
Evento acontecerá no Jardim do Liceu / Foto: Divulgação
Retornando no próximo fim de semana após dois anos de interrupção forçada pela pandemia da Covid-19, o Campos Blues & Jazz Festival tem como principal desafio firmar-se como uma tradição. Esta será a terceira edição no atual formato, com realização de cervejeiros e produtores culturais independentes. Já ocorrido em 2018 e 2019, o evento dá continuidade a um festival promovido pela Prefeitura no início dos anos 2000. Estão confirmados nove shows durante os três dias de evento, no Jardim do Liceu, sendo dois na sexta-feira (16), a partir das 18h; quatro no sábado (17) e três no domingo (18), a partir das 14h. Em todos os dias, haverá ainda apresentações do DJ Romualdo Braga, que integra a equipe de realizadores. O poder público apoia o festival por meio da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima e da secretaria municipal de Desenvolvimento Econômica e Turismo.
— Campos tem um festival que agrega não só à música, mas ao turismo, à economia e à cultura num contexto geral. E ele abre espaço para os artistas, principalmente do Norte e do Noroeste Fluminenses. Esta edição, por exemplo, terá praticamente 90% de artistas de Campos — destaca o DJ e produtor cultural Romualdo Braga. — Teremos artistas que são conhecidos no seu meio, e alguns não tão conhecidos, mas que estão se lançando pela primeira vez como artistas com nomes voltados para o blues e o jazz. Então, o festival tem um caráter de expor os nossos artistas e promover entretenimento. No pós-pandemia, a gente sentiu muito essa necessidade de conviver em sociedade. Com o avanço da vacinação, temos visto que os eventos estão cada vez mais fortes, com a presença maciça do povo, que estava com saudade de viver esses momentos importantes que só a música é capaz de promover — enfatiza Romualdo.
Na sexta-feira, estão confirmado os shows de Ângelo Nani Eletric Blues Sound e Blues Band Vidro. O sábado terá A Malta Jazz Trio, Big Ed Gomes Band, Ralph e os Lannes e Univibe Trio, enquanto a programação de domingo ficará por conta de Lounge Mix Café, Moonshine Mojo e Expresso Blues.
— Me apresento em vários festivais internacionais, tenho o meu trabalho muito reconhecido fora da cidade, e fico muito feliz por poder estar me apresentando também na minha terra natal e mostrando o meu gênero musical — comenta o gaitista Ângelo Nani, que fará o show de abertura. — São 30 anos de estrada levantando a bandeira do blues, sempre me dedicando ao blues e à gaita, com um pouco de rock junto, sem nunca mudar de estilo. Agradeço a todos da produção do festival pela oportunidade de fazer o meu trabalho na minha cidade — complementa o artista. Com vários álbuns gravados e recente indicação ao prêmio HDB Condecora, Ângelo Nani tem no currículo apresentações em festivais como o renomado Rio das Ostras Jazz e Blues, além do Búzios Jazz Festival, em Armação dos Búzios; Jazz & Blues Sessions, em Macaé, e Chicago Blues Session, no Rio de Janeiro.
Além das atrações musicais, haverá presença das cervejarias Tatanka, Trópica, Goitacá e DEF Craft. Também estão confirmadas food-trucks e/ou estandes com bebidas quentes e várias opções gastronômicas.
— Nosso festival vem também num momento em que a nossa cidade precisa de uma ativação econômica. Nos três dias, teremos lá cervejarias locais, restaurantes e pontos de alimentação da região, da nossa cidade em especial. Então, é um festival importantíssimo para a ativação econômica, cultural e social. A gente acredita que vai ter um grande público, porque é um festival que, assim como o de Rio das Ostras, está se tornando uma tradição — enfatiza o realizador Romualdo Braga, lembrando que as edições pioneiras do festival similar em Campos, há duas décadas, ajudaram a inspirar o Rio das Ostras Jazz e Blues, hoje uma referência do gênero no Rio de Janeiro, tendo inclusive com atrações internacionais.
Retornando no próximo fim de semana após dois anos de interrupção forçada pela pandemia da Covid-19, o Campos Blues & Jazz Festival tem como principal desafio firmar-se como uma tradição. Esta será a terceira edição no atual formato, com realização de cervejeiros e produtores culturais independentes. Já ocorrido em 2018 e 2019, o evento dá continuidade a um festival promovido pela Prefeitura no início dos anos 2000. Estão confirmados nove shows durante os três dias de evento, no Jardim do Liceu, sendo dois na sexta-feira (16), a partir das 18h; quatro no sábado (17) e três no domingo (18), a partir das 14h. Em todos os dias, haverá ainda apresentações do DJ Romualdo Braga, que integra a equipe de realizadores. O poder público apoia o festival por meio da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima e da secretaria municipal de Desenvolvimento Econômica e Turismo.
— Campos tem um festival que agrega não só à música, mas ao turismo, à economia e à cultura num contexto geral. E ele abre espaço para os artistas, principalmente do Norte e do Noroeste Fluminenses. Esta edição, por exemplo, terá praticamente 90% de artistas de Campos — destaca o DJ e produtor cultural Romualdo Braga. — Teremos artistas que são conhecidos no seu meio, e alguns não tão conhecidos, mas que estão se lançando pela primeira vez como artistas com nomes voltados para o blues e o jazz. Então, o festival tem um caráter de expor os nossos artistas e promover entretenimento. No pós-pandemia, a gente sentiu muito essa necessidade de conviver em sociedade. Com o avanço da vacinação, temos visto que os eventos estão cada vez mais fortes, com a presença maciça do povo, que estava com saudade de viver esses momentos importantes que só a música é capaz de promover — enfatiza Romualdo.
Na sexta-feira, estão confirmado os shows de Ângelo Nani Eletric Blues Sound e Blues Band Vidro. O sábado terá A Malta Jazz Trio, Big Ed Gomes Band, Ralph e os Lannes e Univibe Trio, enquanto a programação de domingo ficará por conta de Lounge Mix Café, Moonshine Mojo e Expresso Blues.
— Me apresento em vários festivais internacionais, tenho o meu trabalho muito reconhecido fora da cidade, e fico muito feliz por poder estar me apresentando também na minha terra natal e mostrando o meu gênero musical — comenta o gaitista Ângelo Nani, que fará o show de abertura. — São 30 anos de estrada levantando a bandeira do blues, sempre me dedicando ao blues e à gaita, com um pouco de rock junto, sem nunca mudar de estilo. Agradeço a todos da produção do festival pela oportunidade de fazer o meu trabalho na minha cidade — complementa o artista. Com vários álbuns gravados e recente indicação ao prêmio HDB Condecora, Ângelo Nani tem no currículo apresentações em festivais como o renomado Rio das Ostras Jazz e Blues, além do Búzios Jazz Festival, em Armação dos Búzios; Jazz & Blues Sessions, em Macaé, e Chicago Blues Session, no Rio de Janeiro.
Além das atrações musicais, haverá presença das cervejarias Tatanka, Trópica, Goitacá e DEF Craft. Também estão confirmadas food-trucks e/ou estandes com bebidas quentes e várias opções gastronômicas.
— Nosso festival vem também num momento em que a nossa cidade precisa de uma ativação econômica. Nos três dias, teremos lá cervejarias locais, restaurantes e pontos de alimentação da região, da nossa cidade em especial. Então, é um festival importantíssimo para a ativação econômica, cultural e social. A gente acredita que vai ter um grande público, porque é um festival que, assim como o de Rio das Ostras, está se tornando uma tradição — enfatiza o realizador Romualdo Braga, lembrando que as edições pioneiras do festival similar em Campos, há duas décadas, ajudaram a inspirar o Rio das Ostras Jazz e Blues, hoje uma referência do gênero no Rio de Janeiro, tendo inclusive com atrações internacionais.
Fonte: Fmanhã


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