José Ricardo Viana Eiras foi morto durante uma briga com um homem em situação de rua, na última sexta-feira

(Foto: Reprodução/vídeo)
A irmã de José Ricardo Viana Eiras, assassinado na última sexta-feira (10), em frente à Rodoviária Roberto Silveira, no Centro de Campos, por um homem em situação de rua, divulgou, nesta quinta, um vídeo em que fala sobre o crime. Na gravação, que viralizou nas redes sociais e em aplicativos de mensagens instantâneas, Heloísa Helena Viana Eiras condenou a divulgação de imagens da morte de José Ricardo e afirmou que o irmão poderia “morreu por falta de socorro”.
“Gostaria de pedir a vocês para pensarem bem antes de fazerem uma coisa dessas porque, por trás de uma gravação dessa, é uma família que vai assistir. É uma irmã, é um pai, é uma mãe. Talvez, se fosse irmão, pai ou mãe de vocês, vocês não iriam gostar. Mais uma coisa também, gente: meu irmão morreu por falta de socorro. O tempo que vocês ficaram filmando a morte do meu irmão, poderiam ter socorrido ele. Porque o médico do Instituto Médico Legal falou que se alguém, de coração, alguém que estivesse ali tivesse estancado o sangue e levado ele para o hospital, ele estaria vivo. Portanto, gente, prestem bem atenção no que vocês fazem ao gravar”, desabafou.
Com uma foto de José Ricardo nas mãos, Heloísa Helena se dirigiu às testemunhas do assassinato, que registraram a cena, mas não impediram o crime e nem prestaram assistência à vítima.
“Hoje em dia é mais fácil você gravar a pessoa morrendo que socorrer. Eu peço a vocês o seguinte: não façam isso. Vocês não estão ganhando nada com isso a não ser destruir a vida do parente da pessoa. Meu irmão morreu por falta de socorro porque vocês perderam tempo em um celular gravando meu irmão morrer. Por favor, pensem bem antes de fazer isso. Se vocês não querem ajudar, pensem pelo menos na família”, encerrou.
José Ricardo Viana Eiras foi morto durante uma discussão. O suspeito, um homem de 28 anos que estaria em situação de rua, foi preso em flagrante por policiais militares que estavam no local.
A vítima foi atingida por golpes de uma arma pontiaguda improvisada, feita com um pedaço de piso de cerâmica, que foi apreendida pela polícia.
O crime é investigado pela 134ª Delegacia Policial (Centro).
A irmã de José Ricardo Viana Eiras, assassinado na última sexta-feira (10), em frente à Rodoviária Roberto Silveira, no Centro de Campos, por um homem em situação de rua, divulgou, nesta quinta, um vídeo em que fala sobre o crime. Na gravação, que viralizou nas redes sociais e em aplicativos de mensagens instantâneas, Heloísa Helena Viana Eiras condenou a divulgação de imagens da morte de José Ricardo e afirmou que o irmão poderia “morreu por falta de socorro”.
“Gostaria de pedir a vocês para pensarem bem antes de fazerem uma coisa dessas porque, por trás de uma gravação dessa, é uma família que vai assistir. É uma irmã, é um pai, é uma mãe. Talvez, se fosse irmão, pai ou mãe de vocês, vocês não iriam gostar. Mais uma coisa também, gente: meu irmão morreu por falta de socorro. O tempo que vocês ficaram filmando a morte do meu irmão, poderiam ter socorrido ele. Porque o médico do Instituto Médico Legal falou que se alguém, de coração, alguém que estivesse ali tivesse estancado o sangue e levado ele para o hospital, ele estaria vivo. Portanto, gente, prestem bem atenção no que vocês fazem ao gravar”, desabafou.
Com uma foto de José Ricardo nas mãos, Heloísa Helena se dirigiu às testemunhas do assassinato, que registraram a cena, mas não impediram o crime e nem prestaram assistência à vítima.
“Hoje em dia é mais fácil você gravar a pessoa morrendo que socorrer. Eu peço a vocês o seguinte: não façam isso. Vocês não estão ganhando nada com isso a não ser destruir a vida do parente da pessoa. Meu irmão morreu por falta de socorro porque vocês perderam tempo em um celular gravando meu irmão morrer. Por favor, pensem bem antes de fazer isso. Se vocês não querem ajudar, pensem pelo menos na família”, encerrou.
José Ricardo Viana Eiras foi morto durante uma discussão. O suspeito, um homem de 28 anos que estaria em situação de rua, foi preso em flagrante por policiais militares que estavam no local.
A vítima foi atingida por golpes de uma arma pontiaguda improvisada, feita com um pedaço de piso de cerâmica, que foi apreendida pela polícia.
O crime é investigado pela 134ª Delegacia Policial (Centro).
Fonte:Terceira Via


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