Grupo pede entrega de 722 casas populares no conjunto habitacional do Novo Horizonte, no bairro Jardim Aeroporto

Manifestantes bloqueiam a BR-101, na altura do quilômetro 52, em Guarus. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Um grupo de manifestantes que, desde o último dia 13, vem organizando protestos pela entrega de 722 casas populares no conjunto habitacional do Novo Horizonte, no bairro Jardim Aeroporto, em Campos, fez dois novos protestos na noite desta sexta-feira (16). O grupo ateou fogo a pneus e galhos na BR-101, na altura do quilômetro 52, em Guarus, e na cabeceira da ponte Saturnino Brito, na Lapa, bairro onde a família do prefeito Wladimir Garotinho possui residência.
Os atos chegaram a interditar a BR-101 em ambos os sentidos, bem como a deixar o trânsito lento tanto em direção ao Centro e quanto a Guarus, na ponte Saturnino Brito, também conhecida como ponte da Lapa.

Um grupo de manifestantes que, desde o último dia 13, vem organizando protestos pela entrega de 722 casas populares no conjunto habitacional do Novo Horizonte, no bairro Jardim Aeroporto, em Campos, fez dois novos protestos na noite desta sexta-feira (16). O grupo ateou fogo a pneus e galhos na BR-101, na altura do quilômetro 52, em Guarus, e na cabeceira da ponte Saturnino Brito, na Lapa, bairro onde a família do prefeito Wladimir Garotinho possui residência.
Os atos chegaram a interditar a BR-101 em ambos os sentidos, bem como a deixar o trânsito lento tanto em direção ao Centro e quanto a Guarus, na ponte Saturnino Brito, também conhecida como ponte da Lapa.

Grupo protesta próximo à ponte da Lapa. (Foto: JTV)
Os manifestantes afirmam terem sido contemplados em sorteio do programa Minha Casa, Minha Vida e garantem que as casas estão prontas desde 2016, mas nunca foram entregues pela Prefeitura. Após um protesto feito no próprio conjunto habitacional, na última quarta-feira, eles invadiram as residências a que afirmam ter direito. A construtora Realiza, que é responsável pela obra, iniciou o processo de reintegração de posse dos imóveis e o grupo foi notificado a deixar as residências fossem desocupadas até o dia 21.
Os moradores, porém, afirmam que a maior parte deles não tem para onde ir. “Entre nós temos mães solteiras, viúvas, homens e mulheres desempregados em face da pandemia. Pessoas que moravam de favor, mas tiveram a casa pedida, beneficiários de aluguel social, que está com oito meses de atraso, que estão sendo despejados. Simplesmente não há para onde ir, ainda mais em um prazo tão curto”, afirmou uma das manifestantes, em condição de anonimato.
Desde o início dos protestos, o grupo cobra que o governo municipal dê um prazo para a entrega oficial dos imóveis. Na quinta-feira, a Prefeitura afirmou que a entrega acontecerá a partir do dia 30 de abril.
Em nota encaminhada ao Jornal Terceira Via na quarta, a Prefeitura informou que segue na mediação dos contemplados com as casas do Conjunto Habitacional Novo Horizonte com a Caixa Econômica Federal (CEF), que seria responsável pela entrega das casas.
“No sorteio do Programa Minha Casa Minha Vida foram observadas as condições de enquadramento e critérios nacionais de priorização. Segundo o departamento de Habitação da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, a análise do cadastro está sendo feita pela Caixa e somente após a finalização deste processo que o banco tomará as providências necessárias. A posse das chaves e a entrega dos imóveis são de responsabilidade do banco”, afirmou a Prefeitura.
A CEF negou que as casas estivessem prontas desde 2016. Em nota, a instituição informou que as unidades foram concluídas em “março de 2021”. “Os empreendimentos foram concluídos em março de 2021 e estavam em fase final de indicação e análise da demanda de beneficiários informada pela Prefeitura”, diz o comunicado.
O secretário municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Rodrigo Carvalho, a coordenadora Raquel Almeida, e os gerentes do banco estiveram reunidos com os contemplados na manhã desta quarta.
Os manifestantes afirmam terem sido contemplados em sorteio do programa Minha Casa, Minha Vida e garantem que as casas estão prontas desde 2016, mas nunca foram entregues pela Prefeitura. Após um protesto feito no próprio conjunto habitacional, na última quarta-feira, eles invadiram as residências a que afirmam ter direito. A construtora Realiza, que é responsável pela obra, iniciou o processo de reintegração de posse dos imóveis e o grupo foi notificado a deixar as residências fossem desocupadas até o dia 21.
Os moradores, porém, afirmam que a maior parte deles não tem para onde ir. “Entre nós temos mães solteiras, viúvas, homens e mulheres desempregados em face da pandemia. Pessoas que moravam de favor, mas tiveram a casa pedida, beneficiários de aluguel social, que está com oito meses de atraso, que estão sendo despejados. Simplesmente não há para onde ir, ainda mais em um prazo tão curto”, afirmou uma das manifestantes, em condição de anonimato.
Desde o início dos protestos, o grupo cobra que o governo municipal dê um prazo para a entrega oficial dos imóveis. Na quinta-feira, a Prefeitura afirmou que a entrega acontecerá a partir do dia 30 de abril.
Em nota encaminhada ao Jornal Terceira Via na quarta, a Prefeitura informou que segue na mediação dos contemplados com as casas do Conjunto Habitacional Novo Horizonte com a Caixa Econômica Federal (CEF), que seria responsável pela entrega das casas.
“No sorteio do Programa Minha Casa Minha Vida foram observadas as condições de enquadramento e critérios nacionais de priorização. Segundo o departamento de Habitação da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, a análise do cadastro está sendo feita pela Caixa e somente após a finalização deste processo que o banco tomará as providências necessárias. A posse das chaves e a entrega dos imóveis são de responsabilidade do banco”, afirmou a Prefeitura.
A CEF negou que as casas estivessem prontas desde 2016. Em nota, a instituição informou que as unidades foram concluídas em “março de 2021”. “Os empreendimentos foram concluídos em março de 2021 e estavam em fase final de indicação e análise da demanda de beneficiários informada pela Prefeitura”, diz o comunicado.
O secretário municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Rodrigo Carvalho, a coordenadora Raquel Almeida, e os gerentes do banco estiveram reunidos com os contemplados na manhã desta quarta.
Fonte Terceira Via


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