Áreas sofrem com descarte de lixo, insegurança, queimadas, proliferação de animais peçonhentos e mosquitos
Por Leonardo Pedrosa
Queixas|Vizinhança reclama (Fotos: Silvana Rust)
Quem passa pela Rua Arthur Nogueira, entre os parques Nova Brasília e Esplanada, encontra uma extensa área tomada pelo mato. À primeira vista, parece apenas um terreno vazio. Mas basta olhar com atenção para perceber que o espaço resume um problema espalhado por Campos: descarte irregular de lixo, queimadas, insegurança, proliferação de animais peçonhentos e mosquitos e sensação constante de abandono.
Em um trecho, atrás do Ciep 461 Clóvis Tavares, a Prefeitura até implantou um pequeno bosque urbano com mudas de ipê e árvores frutíferas. Mas poucos metros dali, porém, a realidade muda. O mato ultrapassa a altura de uma pessoa, há restos de móveis, entulho e sinais de queimadas ilegais.
Quem passa pela Rua Arthur Nogueira, entre os parques Nova Brasília e Esplanada, encontra uma extensa área tomada pelo mato. À primeira vista, parece apenas um terreno vazio. Mas basta olhar com atenção para perceber que o espaço resume um problema espalhado por Campos: descarte irregular de lixo, queimadas, insegurança, proliferação de animais peçonhentos e mosquitos e sensação constante de abandono.
Em um trecho, atrás do Ciep 461 Clóvis Tavares, a Prefeitura até implantou um pequeno bosque urbano com mudas de ipê e árvores frutíferas. Mas poucos metros dali, porém, a realidade muda. O mato ultrapassa a altura de uma pessoa, há restos de móveis, entulho e sinais de queimadas ilegais.

Na 13 de maio|Mato alto toma conta de terreno
O local já foi um dos braços do Canal do Saco. Depois de aterrado, chegou a receber uma obra de Unidade Básica de Saúde, interrompida há cerca de 15 anos. Hoje, parte da estrutura abandonada serve de abrigo para pessoas em situação de rua. Outra parte virou depósito de lixo, mesmo com placas pedindo que moradores não descartem resíduos ali.
Problema que se espalha pela cidade
Pelo município, terrenos baldios repetem a mesma paisagem. Há casos próximos a escolas, áreas comerciais e até ao lado de Pontos de Entrega Voluntária de Entulho (Peve). No Parque Julião Nogueira, por exemplo, um terreno vizinho ao local continua sendo usado para descarte clandestino. Situação semelhante ocorre em bairros como Jardim Flamboyant e Parque Rio Branco.
O local já foi um dos braços do Canal do Saco. Depois de aterrado, chegou a receber uma obra de Unidade Básica de Saúde, interrompida há cerca de 15 anos. Hoje, parte da estrutura abandonada serve de abrigo para pessoas em situação de rua. Outra parte virou depósito de lixo, mesmo com placas pedindo que moradores não descartem resíduos ali.
Problema que se espalha pela cidade
Pelo município, terrenos baldios repetem a mesma paisagem. Há casos próximos a escolas, áreas comerciais e até ao lado de Pontos de Entrega Voluntária de Entulho (Peve). No Parque Julião Nogueira, por exemplo, um terreno vizinho ao local continua sendo usado para descarte clandestino. Situação semelhante ocorre em bairros como Jardim Flamboyant e Parque Rio Branco.

Aroldo Alves
O abandono também afeta a segurança. Em reportagem publicada pelo J3News sobre furtos no Centro, comerciantes relataram que terrenos com mato alto servem como esconderijo e rota de fuga para criminosos.
Morador em frente a um desses imóveis, no cruzamento com Rua Saldanha Marinho, Aroldo Alves afirma que o terreno permanece praticamente sem manutenção há anos. “Deve ter uns quatro anos que o proprietário limpou. A Prefeitura colocou uma notificação, mas não adiantou. Quando o mato seca, colocam fogo para tentar manter. Os bombeiros já vieram várias vezes” ,relata.
Desafio é maior que um único terreno
Segundo dados divulgados pela própria Prefeitura no início de junho, nos cinco primeiros meses deste ano, cerca de 2 mil vistorias foram realizadas nesses locais.
O abandono também afeta a segurança. Em reportagem publicada pelo J3News sobre furtos no Centro, comerciantes relataram que terrenos com mato alto servem como esconderijo e rota de fuga para criminosos.
Morador em frente a um desses imóveis, no cruzamento com Rua Saldanha Marinho, Aroldo Alves afirma que o terreno permanece praticamente sem manutenção há anos. “Deve ter uns quatro anos que o proprietário limpou. A Prefeitura colocou uma notificação, mas não adiantou. Quando o mato seca, colocam fogo para tentar manter. Os bombeiros já vieram várias vezes” ,relata.
Desafio é maior que um único terreno
Segundo dados divulgados pela própria Prefeitura no início de junho, nos cinco primeiros meses deste ano, cerca de 2 mil vistorias foram realizadas nesses locais.




Abandono|Reportagem identificou o problema em vários pontos de Campos
A legislação prevê notificações, multas e até inscrição dos débitos na Dívida Ativa para proprietários que não realizam a limpeza. Ainda assim, a quantidade de terrenos faz com que o problema se renove constantemente. Enquanto um imóvel é regularizado, outros tantos voltam a acumular mato e lixo.
Na última semana, o J3News questionou a Prefeitura sobre quantas denúncias foram registradas em 2025 e desde janeiro de 2026, quantos proprietários foram notificados, quantos regularizaram a situação e quais ações vêm sendo desenvolvidas para reduzir o problema no município. Até o fechamento desta edição, não houve resposta.
A legislação prevê notificações, multas e até inscrição dos débitos na Dívida Ativa para proprietários que não realizam a limpeza. Ainda assim, a quantidade de terrenos faz com que o problema se renove constantemente. Enquanto um imóvel é regularizado, outros tantos voltam a acumular mato e lixo.
Na última semana, o J3News questionou a Prefeitura sobre quantas denúncias foram registradas em 2025 e desde janeiro de 2026, quantos proprietários foram notificados, quantos regularizaram a situação e quais ações vêm sendo desenvolvidas para reduzir o problema no município. Até o fechamento desta edição, não houve resposta.
Fonte:J3News


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