segunda-feira, 15 de junho de 2020

Grupo Barcelos estabelece perfil premium e vai montar loja para classe A

Coluna foi a primeira a anunciar compra do Green Fruit, local que será a nova loja do grupo

Grupo Barcelos cria linha Premium

Essa coluna foi a primeira a anunciar a compra do Green Fruit pelo Grupo Barcelos que controla a rede Super Bom. Agora, segura essa – o Super Bom, com essa compra, vai inaugurar o que ele próprio definiu de Premium, ao seja classe A. A loja da 28 de Março, onde era o Green Fruit, vai ter um padrão altamente sofisticado.

Nada visto ainda por aqui

Uma fonte do grupo diz que Campos e Região vão se surpreender com a sofisticação, variedades de produtos, inovações tecnológicas, inclusive em detalhes como gôndolas de hortifrutigranjeiros. O sistema vai contar com aspersão de micro gotículas de água em torres, controlada por computadores.


Foto: JTV

Praça dos carros

Além da Praça São Salvador e da Quatro Jornadas existe apenas uma outra Praça no núcleo Central da cidade, localizada no final da avenida 7 de Setembro, onde existe uma igreja e um estátua de Tiradentes. Mas aos poucos ela vai se transformando em um estacionamento. Jardim São Benedito, Alberto Sampaio e Praça da República não entram nesta conta.

Resposta

Desde que fechou o Sesc de Grussaí, paira no ar uma dúvida sobre o seu futuro. Essa coluna pediu uma posição do Sesc de Minas Gerais, que administra aquela imensa infraestrutura. Vamos à resposta fresquinha:

“O Sesc em Minas informa que, desde 2019, vem passando por uma série de adequações estruturais, cujo objetivo é tornar a instituição mais sustentável e com produtos e serviços cada vez mais alinhados ao perfil dos clientes. Tais mudanças foram feitas a partir de uma série de pesquisas e análises técnicas, que sinalizaram a necessidade de adequação do portfólio oferecido pelo Sesc em Minas. Após a conclusão dos estudos, entre os diversos pontos avaliados, definiu-se pela não viabilidade de manter com recursos do Sesc em Minas a unidade de Grussaí em funcionamento.

A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Regional do Sesc em Minas, considerando, entre outros aspectos, os elevados custos de manutenção de uma unidade de 1.800.000 m², com vocação exclusivamente turística e a localização fora do território mineiro.

Diante do cenário atual do país e dos recentes acontecimentos mundiais, que estão provocando uma forte queda na atividade econômica, o Sesc voltará seus esforços, em especial, para os Programas Educação e Saúde, entre outras atividades fundamentais para a população”.


Covid mata um vulto campista

A “alma” do Centro de Estudos Jurídicos da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (Cejur). É assim que o procurador do Estado e colega Leonardo Espíndola define a passagem da servidora Marilânia Lacerda de Deus, que dedicou quase 30 anos de sua vida ao ofício. Ela morreu na última segunda (8/6) vítima da Covid-19. Era campista, nascida em Santo Eduardo. Mari, como era chamada pelos amigos, contribuiu na organização de todos os concursos públicos para a Procuradoria desde 1991 e era a responsável por receber os que ingressavam na instituição. O atual ministro do Supremo, Luis Roberto Barroso, que trabalhou no Cejur foi um dos que lamentou sua morte.

Acervo de um campista ilustre

O CPDOC da Fundação Getúlio Vargas recebeu o arquivo pessoal de Jorge Zahar (1920-1998). Nascido em Campos, filho de pai libanês e mãe francesa, autodidata, ele foi o maior editor de Ciências Sociais do país. O arquivo, doado pela filha Cristina e a neta Mariana Zahar, é formado por documentos e fotos que, segundo o antropólogo Celso de Castro, diretor do CPDOC, “permitem reconstituir grande parte da história do mundo editorial brasileiro”. Há ainda correspondências dele com seus melhores amigos, Ênio Silveira e Paulo Francis. “Acho que é importante observar que há pouquíssimos arquivos organizados de editores brasileiros e essa memória é fundamental para entender como circularam e circulam as ideias no país”, disse Paulo Roberto Pires, autor de “A marca do Z: a vida e os tempos do editor Jorge Zahar”. E Campos nem sabia que tinha um filho tão ilustre.

Luxo

Essa coluna apurou que o prédio de 18 andares que está para ser erguido no nobre Flamboyant, será um dos mais luxuosos de Campos, além de um dos mais altos, como já falamos. O nome do prédio será Voleio, mesmo nome da quadra de tênis que funcionava no local e foi demolida para receber o novo empreendimento. A Voleio Empreendimentos e Participações é formada por um consórcio de pelo menos três empresas, entre elas a Melo Teixeira Engenharia.
Coluna do Balbi

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