
Corpos da fisioterapeuta Sarah Gomes e Leonardo Monção foram enterrados nesta segunda-feira
Delegado Pedro Emílio Braga (Arquivo)
A Polícia Civil encerrou o procedimento investigativo sobre a morte da fisioterapeuta Sarah Gomes Ribeiro, de 35 anos. A polícia concluiu que Sarah foi vítima de feminicídio – assassinato em função de gênero – praticado pelo ex-marido, Leonardo Monção, de 42, que tirou a própria vida em seguida e deixou uma carta explicativa. O crime aconteceu na tarde de domingo (18), no Parque Nova Campos. Os corpos foram enterrados nesta segunda-feira (19).
De acordo com o delegado Pedro Emílio Braga, da 146ª Delegacia de Guarus, o crime foi motivado porque Leonardo não se conformava com o fim do casamento com Sarah, o que foi relatado na carta, além de um pedido de perdão pelo ato. “Não há características de que o crime tenha sido premeditado. Pelo conteúdo da carta deu para perceber que Leonardo estava alterado e sabemos que o crime teve motivação passional”.
Apesar do encerramento do caso, o delegado afirmou que a polícia técnica continuará agindo, periciando os documentos. O laudo de necropsia constatou que Sarah foi morta por asfixia e Leonardo por enforcamento.
O casal deixou um filho. Sarah tinha uma clínica de fisioterapia em Guarus e, segundo a polícia, estaria em um novo relacionamento amoroso.

A Polícia Civil encerrou o procedimento investigativo sobre a morte da fisioterapeuta Sarah Gomes Ribeiro, de 35 anos. A polícia concluiu que Sarah foi vítima de feminicídio – assassinato em função de gênero – praticado pelo ex-marido, Leonardo Monção, de 42, que tirou a própria vida em seguida e deixou uma carta explicativa. O crime aconteceu na tarde de domingo (18), no Parque Nova Campos. Os corpos foram enterrados nesta segunda-feira (19).
De acordo com o delegado Pedro Emílio Braga, da 146ª Delegacia de Guarus, o crime foi motivado porque Leonardo não se conformava com o fim do casamento com Sarah, o que foi relatado na carta, além de um pedido de perdão pelo ato. “Não há características de que o crime tenha sido premeditado. Pelo conteúdo da carta deu para perceber que Leonardo estava alterado e sabemos que o crime teve motivação passional”.
Apesar do encerramento do caso, o delegado afirmou que a polícia técnica continuará agindo, periciando os documentos. O laudo de necropsia constatou que Sarah foi morta por asfixia e Leonardo por enforcamento.
O casal deixou um filho. Sarah tinha uma clínica de fisioterapia em Guarus e, segundo a polícia, estaria em um novo relacionamento amoroso.

Cemitério do Caju – Foto: Carlos Grevi
Tereira Via/Show Francisco


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