Em menos de um mês como governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto deu início a uma profunda reestruturação administrativa. O foco central é a redução de gastos com pessoal e a revisão de contratos públicos.
1. CORTES E ECONOMIA
O plano de reestruturação mira as secretarias da Casa Civil e de Governo, que juntas possuem cerca de 4 mil servidores. ● Exonerações realizadas: 459 cargos comissionados já foram desligados. ● Meta final: Cortar 1,6 mil cargos (40% do total das duas pastas). ● Economia prevista: R$ 10 milhões mensais. ● Foco: O governo busca identificar e eliminar funcionários "fantasmas".
2. MUDANÇAS NA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA
Além das demissões, três subsecretarias foram extintas na Casa Civil (Projetos Especiais, Gastronomia e Ações Comunitárias). Em contrapartida, foi recriada a Subsecretaria-Geral, que será comandada pelo procurador Sérgio Pimentel. Até o momento, Couto nomeou nove gestores para áreas estratégicas, incluindo o novo Secretário da Casa Civil, Flávio Willeman, e novos presidentes para a Cedae e RioPrevidência. 3.
AUDITORIA DE R$ 81 BILHÕES
A medida mais impactante do chamado "choque de transparência" é a revisão técnica de contratos: ● Escopo: Mais de 6,7 mil contratos ativos. ● Valor sob análise: Aproximadamente R$ 81 bilhões. ● Objetivo: Mapear responsabilidades, identificar irregularidades e otimizar a aplicação do dinheiro público em órgãos diretos e empresas estatais. As medidas foram publicadas nas edições recentes do Diário Oficial e são fundamentadas em auditorias internas que buscam identificar gargalos e responsabilidades na execução do orçamento público.
Foto: Imagem Ilustrativa criada em IA #GovRJ


.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário