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Segundo ele, mesmo com essas medidas, a recuperação do setor vai depender de verdade é da volta do consumidor.
O setor de bares e restaurantes pode enfrentar uma nova onda de quebradeira em junho se o governo não renovar ou prorrogar duas medidas: a que permite a redução de jornada e salários de empregados, e a que prorroga vencimento de dívidas por dois meses, afirma o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci. Segundo ele, essas duas medidas -que começaram a valer em março- passam a expirar partir da semana que vem e precisam ser renovadas.
"Se não forem tomadas medidas de renovação já, vamos ter uma segunda onda de colapso. Temos uma bomba-relógio na próxima semana", afirma.
Segundo ele, o impacto da crise foi agravado no Brasil por causa dos ajustes que precisaram ser feitos nos programas de crédito. "Erraram completamente o diagnóstico da crise", disse.
Com os ajustes feitos no programa de crédito, só na terceira semana deste mês, é que o crédito deve começar a ficar acessível para os empresários, afirma o presidente da Abrasel.
Segundo ele, mesmo com essas medidas, a recuperação do setor vai depender de verdade é da volta do consumidor. E ainda assim, a conta a ser paga pelo empresário vai ficar pesando pelos próximos três anos, pelo menos.
O setor de bares e restaurantes pode enfrentar uma nova onda de quebradeira em junho se o governo não renovar ou prorrogar duas medidas: a que permite a redução de jornada e salários de empregados, e a que prorroga vencimento de dívidas por dois meses, afirma o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci. Segundo ele, essas duas medidas -que começaram a valer em março- passam a expirar partir da semana que vem e precisam ser renovadas.
"Se não forem tomadas medidas de renovação já, vamos ter uma segunda onda de colapso. Temos uma bomba-relógio na próxima semana", afirma.
Segundo ele, o impacto da crise foi agravado no Brasil por causa dos ajustes que precisaram ser feitos nos programas de crédito. "Erraram completamente o diagnóstico da crise", disse.
Com os ajustes feitos no programa de crédito, só na terceira semana deste mês, é que o crédito deve começar a ficar acessível para os empresários, afirma o presidente da Abrasel.
Segundo ele, mesmo com essas medidas, a recuperação do setor vai depender de verdade é da volta do consumidor. E ainda assim, a conta a ser paga pelo empresário vai ficar pesando pelos próximos três anos, pelo menos.
Fonte: Uol


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