quinta-feira, 7 de maio de 2015

FOGO DESTRÓI MUITOS COMÉRCIOS E MERCADORIAS NESTA QUINTA FEIRA NA RUA DA ALFÂNDEGA NO RIO

Acontecendo na rua da Alfândega na capital do estado do Rio de Janeiro, desde as 04.30 da manhã, está fechada devido ao comércio do Saara está pegando fogo, comércio todo fechado no momento. Estruturas nas laterais correndo risco de desabar.

Cinco lojas atingidas com perca total de muitas mercadorias e outras lojas que podem desabar a qualquer momento acarretando mais prejuízos aos comerciantes.

A situação realmente esta muito caótica na capital do estado, comércio da rua toda correndo risco, a causa foi dada pelo corpo de bombeiros agora pouco foi parte elétrica que causou o incêndio.
Show Francisco



Ampamac convida produtores para palestra nesta quinta feira


MC Melody muda para virar 'Anitta pop mirim sem sensualizar', diz pai

MC Belinho fala ao G1 que filha de 8 anos adotará outras roupas e danças.

Músicas da garota são investigadas por 'forte conteúdo erótico'.


MC Melody tem 8 anos de idade e é alvo de um inquérito aberto pelo Ministério Público de São Paulo para investigação sobre "forte conteúdo erótico e de apelos sexuais" em músicas e coreografias de crianças e adolescentes músicos. De acordo com uma das representações do inquérito, ela "canta músicas obscenas, com alto teor sexual e faz poses extremamente sensuais, bem como trabalha como vocalista musical em carreira solo, dirigida por seu genitor".

O pai de Melody, MC Belinho, de 27 anos, está arrependido. Mas acha que a filha "não estava fazendo nada de errado" e diz que ela "estuda, está matriculada e com vacina em dia, brinca normalmente, não fala palavrão". Em entrevista ao G1 por telefone, afirma: "Se fosse um menininho, ninguém estaria ligando, a gente não seria tão perseguido e tão condenado. A gente entrou numa guerra constante".

De acordo com ele ele, a carreira de Gabriella Abreu Severino, nome verdadeiro de Melody, "mudou totalmente de rumo" após a polêmica. "A gente agora está fazendo uma cantora pop mirim. Mais ou menos como Anitta, só que com umas letras 'mirins', sem sensualizar."

Belinho conta que Melody sonha em ser cantora desde que tinha 1 ano de idade. Ele gosta de dizer que os primeiros vídeos da filha no YouTube eram de música gospel. "Vejo que ela tem talento, canta bem, é afinada, tem o dom. Eu pensava: 'Quem sabe algum empresário vê, ela vai parar numa novela'. Isso aí é o sonho de qualquer pai."
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Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

G1 – Como você pretende se defender no inquérito aberto pelo Ministério Público?
MC Belinho – Ainda não aconteceu a notificação, mas meus advogados estão a par. Minha defesa vai falar o que é real: a gente não violou nada, e minha filha estuda, está matriculada e com vacina em dia, brinca normalmente, não fala palavrão, é muito bem educada e leva uma vida de criança. Só que com o sonho de ser cantora desde um aninho de idade – e eu apoio esse sonho. Mas agora a gente mudou totalmente o rumo, e não só devido ao inquérito, mas para a aceitação do povo.

G1 – Mudou como?
MC Belinho – Minha filha não estava fazendo nada de errado, a não ser uma roupa ou outra, um jeito de dançar. Então, mudou a maneira de vestir, algumas letras. A gente agora está fazendo uma cantora pop mirim. Mais ou menos como Anitta, só que com umas letras "mirins", sem sensualizar. Se falar que é "uma funkeira de oito anos de idade", todo mundo fala "não acredito!". Mas, se falar que é "uma cantora de oito anos de idade", aí tudo bem. Vou aguardar o inquérito e pretendo, sim, entrar com pedido do juiz pra que ele autorize [a atividade artística]. A ideia é tentar um outro segmento, de repente de modo mais correto.

Se as pessoas estão falando que está errado, a gente vai mudar. Não adianta ser uma artista com talento mas sem a aceitação do público – e da lei também."
MC Belinho, pai da MC Melody

G1 – Então quer dizer que o estilo antigo era errado?
MC Belinho – Se as pessoas estão falando que está errado, a gente vai mudar. Não adianta ser uma artista com talento mas sem a aceitação do público – e da lei também. Recebi ligações de outros artistas, todo mundo falando: "Sua filha é perfeita, só tenta mudar um pouco o estilo das roupas, da dança". Agora vai ter uma coreógrafa. E os vídeos novos já são diferentes. A maneira correta é esta: direcionar mais para a faixa etária de 6 anos a 15 anos de idade.

Mas não estou ganhando nem R$ 1 com ela – quem sabe futuramente. Nunca vendi show dela. Primeiro, porque estou ciente de que precisa de autorização legal. Só que passei a encarar como carreira, e antes era uma brincadeira. E tem um escritório agora ajudando, minha filha está indo ao psicólogo.

G1 – Desde quando ela passa por psicólogo?
MC Belinho – Não que minha filha esteja precisando, mas ela já fez duas sessões. A gente está só averiguando mesmo. Eu, como pai, sei da cabeça da minha filha. Ela tem o talento, o dom.

Mas não estou ganhando nem R$ 1 com ela – quem sabe futuramente. Nunca vendi show dela. E tem um escritório agora ajudando, minha filha está indo ao psicólogo..."
MC Belinho, pai da MC Melody

G1 – A MC Melody já ganhou dinheiro como artista?
MC Belinho – Ela não é uma artista, nunca fez um show, nunca ganhou dinheiro, cachê, diferentemente dos outros MCs investigados. Como artista, minha filha só é visualizada na internet e nos meios de comunicação. Ela só participou de um show meu aqui um ano e meio atrás, na Zona Norte, em São Paulo. Era uma matinê, uma domingueira, às 18h, aberto para adolescentes, sem bebida alcoólica – normalmente, não entra maior de idade.

Não era um "batidão", e estava a família inteira: bisavó, vó, mãe, a outra irmã dela. No intervalo desse show, viram ela cantando e falavam para mim: "Põe ela pra cantar". Não teve maldade da minha parte. O vídeo não foi para expor a criança. Primeiramente, porque sou pai. Que pai vai querer o mal para sua própria filha? 


G1 – Muita gente achou que você não pensou nisso ao publicar o vídeo.
MC Belinho – Se houve uma imagem errada, a gente corrigiu. Mas o que mais tem na internet, como todo mundo sabe, são crianças fazendo coisas muito piores que minha filha fez. Só que, como ela começou a aparecer muito, algumas pessoas maldosas se aproveitaram.
MC Melody e o pai, MC Belinho (Foto: Divulgação)

G1 – Você se arrepende de algo?
MC Belinho – Se for parar para pensar, me arrependo de... [Faz silêncio] Se fosse para voltar atrás, eu pensaria no que as pessoas poderiam achar do vídeo. Não é só minha filha que está sendo investigada, mas o no caso dela foi o mais polêmico, passou em vários países, porque ela tem só oito anos e porque é menina.

G1 – Acha que a MC Melody foi vítima de machismo?
MC Belinho – Não vou dizer que é machismo, mas isso contribuiu. Se fosse um menininho, ninguém estaria ligando, e a gente não seria tão perseguido, não seria tão condenado. Tem dois fatores principais, isso é real, as pessoas têm que aceitar: primeiro por ser funk; segundo, por ser menina.

G1 – E por que você diz que o funk é o outro motivo?
MC Belinho – Tem o lance do preconceito. Assim como já existiu com o samba, que hoje é bem visto. Muitas pessoas falam que, se minha filha cantasse sertanejo, axé ou pagode, não teria problema. Mas é bom as pessoas abrirem o olho: no sertanejo e no axé tem muita letra de duplo sentido. Muitas crianças dançaram “Lepo lepo” e não sabem o que significa.

Além disso, se for reparar, Sandy & Junior começou com “Maria Chiquinha”... O que a Maria Chiquinha foi fazer meio do mato? E depois teve É o Tchan. As crianças rebolavam até o chão, dançavam “Boquinha da garrafa”. Por que ninguém falou na época?

Se fosse um menininho, ninguém estaria ligando, e a gente não seria tão perseguido e condenado. Tem dois fatores principais: primeiro por ser funk; segundo, por ser menina."
MC Belinho, pai da MC Melody

G1 – Qual a razão para essa ‘tolerância’, na sua opinião?
MC Belinho – Porque era axé, que não é tão discriminado. O funk tem o lado positivo, que é ostentação, consciente, mas tem o lado de muita coisa pesada, que é feito para adulto. E as crianças acabam ouvindo. Na periferia em São Paulo, no Rio, só rola funk. O funk é a linguagem da periferia. Não vou falar que tudo que existe no funk é correto e que concordo com criança cantando palavrão. Mas funk sustenta muita família.

G1 – A sua também?
MC Belinho – Eu cantei pagode muitos anos, sertanejo, reggae, axé na Bahia durante seis anos. Só que é o funk sustenta minha família. Eu sou MC. Só que, antes de MC, sou músico: sei tocar instrumento, sei ler partitura. É o que pretendo passar para minha filha. Pode ser que amanhã ela fale “decidi ser modelo” ou “decidi ser advogada”. Beleza. Eu, desde que tinha quatro anos, quis ser cantor. Sempre trabalhei com isso, me vejo nela. Puxa, era meu sonho e nunca desisti. Só que eu não tive pai para apoiar ou mãe para apoiar.

Parei minha carreira para dar atenção a isso que está acontecendo. Estou há quase dois meses sem fazer show, e vinha fazendo de 15 a 18 por mês. Cobro R$ 2 mil, R$ 2,5 mil por show. As pessoas deviam conhecer a nossa família. Não pretendo viver às custas da minha filha, mas pretendo que ela viva o sonho. Na verdade, por enquanto a polêmica só me prejudicou, não ganhei nada com isso.

Se eu fosse ganancioso, tinha fechado 200 shows no Brasil inteiro, e antes mesmo da polêmica. Tem muito pai querendo contratar para festas de 15 anos, fui procurado por dezenas de artistas, que falam: 'Traz ela em casa, vamos fazer uma parada'"
MC Belinho, pai da MC Melody

G1 – Você e Melody lançaram um vídeo em que se diziam arrependidos e pediam desculpas. Mas e em particular, você chegou a pedir desculpas à sua filha?
MC Belinho – A música é desculpa para todo mundo, para geral. Então, sim, é para ela. E eu também me excedi em alguns momentos. Quando fiz um vídeo e falei "vocês são recalcados", não falei para a população brasleira, para geral. Falei para quatro ou cinco que estavam usando o nome para ganhar "likes". Só que não passei essa visão. Eu estava bravo, naquele momento de pai em fúria... Você ver sua filha blasfemada por um vagabundo qualquer.

G1 – Alguma coisa nessa história ofendeu você?
MC Belinho – Muitas coisas, cara. É minha filha, né? Pô, seu bem maior, e as pessoas vão falando coisas que não são verdade, tipo falar que a gente está ganhando rios de dinheiro, que ela está trabalhando na noite, fazendo bailes funk, dentre outras coisas.

Não que não pinte show. Se eu fosse ganancioso, tinha fechado 200 shows no Brasil inteiro, e antes mesmo da polêmica. Tem muito pai querendo contratar para festas de 15 anos, fui procurado por dezenas de artistas, que falam: “Traz ela em casa, vamos fazer uma parada”. Minha filha está no auge, entre aspas. É o centro das atenções, e as pessoas também aproveitam o gancho para ganhar “likes” fazendo vídeos com críticas.

Além disso, as pessoas falam: “Que pai é esse?”. Se ficassem uma hora comigo, iam ver que não é isso. Quase todas as noites eu faço minha filha dormir e ponho na cama. Imagina uma criança apegada com o pai, como a minha, e aí alguém fala em tirar essa filha do pai. O dano maior é esse. Não é mudar a carreira. Cuidei da minha filha desde pequenininha. As pessoas julgam muito sem saber.


G1/Show Francisco



Eletricista volta de viagem a trabalho e descobre que fora dado como morto pela família quatro meses antes

Israel Leite da Silva, de 48 anos, posa diante da cova onde estaria enterrado: "Agora eu sou defunto" Foto: Fabiano Rocha

É com a voz calma que o morador de Bangu Israel Leite da Silva, de 48 anos, atesta: “Agora eu sou defunto” — e segue o papo sobre a inacreditável história do equívoco de sua morte. Em janeiro, o eletricista estava trabalhando havia dois meses num hotel de Angra dos Reis, na Costa Verde, quando sua ex-mulher reconheceu o corpo de um homem brutalmente assassinado, com dez tiros no rosto, como sendo de Israel, que acabou sendo declarado oficialmente como morto. Há quatro dias, no entanto, ele voltou às ruas do bairro em que morava, sem saber de nada, para espanto da família, amigos e vizinhos.

— Morri em janeiro e descobri agora — diz.

Toda a confusão começou quando um cadáver desfigurado apareceu perto da casa de Israel. Os vizinhos acharam o corpo parecido com o do eletricista, e a ex-mulher foi chamada para reconhecê-lo no Instituto Médico Legal. Lá, afirmou que aquele era Israel, o homem com quem viveu por 17 anos e teve quatro filhos (dois pares de gêmeos).

Curioso ainda é que essa não é a primeira vez que a morte ronda Israel. Em 1987, uma fatalidade o deixou com sequelas físicas. Naquele ano, o eletricista perdeu um dedo da mão direita após tomar um choque numa rede de alta tensão e despencar de um poste de 17 metros de altura.

— Como é que ela (a ex-mulher, ao reconhecer o corpo) não viu a mão? Não é possível que o morto também tivesse um dedo a menos — disse, irritado por ela tê-lo confundindo com outro homem.

Logo após o enterro do homem identificado como Israel, no Cemitério do Murundu, em Realengo, a ex-mulher, segundo o relato de vizinhos, vendeu os móveis do eletricista e deixou a casa com as crianças. Israel não sabe dela. Imagina que esteja no Paraná ou no Recife. A suspeita do eletricista é que ela tenha ficado assustada com a morte brutal daquele que seria seu ex e resolveu sumir. Antes, segundo Israel, ela teria recebido R$ 25 mil do seguro de vida dele.

— Eu ligava toda semana para falar com os meus filhos. Em janeiro, não consegui mais falar e fiquei preocupado. Acho que eles fugiram com medo.


Israel agora dorme no carro de um vizinho Foto: Fabiano Rocha

Vida de eletricista fica mais dura após a morte

A vida ficou mais dura para Israel após descobrir que, oficialmente, está morto. No hotel onde trabalhava, em Angra, ele não precisava usar o banco. Fazia as refeições no local de trabalho e recebia parte do salário em dinheiro. Por isso, não sabia que sua conta bancária estava bloqueada. A descoberta só se deu quando espantou a vizinhança ao surgir perto da casa onde morava.

— Até hoje tem gente com medo no bairro — conta uma amiga de Israel, Maria das Dores da Silva, de 77 anos.

A advogada Maria de Fátima Caldas diz que o caso de Israel é de Justiça. Ele precisará buscar um defensor público e entrar com um processo para provar que está vivo. Enquanto isso, o eletricista mora dentro do carro de um antigo vizinho. E ainda acumula dívidas do tempo de defunto:

— Ele me deve R$ 1.200 pelos meses em que estava morto. Já que ele está vivo, tem que pagar — conta Hélio Costa, dono da quitinete em que Israel morava antes de partir para Angra dos Reis.

— Morrer está me dando um trabalho que você nem imagina — resume Israel, que, apesar de estar vivendo um momento dramático, consegue falar sobre sua situação inusitada com bom humor.


O carro que Israel usa como cama Foto: Fabiano Rocha

‘Agora, o povo só me chama de defunto’

Depoimento do eletricista Israel Leite da Silva, de 48 anos

“Por onde eu passo, é uma comoção. O pessoal fica: ‘Ó o defunto! Ó o defunto’. Agora o povo só me chama de defunto mesmo. A dona Dora fez até missa. Dizem que meu enterro ficou lotado. A gente fica até feliz por ser querido, né? Mas tem alguém lá que não sou eu. Não faço ideia de quem seja. Eu nunca fiz nada errado para morrer com dez tiros. Já fui eletricista da Light. Trabalhei lá 28 anos. Eu não sou melhor do que ninguém, não, mas de eletricidade eu entendo. Agora só tenho medo dessa história me prejudicar. Quem vai querer um cara que morreu mexendo em casa? E ainda tenho que resolver minha vida. Estou com um dinheirão bloqueado para o banco. Todo mês eu deixava R$ 1 mil no banco de pensão para os meus filhos em uma conta conjunta com a ex e esse dinheiro está bloqueado agora”.


Extra/Show Francisco









VEM AI... NA PRAIA DE GUAXINDIBA EM SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ





"Petrodólares" para protestar



Depois de superar ameaças generalizadas de rebelião em sua base de apoio, principalmente no PT e no PMDB, o governo Dilma Rousseff conseguiu aprovar na noite desta quarta-feira (6), em uma tumultuada sessão no plenário da Câmara dos Deputados, o texto principal do primeiro item do seu pacote de ajuste fiscal com a medida provisória 665, que traz como principal medida o aumento do tempo de trabalho para que a pessoa requeira pela primeira vez o seguro-desemprego: de seis para 12 meses. Antes do final da votação eles foram retirados do plenário após ampliarem os protestos e derrubarem sobre os deputados uma "chuva de petrodólores", réplicas de notas com as fotos de Dilma e do ex-presidente Lula, entre outros, em referência ao escândalo do petrolão.

A oposição cantou nos microfones, após o anúncio do resultado: "O PT pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão." Na votação no plenário, o PT foi bastante atacado pela oposição. Integrantes da Força Sindical, do deputado Paulo Pereira da Silva (SDD-SP), ocuparam as galerias e exibiam cartazes de petistas com a expressão "procurados".

— A presidente Dilma deveria mandar para esse Congresso uma medida provisória que tivesse em seu primeiro artigo a proibição de que o chefe de Estado minta. Essa é a reforma que o governo Dilma deveria produzir — discursou o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), líder da bancada da oposição. Ele resumiu em sua fala o mote de todos os partidos contrários à petista, o de que Dilma promove um estelionato eleitoral ao, diferentemente do que prometeu na campanha, reduzir direitos dos trabalhadores.

Por margem apertada, 252 votos a 227, os deputados federais aprovaram a medida provisória 665. Antes o governo queria originalmente estender o acesso ao seguro-desemprego para 18 meses, mas foi obrigado a recuar.
Fmanha/Show Francisco



Carro pega fogo na RJ-216


Bárbara Cabral
Foto: Carolina Barbosa

Um carro, modelo Pálio, de cor branca, pegou fogo na manhã desta quinta-feira (07) na RJ-216, estrada que liga Campos a Farol de São Tomé, na altura do Parque Imperial, em Campos. Segundo informações passadas pelo Corpo de Bombeiros, o incidente teria ocorrido por volta das 7h30. O dono do veículo não se encontrava no local e ninguém se feriu.

As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas.

Fmanha/Show Francisco



Motorista passa mal e colide ônibus em poste

Com o impacto da colisão, a rua ficou sem energia elétrica

Um motorista do coletivo que faz a linha São Sebastião-Centro, passou mal após sair do terminal e colidiu contra um poste de energia elétrica na tarde desta quarta-feira (06). O acidente ocorreu nos cruzamentos da Travessa Fredit com rua 21 de Abril, no Centro de Campos.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o motorista da empresa Jacarandá, que não foi identificado, saiu da Travessa Freidite e ao entrar na rua 21 de Abril, passou mal, colidiu contra um poste e ainda seguiu cerca de 500 metros com o coletivo.

No momento do acidente, o motorista estava sozinho no ônibus. A vítima foi socorrida com escoriações leves pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

Com o impacto da colisão, a rua ficou sem energia elétrica. Uma equipe da concessionária Ampla foi acionada e esteve no local para restabelecer a energia.
Foto: Campos 24 Horas/Show Francisco



Secretário de Niterói fala sobre o centro histórico

Secretário de Niterói (centro) caminhou pelo Centro de Campos e conheceu as melhorias realizadas pela Prefeitura

O secretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Niterói, Fabiano Gonçalves, esteve nesta quarta-feira em Campos para conhecer as obras de revitalização do Centro Histórico. Acompanhado do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Mérida, e de empresários, o secretário elogiou as intervenções que vêm sendo feitas pela prefeitura. Ele visitou o Mercado Municipal, Praça São Salvador e ruas como a João Pessoa, que têm recebido melhorias, que vão da acessibilidade ao aterramento da fiação.

Segundo Fabiano, a cidade de Campos nunca foi tão propagada no estado. "Campos está bem assessora por vocês, que representam o comércio. Na posse do Marcelo, como presidente da Federação das CDLs, ele fez um discurso empolgante sobre a cidade. A prefeita também tem tido um papel crucial enquanto defensora do petróleo", disse ele, que é vice-presidente da Federação.

O secretário explicou que a Prefeitura de Niterói está se preparando para colocar em execução um projeto de revitalização da Rua Moreira César, que concentra 22 mil moradores. "É um projeto audacioso, que vai abranger dois quarteirões e será executado com recursos da União, por meio de emendas parlamentares", disse ele, que elogiou também o camelódromo. "Vocês conseguiram concentrar os ambulantes em um único lugar. Estou pleiteando para Niterói um mercado de frutas como o daqui".

Presidente da Associação dos Comerciantes e Amigos da Rua João Pessoa e Adjacências (Carjopa), Eduardo Chacur, e o supervisor do Centro, João Waked, disseram que a retirada dos ambulantes da área central foi um pedido feito pelos lojistas e atendido pela prefeita. 


Fonte: O Diário/Show Francisco



‘Pacote de Maldades': Câmara aprova texto-base de MP que muda seguro-desemprego

O texto diz que é preciso comprovar 12 meses de trabalho nos 18 meses anteriores à demissão para acessar o seguro-desemprego pela primeira vez
 Foto: Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o texto-base da medida provisória que endurece as regras para o acesso a benefícios trabalhistas como seguro-desemprego e abono salarial. O texto principal foi aprovado por um placar apertado: 252 votos favoráveis, 227 contrários e uma abstenção. Partidos aliados ao Planalto, entre eles o próprio PT, mostraram resistência ao projeto, mas foram pressionados pelo governo a aprovar a matéria para ajudar no reequilíbrio das contas públicas. O texto precisa ser aprovado pelo Senado até o dia 1º de junho para não perder a validade.

O texto diz que é preciso comprovar 12 meses de trabalho nos 18 meses anteriores à demissão para acessar o seguro-desemprego pela primeira vez. O segundo pedido cai para nove meses e, a partir do terceiro, vai para seis meses, como era na legislação anterior. O Palácio do Planalto tentou elevar a carência para 18 meses, mas o texto foi flexibilizado no Congresso.

A MP 665 também prevê que o abono salarial seja pago na comprovação do vínculo formal de, no mínimo, 90 dias anterior ao do pagamento. Na legislação anterior, o trabalhador só precisava comprovar um mês de trabalho para garantir o benefício. O governo queria aumentar a carência para 180 dias.

O PMDB fez diferença no resultado: na bancada, foram 50 votos a favor e 13 contrários à proposta. Três parlamentares não marcaram presença. No PT, houve apenas um voto contra: o de Weliton Prado (MG). No entanto, outros nove parlamentares não apareceram para votar. Por volta das 22h30, parlamentares da oposição faziam panelaço no plenário.

As duas emendas previstas para serem votadas nesta quarta foram rejeitadas: uma retiraria do projeto todas as alterações que atingem o abono salarial. Outra estendia os benefícios do seguro-desemprego a trabalhadores rurais que tenham sido contratados por tempo determinado – os chamados “safristas”. As duas votações tiveram placar equilibrado. No segundo caso, a diferença foi de apenas cinco votos. As votações de novas emendas, que podem alterar a medida, devem prosseguir nesta quinta-feira.

A medida provisória 665 foi apresentada logo após a reeleição da presidente Dilma Rousseff como parte de um pacote de ajuste fiscal proposto para viabilizar uma economia de até 18 bilhões de reais aos cofres públicos. Ao dificultar a concessão de benefícios trabalhistas, a petista contraria um de seus principais motes durante a campanha: usou, à exaustão, a expressão ‘nem que a vaca tussa’ para negar que mexeria nos direitos trabalhistas. A frase acabou prejudicando a candidatura de Marina Silva (PSB) ao Planalto.
Show Francisco