quarta-feira, 20 de maio de 2015

Um morto e três feridos em acidente

BR-101: Colisão seguida de capotamento, na altura do Pq. Aeroporto, em Guarus

Um acidente envolvendo dois carros de passeio deixou um pedreiro identificado como Isaías Elias Constantino, de 27 anos morto, uma vítima presa às ferragens e um casal ferido na tarde desta terça-feira (19) por volta das 14h30, no km 58 da BR-101, na altura do Parque Aeroporto, em Guarus, Campos.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente envolveu uma Fiat Strada Adventure, de cor prata e uma Parati de cor branca.

Os dois veículos seguiam sentido Travessão-Centro, quando o motorista do Gol fez uma ultrapassagem, bateu em uma poça de água na rodovia o que fez ele perder o controle do carro. Logo após, colidiu na Fiat Strada e capotou. A Parati atravessou a pista contrária e bateu em uma árvore. O veículo só foi parar às margens da BR-101.

Com o impacto da colisão, o carona da Parati, o pedreiro Isaías, foi arremessado para fora do veículo. O motorista identificado apenas como Deisom ficou preso às ferragens.

O casal, que estava na Fiat Strada, sofreu ferimentos leves. Ítalo Pessanha Azevedo que dirigia a Strada mora no Parque São Silvestre e seguia para casa no momento do acidente.

O Corpo de Bombeiros e a concessionária Autopista Fluminense foram acionados e socorreram as vítimas para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

O acidente será registrado na 146ª DP/Guarus.

Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas/Show Francisco



terça-feira, 19 de maio de 2015

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Tempo frio e chuvoso até o próximo final de semana

O tempo deve ficar instável em Campos até quinta ou sexta-feira. Existe também a previsão de chuva isolada, segundo o técnico em meteorologia e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Campos, Carlos Augusto Souto de Alencar. Ele disse que a mudança meteorológica é proveniente de uma frente fria que chegou à Região Sudeste. "Como ela veio carregada de umidade, provoca chuva fraca".

Essa chuva, no entanto, segundo Carlos Augusto, não ajuda a aumentar o nível do Rio Paraíba do Sul, que desde o ano passado vem sofrendo com a cota baixa. "Para a agricultura ela até representa um alívio, mas para o Paraíba não, principalmente porque é preciso chover nas cabeceiras para ele receber água", afirmou.
Ele disse ainda que a chuva que tem caído na cidade está dentro do considerado normal para o período.
"Até abril deveria ter chovido em grande quantidade, mas não choveu. A partir daí, as chuvas ficaram escassas e sem grande importância para o rio Paraíba". O outono termina no dia 21 de junho às 13h38, no horário de Brasília.


O Diário/Show Francisco



MP vistoria instalações da UPH da Saldanha Marinho

Depois do Ministério Público Federal (MPF), foi a vez do Ministério Público Estadual (MPE) inspecionar uma unidade de Saúde em Campos. Na segunda-feira (18), a Unidade Pré-Hospitalar da Saldanha Marinho recebeu uma equipe da Promotoria. Até o fechamento desta edição, possíveis irregularidades não foram informadas. A assessoria da Fundação Municipal de Saúde (FMS) confirmou a inspeção, dizendo que ocorreu de forma tranquila: “A Fundação vai aguardar a divulgação do relatório para se pronunciar, já que durante a operação nada foi adiantado para a FMS”, afirmou em nota.

Segundo informações, a equipe do MP chegou ao antigo PU da Saldanha Marinho no final da manhã, vistoriando as instalações. O objetivo seria para coletar dados para uma reunião que acontecerá com a Procuradoria Geral do Município e secretaria de Saúde sobre a situação da área em Campos. Outras unidades também teriam sido visitadas pela Promotoria Estadual.

Outro — Na última quinta-feira, o Ministério Público do Estado, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Cabo Frio, encaminhou, à Secretaria de Saúde e à Procuradoria Geral do Município, relatório da vistoria realizada no Hospital Otime Cardoso dos Santos, apontando diversas irregularidades. As instituições têm 20 dias para se manifestar sobre o relatório. O COREN e o CREMERJ também foram notificados para que, no prazo de 45 dias, realizem vistoria no local.

Entre as irregularidades no hospital de Cabo Frio, além de problemas com a escala de trabalho dos servidores, também foram constatadas entradas sem portas e sem qualquer controle de acesso; inexistência de equipe responsável pela segurança dos servidores, pacientes e patrimônio municipal; problemas no armazenamento de resíduos hospitalar (lixo extraordinário) e de roupas destinadas à lavanderia; presença de animais (gatos) no pátio do hospital, entre outras.

S.M./Folha da Manha/Show Francisco
Foto: Genilson Pessanha 




Falhas vistas no Restaurante Popular

O deputado estadual Bruno Dauaire (PR) esteve segunda-feira (18) no Restaurante Cidadão de Campos, acompanhado dos vereadores Thiago Virgílio (PTC), Cecília Ribeiro Gomes (PT do B) e Genásio (PSC). Eles almoçaram e, segundo o deputado, várias irregularidades foram encontradas. Entre elas, produto com validade vencida. Bruno, em seu perfil em uma rede social, observou que recebeu a atenção de todos os funcionários, inclusive da única secretaria estadual de Assistência Social — órgão para qual deve ser enviado um relatório — que fica no restaurante em Campos.

Bruno listou entre os problemas a “falta do bebedouro, de água no banheiro e higiene precária, inclusive na limpeza dos pratos e talheres, porque a máquina de lavar louça está sem manutenção”. De acordo com o deputado, a visita ocorreu em virtude de reclamações que chegaram ao seu gabinete e no dos vereadores campistas. “Também ouvimos queixas sobre a qualidade da alimentação e encontramos estoque de pudim em pó com validade vencida”, escreveu o parlamentar nas redes sociais.

A intenção do deputado é enviar um relatório da visita à Secretaria Estadual de Assistência Social. “Temos certeza que o governo estadual estará sensível aos problemas que relataremos, para tomar providências a fim de tornar o projeto de novo bacana como já foi no passado”, concluiu.

A equipe de reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Assistência Social na noite de ontem, por volta das 18h30. Segundo o assessor, devido ao horário, não seria possível enviar as respostas ontem. No entanto, ele se comprometeu em apurar os fatos e enviar explicações nesta terça-feira (19).

Folha da Manha/Show Francisco



Audiência pública discute efeitos da seca e da salinização na região

Entre 2014 e 2015, foi registrado um prejuízo de R$ 273.433.375,00 somente em Campos

De acordo com o relatório das perdas causadas pela seca e pela salinização na agricultura e na pecuária, foi registrado um prejuízo de R$ 273.433.375,00 entre 2014 e 2015 somente no município de Campos. Além disso, o início da safra de cana de açúcar, que geralmente acontece em maio, teve que ser adiado para o mês de julho e com perda mínima de 50% no lucro. Com o objetivo de ampliar as discussões sobre o que os especialistas consideram “a pior crise da história no setor”, o deputado estadual Bruno Dauaire promoveu uma audiência pública da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta segunda-feira (18) na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), em Campos.

Segundo o deputado, foi criada na Alerj a Comissão de Agricultura, Pecuária, Salinização e Seca: Alternativas Viáveis, que visa busca compreender os efeitos na região Norte Fluminense e encontrar soluções para ameniza-los. O meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Lúcio de Souza, afirmou que até o mês de outubro o volume de chuvas previsto é baixo e, portanto, é necessário que os agricultores e pecuaristas se adaptem e convivam com essa realidade. "Estamos passando por uma redefinição de clima e temos que estar preparados para o extremo. É possível que chova em dois dias o que era previsto para chover em um mês, por exemplo. Esse é um problema que nem a região Norte, nem o Estado do Rio e nem o Brasil podem resolver”, declarou.

O secretário municipal de Agricultura, Eduardo Crespo, divulgou os números da seca na agricultura e pecuária, em setores como cana de açúcar, abacaxi, mandioca, abóbora, pecuária de corte, pecuária de leite e pecuária mista. De acordo com os dados coletados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater), de janeiro a outubro de 2014, quando foi feito o primeiro levantamento, o prejuízo era de R$ 128.027.450,00. Este mês, os números foram atualizados: de outubro de 2014 a abril de 2015, as perdas totalizavam 145.405.925,00.

O setor da cana de açúcar foi um dos mais prejudicados pela seca. O presidente da Coagro, Frederico Paes, declarou que a região está passando por uma situação de calamidade pública. De acordo com ele, a cana depende de altas temperaturas e de chuva constante para crescer, sendo o verão a estação mais propícia para o plantio. No entanto, no verão 2014/2015 foi marcado pela falta de chuvas e, por esse motivo, a cana não cresceu. Frederico explicou que, como a cana está “raquítica”, a safra teve que ser adiada, mas ainda há o risco de não haver colheita. “Podemos afirmar que essa será uma safra pequena e pouco rentável, com perda mínima de 50% se comparada a do ano passado. Alguns produtores que dependem exclusivamente da lavoura perderam 100% dos seus investimentos. E infelizmente não há nada que possa ser feito neste momento, temos que contar com a sorte. Esse é, sem dúvidas, o pior momento para a agricultura e para a pecuária de toda a história”, afirmou.

Eduardo Crespo e o secretário estadual de Agricultura, Ronaldo Soares apresentaram as ações da Prefeitura de Campos e do Governo do Estado para diminuir os impactos para os pequenos e médios produtores, como o preparo do solo, a limpeza de bebedouros e canais, o transporte de inumes para alimentação do gado e outras atividades preventivas. O prefeito de São Francisco de Itabapoana, também esteve presente na audiência e destacou que o município já decretou estado de emergência. O gerente operacional da Fenorte, Edson Faes, destacou a necessidades das discussões estarem atreladas às ações. “O sentimento é um só: desespero. Já tomaram muitas ações paliativas, mas o que precisamos agora é de atitudes conclusas”, disse.

A Audiência Pública prosseguiu com depoimentos dos produtores rurais e representantes de órgãos relacionados aos setores da agricultura e da pecuária.


Terceira Via/Show Francisco