sexta-feira, 23 de maio de 2014

Pezão estuda incorporação de gratificação a policiais civis

O governador Luiz Fernando Pezão afirmou na manhã desta quinta-feira (22), após reunião com representantes do Sindicato da Polícia Civil (Sindpol), que pretende enviar, até o fim de junho, mensagem à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, com a proposta de incorporação da gratificação especial dada aos policiais em Delegacias Legais.

Pezão disse que o Governo estuda como será possível que isso seja feito sem prejuízo aos cofres públicos.

- Queremos incorporar a gratificação, mas precisamos estudar o prazo e as parcelas. Vamos fazer, em parceria com a secretaria de Planejamento e Gestão e a área fazendária, um estudo para não perdermos as conquistas que tivemos nestes sete anos de governo. Tenho negociado permanentemente com a Polícia Civil e toda a área de Segurança, e reafirmo o compromisso de querer atender a incorporação da gratificação dos policiais civis. Porém, venho fazendo estudos para saber a melhor maneira de incorporá-la, sem impacto para o Estado. Queremos atender ainda outras categorias, dentro do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal – afirmou o governador.

Segundo Pezão, a Polícia Civil manteve o esquema de atendimento dentro das delegacias, sem prejuízo à população.

- Esperamos que eles continuem a trabalhar. Venho pedindo sistematicamente para que a categoria não entre em greve porque não há motivo para isto. A reivindicação e justa e e feita ha 12 anos. Toda a área de segurança pública recebeu, em fevereiro, 11,18% de aumento, quase o dobro do IPCA. Foram 123% de aumento e estas foram conquistas que nenhuma outra categoria teve dentro do estado – disse Pezão.

Além do governador, participaram do encontro o secretario de Segurança, Jose Mariano Beltrame, o secretario da Casa Civil, Leonardo Espíndola, e o chefe de Policia Civil, Fernando Veloso.

De 2007 até agora, o Estado já concedeu 123,5% de aumento no vencimento aos policiais civis, policiais militares, bombeiros militares e inspetores da Administração Penitenciária. Esse aumento teve repercussão em todas as verbas estabelecidas em lei, gratificações que são percentuais do vencimento básico, além do triênio, que incide sobre a soma de todas as parcelas.

Em fevereiro deste ano, esse mesmo grupo teve aumento de 11,18% sobre seus vencimentos. Esse aumento foi o dobro da inflação dos últimos 12 meses, e beneficiou 133.387 pessoas. Em fevereiro de 2013, o aumento foi de 23,3%.


Além disso, o Estado reajustou a gratificação Delegacia Legal em 70%, de R$ 500 para R$ 850; triplicou a da Core (unidade de elite da Polícia Civil), de R$ 500 para R$ 1.500, e instituiu uma gratificação de capacitação de R$ 350 para os demais agentes de polícia. Os delegados de polícia receberam aumento escalonado em 2010 de cerca de 70%, além de outros reajustes anteriores menores que somaram 23,8%, o que totaliza 110,5% de aumento.

Todo esse esforço fez com que a remuneração média (a soma de todas as verbas recebidas) de um inspetor de polícia passasse de R$ 2.462, em 2007, para R$ 6.119, mais 148%, em 2014. Um oficial de cartório teve sua remuneração reajustada de R$ 2.550 para R$ 6.887, crescendo 170%.

Fonte: Folha da Manhã/Show Francisco




CONTAGEM REGRESSIVA 15 DIAS PARA O GRANDE ESPETÁCULO


Câmara Federal e MPE em audiência no Rio discutem ‘Meninas de Guarus’


Freixo: 'Tem grandes autoridades da política local envolvidas neste crime'

Na Semana Nacional do Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infantil, que vai de 18 à 23 de maio, o caso ‘Meninas de Guarus’ voltou ao cenário e novamente cria a expectativa na população campista que possa haver alguma definição neste caso que se assombrou com as notícias, e que mesmo próximo de completar cinco anos, não tem nada de concreto nas investigações que possam indicar e punir os envolvidos, e nem mesmo se de fato tem meninas que podem ter sido assassinadas com os corpos ocultados, conforme denúncias.

O inquérito policial corre em segredo de justiça, mas houve vazamento, e com isso muitas pessoas tiveram acesso a dados que se tornaram públicos e, assim, tiveram início a onda de especulações que envolviam políticos, médicos e policiais, como participantes de atos de pedofilia.

Nesta quinta-feira (22/05) o caso que em seu inquérito envolve pedofilia; supostos homicídios; uso de drogas, além de denúncias de utilização do caso para a prática de extorsão que teria como alvos supostos envolvidos chegou ao Ministério Público Estadual (MPE), em audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes da Câmara dos Deputados, que tem como presidente a deputada federal Liliam Sá (Pros).

Participaram da audiência o deputado estadual Roberto Henriques (PSD); o coordenador do 4º Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Infância e Juventude do MP/RJ, Marcos Moraes Fagundes, e o presidente da Fundação Municipal da Infância e Juventude de Campos, Thiago Ferrugem.

Segundo nota emitida pela assessoria do deputado Roberto Henriques foram convocados ainda os 17 juízes que se deram como impedidos de apreciar o caso, mas nenhum deles compareceu. Henriques entregou a deputada Liliam Sá um dossiê com os fatos relatados pela imprensa em 2009 e que trouxeram os dados ao conhecimento de todos.

“Esse caso é pavoroso em todas as formas. O que me assombra é que diversas autoridades tenham tomado conhecimento e não há uma mobilidade para resolver. O que eu quero é o que qualquer cidadão quer. É ver esse caso resolvido”, afirmou Henriques.

A deputada federal Liliam Sá informou que levará o relatório final da CPI para o Ministério Público Federal (MPF) com todas as indagações sobre o caso das “Meninas de Guarus” e fará um requerimento ao Conselho Nacional de Justiça para saber o porquê de tanta morosidade e lentidão para a conclusão do inquérito.

A deputada disse ainda que criará uma subcomissão dentro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara para continuar apurando e averiguando sobre o caso de pedofilia e assassinato.

PROCURADOR GERAL FAZ PROCESSO ANDAR

Depois de anos e de o inquérito da Polícia Civil ter sido remetido para o Ministério Público e ter feito este mesmo percurso por algumas vezes, houve a intervenção da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que solicitou empenho do Procurador Geral de Justiça do Rio de Janeiro, Marfan Martins Vieira que declinou o caso para a promotora Renata Felizberto. Esta requereu a Justiça vários pedidos, que tiveram por parte de 17 juízes, a posição de se considerarem impedidos de seguir com o caso.

Desta forma o caso foi parar em São João da Barra e caiu nas mãos do juiz Leonardo Cajueiro, da Comarca Tabelar. “O inquérito está com ele, e é importante aqui destacar que desde quando o Procurador Geral entrou no caso há uma evidente movimentação, o que não víamos antes”.

CPI REAPARECE NA DISCUSSÃO

O arrastado caso ‘Meninas de Guarus’ que teve início com a descoberta de um local, em Guarus, onde menores eram exploradas sexualmente e seriam ainda obrigadas a usar drogas excedeu o limite policial e ganhou destaque ainda maior por conta de especulações de envolvimento de políticos da cidade, e não chega a CPI de Brasília somente agora. Este fato ocorreu ainda em 2013, quando chegou à capital Brasileira e ao Congresso Nacional.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes chegou a anunciar que havia tomado o caso como prioritário e realizaria já em outubro de 2013, uma audiência pública.

As audiências não ocorreram em 2013, e somente agora em 2014, uma audiência foi marcada e ocorreu nesta quinta-feira, no Ministério Público Estadual (MPE). A razão pela demora foram os muitos casos pelo país do mesmo porte e que também são investigados pela Comissão do Câmara Federal.

O requerimento para a realização da audiência na cidade foi apresentado pela relatora da comissão, a deputada Liliam Sá, que naquele momento já chamava atenção para a demora por soluções. “Quatro anos após este terrível escândalo de pedofilia e exploração sexual de crianças e adolescentes este crime ainda continua sem solução”, declarou a deputada.

Algumas pessoas, como a ex-vereadora em Campos, Odisséia Carvalho (PT) chegaram a ir até à Comissão e em Brasília, e em depoimentos apresentar dados sobre o caso de Campos.

E NA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA ALERJ?

O deputado Roberto Henriques vem ao longo dos últimos meses cobrando um parecer por parte do presidente da Comissão Permanente de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado estadual Marcelo Freixo, pedindo para que intercedesse junto ao Poder Judiciário e solicitasse informações relativas às investigações e o andamento delas no caso.

Henriques que já havia usado a Tribuna para cobrar de Freixo mais empenho no caso voltou à carga na quarta-feira (21/05), véspera da audiência no MPE. Assim, o deputado do PSOL pela primeira vez falou publicamente dos avanços das investigações, com denúncias graves, declarando ainda que iria a presidência do Tribunal de Justiça cobrar dados das investigações.

"Tem deputados que acho que não seriam solidários ao curso dessas investigações, porque tem grandes autoridades da política local envolvidas neste crime. Não sei se a gente vai conseguir união dos parlamentares desta casa a partir do momento que os nomes forem revelados", disse Freixo sem apontar os nomes.

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em 17 de maio de 2013 realizou uma audiência pública em Campos, que foi solicitada pelo deputado Roberto Henriques (PSD) e presidida pelo presidente da Comissão, deputado Marcelo Freixo (PSOL), e contou ainda com a participação dos deputados Geraldo Pudim (PR) e Janira Rocha (PSOL), além do presidente da Câmara de Vereadores de Campos, Edson Batista e vereadores da Casa.

Foram convocados o delegado titular da 146ª de Guarus, Carlos Augusto da Silva; delegado titular da 147ª de São Francisco de Itabapoana, Geraldo Rangel, que na época era o titular da 146ª DL; a delegada adjunta da 141ª de São Fidélis, que também pertencia à 146ª DL na época do caso, Ivana Morgado. Dos 15 conselheiros tutelares convocados para a discussão, apenas dois compareceram à Casa Legislativa.

ROBERTO HENRIQUES: 'TUDO POR PREVARICAÇÃO'
Em entrevista concedida ao Site Ururau em 15 de abril, o deputado Roberto Henriques mostrou-se revoltado com a demora e, acusou as instituições de estarem “prevaricando”.


“A cada hora são mais perguntas do que respostas. Minha parte tenho tentado fazer, o que não é favor, é meu dever. Mas não lavo as mãos, e continuo a perseguir resposta. Como um inquérito desse começa e não termina? A Lei é clara. Era para ter promotor e conselheiro tutelar com a carteira cassada, parlamentares com mandato cassado, tudo por prevaricação. Todos prevaricaram. Se corre em segredo de justiça não podemos saber de detalhes, mas do andamento precisamos saber”.

Na tentativa de obter respostas de como anda o caso, o deputado afirmou que foi informado de que até o judiciário estaria demorando a dar andamento, por conta de juízes se julgarem incapazes de analisar o processo.

“Sabedor disso alertei ao Marcelo Freixo e a Comissão que deveria agir. Assombra-me esse caso ‘Meninas de Guarus’, me assombra tanto os crimes que foram narrados pela imprensa, como me assombra o total desprezo das autoridades para apuração desse caso. Se os juízes estão se colocando como suspeitos e abandonando o caso, olha a gravidade disso, também membros do judiciário estão prevaricando. Quando digo aqui que essas instituições precisam se manifestar, é claro que não estou estendendo a todo Ministério Público, a toda a Polícia Civil e Judiciário, e sim a todos que tem digital no processo”.

A reportagem do Site Ururau tentou contato por telefone com o presidente da Fundação Municipal da Infância e Juventude de Campos, Thiago Ferrugem, para que este pudesse se posicionar por conta da audiência, mas seu telefone estava fora de área de cobertura.


Fonte: Ururau/Show Francisco




Polícia continua à procura do suspeito de matar mãe e filha em Asentamento



Disque-Denúncia divulgou campanha e ação ganha todo o estado

O Disque-Denúncia da Polícia Militar lançou nesta quinta-feira (22/05), um cartaz com um pedido de ajuda para encontrar Adriano da Conceição de Lima, suspeito de matar Gilcilene Paes Pereira, de 44 anos, e sua filha, Isabelle Pereira Laurindo, de 10 anos, na localidade de Campelo, na última semana em Campos.

Os crimes aconteceram no último dia 15 e, desde então, Adriano está foragido. Segundo as investigações, ele era vizinho de Gilcilene, que foi morta a pauladas e facadas. Em seguida, o suspeito teria assassinado a criança, cujo corpo só foi encontrado quatro dias depois em um tanque bebedouro de animais em um canavial.

Na casa de Adriano, os investigadores acharam armas de fogo, munições e peças de roupa sujas de sangue. Os moradores da região, revoltados, incendiaram o imóvel.

Segundo testemunhas, o suspeito sentia atração pela criança. Algumas vezes, o pai da menina já teria flagrado tijolos encostados na parede da casa, como se Adriano os tivesse posicionado ali para subir e olhar pelo basculante do banheiro.

O corpo da menina Isabelle foi achado quando um agricultor observou que urubus sobrevoavam o local em uma fazenda. A criança estava boiando no tanque d’água, em avançado estado de decomposição.

Quem tiver informações sobre o caso pode ligar para o Disque-Denúncia, (21) 2253-117, com anonimato garantido. Quem preferir pode usar o Whats App do Portal dos Procurados, (21) 96802-1650.


Fonte: Ururau/Show Francisco



Intensa troca de tiros no Novo Eldorado deixa um morto e outro ferido

Bombeiros e imprensa tiveram dificuldades para chegar ao local por causa do tiroteio.

Um adolescente morreu e outro ficou gravemente ferido em um tiroteio da guerra do tráfico entre facções da Lagoa do Sapo 1 e 2, na manhã desta sexta-feira , na Rua Três, no bairro Novo Eldorado.
De acordo com a PM, três homens de bicicleta passaram atirando. César Luiz Alves Júnior, de 16 anos, foi alvejado na cabeça e no rosto e morreu na hora. Outro rapaz identificado apenas como Felipe também foi atingido.


César era barbeiro e havia saído de casa alguns minutos antes do crime. Ao lado do corpo foi encontrada uma capsula de pistola.
Durante a remoção do ferido, o Corpo de Bombeiros teve grande dificuldade devido ao intenso tiroteio. A imprensa também não conseguiu ter acesso ao local.
Seis viaturas da Polícia Militar foram acionadas. Os suspeitos de terem cometido o crime foram identificados como Elias, Rodolfo e Cassinho.
Moradores ficaram revoltados com o ocorrido e alegaram que os rapazes atingidos são inocentes. Alguns chegaram a passar mal.
Carlos Alberto Campos/Show Francisco



Final do Campeonato intermunicipal animou o domingo em Praça João Pessoa/São Francisco de Itabapoana RJ


No domingo passado (18/05), aconteceu a grande final do campeonato intermunicipal que animou a população no campo de futebol em Praça João Pessoa. O campeonato destacou-se pela qualidade técnica dos times participantes.

Antes da partida decisiva, as equipes da ONG Beija Flor, e o time sub-15 de Praça João Pessoa empataram em zero a zero em um jogo animado.

Imburi de Campos sagrou-se o grande campeão do torneio ao derrotar a equipe do Fluminense de Cacimbas pelo placar de 3 x 0. A partida mexeu com os torcedores que acompanhavam animadamente o confronto, até o apito final.

O Prefeito Pedrinho Cherene elogiou a qualidade do campeonato e fez questão de entregar o troféu e as medalhas à equipe vencedora.

Após a disputa, o show de forró com o grupo de Alex Miller animou todos os presentes.

O campeonato municipal contou com o apoio da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da secretaria de Esporte e Lazer.


ASCOM - SFI-RJ/Show Francisco