Por: Berenice Seara

O governador Cláudio Castro (PSC) Foto: Divulgação / Governo do RJ
A Assembleia Legislativa não gostou, nem um pouquinho, da disposição do governador em exercício Cláudio Castro (PSC) em derrubar na Justiça os decretos dos prefeitos do Rio, Eduardo Paes (DEM), e de Niterói, Axel Grael (PDT).
A iniciativa de convocar uma reunião virtual com o Ministério Público, a Defensoria e o Tribunal de Justiça para segunda-feira (22) mesmo foi da cúpula da Alerj — e não do Palácio Guanabara.
A ideia era pôr os pingos nos is sobre a real situação do estado. Do encontro, o governador não saiu com a simpatia de ninguém para tentar impedir o lockdown.
Castro iria ao Palácio Tiradentes levar, pessoalmente, o decreto aos deputados. Desistiu.
Castro x Paes
Na fogueira das desavenças entre o governador e o prefeito do Rio tem bombeiro — mas também tem incendiário.
O deputado federal Hugo Leal (PSD), o político que Castro mais ouve, joga litros de querosene: “Prefiro a micareta do estado ao picareta da prefeitura”.
O hoje mandachuva do Palácio Guanabara começou na política pelo gabinete de Hugo.
A Assembleia Legislativa não gostou, nem um pouquinho, da disposição do governador em exercício Cláudio Castro (PSC) em derrubar na Justiça os decretos dos prefeitos do Rio, Eduardo Paes (DEM), e de Niterói, Axel Grael (PDT).
A iniciativa de convocar uma reunião virtual com o Ministério Público, a Defensoria e o Tribunal de Justiça para segunda-feira (22) mesmo foi da cúpula da Alerj — e não do Palácio Guanabara.
A ideia era pôr os pingos nos is sobre a real situação do estado. Do encontro, o governador não saiu com a simpatia de ninguém para tentar impedir o lockdown.
Castro iria ao Palácio Tiradentes levar, pessoalmente, o decreto aos deputados. Desistiu.
Castro x Paes
Na fogueira das desavenças entre o governador e o prefeito do Rio tem bombeiro — mas também tem incendiário.
O deputado federal Hugo Leal (PSD), o político que Castro mais ouve, joga litros de querosene: “Prefiro a micareta do estado ao picareta da prefeitura”.
O hoje mandachuva do Palácio Guanabara começou na política pelo gabinete de Hugo.
Fonte Extra


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