De acordo com Darah, a ideia é que o museu tenha um memorial onde as ossadas encontradas no Sítio Arqueológico de Manguinhos possam ser guardadas com todo o respeito necessário. A criação do museu teria como objetivo preservar a memória dos escravizados, honrar os ancestrais, educar sobre o passado, promover reflexões e conectar gerações.
O museu, de acordo com o projeto, teria ainda uma parte administrativa, secretaria, arquivo, direção, reunião, copa, biblioteca, salas multiuso, entre outros setores.
Darah é moradora em São Francisco e disse que desenvolveu o projeto porque percebeu a carência de um local desse porte no município. "É um local que vai preservar a identidade e a luta de um povo que construiu esta terra; um espaço para as narrativas de resistência e a força do povo Quilombola — explicou Darah.
A presidente do quilombo aplaudiu a ideia. “Achei o projeto muito bonito e importante, pois vai preservar a memória e a história do nosso povo”, disse Lídia de Barrinha.
AsCom



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