Com apoio da CDL, lojistas pedem reabertura gradual do comércio

Cartazes assinados pela Câmara dos Dirigentes Lojistas foram espalhados no comércio
Com a extensão do lockdown por mais uma semana em Campos, o comércio foi mantido fechado por decisão de decreto municipal. Apenas serviços considerados essenciais estão mantidos abertos até o dia 31, mas com restrições. A decisão do governo deixou muitos comerciantes insatisfeitos. Cartazes foram afixados nas portas de vários estabelecimentos criticando a medida de fechamento. A Câmara dos Dirigentes Lojistas apoiou a iniciativa dos comerciantes.
Em um dos cartazes, lê-se a mensagem assinada pela CDL Campos endereçada ao prefeito Rafael Diniz, “Prefeito, apoiamos o combate ao coronavírus, mas não mate o comércio”. De acordo com nota emitida pela assessoria de imprensa da instituição, o presidente da CDL, José Francisco Rodrigues, diz que é preciso pensar na flexibilidade do comércio reabrir nos próximos dias. “É um esforço da CDL para lembrar às autoridades sobre a importância do comércio. A população carece dos serviços”, comenta.

Lojistas se queixam das medidas de lockdown e pedem reabertura gradual do comércio
O comerciante Roberto Escudine aderiu ao movimento de protesto contra a decisão da prefeitura em manter lojas fechadas por mais uma semana. ” A gente tenta uma sensibilização da Prefeitura. O comércio tem sofrido crises antes da pandemia. Agora, a situação piorou. Respeitamos a questão da pandemia, mas um problema social. A situação da saúde era um caos, mas se agravou com a saturação dos hospitais”, considera.
Desde 23 de março sem abrir a loja, Roberto Escudine aderiu à suspensão de contratos para não demitir funcionários. Trabalha atualmente com margem de 10% do faturamento devido ao fechamento do comércio afetado pela pandemia do novo coronavírus. “Representantes do comércio já apresentaram ao prefeito um plano de reabertura gradual do comércio. Sabemos que são necessários precaução, consciência e cuidados. Quantidade mínima de pessoas na loja, uso de máscaras e álcool gel são sugestões. Mas, manter fechamento total nos afeta porque precisamos produzir e trabalhar”, diz Escudine.

Loja de roupas que funciona há 38 anos na Conselheiro Otaviano também afixou cartaz
Há 38 anos, Fábio Zacarias Paes e sua família mantêm uma loja de roupas na Rua Conselheiro Otaviano. Desde segunda-feira (25), afixou na vitrine um cartaz escrito à mão para protestar sobre o impedimento do comércio abrir em Campos. Publicou: “Prefeito, ajude a matar o vírus, mas deixe o comércio sobreviver”.
“Nós consideramos um absurdo o que o administrador municipal está fazendo, acabando com o comércio campista com a justificativa de combate ao coronavírus. O pior está acontecendo com nossos colaboradores de férias, em casa, sem dinheiro e sem as precauções necessárias. Se estivessem trabalhando, estariam com as orientações nossas e cumprindo as medidas de prevenção”, afirma.

A reportagem do Terceira Via entrou em contato com a Prefeitura de Campos. Por meio de nota, o governo informou que “apesar de o município ter aumentado consideravelmente os níveis de isolamento, os casos continuam aumentando e, mesmo com a ampliação de leitos do Centro de Controle e Combate ao Coronavírus, que agora conta com 29 leitos de UTI e 60 leitos clínicos, é preciso manter medidas de isolamento. Diante disso, o município prorrogou até o dia 01/06 as medidas de Lockdown, mas agora de maneira parcial, com algumas flexibilizações, como descrito no Decreto 107/2020. Neste mesmo Decreto, o Prefeito Rafael Diniz determinou a elaboração de Plano de Retomada, a ser elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Secretaria de Saúde, em colaboração do Gabinete de Crise, para que se tenha um planejamento seguro de retorno das atividades econômicas”.

Cartazes assinados pela Câmara dos Dirigentes Lojistas foram espalhados no comércio
Com a extensão do lockdown por mais uma semana em Campos, o comércio foi mantido fechado por decisão de decreto municipal. Apenas serviços considerados essenciais estão mantidos abertos até o dia 31, mas com restrições. A decisão do governo deixou muitos comerciantes insatisfeitos. Cartazes foram afixados nas portas de vários estabelecimentos criticando a medida de fechamento. A Câmara dos Dirigentes Lojistas apoiou a iniciativa dos comerciantes.
Em um dos cartazes, lê-se a mensagem assinada pela CDL Campos endereçada ao prefeito Rafael Diniz, “Prefeito, apoiamos o combate ao coronavírus, mas não mate o comércio”. De acordo com nota emitida pela assessoria de imprensa da instituição, o presidente da CDL, José Francisco Rodrigues, diz que é preciso pensar na flexibilidade do comércio reabrir nos próximos dias. “É um esforço da CDL para lembrar às autoridades sobre a importância do comércio. A população carece dos serviços”, comenta.

Lojistas se queixam das medidas de lockdown e pedem reabertura gradual do comércio
O comerciante Roberto Escudine aderiu ao movimento de protesto contra a decisão da prefeitura em manter lojas fechadas por mais uma semana. ” A gente tenta uma sensibilização da Prefeitura. O comércio tem sofrido crises antes da pandemia. Agora, a situação piorou. Respeitamos a questão da pandemia, mas um problema social. A situação da saúde era um caos, mas se agravou com a saturação dos hospitais”, considera.
Desde 23 de março sem abrir a loja, Roberto Escudine aderiu à suspensão de contratos para não demitir funcionários. Trabalha atualmente com margem de 10% do faturamento devido ao fechamento do comércio afetado pela pandemia do novo coronavírus. “Representantes do comércio já apresentaram ao prefeito um plano de reabertura gradual do comércio. Sabemos que são necessários precaução, consciência e cuidados. Quantidade mínima de pessoas na loja, uso de máscaras e álcool gel são sugestões. Mas, manter fechamento total nos afeta porque precisamos produzir e trabalhar”, diz Escudine.

Loja de roupas que funciona há 38 anos na Conselheiro Otaviano também afixou cartaz
Há 38 anos, Fábio Zacarias Paes e sua família mantêm uma loja de roupas na Rua Conselheiro Otaviano. Desde segunda-feira (25), afixou na vitrine um cartaz escrito à mão para protestar sobre o impedimento do comércio abrir em Campos. Publicou: “Prefeito, ajude a matar o vírus, mas deixe o comércio sobreviver”.
“Nós consideramos um absurdo o que o administrador municipal está fazendo, acabando com o comércio campista com a justificativa de combate ao coronavírus. O pior está acontecendo com nossos colaboradores de férias, em casa, sem dinheiro e sem as precauções necessárias. Se estivessem trabalhando, estariam com as orientações nossas e cumprindo as medidas de prevenção”, afirma.

A reportagem do Terceira Via entrou em contato com a Prefeitura de Campos. Por meio de nota, o governo informou que “apesar de o município ter aumentado consideravelmente os níveis de isolamento, os casos continuam aumentando e, mesmo com a ampliação de leitos do Centro de Controle e Combate ao Coronavírus, que agora conta com 29 leitos de UTI e 60 leitos clínicos, é preciso manter medidas de isolamento. Diante disso, o município prorrogou até o dia 01/06 as medidas de Lockdown, mas agora de maneira parcial, com algumas flexibilizações, como descrito no Decreto 107/2020. Neste mesmo Decreto, o Prefeito Rafael Diniz determinou a elaboração de Plano de Retomada, a ser elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Secretaria de Saúde, em colaboração do Gabinete de Crise, para que se tenha um planejamento seguro de retorno das atividades econômicas”.
Fonte:Terceira Via


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