Audiência pública na Câmara Municipal contou com a participação do Grupo IMNE Oncologia
POR GIRLANE RODRIGUES
Legislativo e Executivo – Foto: Carlos Grevi
O tratamento de câncer, em Campos, foi discutido em audiência pública na Câmara Municipal de Campos, nesta quinta-feira (17). Presidido pelos vereadores Hélio Nahim e Fred Machado, o encontro reuniu, também, o secretário municipal de Saúde, Paulo Hirano, diretores de hospitais oncológicos, representantes de institutos de apoio ao paciente com câncer, pacientes, familiares e público em geral.
O vereador Hélio Nahim disse que vai lançar uma cartilha de orientação ao paciente sobre o passo-a-passo na busca por atendimento oncológico no município. Isto porque, segundo ele, muitos campistas procuram seu gabinete parlamentar em busca de informações sobre onde e como buscar atendimento. Estas informações foram apresentadas detalhadamente por Hirano e por uma representante do Núcleo de Controle e Avaliação da Secretaria de Saúde. “As portas de entrada para o paciente que precisa de atendimento oncológico são as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). De lá, são encaminhadas ao núcleo, recebidos por médicos oncologistas para avaliação específica de cada caso e, em seguida, direcionados ao tratamento em uma das três Unidades de Alta Complexidade do Município (Unacom), escolhida pelo paciente”, explicou Bruna.
Paulo Hirano destacou a tríade que engloba a complexidade do tratamento oncológico. “As diretrizes são dadas pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde para o Governo do Estado Rio de Janeiro, por meio da secretaria estadual de saúde e o Município executa. A regulação, por exemplo, é controlada pelo Estado. Os recursos financeiros vem destas esferas mas também exclusivamente do município, como é o caso do destino de verbas para cirurgias de reconstrução mamária e mutirões e ampliação de exames, consultas e cirurgias para diagnóstico e tratamento precoces que são fundamentais em qualquer doença, não só no câncer”, falou Hirano.

O tratamento de câncer, em Campos, foi discutido em audiência pública na Câmara Municipal de Campos, nesta quinta-feira (17). Presidido pelos vereadores Hélio Nahim e Fred Machado, o encontro reuniu, também, o secretário municipal de Saúde, Paulo Hirano, diretores de hospitais oncológicos, representantes de institutos de apoio ao paciente com câncer, pacientes, familiares e público em geral.
O vereador Hélio Nahim disse que vai lançar uma cartilha de orientação ao paciente sobre o passo-a-passo na busca por atendimento oncológico no município. Isto porque, segundo ele, muitos campistas procuram seu gabinete parlamentar em busca de informações sobre onde e como buscar atendimento. Estas informações foram apresentadas detalhadamente por Hirano e por uma representante do Núcleo de Controle e Avaliação da Secretaria de Saúde. “As portas de entrada para o paciente que precisa de atendimento oncológico são as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). De lá, são encaminhadas ao núcleo, recebidos por médicos oncologistas para avaliação específica de cada caso e, em seguida, direcionados ao tratamento em uma das três Unidades de Alta Complexidade do Município (Unacom), escolhida pelo paciente”, explicou Bruna.
Paulo Hirano destacou a tríade que engloba a complexidade do tratamento oncológico. “As diretrizes são dadas pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde para o Governo do Estado Rio de Janeiro, por meio da secretaria estadual de saúde e o Município executa. A regulação, por exemplo, é controlada pelo Estado. Os recursos financeiros vem destas esferas mas também exclusivamente do município, como é o caso do destino de verbas para cirurgias de reconstrução mamária e mutirões e ampliação de exames, consultas e cirurgias para diagnóstico e tratamento precoces que são fundamentais em qualquer doença, não só no câncer”, falou Hirano.

Dr. Diogo Neves – Foto: Carlos Grevi
O diretor clínico do Grupo IMNE Oncologia e médico oncologista do OncoBeda, Dr. Diogo Neves, fez uma apresentação sobre o fluxo de atendimento do SUS pelo OncoBeda e Hospital Dr. Beda, com o tripé de cirurgia oncológica, oncologia clínica e radioterapia. Também detalhou a criação e missão do Instituto do Câncer do Norte Fluminense que, recentemente, foi reconhecido como Instituição de Utilidade Pública, explanou a funcionalidade da Casa Horizonte, criada por um grupo de médicos e administrada pelo Instituto para acolher pacientes de toda a região em tratamento em Campos. Neves ainda apresentou a clínica Madre Tereza de Calcutá que foi implantada em Macaé há cerca de dois anos para atendimento oncológico no município e cidades próximas.
Outra Unacom de Campos, o Hospital Escola Álvaro Alvin enviou um representante para apresentação dos serviços.
Lena Souza, presidente do Instituto ‘Sawanna por todos’, defendeu a criação de um hospital infantil oncológico para Campos, assim como Nahin também criticou a inexistência desta unidade e cobrou do poder público municipal um aparelho Pet Scan para exames de imagens detalhada do corpo para diagnóstico e tratamento. O aparelho custa em média R$ 5 milhões e não existe em nenhuma cidade do interior do estado do Rio de Janeiro. Pacientes de Campos em tratamento oncológico infantil ou paciente adulto que precisa do Pet Scan, são encaminhados à capital fluminense.
O diretor clínico do Grupo IMNE Oncologia e médico oncologista do OncoBeda, Dr. Diogo Neves, fez uma apresentação sobre o fluxo de atendimento do SUS pelo OncoBeda e Hospital Dr. Beda, com o tripé de cirurgia oncológica, oncologia clínica e radioterapia. Também detalhou a criação e missão do Instituto do Câncer do Norte Fluminense que, recentemente, foi reconhecido como Instituição de Utilidade Pública, explanou a funcionalidade da Casa Horizonte, criada por um grupo de médicos e administrada pelo Instituto para acolher pacientes de toda a região em tratamento em Campos. Neves ainda apresentou a clínica Madre Tereza de Calcutá que foi implantada em Macaé há cerca de dois anos para atendimento oncológico no município e cidades próximas.
Outra Unacom de Campos, o Hospital Escola Álvaro Alvin enviou um representante para apresentação dos serviços.
Lena Souza, presidente do Instituto ‘Sawanna por todos’, defendeu a criação de um hospital infantil oncológico para Campos, assim como Nahin também criticou a inexistência desta unidade e cobrou do poder público municipal um aparelho Pet Scan para exames de imagens detalhada do corpo para diagnóstico e tratamento. O aparelho custa em média R$ 5 milhões e não existe em nenhuma cidade do interior do estado do Rio de Janeiro. Pacientes de Campos em tratamento oncológico infantil ou paciente adulto que precisa do Pet Scan, são encaminhados à capital fluminense.
Fonte:Terceira Via


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