Direção da unidade hospitalar resiste a proposta do Governo para abrigar todo o atendimento

(Fotos: Arquivo/JTV)
A Prefeitura de Campos estuda realocar pacientes e serviços do Hospital Geral de Guarus (HGG) para que a unidade, que é alvo constante de queixas de pacientes e funcionários devido a seus problemas estruturais, passe por uma ampla reforma. Entre os hospitais com que o Governo vem dialogando está o da Sociedade Portuguesa de Beneficência, onde o Município já mantém, desde março do ano passado, o Centro de Controle e Combate ao Coronavírus de Campos (CCCC). Porém, a direção da unidade afirma que ceder mais espaço à secretaria de Saúde poderia implicar na suspensão de serviços.
De acordo com Renato Faria, diretor-geral do hospital filantrópico, a Beneficência Portuguesa precisou transferir para o prédio histórico serviços que eram prestados no prédio novo, onde foi instalado o CCCC, que conta com sala para primeiro atendimento com quatro leitos, 60 leitos clínicos, seis leitos de terapia intensiva e três salas cirúrgicas.
Ainda segundo Faria, a Beneficência Portuguesa não tem condições de receber os pacientes e que, para ceder espaço adicional ao Município, seria necessário descontinuar atendimentos e demitir funcionários.
Procurado pelo Jornal Terceira Via, o prefeito de Campos, Wladimir Garotinho (PSD), afirmou a Prefeitura busca “entendimento” com a Beneficência Portuguesa e que “não há intenção de fechar” a unidade de saúde.
“A Prefeitura está buscando viabilizar um sonho de toda Campos, reformar por completo o HGG para dar atendimento digno às pessoas. Por isso, está se buscando um entendimento para onde os pacientes serão transferidos, sem prejuízo de desassistência. As conversas com a Beneficência estão sendo conduzida pelo vice-prefeito e pelo sub-secretário geral de Saúde, de maneira a atender ambas as partes, mas não se tem a intenção de fechar uma instituição como a Beneficência. Isso é boato que não ajuda em nada a cidade em um momento tão decisivo”, afirmou Wladimir.
A Prefeitura de Campos estuda realocar pacientes e serviços do Hospital Geral de Guarus (HGG) para que a unidade, que é alvo constante de queixas de pacientes e funcionários devido a seus problemas estruturais, passe por uma ampla reforma. Entre os hospitais com que o Governo vem dialogando está o da Sociedade Portuguesa de Beneficência, onde o Município já mantém, desde março do ano passado, o Centro de Controle e Combate ao Coronavírus de Campos (CCCC). Porém, a direção da unidade afirma que ceder mais espaço à secretaria de Saúde poderia implicar na suspensão de serviços.
De acordo com Renato Faria, diretor-geral do hospital filantrópico, a Beneficência Portuguesa precisou transferir para o prédio histórico serviços que eram prestados no prédio novo, onde foi instalado o CCCC, que conta com sala para primeiro atendimento com quatro leitos, 60 leitos clínicos, seis leitos de terapia intensiva e três salas cirúrgicas.
Ainda segundo Faria, a Beneficência Portuguesa não tem condições de receber os pacientes e que, para ceder espaço adicional ao Município, seria necessário descontinuar atendimentos e demitir funcionários.
Procurado pelo Jornal Terceira Via, o prefeito de Campos, Wladimir Garotinho (PSD), afirmou a Prefeitura busca “entendimento” com a Beneficência Portuguesa e que “não há intenção de fechar” a unidade de saúde.
“A Prefeitura está buscando viabilizar um sonho de toda Campos, reformar por completo o HGG para dar atendimento digno às pessoas. Por isso, está se buscando um entendimento para onde os pacientes serão transferidos, sem prejuízo de desassistência. As conversas com a Beneficência estão sendo conduzida pelo vice-prefeito e pelo sub-secretário geral de Saúde, de maneira a atender ambas as partes, mas não se tem a intenção de fechar uma instituição como a Beneficência. Isso é boato que não ajuda em nada a cidade em um momento tão decisivo”, afirmou Wladimir.
Terceira Via/Show Francisco


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