Muitas vezes, não é o amor que nos prende, mas o medo da perda, do vazio, do recomeço. O costume, a memória dos bons momentos e até mesmo a esperança de que tudo volte a ser como antes acabam nos mantendo presos a algo que, na prática, já não existe mais. E é justamente aí que nos colocamos em um ciclo de sofrimento, ilusão e frustração.
Os sinais de que acabou (mas você ainda não aceitou)
Relacionamentos, como tudo na vida, têm fases. Eles nascem, crescem, amadurecem e, por vezes, também morrem. Quando o diálogo se torna escasso, os gestos de carinho desaparecem, o respeito é rompido ou os planos para o futuro deixam de incluir o outro, são sinais claros de que a conexão foi rompida.
Você sente que está sozinho mesmo estando acompanhado? Percebe que se esforça muito mais que a outra pessoa para manter o vínculo? Que suas necessidades emocionais não são mais atendidas? Tudo isso são indícios de que talvez o relacionamento já tenha acabado — ainda que você não tenha tido coragem de admitir.
Relacionamentos, como tudo na vida, têm fases. Eles nascem, crescem, amadurecem e, por vezes, também morrem. Quando o diálogo se torna escasso, os gestos de carinho desaparecem, o respeito é rompido ou os planos para o futuro deixam de incluir o outro, são sinais claros de que a conexão foi rompida.
Você sente que está sozinho mesmo estando acompanhado? Percebe que se esforça muito mais que a outra pessoa para manter o vínculo? Que suas necessidades emocionais não são mais atendidas? Tudo isso são indícios de que talvez o relacionamento já tenha acabado — ainda que você não tenha tido coragem de admitir.
Por que insistimos?
Insistir em algo que já acabou pode ser fruto de muitos fatores: baixa autoestima, medo da solidão, negação da realidade, dependência emocional ou apego à rotina. Às vezes, queremos tanto que dê certo que ignoramos o quanto está nos fazendo mal. Criamos justificativas para atitudes que antes seriam inaceitáveis. Fingimos que está tudo bem, mesmo quando estamos nos sentindo vazios.
Há também o apego ao passado: “Mas já fomos tão felizes”, “Ele(a) já me fez tão bem”. Sim, talvez já tenha sido bom. Mas hoje é? Um relacionamento saudável precisa ser bom no presente, não viver apenas de memórias. Quando nos apegamos àquilo que foi, deixamos de viver o que é — e nos afastamos da possibilidade de viver algo novo e melhor.
Insistir em algo que já acabou pode ser fruto de muitos fatores: baixa autoestima, medo da solidão, negação da realidade, dependência emocional ou apego à rotina. Às vezes, queremos tanto que dê certo que ignoramos o quanto está nos fazendo mal. Criamos justificativas para atitudes que antes seriam inaceitáveis. Fingimos que está tudo bem, mesmo quando estamos nos sentindo vazios.
Há também o apego ao passado: “Mas já fomos tão felizes”, “Ele(a) já me fez tão bem”. Sim, talvez já tenha sido bom. Mas hoje é? Um relacionamento saudável precisa ser bom no presente, não viver apenas de memórias. Quando nos apegamos àquilo que foi, deixamos de viver o que é — e nos afastamos da possibilidade de viver algo novo e melhor.
Quando o amor vira apego
Amor saudável liberta, acolhe, constroi. Já o apego sufoca, exige, prende. Às vezes, nos confundimos um com o outro e acabamos presos a relações que já não nos acrescentam. O medo de perder acaba sendo maior do que a coragem de sair. E aí, mesmo diante de indiferença, desinteresse ou até desrespeito, continuamos ali — insistindo, esperando, nos anulando.
O apego faz com que a dor da despedida pareça insuportável. Mas, na maioria das vezes, ela é apenas o primeiro passo para uma vida mais leve e verdadeira. O fim de um relacionamento não precisa ser um fracasso; pode ser, na verdade, o começo do reencontro com você mesmo.
Amor saudável liberta, acolhe, constroi. Já o apego sufoca, exige, prende. Às vezes, nos confundimos um com o outro e acabamos presos a relações que já não nos acrescentam. O medo de perder acaba sendo maior do que a coragem de sair. E aí, mesmo diante de indiferença, desinteresse ou até desrespeito, continuamos ali — insistindo, esperando, nos anulando.
O apego faz com que a dor da despedida pareça insuportável. Mas, na maioria das vezes, ela é apenas o primeiro passo para uma vida mais leve e verdadeira. O fim de um relacionamento não precisa ser um fracasso; pode ser, na verdade, o começo do reencontro com você mesmo.
É preciso coragem para soltar
Finalizar algo exige coragem. Coragem para admitir que não está funcionando, para aceitar que o outro não quer mais o mesmo, para reconhecer que já deu. E principalmente: coragem para se escolher. Porque insistir em algo que já acabou é, muitas vezes, deixar de se escolher.
Soltar não significa esquecer ou desvalorizar o que foi vivido. Pelo contrário: é honrar o que houve, mas compreender que aquele ciclo se encerrou. É dar espaço para novos encontros, inclusive consigo mesmo.
Se você sente que está insistindo sozinho, se o relacionamento se tornou um peso, se sua saúde emocional está em risco, talvez seja hora de se perguntar com honestidade: “Eu estou insistindo em algo que já acabou?”.
Finalizar algo exige coragem. Coragem para admitir que não está funcionando, para aceitar que o outro não quer mais o mesmo, para reconhecer que já deu. E principalmente: coragem para se escolher. Porque insistir em algo que já acabou é, muitas vezes, deixar de se escolher.
Soltar não significa esquecer ou desvalorizar o que foi vivido. Pelo contrário: é honrar o que houve, mas compreender que aquele ciclo se encerrou. É dar espaço para novos encontros, inclusive consigo mesmo.
Se você sente que está insistindo sozinho, se o relacionamento se tornou um peso, se sua saúde emocional está em risco, talvez seja hora de se perguntar com honestidade: “Eu estou insistindo em algo que já acabou?”.
Permita-se recomeçar
O fim pode doer, mas também pode ser libertador. Ao encerrar algo que não faz mais sentido, você abre espaço para reconstruir sua vida, suas emoções e até sua visão de amor. Os relacionamentos terminam, mas o amor-próprio precisa permanecer.
Permita-se recomeçar. Abrace o que você sente, respeite o seu tempo, mas não se esqueça: você merece viver algo que seja recíproco, leve e verdadeiro. Amar também é saber a hora de parar. Sugar daddy
Talvez não tenha mais volta. Mas sempre há um caminho à frente — e ele pode ser muito mais bonito do que você imagina.
Fonte: Izabelly Mendes.
O fim pode doer, mas também pode ser libertador. Ao encerrar algo que não faz mais sentido, você abre espaço para reconstruir sua vida, suas emoções e até sua visão de amor. Os relacionamentos terminam, mas o amor-próprio precisa permanecer.
Permita-se recomeçar. Abrace o que você sente, respeite o seu tempo, mas não se esqueça: você merece viver algo que seja recíproco, leve e verdadeiro. Amar também é saber a hora de parar. Sugar daddy
Talvez não tenha mais volta. Mas sempre há um caminho à frente — e ele pode ser muito mais bonito do que você imagina.
Fonte: Izabelly Mendes.


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