De acordo com a fisioterapeuta e coordenadora geral da Fisioterapia da Secretaria Municipal de Saúde, Virgínia Batista, 33 fisioterapeutas atuam no município, no Centro de Fisioterapia Tânia Hisse Ribeiro, em quatro polos e no atendimento domiciliar. Segundo ela, desde o mês de abril já foram realizados mais de 2.100 atendimentos, o que fez zerar a fila da demanda no município.

Virgínia informou, ainda, que atualmente as consultas são marcadas e os atendimentos acontecem dentro do mesmo mês. As principais demandas são de pacientes com problemas neurológicos, vítimas de acidentes automobilísticos e de neuropediatria para crianças atípicas.

— A fisioterapia não só reabilita, mas trata também da parte emocional. Na maioria das vezes, trazemos de volta para o paciente o que nem ele mesmo mais acredita. Junto com a reabilitação, trabalhamos também a esperança, o incentivo, o apoio emocional e muitas vezes o recomeço — enfatizou a coordenadora, que estava acompanhada da coordenadora do setor de fibromialgia, Isabela Rangel.
O vice-prefeito Renato Roxinho, o secretário municipal de Saúde, Fauazi Cherene, a subsecretária municipal de Saúde, Caroline Leal, e os vereadores Sorriso e Nelcimar Junior prestigiaram o evento.

Esperança – Psicólogo e coordenador de Saúde Mental do município, Renato Chagas ministrou a palestra “Transformando Desafios em Possibilidades”. Ele falou sobre a importância de entender as fases da vida. “Acreditar é uma parte fundamental do processo; e os fisioterapeutas, além de tratar a parte física, também tratam da alma. Muitos pacientes iniciam a fisioterapia desacreditados, e eles precisam entender que a vida é movimento com pausas e recomeços. Os fisioterapeutas promovem esse entendimento e trazem de volta a esperança”, afirmou.

AsCom



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