Com os novos dados, o Município sai da classificação de alto risco para possível epidemia de dengue, zika vírus e chikungunya, para médio risco

Especialistas alertam que é preciso manter cuidados para evitar criadouros de mosquito (Foto: Arquivo/Silvana Rust)
O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) nas duas últimas semanas, revelou que reduziu o percentual de Índice de Infestação Predial (IIP) em Campos dos Goytacazes, saindo dos 5,4% em janeiro para 3,9%, ou seja, a cada 100 imóveis visitados, aproximadamente três apresentaram focos do mosquito Aedes aegypti. No entanto, o atual índice ainda está acima do recomendável. Com esse resultado, o município sai da classificação de alto risco para possível epidemia de dengue, zika vírus e chikungunya, para médio risco.
O índice preconizado pelo Ministério da Saúde é 1 % e, por isso, o coordenador do Programa Municipal de Controle de Vetores (PMCV), Claudemir Barcelos disse que a situação requer atenção não apenas do CCZ, mas principalmente da população que é a grande aliada do órgão para evitar a proliferação do mosquito.
“Esse resultado é fruto do trabalho que vem sendo realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses para manter a cidade livre das doenças que são causadas pelo mosquito. Por isso, é importante que a população não descuide, mesmo diante da redução continue fazendo o seu papel e nos ajude nesse trabalho. Se todos fizerem a sua parte, podemos reduzir ainda mais o índice de infestação”, disse.
Para a pesquisa de campo realizada entre os dias 4 e 8 deste mês pelos agentes de combate às endemias, os imóveis foram divididos em 19 estratos. O depósito positivo predominante continua sendo os móveis, como vasos, frascos, pratinhos com plantas, bebedouros de animais, com 50,4%. Em segundo lugar aparecem os depósitos fixos, como caixa d’água, tambor, tonel, calhas, com frequência percentual de 18,3%. Já em terceiro aparecem materiais inservíveis como recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas, entulhos como 12%.
O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) nas duas últimas semanas, revelou que reduziu o percentual de Índice de Infestação Predial (IIP) em Campos dos Goytacazes, saindo dos 5,4% em janeiro para 3,9%, ou seja, a cada 100 imóveis visitados, aproximadamente três apresentaram focos do mosquito Aedes aegypti. No entanto, o atual índice ainda está acima do recomendável. Com esse resultado, o município sai da classificação de alto risco para possível epidemia de dengue, zika vírus e chikungunya, para médio risco.
O índice preconizado pelo Ministério da Saúde é 1 % e, por isso, o coordenador do Programa Municipal de Controle de Vetores (PMCV), Claudemir Barcelos disse que a situação requer atenção não apenas do CCZ, mas principalmente da população que é a grande aliada do órgão para evitar a proliferação do mosquito.
“Esse resultado é fruto do trabalho que vem sendo realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses para manter a cidade livre das doenças que são causadas pelo mosquito. Por isso, é importante que a população não descuide, mesmo diante da redução continue fazendo o seu papel e nos ajude nesse trabalho. Se todos fizerem a sua parte, podemos reduzir ainda mais o índice de infestação”, disse.
Para a pesquisa de campo realizada entre os dias 4 e 8 deste mês pelos agentes de combate às endemias, os imóveis foram divididos em 19 estratos. O depósito positivo predominante continua sendo os móveis, como vasos, frascos, pratinhos com plantas, bebedouros de animais, com 50,4%. Em segundo lugar aparecem os depósitos fixos, como caixa d’água, tambor, tonel, calhas, com frequência percentual de 18,3%. Já em terceiro aparecem materiais inservíveis como recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas, entulhos como 12%.
Fonte: AsCom


Nenhum comentário:
Postar um comentário