Números foram atualizados pelas secretarias estaduais de Saúde nesta quarta

Profissional que trata pacientes que sofrem com Covid-19 (Foto:Arquivo/Ilustração)
O Brasil tem 138.174 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta quarta-feira (23), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Desde o balanço das 20h de terça-feira (22), os estados de Goiás e Roraima atualizaram seus dados
Números consolidados:
138.174 mortes confirmadas
4.595.960 casos confirmados
Na terça-feira (22), às 20h, o balanço indicou: 138.159 mortes, 809 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos sete dias foi de 707 óbitos, uma variação de 4% em relação aos dados registrados em 14 dias.
Sobre os infectados, no balanço de 20h de terça (22) eram 4.595.335 brasileiros com o novo coronavírus, 35.252 confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 30.148 por dia, uma variação de 7% em relação aos casos registrados em 14 dias.
Progressão
No total, sete estados apresentaram alta de mortes: Rio de Janeiro, Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Norte. É o maior número de estados com crescimento de mortes desde 22 de agosto, há exato um mês.
O Amazonas estava em queda e, agora, registra alta nas mortes. Já Amapá, Bahia Maranhão e Pernambuco estavam estáveis e também passaram a apresentar crescimento nos óbitos.
Os estados de São Paulo, Goiás e Rondônia apresentaram alta no dia anterior, mas voltaram à estabilidade de mortes. Já o Distrito Federal e o Mato Grosso do Sul estavam em estabilidade e agora apresentam queda.
Estados
Subindo: Rio de Janeiro, Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Norte
Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente: Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Tocantins e Piauí.
Em queda: Santa Catarina, Espírito Santo, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Acre, Roraima, Alagoas, Ceará, Paraíba e Sergipe.
Fonte: Consórcio de Imprensa


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