Situação põe em risco vida de bebês e Governo ainda não sinalizou para a solução do problema

Conforme já noticiou esta coluna, a jornalista Anna Ramalho traz em seu portal eletrônico, nesta segunda (24), a notícia de que, desde maio deste ano, o Governo do Estado do Rio deixou de pagar o convênio que presta assistência a recém-nascidos graves com risco de vida. A parceria entre governo e rede privada não é recente, e já dura há mais de duas décadas. Isso porque a rede pública nunca teve condições de atender esses recém-nascidos e, desta forma, era alta a taxa de mortalidade de bebês.
A dívida é de R$ 39 milhões, para um total de 250 leitos reservados a bebês vindos de hospitais públicos que precisam de cuidados especiais. Conforme lembrou Anna Ramalho em sua postagem, desde o início da parceria, muitos bebês puderam ser salvos.
Os profissionais de saúde que atuam nessas UTIs neonatais privadas credenciadas pelo governo do Rio estão assustados com o descaso, irresponsabilidade e desrespeito com essas vidas. Enquanto não assume a dívida com as unidades, a central de regulação continua enviando os bebês para receberem assistência na rede privada. No entanto, além de não renovar o contrato, o governo não parou para dar uma explicação sobre o problema.
Os diretores dos hospitais que prestam o serviço temem que esse setor entre em colapso, já que o tamanho da dívida compromete a operacionalidade da prestação desse complexo e necessário serviço.
A rede privada, por sua vez, destaca que está lutando para socorrer esses bebês com risco de morte, mas precisam de medicamentos, material e pagar seus profissionais. A jornalista Anna Ramalho revelou que, de acordo com uma fonte, que optou por não se identificar, a situação está se agravando diariamente. “Com a falta de pagamento do Estado, estamos impossibilitados de continuar”.
A dívida é de R$ 39 milhões, para um total de 250 leitos reservados a bebês vindos de hospitais públicos que precisam de cuidados especiais. Conforme lembrou Anna Ramalho em sua postagem, desde o início da parceria, muitos bebês puderam ser salvos.
Os profissionais de saúde que atuam nessas UTIs neonatais privadas credenciadas pelo governo do Rio estão assustados com o descaso, irresponsabilidade e desrespeito com essas vidas. Enquanto não assume a dívida com as unidades, a central de regulação continua enviando os bebês para receberem assistência na rede privada. No entanto, além de não renovar o contrato, o governo não parou para dar uma explicação sobre o problema.
Os diretores dos hospitais que prestam o serviço temem que esse setor entre em colapso, já que o tamanho da dívida compromete a operacionalidade da prestação desse complexo e necessário serviço.
A rede privada, por sua vez, destaca que está lutando para socorrer esses bebês com risco de morte, mas precisam de medicamentos, material e pagar seus profissionais. A jornalista Anna Ramalho revelou que, de acordo com uma fonte, que optou por não se identificar, a situação está se agravando diariamente. “Com a falta de pagamento do Estado, estamos impossibilitados de continuar”.
Fonte Terceira Via

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