Dados da ANP mostram distribuição das receitas do petróleo entre cidades produtoras

Vista panorâmica do Centro de Campos dos Goytacazes (Arquivo)
Os municípios produtores de petróleo recebem nesta segunda-feira (29) novos repasses referentes às participações governamentais da exploração de petróleo e gás, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Campos dos Goytacazes está entre os principais beneficiados, com repasse de aproximadamente R$ 83,3 milhões em participações governamentais no período. O município mantém papel de destaque na Bacia de Campos, região historicamente responsável por grande parte da produção petrolífera do país.
Macaé aparece com um dos maiores volumes entre os municípios produtores da região, com cerca de R$ 199,4 milhões em participações governamentais. São João da Barra receberá aproximadamente R$ 36 milhões, Quissamã terá repasse de cerca de R$ 22,7 milhões e São Francisco de Itabapoana ficará com aproximadamente R$ 13,2 milhões.
No levantamento geral, Maricá aparece com o maior valor entre os municípios listados, com cerca de R$ 400,3 milhões, seguido pelo Rio de Janeiro, com aproximadamente R$ 336,7 milhões, e Niterói, com cerca de R$ 119,7 milhões.
Os dados revelam a importância das receitas petrolíferas para os municípios produtores e também as diferenças entre as cidades que possuem maior participação na cadeia de óleo e gás e aquelas com menor impacto na distribuição dos recursos.
Segundo o especialista e consultor Wellington Abreu, os números reforçam a relevância das participações governamentais para a economia regional, mas exigem planejamento dos gestores públicos diante das oscilações do mercado internacional de petróleo. A recomendação é manter cautela na expansão de despesas e considerar que períodos de alta arrecadação não representam garantia de receitas permanentes.
Receitas de petróleo no Norte Fluminense
O superintendente de Petróleo, Gás, Ciência e Tecnologia, Wellington Abreu, recomenda que São João da Barra e demais municípios do Norte e Noroeste Fluminense mantenham prudência no planejamento financeiro diante da instabilidade do mercado internacional de petróleo.
Segundo Abreu, a recente alta do preço do barril, provocada por tensões geopolíticas envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, representou um ciclo excepcional e não deve ser considerada uma nova realidade permanente. Com a retomada das negociações e mudanças no cenário internacional, o petróleo já apresentou recuo para níveis próximos aos registrados no início do ano.

Os municípios produtores de petróleo recebem nesta segunda-feira (29) novos repasses referentes às participações governamentais da exploração de petróleo e gás, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Campos dos Goytacazes está entre os principais beneficiados, com repasse de aproximadamente R$ 83,3 milhões em participações governamentais no período. O município mantém papel de destaque na Bacia de Campos, região historicamente responsável por grande parte da produção petrolífera do país.
Macaé aparece com um dos maiores volumes entre os municípios produtores da região, com cerca de R$ 199,4 milhões em participações governamentais. São João da Barra receberá aproximadamente R$ 36 milhões, Quissamã terá repasse de cerca de R$ 22,7 milhões e São Francisco de Itabapoana ficará com aproximadamente R$ 13,2 milhões.
No levantamento geral, Maricá aparece com o maior valor entre os municípios listados, com cerca de R$ 400,3 milhões, seguido pelo Rio de Janeiro, com aproximadamente R$ 336,7 milhões, e Niterói, com cerca de R$ 119,7 milhões.
Os dados revelam a importância das receitas petrolíferas para os municípios produtores e também as diferenças entre as cidades que possuem maior participação na cadeia de óleo e gás e aquelas com menor impacto na distribuição dos recursos.
Segundo o especialista e consultor Wellington Abreu, os números reforçam a relevância das participações governamentais para a economia regional, mas exigem planejamento dos gestores públicos diante das oscilações do mercado internacional de petróleo. A recomendação é manter cautela na expansão de despesas e considerar que períodos de alta arrecadação não representam garantia de receitas permanentes.
Receitas de petróleo no Norte Fluminense
O superintendente de Petróleo, Gás, Ciência e Tecnologia, Wellington Abreu, recomenda que São João da Barra e demais municípios do Norte e Noroeste Fluminense mantenham prudência no planejamento financeiro diante da instabilidade do mercado internacional de petróleo.
Segundo Abreu, a recente alta do preço do barril, provocada por tensões geopolíticas envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, representou um ciclo excepcional e não deve ser considerada uma nova realidade permanente. Com a retomada das negociações e mudanças no cenário internacional, o petróleo já apresentou recuo para níveis próximos aos registrados no início do ano.

Wellington Abreu
O superintendente também chama atenção para a produção da Bacia de Campos, especialmente no Campo de Roncador, destacando a necessidade de cautela diante das incertezas sobre futuras receitas de royalties e participações especiais.
“A orientação é evitar aumento de despesas permanentes ou grandes compromissos financeiros sem segurança orçamentária. Números absolutos elevados em um único período não representam um cheque em branco para os próximos seis meses. Prudência hoje é o que garante equilíbrio fiscal amanhã”, afirmou Wellington Abreu.
O superintendente também chama atenção para a produção da Bacia de Campos, especialmente no Campo de Roncador, destacando a necessidade de cautela diante das incertezas sobre futuras receitas de royalties e participações especiais.
“A orientação é evitar aumento de despesas permanentes ou grandes compromissos financeiros sem segurança orçamentária. Números absolutos elevados em um único período não representam um cheque em branco para os próximos seis meses. Prudência hoje é o que garante equilíbrio fiscal amanhã”, afirmou Wellington Abreu.
Fonte:J3News


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