Casa de Cultura administrada pela Universidade Estadual do Norte Fluminense passou por obras durante oito meses

Entrada do Palacete e Casa de Cultura Villa Maria (Fotos: Silvana Rust/Ilustração/Arquivo)
A Casa de Cultura Villa Maria será reaberta ao público nesta sexta-feira (16), a partir das 18h. O Coral da UENF vai apresentar a mais nova versão do show “Em Canto da Villa”. No sábado (17), a partir das 10h, o público poderá visitar os espaços internos, exposições, lançamento de livro e diversas ações. O reitor Raul Palacio destacou a importância do equipamento para a sociedade.
“É um centro de grande importância do ponto de vista de diferentes ações culturais que sedia. É uma alegria muito grande poder devolver para a cidade a Villa Maria”, comentou Palacio.

A obra de R$1.5 milhão foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). O espaço passou por reestruturação da parte elétrica, recuperação do telhado e do piso, pintura interna e externa, além de recuperação do teto original.
História da Villa Maria
Com 811 m2 de área construída e um jardim de 5.714 m2, o palacete Villa Maria foi construído pelo marido de Finazinha, o industrial Atilano Crisóstomo de Oliveira para presentear a esposa. Até que a UENF fosse instalada, a casa ficou entregue ao Poder Público Municipal. De 1979 a 1992, o palacete abrigou a sede da Prefeitura Municipal de Campos, sendo incorporado oficialmente à UENF a partir de sua instalação, em 1993
Muito antes do movimento popular que lutou pela criação da UENF, a Universidade já era sonhada pela professora campista Maria Tinoco Queiroz, a ‘Finazinha’. Tanto que, em seu testamento, deixou a própria casa – o palacete Villa Maria, nos Jardins do Liceu – para ser doado à futura universidade.

A Casa de Cultura Villa Maria será reaberta ao público nesta sexta-feira (16), a partir das 18h. O Coral da UENF vai apresentar a mais nova versão do show “Em Canto da Villa”. No sábado (17), a partir das 10h, o público poderá visitar os espaços internos, exposições, lançamento de livro e diversas ações. O reitor Raul Palacio destacou a importância do equipamento para a sociedade.
“É um centro de grande importância do ponto de vista de diferentes ações culturais que sedia. É uma alegria muito grande poder devolver para a cidade a Villa Maria”, comentou Palacio.

A obra de R$1.5 milhão foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). O espaço passou por reestruturação da parte elétrica, recuperação do telhado e do piso, pintura interna e externa, além de recuperação do teto original.
História da Villa Maria
Com 811 m2 de área construída e um jardim de 5.714 m2, o palacete Villa Maria foi construído pelo marido de Finazinha, o industrial Atilano Crisóstomo de Oliveira para presentear a esposa. Até que a UENF fosse instalada, a casa ficou entregue ao Poder Público Municipal. De 1979 a 1992, o palacete abrigou a sede da Prefeitura Municipal de Campos, sendo incorporado oficialmente à UENF a partir de sua instalação, em 1993
Muito antes do movimento popular que lutou pela criação da UENF, a Universidade já era sonhada pela professora campista Maria Tinoco Queiroz, a ‘Finazinha’. Tanto que, em seu testamento, deixou a própria casa – o palacete Villa Maria, nos Jardins do Liceu – para ser doado à futura universidade.

Casa de Cultura em obras
Vinte anos após a sua morte, o sonho se transformou em realidade com a inauguração da Casa de Cultura Villa Maria. Destinada a sediar o centro cultural da UENF, a Casa de Cultura Villa Maria foi inaugurada em 08 de dezembro de 1993.
Fonte:J3News
Vinte anos após a sua morte, o sonho se transformou em realidade com a inauguração da Casa de Cultura Villa Maria. Destinada a sediar o centro cultural da UENF, a Casa de Cultura Villa Maria foi inaugurada em 08 de dezembro de 1993.
Fonte:J3News


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