quinta-feira, 7 de maio de 2026

Alerj debate cannabis medicinal e impactos econômicos no Rio

Audiência pública reúne especialistas, pesquisadores e representantes do poder público; livro organizado em parceria com a UENF será lançado

Plenário da Alerj (Reprodução/Arquivo)

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro promove nesta quinta-feira (7) uma audiência pública para discutir o uso da cannabis medicinal e seus impactos no desenvolvimento socioeconômico do estado. O encontro acontece às 13h30, na sala 1801 do Edifício Lúcio Costa, sede do Parlamento fluminense.

Durante o evento também será lançado o livro “Cannabis e o desenvolvimento socioeconômico: perspectivas para o estado do Rio de Janeiro”, organizado por pesquisadores em parceria com a Universidade Estadual do Norte Fluminense.

Segundo a presidente da comissão, a deputada estadual Dani Monteiro, o objetivo é ampliar o debate sobre a cannabis medicinal a partir de dados científicos e de análises voltadas para áreas como economia, turismo e pesquisa acadêmica.

A parlamentar afirmou que a expectativa é reunir especialistas e representantes do poder público para discutir o potencial econômico da cadeia produtiva ligada à cannabis medicinal no estado do Rio de Janeiro.

“Estamos tratando de uma agenda estratégica para o desenvolvimento socioeconômico do estado, com potencial de gerar renda, impulsionar setores produtivos e fortalecer a pesquisa. É hora de enfrentar o tema com seriedade e sem tabus ultrapassados, transformando esse debate em política pública”, destacou.

Foram convidados para compor a mesa a fundadora do Núcleo de Estimulação Estrela de Maria (NEEM), Rafaela França; a economista social e doutora em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas, Taciana Santos de Souza; e o coordenador do Núcleo de Estudos sobre Turismo de Drogas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Thiago Pereira.

O debate deve abordar experiências ligadas ao uso medicinal da cannabis, pesquisas acadêmicas e possíveis impactos econômicos e sociais relacionados ao setor no estado do Rio de Janeiro.

Fonte:Alerj

Nenhum comentário: