Legendas definem apoio ou neutralidade para o 2º turno da eleição presidencial, em 30 de outubro.
Por Arthur Stabile, g1/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/t/Q/VIZ5B0RVmuNpNpMS66BQ/2022-09-29t220731z-162084337-rc24nw9pmqhc-rtrmadp-3-brazil-election-poll.jpg)
Material de campanha de Bolsonaro e Lula em Brasília em 23 de setembro de 2022. — Foto: REUTERS/Adriano Machado/File Photo
Os partidos e os políticos passaram a divulgar seus apoios a Lula (PT) ou a Jair Bolsonaro (PL) para a disputa do 2º turno da eleição presidencial. Candidatos mais votados no 1º turno, o petista e o atual presidente se enfrentam em nova eleição no dia 30 de outubro.
Após a disputa em 1º turno no domingo (2), parte das siglas já se posicionaram: o PSC decidiu apoiar a reeleição de Bolsonaro, o partido Novo se colocou contra Lula e o PT, mas abriu para seus filiados votarem conforme sua "consciência e princípios partidários".
Situação dos partidos até 15h desta quarta-feira
O PDT, de Ciro Gomes, anunciou apoio à candidatura de Lula por unanimidade, conforme divulgado por seu presidente, Carlos Lupi. Segundo Lupi, Ciro "endossa integralmente a decisão do partido", mas não participou da coletiva de imprensa do anúncio.
Minutos depois, Ciro Gomes divulgou vídeo nas redes sociais em que segue a decisão da sigla, mas não disse o nome de Lula em sua declaração de apoio.
12 candidatos não receberam nenhum voto nas eleições de 2022; saiba quem são
O MDB, partido que teve Simone Tebet como candidata no 1º turno (terceira mais votada), optou por se colocar neutro na disputa e liberar os seus filiados a apoiarem Lula ou Bolsonaro.
Outro partido a definir agenda pró-Lula é o Cidadania, que esteve na chapa presidencial de Simone Tebet (MDB). Presidente do Cidadania, Roberto Freire já havia indicado voto em Lula.
Já o PSDB, que tinha a vice de Tebet anunciou neutralidade como legenda na disputa presidencial e liberou diretórios estaduais e seus integrantes a apoiarem o candidato que preferirem.
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, disse que o partido vai liberar seus filiados para apoiarem o ex-presidente Lula (PT) ou o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Por meio do Twitter, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que uma parte do PSD carioca fechou apoio a Lula. Paes já defendia a candidatura do petista no 1º turno.
G1


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