pago para autônomos durante a pandemia do novo coronavírus
(Foto: Pixabay)
Inicialmente, o auxílio emergencial de R$ 600 seria pago em três meses. Agora, o Ministério da Economia estuda ampliar o pagamento. As informações são do jornal O Globo.
Segundo o jornal, uma das alternativas de mudança é prorrogar o pagamento do auxílio por dois meses. Outra alternativa seria criar um novo programa de renda básica, que seria colocado em prática após o pico da pandemia do novo coronavírus.
Inicialmente, o auxílio emergencial de R$ 600 seria pago em três meses. Agora, o Ministério da Economia estuda ampliar o pagamento. As informações são do jornal O Globo.
Segundo o jornal, uma das alternativas de mudança é prorrogar o pagamento do auxílio por dois meses. Outra alternativa seria criar um novo programa de renda básica, que seria colocado em prática após o pico da pandemia do novo coronavírus.
Você também pode gostar:
Terça-feira (12), o Ministério da Economia desmentiu que medidas como o auxílio vieram “para ficar”. Mas fontes do governo afirmam que a pasta está sofrendo pressão para tornar o benefício a trabalhadores autônomos e informais algo permanente.
Se o pagamento de R$ 600 do auxílio emergencial for prorrogado, o argumento será de que há muita incerteza sobre quando a atividade econômica voltará ao seu exercício normal. A renda básica que pode ser implementada após o pico da pandemia não é consenso no Ministério.
Para o site Metrópoles, o Ministério da Economia destacou que estão em estudo “projetos para a reativação da economia”. E também informou que o auxílio emergencial é temporário e que não deve ser transformado em permanente “para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021”.
Terça-feira (12), o Ministério da Economia desmentiu que medidas como o auxílio vieram “para ficar”. Mas fontes do governo afirmam que a pasta está sofrendo pressão para tornar o benefício a trabalhadores autônomos e informais algo permanente.
Se o pagamento de R$ 600 do auxílio emergencial for prorrogado, o argumento será de que há muita incerteza sobre quando a atividade econômica voltará ao seu exercício normal. A renda básica que pode ser implementada após o pico da pandemia não é consenso no Ministério.
Para o site Metrópoles, o Ministério da Economia destacou que estão em estudo “projetos para a reativação da economia”. E também informou que o auxílio emergencial é temporário e que não deve ser transformado em permanente “para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021”.
Fonte: Agência Brasil



Nenhum comentário:
Postar um comentário