Em sua primeira agenda internacional após assumir a presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado estadual Rodrigo Bacellar (PL) tem comemorado os resultados já obtidos em Londres, na Inglaterra, ao lado do governador Cláudio Castro (PL) e outras autoridades do Estado. A comitiva cumpriu, durante esta semana, agendas com empresários e investidores, tendo destaque a Conferência do Lide – Grupo de Líderes Empresariais. Entre os assuntos, estiveram o incentivo de ICMS para empresas interessadas em investir no estado, turismo e energia renovável.
Para além da capital
Ao avaliar a viagem, Bacellar disse representar “um momento importante para o Estado do Rio, que recuperou não só a economia, como também a credibilidade. Hoje voltamos a discutir investimentos de todas as partes do mundo em nosso estado. E, em diversas oportunidades, tenho dito que o caminho da transformação vai muito além da capital, já que temos investimentos internacionais em nossa região, mais especificamente no Porto do Açu, em SJB. E vamos seguir dialogando, Alerj, governo, setor produtivo, em busca de um estado cada vez mais forte e atrativo”, disse Rodrigo.
Destaque ao Açu
A importância do Porto do Açu também foi destacada por Castro na viagem, inclusive na Câmara de Comércio Brasileira, no Reino Unido. Estão previstos investimentos de mais de
US$ 85 bilhões em energia eólica, biomassa, biogás e biometano no estado. “O RJ tem seus diferenciais em relação à produção de energia verde: vasto potencial energético, proximidade entre centros de oferta e demanda, carteira de novos projetos, além de uma base industrial consolidada e de tradição de fornecimento ao mercado. Já somos um hub energético e o maior produtor de gás natural do Brasil”, declarou Castro, citando o Porto do Açu.
Do RJ ao DF
Se o momento econômico do RJ é apontado como promissor, especialistas avaliam que novos investimentos no Brasil, como um todo, dependerão do desempenho do governo Lula 3 e de medidas que vão além do novo arcabouço fiscal e da reforma tributária. “Provavelmente o governo do PT, tirando a reforma tributária, não vai topar as reformas que os economistas colocam na conta de um possível aumento de produtividade, que ajudaria o crescimento do PIB. Então, a perspectiva é bem preocupante, nesse sentido, para um sucesso econômico do governo atual”, avaliou o analista de finanças Igor Franco, no Folha no Ar de quarta-feira (19).
Reflexos a Wladimir
Ao participar do programa da Folha FM 98,3, o professor também comentou sobre o bom momento econômico de Campos e os reflexos políticos disso ao prefeito Wladimir Garotinho (sem partido). “Eu acho muito difícil haver uma reversão de fatores concretamente positivos para a economia campista. Do ponto de vista político também, o Wladimir teve muito sucesso no arco de alianças (...), acho que está fazendo um bom governo. Do ponto de vista interno, acho que ele tem boa execução, do externo muito ajudado pelas circunstâncias. Obviamente é muito cedo, mas eu acho que teria que haver um fato completamente catastrófico para tirar a reeleição dele hoje”.
No Turismo
Quem também esteve nesta semana no Folha no Ar foi o secretário de Turismo de Campos, Hans Muylaert (PV), recém-chegado ao governo Wladimir. Nessa quinta, ele falou sobre os desafios da pasta para o desenvolvimento do município, destacando projetos e também a boa recepção que recebeu do grupo para desenvolver seu trabalho. Hans fez parte do governo de Rafael Diniz (Cid) e assumiu a nova pasta de Wladimir em meio a um acordo de pacificação, que envolveu, segundo ele, o vereador Nildo Cardoso (União) e também o deputado Rodrigo Bacellar. O secretário destacou o momento como sendo de maturidade e favorável à reeleição de Wladimir, a quem deu nota 8,5 pelo governo.
Premonição
Ao participar do Folha no Ar da última terça, o deputado federal Lindbergh Farias (PT) antecipou o cenário preocupante de conflito na Câmara Federal com a base bolsonarista, que extrapolou no dia seguinte com Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, partindo para cima do Dionilso Marcon (PT). “É uma luta, aqui tem uma base bolsonarista com muita força (...) A linha deles aqui é completamente agressiva. É quase briga a todo momento com essa turma. O problema é lidar com isso. Cada votação é muito tensa, acontece em meio a gritos. Essa turma não consegue ter uma relação de discordância em nível de civilidade”, disse na Folha FM.
Entornou
Após Marcon ter questionado a facada desferida contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018, Eduardo levantou e proferiu xingamentos homo fóbicos, ameaçando bater no petista, sendo contido por colegas. Com o vídeo da discussão circulando nas redes sociais, Eduardo disse que não admite chacota com a tentativa de homicídio sofrida pelo pai em 2018 e recebeu apoio de amigos de partido. Antes mesmo do caldo entornar, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), já tinha prevista a escolha do Conselho de Ética para frear as agressões verbais que vêm acontecendo especialmente em reuniões de comissões com sabatinas de ministros.
Para além da capital
Ao avaliar a viagem, Bacellar disse representar “um momento importante para o Estado do Rio, que recuperou não só a economia, como também a credibilidade. Hoje voltamos a discutir investimentos de todas as partes do mundo em nosso estado. E, em diversas oportunidades, tenho dito que o caminho da transformação vai muito além da capital, já que temos investimentos internacionais em nossa região, mais especificamente no Porto do Açu, em SJB. E vamos seguir dialogando, Alerj, governo, setor produtivo, em busca de um estado cada vez mais forte e atrativo”, disse Rodrigo.
Destaque ao Açu
A importância do Porto do Açu também foi destacada por Castro na viagem, inclusive na Câmara de Comércio Brasileira, no Reino Unido. Estão previstos investimentos de mais de
US$ 85 bilhões em energia eólica, biomassa, biogás e biometano no estado. “O RJ tem seus diferenciais em relação à produção de energia verde: vasto potencial energético, proximidade entre centros de oferta e demanda, carteira de novos projetos, além de uma base industrial consolidada e de tradição de fornecimento ao mercado. Já somos um hub energético e o maior produtor de gás natural do Brasil”, declarou Castro, citando o Porto do Açu.
Do RJ ao DF
Se o momento econômico do RJ é apontado como promissor, especialistas avaliam que novos investimentos no Brasil, como um todo, dependerão do desempenho do governo Lula 3 e de medidas que vão além do novo arcabouço fiscal e da reforma tributária. “Provavelmente o governo do PT, tirando a reforma tributária, não vai topar as reformas que os economistas colocam na conta de um possível aumento de produtividade, que ajudaria o crescimento do PIB. Então, a perspectiva é bem preocupante, nesse sentido, para um sucesso econômico do governo atual”, avaliou o analista de finanças Igor Franco, no Folha no Ar de quarta-feira (19).
Reflexos a Wladimir
Ao participar do programa da Folha FM 98,3, o professor também comentou sobre o bom momento econômico de Campos e os reflexos políticos disso ao prefeito Wladimir Garotinho (sem partido). “Eu acho muito difícil haver uma reversão de fatores concretamente positivos para a economia campista. Do ponto de vista político também, o Wladimir teve muito sucesso no arco de alianças (...), acho que está fazendo um bom governo. Do ponto de vista interno, acho que ele tem boa execução, do externo muito ajudado pelas circunstâncias. Obviamente é muito cedo, mas eu acho que teria que haver um fato completamente catastrófico para tirar a reeleição dele hoje”.
No Turismo
Quem também esteve nesta semana no Folha no Ar foi o secretário de Turismo de Campos, Hans Muylaert (PV), recém-chegado ao governo Wladimir. Nessa quinta, ele falou sobre os desafios da pasta para o desenvolvimento do município, destacando projetos e também a boa recepção que recebeu do grupo para desenvolver seu trabalho. Hans fez parte do governo de Rafael Diniz (Cid) e assumiu a nova pasta de Wladimir em meio a um acordo de pacificação, que envolveu, segundo ele, o vereador Nildo Cardoso (União) e também o deputado Rodrigo Bacellar. O secretário destacou o momento como sendo de maturidade e favorável à reeleição de Wladimir, a quem deu nota 8,5 pelo governo.
Premonição
Ao participar do Folha no Ar da última terça, o deputado federal Lindbergh Farias (PT) antecipou o cenário preocupante de conflito na Câmara Federal com a base bolsonarista, que extrapolou no dia seguinte com Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, partindo para cima do Dionilso Marcon (PT). “É uma luta, aqui tem uma base bolsonarista com muita força (...) A linha deles aqui é completamente agressiva. É quase briga a todo momento com essa turma. O problema é lidar com isso. Cada votação é muito tensa, acontece em meio a gritos. Essa turma não consegue ter uma relação de discordância em nível de civilidade”, disse na Folha FM.
Entornou
Após Marcon ter questionado a facada desferida contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018, Eduardo levantou e proferiu xingamentos homo fóbicos, ameaçando bater no petista, sendo contido por colegas. Com o vídeo da discussão circulando nas redes sociais, Eduardo disse que não admite chacota com a tentativa de homicídio sofrida pelo pai em 2018 e recebeu apoio de amigos de partido. Antes mesmo do caldo entornar, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), já tinha prevista a escolha do Conselho de Ética para frear as agressões verbais que vêm acontecendo especialmente em reuniões de comissões com sabatinas de ministros.
Fonte:Ponto Final Fmanhã


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