Projeto orçado em R$60 milhões vai utilizar vinhaça da cana-de-açúcar e outros substratos

Estimado em R$60 milhões, projeto em parceria pelo Complexo Portuário do Açu, a Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro (Coagro) e a ZEG Biogás viabilizará uma usina de biometano em 2025 na região de São João da Barra. O combustível é elaborado a partir da cana-de-açúcar. Esta será a primeira unidade de biometano do Norte Fluminense. Desde que foi divulgado o investimento, no último dia 4 de outubro, o assunto repercutiu na área econômica e entre setores de produção.

Porto do Açu
De acordo com a empresa ZEG Biogás, o combustível renovável, derivado do biogás, será gerado a partir da vinhaça da cana-de-açúcar e outros substratos agrícolas da região, em projeto com capacidade inicial de produção de cinco milhões de metros cúbicos por ano. O pioneirismo do investimento marca mais uma vez o maior complexo porto-indústria de águas profundas da América Latina.
O presidente da Coagro, e também vice-prefeito de Campos dos Goytacazes, Frederico Paes, comentou sobre a iniciativa empresarial para desenvolver biometano no Norte Fluminense: “A Coagro vem trabalhando há 20 anos para o fortalecimento do agronegócio. Promovemos geração de empregos e de renda, compromisso com o meio ambiente, nossos colaboradores, fornecedores e a sociedade. Esse acordo soma os esforços para uma política norteada pelo conceito de sustentabilidade”, disse.
A iniciativa pretende incentivar a agroindústria fluminense, impulsionada pela economia verde, com a produção de biocombustíveis avançados, como o biogás e o biometano. A usina de biometano no Porto do Açu será a primeira do Estado do RJ a utilizar vinhaça, subproduto da cana-de-açúcar, para geração de biogás e produção do biometano. Para João Braz, Chief Commercial Officer (CCO) do Porto do Açu, o investimento promove ampliação da disponibilidade de energias de fonte renovável. “Buscamos tornar o Porto Açu em um ecossistema para o desenvolvimento de projetos industriais de baixo carbono e contribuir para a transição energética. Um desses caminhos passa pelo uso da biomassa da cana para produção de biogás e biometano. Estamos trabalhando para combinar energia renovável e consumo industrial no mesmo lugar”, comentou.
A usina de biometano desenvolvida em parceria com a Coagro poderá ajudar a região a retomar posição de destaque na produção de cana-de-açúcar no país, fomentando produtores locais. É que sugere o CEO da ZEG Biogás, Eduardo Acquaviva. Atualmente, o potencial de produção de cana-de-açúcar na área de influência do Açu é de cerca de 2,1 milhões de toneladas por ano.
“Desenvolvemos alicerces sólidos, com tecnologias exclusivas, que serão aplicadas aos projetos que executamos no Brasil. Temos a solução completa: da geração do biogás à distribuição do biometano aos consumidores finais. A parceria com Coagro e Porto do Açu nos permite ampliar ainda mais os nossos horizontes”, avalia Eduardo.
De acordo com o projeto, o Porto do Açu atuará como plataforma de infraestrutura, responsável pelo transporte dos veículos de carga e equipamentos logísticos. Já a ZEG Biogás proverá as soluções tecnológicas para geração do biogás e sua purificação em biometano. Atuará, ainda, como potencial investidor a comercializar com exclusividade todo o biocombustível produzido. A Coagro fornecerá a matéria-prima necessária para a produção do biogás, além de ser instrumento de fomento da agricultura regional.
De acordo com a empresa ZEG Biogás, o combustível renovável, derivado do biogás, será gerado a partir da vinhaça da cana-de-açúcar e outros substratos agrícolas da região, em projeto com capacidade inicial de produção de cinco milhões de metros cúbicos por ano. O pioneirismo do investimento marca mais uma vez o maior complexo porto-indústria de águas profundas da América Latina.
O presidente da Coagro, e também vice-prefeito de Campos dos Goytacazes, Frederico Paes, comentou sobre a iniciativa empresarial para desenvolver biometano no Norte Fluminense: “A Coagro vem trabalhando há 20 anos para o fortalecimento do agronegócio. Promovemos geração de empregos e de renda, compromisso com o meio ambiente, nossos colaboradores, fornecedores e a sociedade. Esse acordo soma os esforços para uma política norteada pelo conceito de sustentabilidade”, disse.
A iniciativa pretende incentivar a agroindústria fluminense, impulsionada pela economia verde, com a produção de biocombustíveis avançados, como o biogás e o biometano. A usina de biometano no Porto do Açu será a primeira do Estado do RJ a utilizar vinhaça, subproduto da cana-de-açúcar, para geração de biogás e produção do biometano. Para João Braz, Chief Commercial Officer (CCO) do Porto do Açu, o investimento promove ampliação da disponibilidade de energias de fonte renovável. “Buscamos tornar o Porto Açu em um ecossistema para o desenvolvimento de projetos industriais de baixo carbono e contribuir para a transição energética. Um desses caminhos passa pelo uso da biomassa da cana para produção de biogás e biometano. Estamos trabalhando para combinar energia renovável e consumo industrial no mesmo lugar”, comentou.
A usina de biometano desenvolvida em parceria com a Coagro poderá ajudar a região a retomar posição de destaque na produção de cana-de-açúcar no país, fomentando produtores locais. É que sugere o CEO da ZEG Biogás, Eduardo Acquaviva. Atualmente, o potencial de produção de cana-de-açúcar na área de influência do Açu é de cerca de 2,1 milhões de toneladas por ano.
“Desenvolvemos alicerces sólidos, com tecnologias exclusivas, que serão aplicadas aos projetos que executamos no Brasil. Temos a solução completa: da geração do biogás à distribuição do biometano aos consumidores finais. A parceria com Coagro e Porto do Açu nos permite ampliar ainda mais os nossos horizontes”, avalia Eduardo.
De acordo com o projeto, o Porto do Açu atuará como plataforma de infraestrutura, responsável pelo transporte dos veículos de carga e equipamentos logísticos. Já a ZEG Biogás proverá as soluções tecnológicas para geração do biogás e sua purificação em biometano. Atuará, ainda, como potencial investidor a comercializar com exclusividade todo o biocombustível produzido. A Coagro fornecerá a matéria-prima necessária para a produção do biogás, além de ser instrumento de fomento da agricultura regional.
Fonte: J3News


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