
Carlos Luciano Soares, o Calu, durante internação hospitalar (Acervo Pessoal)
O designer Carlos Luciano Soares Filho, de 22 anos, está internado no Hospital Álvaro Alvim, em Campos dos Goytacazes, para tratamento de leucemia do tipo M-3. O diagnóstico da doença ficou conhecido há uma semana, após o jovem passar por algumas internações anteriores. Conhecido pelo apelido “Calu”, ele iniciou uma campanha na rede social para conseguir doações de sangue diárias. São necessários 18 doares por dia. O sangue coletado é transformado em plasma, plaqueta e crioprecipitado, e, depois, aplicado no paciente.
A campanha para obter 18 doadores de sangue por dia conta, principalmente, com os membros da família de Calu. Os pais, as duas irmãs e o namorado se revezam como acompanhantes durante internação hospitalar. O jovem precisa receber o sangue até conseguir sua transferência para o Instituto Nacional do Câncer (Inca), onde dará prosseguimento ao tratamento.
As pessoas interessadas e dispostas a doarem sangue para Carlos Luciano podem acessar sua conta no Instagram, @calu_sdsf, que dispõe de um link para um grupo de doadores no Whatsapp.
Onde doar sangue
Por orientação médica, o paciente Carlos Luciano só pode receber o sangue doado no Centro Transfusional, que funciona na Rua Visconde do Itaboraí, 402, Parque Rosário, Campos dos Goytacazes, em frente à Unimed.
“Neste local há equipamento para transformar o sangue doado em plasma, plaqueta e crioprecipitado que recebo. Eu e minha família estamos empenhados. Não é fácil ter 18 doações diárias só para mim, mas estamos confiantes”, diz Calu.
O designer Carlos Luciano Soares Filho, de 22 anos, está internado no Hospital Álvaro Alvim, em Campos dos Goytacazes, para tratamento de leucemia do tipo M-3. O diagnóstico da doença ficou conhecido há uma semana, após o jovem passar por algumas internações anteriores. Conhecido pelo apelido “Calu”, ele iniciou uma campanha na rede social para conseguir doações de sangue diárias. São necessários 18 doares por dia. O sangue coletado é transformado em plasma, plaqueta e crioprecipitado, e, depois, aplicado no paciente.
A campanha para obter 18 doadores de sangue por dia conta, principalmente, com os membros da família de Calu. Os pais, as duas irmãs e o namorado se revezam como acompanhantes durante internação hospitalar. O jovem precisa receber o sangue até conseguir sua transferência para o Instituto Nacional do Câncer (Inca), onde dará prosseguimento ao tratamento.
As pessoas interessadas e dispostas a doarem sangue para Carlos Luciano podem acessar sua conta no Instagram, @calu_sdsf, que dispõe de um link para um grupo de doadores no Whatsapp.
Onde doar sangue
Por orientação médica, o paciente Carlos Luciano só pode receber o sangue doado no Centro Transfusional, que funciona na Rua Visconde do Itaboraí, 402, Parque Rosário, Campos dos Goytacazes, em frente à Unimed.
“Neste local há equipamento para transformar o sangue doado em plasma, plaqueta e crioprecipitado que recebo. Eu e minha família estamos empenhados. Não é fácil ter 18 doações diárias só para mim, mas estamos confiantes”, diz Calu.

Jovem diz estar confiante no tratamento e campanha para obter doação de sangue
Medicamento caro e transferência
De acordo com o paciente, há uma expectativa de conseguir uma transferência de Campos para o Inca do Rio de Janeiro nos próximos dias. Esta data ainda não foi confirmada. Carlos Luciano também toma um medicamento específico para leucemia. São oito comprimidos diários. Uma caixa com 100 comprimidos custa em torno de R$2 mil.
“Como não sabemos quando conseguiremos ir para o Rio, se o medicamento acabar antes, vou precisar fazer uma outra campanha para conseguir pagar pelo remédio. Entretanto, espero poder ser transferido logo para o Inca”, diz o rapaz que deu entrevista ao Terceira Via por telefone.
A leucemia é um câncer que tem início nas células-tronco da medula óssea. Na leucemia, as células sanguíneas doentes (câncer) se formam e atrapalham a produção das células sanguíneas saudáveis da medula óssea, diminuindo seu número normal.
“Apesar do diagnóstico, eu e minha família estamos empenhados em tratar e curar a doença. Por isso, preciso da ajuda das pessoas neste momento com as doações de sangue, fundamentais nesse início de tratamento”, conclui. Carlos Luciano.
Terceira Via/Show Francisco


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