quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Exumação não encontra bebê em ventre de grávida assassinada na Zona Oeste do Rio

Thaysa foi assassinada em setembro de 2020 Foto: Reprodução/Agência O GloboMarcos Nunes

Resultados preliminares da exumação do corpo da manicure Thaysa Campos dos Santos, de 23 anos, grávida de oito meses que foi morta em setembro , confirmaram que o bebê esperado por ela não estava no ventre da vítima. A conclusão é a mesma de um laudo cadavérico, feito por um legista na época do assassinato, no Instituto Médico-Legal do Rio. Por conta do adiantado estado de decomposição do cadáver, não foi possível detectar em nenhum dos exames a causa da morte da manicure.
Corpo de Thaysa foi exumado e periciado Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que tenta saber quem matou Thaysa e o que aconteceu com Isabella, nome que havia sido escolhido pela vítima para o bebê. Durante os exames feitos após a exumação, uma perita especializada em antropologia forense, especialidade que busca, entre outras coisas a causa de uma morte, recolheu amostras da medula óssea da jovem assassinada. Elas serão examinadas e caso estejam preservadas, passarão por análise toxicológica. O resultado poderá esclarecer, por exemplo, se a vítima teria sido obrigada a ingerir algum medicamento abortivo para expelir o bebê. Ainda não há prazo estabelecido para o exame toxicológico ficar pronto.
Fonte Extra

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