Postura do governo de Welberth Rezende foi denunciada ao MP pelos pais do bebê, que corre risco de vida ou de ficar com sequelas irreversíveis

Pequeno Anthony precisou esperar mais de oito horas para transferência (Foto: Divulgação)
Um domingo (17/09) que poderia ter sido um dia marcado pela alegria da chegada de um novo filho na família de Weverton Crizanto de Souza e sua esposa Juliana Silva Fernandes, foi manchado pela trágica postura do governo Welberth Rezende, que comanda a Prefeitura de Macaé, e que insiste em, mesmo após decisão da Justiça na última sexta-feira (15) pela desinterdição da UTI Neonatal Nicola Albano, manter a unidade hospitalar sem autorização para receber recém-nascidos que necessitem de atendimento de emergência para tratamento especializado. A vítima do descaso da Prefeitura, Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária de Macaé foi o pequeno Anthony, que nasceu com asfixia grave, encefalopatia, frequência cardíaca baixa e fraco tônus muscular (sem conseguir chorar) e teve que esperar mais de oito horas para chegar à UTI especializada em Campos, e corre agora o risco de ficar com sequelas graves por conta da demora no socorro.
O fato aconteceu no Hospital Público Municipal de Macaé (HPM), quando Juliana deu entrada, às 8h do último domingo, já em trabalho de parto, com a bolsa estourada. Ela foi obrigada a trocar de sala duas vezes e, por fim, esperar numa cadeira no corredor do hospital até que conseguisse uma equipe médica para fazer o parto. Anthony Guilherme Silva de Souza nasceu então com asfixia grave, encefalopatia, frequência cardíaca baixa e sem as reações normais para um recém-nascido. Ele foi encaminhado para a UTI do HPM, vindo a convulsionar e ter o quadro agravado, necessitando de atendimento em UTI Neonatal especializada para tratamento com hiportemia, onde a mais próxima está a 15 minutos do hospital, a UTI Neonatal Nicola Albano, mantida interditada pela Prefeitura de Macaé por questões burocráticas e sem critérios médicos, mesmo após decisão judicial ordenando a desinterdição (veja aqui).

Um domingo (17/09) que poderia ter sido um dia marcado pela alegria da chegada de um novo filho na família de Weverton Crizanto de Souza e sua esposa Juliana Silva Fernandes, foi manchado pela trágica postura do governo Welberth Rezende, que comanda a Prefeitura de Macaé, e que insiste em, mesmo após decisão da Justiça na última sexta-feira (15) pela desinterdição da UTI Neonatal Nicola Albano, manter a unidade hospitalar sem autorização para receber recém-nascidos que necessitem de atendimento de emergência para tratamento especializado. A vítima do descaso da Prefeitura, Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária de Macaé foi o pequeno Anthony, que nasceu com asfixia grave, encefalopatia, frequência cardíaca baixa e fraco tônus muscular (sem conseguir chorar) e teve que esperar mais de oito horas para chegar à UTI especializada em Campos, e corre agora o risco de ficar com sequelas graves por conta da demora no socorro.
O fato aconteceu no Hospital Público Municipal de Macaé (HPM), quando Juliana deu entrada, às 8h do último domingo, já em trabalho de parto, com a bolsa estourada. Ela foi obrigada a trocar de sala duas vezes e, por fim, esperar numa cadeira no corredor do hospital até que conseguisse uma equipe médica para fazer o parto. Anthony Guilherme Silva de Souza nasceu então com asfixia grave, encefalopatia, frequência cardíaca baixa e sem as reações normais para um recém-nascido. Ele foi encaminhado para a UTI do HPM, vindo a convulsionar e ter o quadro agravado, necessitando de atendimento em UTI Neonatal especializada para tratamento com hiportemia, onde a mais próxima está a 15 minutos do hospital, a UTI Neonatal Nicola Albano, mantida interditada pela Prefeitura de Macaé por questões burocráticas e sem critérios médicos, mesmo após decisão judicial ordenando a desinterdição (veja aqui).

Os pais Weverton e Juliana procuraram o Ministério Público para denunciar as falhas no antedimento do pequeno Anthony (Foto: Divulgação)
Começava, então, a via crucis da família ao saber que, mesmo tendo uma UTI especializada tão próxima, o Anthony deveria ser transferido para Campos em no máximo seis horas para conseguir a “janela ideal” de socorro para evitar sequelas graves e irreversíveis no cérebro do bebê. Mas, após a tentativa frustrada do translado do Anthony numa ambulância “sucateada” e sem as mínimas condições para o transporte, outra ambulância teve que ser providenciada, atrasando o socorro e levando mais de oito horas para dar entrada na unidade 1 da UTI Neonatal Nicola Albano, sediada em Campos dos Goytacazes (RJ), já fora da “hora ideal” de socorro.
Os pais, diante do fato, procuraram a sede do Ministério Público em Macaé para denunciar a falta de socorro no tempo devido, mesmo tendo uma UTI pronta em Macaé para receber o bebê. Segundo depoimento de Weverton, “houve uma demora no atendimento de sua esposa, que já estava com a bolsa estourada, e para seu filho, que nasceu precisando de socorro especializado, mas só conseguiu mais de oito horas depois”. Revoltado o pai registra em seu depoimento no MP que “a princesinha do Atlântico, a capital do petróleo, é só para os ricos. Meu filho corre risco de vida ou ficar sequelado por questões que não entendo”, finaliza.
A equipe de reportagem fez contato com a Prefeitura de Macaé e aguarda resposta sobre o assunto.
Fonte: J3News


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