Historiador, poeta e escritor ele é entusiasta e defensor do desenvolvimento sustentável para São Francisco de Itabapoana.
Escreveu três livros sobre a jovem cidade que, apesar de ter apenas 28 anos, é cheia de histórias, fatos e lendas que marcam a região desde a época do Brasil Império. Ele conta que, em 1827, o então território de São João da Barra abrigou o primeiro engenho de açúcar a vapor do Sertão Sanjoanense. Também foi pioneiro do movimento de colonização e ocupação das regiões norte e noroeste fluminense, bem como do plantio de cana de açúcar no estado. Seu litoral foi um dos principais pontos de desembarque de escravos. Isso e muito mais pode ser conferido em três livros de Acruche:
Minha terra também faz parte da história do Brasil, Apontamentos para a História do município e O mangue da moça bonita. Neste último, o escritor aborda uma das lendas mais misteriosas do mangue do Gargaú: os pescadores contam que, em um certo ponto do canal do mangue, uma bela moça se afogou e, até hoje, é possível ouvir seus gritos e murmúrios. Os livros são resultados de mais de 20 anos de pesquisa sobre a história de São Francisco de Itabapoana. Acruche também é autor do Hino de Exaltação a São Francisco de Itabapoana e de sambas-enredo, além de centenas de poemas. Entre eles, destaca-se Meu lugar, uma ode à cidade. Acruche é o segundo ocupante da cadeira nº 31 da tradicional Academia Pedralva de Letras e Artes, de Campos dos Goytacazes.
Parabéns São Francisco por ter um braço forte ajudando o município.
Frase:
O amor e a literatura coincidem na procura apaixonada, quase sempre desesperada, da comunicação. (Jorge Duran)
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