sábado, 14 de outubro de 2017

Diguinho é preso por agressão a policial


Ex-jogador do Vasco e do Fluminense, Rodrigo Oliveira de Bittencourt, mais conhecido como Diguinho, de 34 anos, foi preso após agredir um policial militar durante a Oktoberfest de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
De acordo com a Brigada Militar, ele deu um tapa em um policial e precisou ser contido por outros agentes. Diguinho foi levado à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) e liberado após assinar um termo circunstanciado, que é um registro para infrações de menor potencial ofensivo.
Diguinho responderá ao processo em liberdade. O G1 tentou contato com o jogador, mas não teve as ligações atendidas.
Natural de Canoas, Diguinho iniciou sua carreira como profissional no Cruzeiro, de Porto Alegre. Depois passou pela Ulbra, de Canoas, e mais tarde foi transferido para o Mogi Mirim, no interior paulista.
Ele se destacou, no entanto, no futebol carioca. O primeiro clube onde autou no Rio foi o Botafogo, onde permaneceu de 2005 até 2008. No ano seguinte foi transferido para o Fluminense, onde ficou até 2014. O último clube onde passou foi o Vasco, com o qual rescindiu o contrato em maio deste ano.
Outra polêmica do jogador foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2012, junto com o ex-companheiro Emerson Sheik, por contrabando e lavagem de dinheiro na aquisição de uma BMW X6 importada de forma ilegal dos Estados Unidos.
À época, Diguinho se disse vítima de Sheik, de quem comprou o veículo. O ex-jogador afirmou que não tinha conhecimento que o automóvel havia sido importado ilegalmente e exigiu uma indenização do atacante, com quem jogou no Fluminense, na Justiça.
O caso tramita na 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Plantadores de Cana denuncia condições de trabalho ao MP e pode fechar maternidade

Hospital segue Beneficência Portuguesa, que anunciou suspensão de atendimento no setor em novembro
GERAL POR MARCOS CURVELLO


(Foto: Silvana Rust)

Após o Hospital Beneficência Portuguesa de Campos anunciar que pode encerrar o atendimento da maternidade no dia primeiro de novembro, o Hospital Plantadores de Cana (HPC) também pode interromper atendimento a gestantes. A unidade entregou uma declaração relatando falta de recursos e condições de trabalho ao Ministério Público Estadual (MPE) e ao Ministério Público Federal (MPF). O documento não estipula data para a suspensão do serviço, mas deixa em aberto a possibilidade.

De acordo com José Roberto Crespo, presidente do Sindicato dos Médicos de Campos, as dificuldades por que passa o HPC “provavelmente são as mesas das outras unidades da rede contratualizada do município e que prestam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como a diminuição de recursos”.

De acordo com Crespo, as unidades recebem recursos tanto da União quanto do município. As verbas federais têm sido repassadas regularmente, mas as municipais, que representam cerca de 60% do montante de recursos a que os hospitais que atendem pelo SUS têm direito, não foram totalmente honradas no mês passado. De um total de R$ 6 milhões, apenas metade foi paga pela Prefeitura em setembro. A expectativa, agora, é de que as partes envolvidas sentem e negociem para evitar que a população fique desassistida.

“Os hospitais argumentam que a federal não suporta todo o custo de um hospital e eles têm razão. É um problema de longa data, que vem desde a gestão passada. Mas, há que se ter bom senso e tentar achar uma solução conjunta, pois não podemos abrir mão do serviço”, diz Crespo.

Até o momento, a Prefeitura ainda não teria repassado ao HPC a verba de outubro. A unidade atende todos os meses cerca de 50 mil pessoas e realiza 300 partos.

O presidente do Sindicato dos Médicos de Campos afirma que a solução passa por uma mudança na maneira como a Saúde é gerida pelo município.

“A Saúde precisa receber um olhar diferente. Se o município vai comprar serviços de hospitais, tem que direcionar e escolher uma única unidade que seja capaz de prestar atendimento de maneira completa. Não dá para ter diversos hospitais prestando o mesmo serviço. É necessário investir em um único local para oferecer à população uma estrutura enxuta, mas eficiente”, finaliza.

Em nota, a Prefeitura afirmou que “vem mantendo o diálogo com os hospitais contratualizados e os pagamentos foram regulares até o final do mês de julho. Por conta do repasse da Participação Especial dos royalties, referente ao mês de agosto, ter vindo muito abaixo do valor previsto, todas as programações de pagamento foram afetadas e houve a necessidade de reavaliar o cronograma de pagamentos da prefeitura. Durante reunião com os representantes dos hospitais contratualizados, o Município reiterou seu compromisso com as instituições e com a regularização tão logo tenhamos recurso para isso”.

A Prefeitura afirma, ainda, na nota, que “na ocasião foi acordado o pagamento de 50% do valor do mês devido pela prefeitura aos hospitais contratualizados, o que de fato ocorreu no dia 21 de setembro, bem como foi informado que assim que os recursos dos royalties de outubro entrarem na conta do Município, faremos as programações de pagamento e novamente nos reuniremos com os hospitais contratualizados para de maneira transparente, deixá-los ciente de nossas ações. Importante destacar que a situação dos hospitais contratualizados se agravou bastante devido à dívida de mais de 30 milhões de reais deixada pela gestão passada”.

Inscrições para cursos do IFF até o dia 16 de outubro

Fachada do IFF, campus Centro / Rodrigo Silveira

O Instituto Federal Fluminense (IFF) oferece mais de 3 mil vagas para diversos cursos técnicos de nível médio e cursos superiores, para o 1º semestre de 2018. Os interessados devem fazer a inscrição até as 20h do dia 16 de outubro de 2017, no endereço eletrônico www.selecoes.iff.edu.br ou presencialmente no campus ofertante do curso pretendido.
Para realizar a inscrição, o candidato deverá possuir CPF próprio; documento oficial de identificação com foto próprio; e correio eletrônico (e-mail), não sendo possível realizar a inscrição utilizando o CPF e/ou outros documentos oficiais de identificação de terceiros.
Os candidatos devem ler atentamente o edital e não perder o prazo final de pagamento da taxa de inscrição, que deverá ser efetuado até o dia 18 de outubro de 2017, em qualquer agência do Banco do Brasil, dentro do horário de atendimento bancário.
Para os cursos técnicos de nível médio são ofertadas 2.920 vagas para os campi avançados Cambuci, Maricá e São João da Barra e para os campi Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos Centro, Campos Guarus, Itaperuna, Macaé, Quissamã, Santo Antônio de Pádua e para a Unidade de Formação de Cordeiro.
Alguns dos cursos ofertados são: Agropecuária, Construção Naval, Eletromecânica, Meio Ambiente, Alimentos, Hospedagem, Mecânica, Informática, Telecomunicações, Enfermagem, Farmácia, Administração, entre outros, além da nova oferta dos cursos técnicos concomitantes em Edificações e Automação Industrial do campus Pádua.
Podem se candidatar aqueles que tenham concluído o ensino fundamental, ou que estejam concluindo o 9.º ano do ensino fundamental no ano de 2017 (para os cursos integrados ao ensino médio); que tenham concluído o ensino médio, ou que, no momento da matrícula, estejam cursando, no mínimo, o 2º ano do ensino médio ou de curso equivalente (para os cursos concomitantes); que tenham concluído o curso técnico de nível médio ou o ensino médio ou que possuam certificado de conclusão do ensino médio com base nos resultados obtidos no Enem (para os cursos subsequentes), conforme orientações do Edital Nº 179, de 4 de setembro de 2017.
As inscrições para os cursos técnicos de nível médio podem ser feitas aqui. Após realizar a inscrição, é necessário fazer o pagamento da taxa no valor de R$ 25, por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU).
O processo seletivo para os cursos técnicos de nível médio será desenvolvido em etapa única, que compreende prova objetiva de múltipla escolha, a ser aplicada no dia 3 de dezembro de 2017. O resultado final será divulgado no dia 10 de janeiro de 2018.
Já para os cursos superiores de tecnologia, bacharelado e licenciatura, a oferta é de 484 vagas para os campi Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos Centro, Campos Guarus, Itaperuna e Macaé. Entre os cursos ofertados estão: Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Hotelaria, Arquitetura e Urbanismo, Teatro, Matemática, Educação Física, Manutenção Industrial, Engenharia Ambiental, Música e Engenharia Elétrica, além dos novos cursos de Gastronomia do campus Cabo Frio e Engenharia Elétrica do campus Macaé. Podem se candidatar portadores de certificados de conclusão do ensino médio ou de curso equivalente.
As inscrições para o concurso vestibular podem ser feitas aqui, mediante o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 65 por meio da GRU, gerada no momento da inscrição, conforme orientações do Edital Nº 180, de 4 de setembro de 2017.
O concurso vestibular 2018 – 1º semestre será realizado em duas fases: primeira fase no dia 26 de novembro; e segunda fase, no dia 17 de dezembro de 2017.
O candidato que apresentar dúvidas relacionadas às inscrições poderá enviar e-mail para atendimentoaocandidato@iff.edu.br.

Justiça impede INSS de suspender auxílio-doença sem fazer nova perícia

Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou ilegal a alta programada implementada pelo órgão
Foto: Ilustração

O INSS não pode suspender o auxílio-doença do trabalhador que está de licença sem que ele faça uma nova perícia médica para constatar as condições de volta ou não às atividades. Em recente decisão unânime, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou ser ilegal a chamada alta programada implementada pelo instituto. O mecanismo permite que o médico perito do INSS estipule previamente o prazo para o retorno do segurado ao trabalho sem ter que passar por novo exame. Os pagamentos dos benefícios são suspensos, mesmo sem os segurados serem submetidos à nova avaliação médica.

A decisão do STJ reforça uma sentença do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, que determinou que antes de suspender o auxílio-doença, o INSS precisa, obrigatoriamente, fazer nova perícia no segurado antes do prazo estabelecido pelo perito como suficiente para a reabilitação do trabalhador.

Mesmo sendo um caso específico referente a mandado de segurança impetrado em 2006 por um segurado da Bahia e ainda caber recursos do INSS, a decisão pode abrir um precedente para situações semelhantes.

No entanto, o INSS entende que “o médico perito, ao realizar a avaliação do segurado, fixa o período necessário à recuperação da capacidade laboral com base em conhecimentos técnicos médicos”. O instituto assegura que a posição do STJ não altera os procedimentos administrativos do órgão em relação aos demais segurados.

O INSS questionou no recurso do STJ que o acórdão do TRF 1 teria violado o Artigo 78, parágrafo 1º, do Decreto 3.048/99, que estabelece que a autarquia poderá fixar, mediante avaliação pericial ou com base na documentação médica do segurado, o prazo que entender suficiente para a recuperação da capacidade para o trabalho.

OFENSA À LEI

No julgamento do STJ, entretanto, o relator do caso, ministro Sérgio Kukina, votou no sentido de negar provimento ao recurso. Segundo ele, a alta programada constitui ofensa ao Artigo 62 da Lei 8.213/91, que determina que o benefício deve ser mantido até que o segurado seja considerado reabilitado para voltar ao trabalho. E que a constatação do estado de saúde do trabalhador, no entendimento do relator, exige avaliação médica.

“A cessação de benefício previdenciário por incapacidade pressupõe prévia avaliação médica, sendo imprescindível, no caso concreto, que o INSS realize nova perícia, em ordem a que o segurado retorne às atividades habituais apenas quando efetivamente constatada a restauração de sua capacidade laborativa”, afirmou o ministro.

AGU: ações contra maridos

A Advocacia-Geral da União (AGU) vai intensificar a cobrança dos valores gastos com pensão por morte de maridos que mataram as mulheres e os dependentes delas passaram a receber o benefício da Previdência Social. A AGU entrará com novas ações regressivas, com base na Lei Maria da Penha. Até agora, foram ajuizados 14 processos contra os acusados de terem matado as esposas. A expectativa é de o INSS receber de volta cerca de R$ 1,4 milhão dos responsáveis pelos crimes.

Das 14 ações em andamento, nove foram julgadas, sendo que oito tiveram posição posição favorável da Justiça. O Superior Tribunal de Justiça já havia condenado na esfera criminal, em agosto de 2016, um marido que matou a ex-mulher a facadas. Na ocasião, a AGU entrou com a primeira ação regressiva por violência doméstica.

Carla busca duplicação da BR 356


Com a chegada do verão, o trânsito na principal via de acesso ao município de São João da Barra, a BR 356, tem um considerável aumento, o que contribui para engarrafamentos e possível aumento de acidentes. Para dar mais fluidez ao trânsito e aumentar a segurança na rodovia federal, a prefeita Carla Machado (PP) tem buscado os órgãos federais competentes para a realização da obra de duplicação da via. As solicitações ainda não tiveram resposta. Não é de hoje que a duplicação da BR 356, no trecho que liga Campos a São João da Barra, é debatida.
Segundo Carla Machado, há no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em andamento, o estudo de viabilidade econômica e ambiental para a duplicação da BR 356/RJ e, na semana passada, ela foi ao Dnit para solicitar a verificação da possibilidade de contratação de projeto ou anteprojeto para duplicação do trecho que liga Campos a SJB. “O fluxo aumentou muito na BR 356 nos últimos anos em razão do desenvolvimento de São João da Barra e da instalação do Porto. Isso aumenta, também, os riscos de acidente e precisamos ter uma rodovia que ofereça comodidade e segurança aos usuários. A duplicação, portanto, se faz necessária, assim como a implantação do corredor logístico para atender ao Porto e desafogar a BR 356”, destacou a prefeita.
A duplicação da BR 356 voltou a ganhar destaque a partir de 2017. Em julho deste ano, Carla chegou a receber o presidente da Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, Altineu Côrtes, e o vice-presidente da Comissão, Julio Lopes, para discutir o assunto. Na ocasião, Altineu destacou a importância da unidade política e trabalho forte para tirar do papel o projeto de duplicação.
Em setembro de 2015, o então vereador Jonas Gomes chegou a solicitar baseada no aumento de tráfego de veículos e o funcionamento do Porto do Açu. Na ocasião, o Dnit informou que sua prioridade na rodovia era uma obra em curso naquele ano.
Em 2015, o Dnit respondeu que, devido à estiagem deste ano e ao crescente aumento de veículos pesados, ocorreram danos em 19 pontos distintos da na rodovia e que, por isso, foram priorizados serviços emergenciais de recuperação desses pontos. Informou, ainda, que a equipe técnica promoverá estudos necessários para definir a viabilidade técnica, econômica e ambiental da duplicação da BR 356.
Jonas Gomes não foi o único vereador a solicitar a obra na rodovia. Antes dele, em 2013, o pedido partiu do vereador Alex Firme.
Para justificar o pedido ao Dnit, os vereadores argumentaram que é grande volume de veículos na BR 356, sentido Campos e São João da Barra. À época, Jonas deu algumas alternativas, visando principalmente desafogar o trecho com intenso tráfego de veículos de carga, devido ao Porto do Açu.
Na última quarta-feira, em nota, a assessoria de imprensa do Dnit informou que “na autarquia, não há ainda proposta de duplicação (estudos de viabilidade ou projetos) por meios recursos públicos, do segmento em questão”.
Para o chefe da Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Campos, Wheber Boroto, a duplicação da BR 356 irá acabar com o problema de engarrafamentos na pista e aumentará a segurança no trajeto de acesso a São João da Barra.
— É corriqueiro aumentar, no verão, o número de veículos que trafegam na BR 356, que é uma via com algumas curvas sinuosas e trechos estreitos. Então, a duplicação vai trazer mais segurança porque irá contribuir para a diminuição de acidentes — destacou Boroto.
O chefe da PRF chegou a disponibilizar dados estatísticos de acidentes na BR-356 para que a prefeita Carla Machado pudesse mostrar em Brasília a realidade do município e a importância da obra de duplicação da BR-356.
Na última terça-feira foi inaugurada a base de apoio da PRF, na altura da localidade de Cajueiro, à margem da BR 356. Boroto destacou que, quando existe parceria, fica mais fácil alcançar a resolutividade das ações. “A iniciativa da prefeitura em disponibilizar esta unidade de apoio e de atuação de fiscalização tem objetivo de reduzir a quantidade de acidentes e a criminalidade”, disse.

Homem é preso com ecstasy e LSD; maconha dentro de urso de pelúcia

Ocorrências foram registradas em Itaperuna e Bom Jesus
Foto: Divulgação

A Polícia Militar apreendeu ecstasy, LSD e maconha nesta quarta-feira (11) na BR-356, em Itaperuna. De acordo com a polícia, o material estava dentro de um carro de modelo e placa não divulgados, conduzido por um homem de 30 anos. Foi realizada a abordagem e após revista no veículo foram encontrados um comprimido de ecstasy, um ponto de LSD e 19 gramas de maconha.

O motorista foi encaminhado para a 143ª DP da cidade, assim como o material apreendido.

MACONHA DENTRO DE URSO DE PELÚCIA

Uma mulher foi presa com 13 gramas de maconha nesta quinta-feira (12) no Centro de Bom Jesus de Itabapoana. Segundo a PM, a droga estava escondida dentro de um urso de pelúcia na casa da suspeita.

A mulher foi abordada após informações de que estaria comercializando drogas no Centro da cidade. Durante a abordagem, com ela foi encontrada mais uma bucha da droga.

A mulher e o material foram levados para a 144ª DP da cidade, onde foi autuada e liberada.

FOTOS: Chefe do tráfico é preso em casa de luxo na Região dos Lagos

Badinho, preso nesta sexta, é ex-jogador de futebol do Botafogo
Foto: Divulgação


Policiais Civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos – DESARME – prenderam nesta sexta-feira (13/10/17) um dos principais fornecedores de drogas e armas do Comando Vermelho que estava passando o feriado em uma casa de luxo na Região dos Lagos.

Luiz André da Silva Costa, vulgo Badinho, 35 anos, é traficante de drogas da favela do Jacarezinho, e permaneceu escondido no interior da favela desde as grandes operações da Polícia Civil no Jacaré em agosto, que buscavam os assassinos do policial civil da CORE Xingú, uma vez que era um dos principais alvos das operações.

Em uma dessas operações a DESARME apreendeu diversas armas de fogo, granadas e enorme quantidade de drogas no Jacarezinho, ao localizar um bunker do tráfico onde havia armas e drogas avaliadas em cerca de um milhão de reais.

Apontado como homem de confiança das principais lideranças do Comando Vermelho, Fernandinho Beira-Mar e Pezão, por ocasião de sua primeira prisão pela Polícia Civil em 2013, Badinho é ex-jogador de futebol do Botafogo.

Luiz André (Badinho) estava dormindo em uma casa de luxo em Iguabinha quando o imóvel foi cercado por policiais civis que realizaram a sua prisão. Ele está sendo conduzido para a Cidade da Polícia e será autuado na DESARME.

Luiz André possuía mandados de prisão por tráfico de drogas, associação ao tráfico e porte ilegal de arma de uso restrito, obtidos em investigações da Delegacia de Combate às Drogas da Polícia Civil (DCOD) sobre o tráfico de drogas no Jacaré.

Fonte: Ascom

Dois feridos em acidente na orla de Grussaí

 

Mário Sérgio

Duas pessoas ficaram feridas em um acidente entre um Bugre e um Citroen C3, na avenida Atlântica, próximo ao Polo Gastronômico de Grussaí, em São João da Barra. As vítimas foram socorridas e encaminhadas para o Hospital Ferreira Machado (HFM). O caso foi registrado na 145ª delegacia de Polícia.

Atenção juventude hoje tem em Praça João Pessoa em São Francisco de Itabapoana RJ



Fachin rejeita sigilo na delação

ALDIR SALES
O ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido para colocar em sigilo as delações dos ex-executivos da Odebrecht Leandro Azevedo e Benedicto Júnior nos processos envolvendo políticos do Norte Fluminense. Durante a chamada “delação do fim do mundo”, os ex-diretores da empreiteira relataram pagamento de dinheiro ilícito aos ex-governadores Anthony Garotinho (PR), Rosinha Garotinho (PR), além do ex-prefeito de Macaé, Riverton Mussi (PDT), ao seu irmão, Adrian Mussi (PHS), ao atual prefeito da cidade, Dr. Aluízio (PMDB), e ao ex-prefeito de Rio das Ostras, Alcebíades Sabino (PSDB).

Na petição, a defesa dos ex-diretores da empreiteira sustenta que a quebra do sigilo dos depoimentos e vídeos representa ofensa ao acordo de colaboração celebrado com o Ministério Público Federal (MPF). No entanto, Fachin destacou que a publicidade dos depoimentos está garantida na Constituição. “A publicidade dos atos processuais, garantida no artigo 5º, LX, da Constituição Federal, se constitui verdadeiro instrumento democrático de controle da função jurisdicional. (...) Dessa forma, seja para a defesa da intimidade, ou seja em face de interesse social relevante, o sigilo de atos processuais deve ser determinado, e por óbvio, mantido, somente dentro dos limites legais e por período estritamente necessário à preservação de tais interesses, findo o qual, com a superação da situação excepcional justificante, impõe-se o restabelecimento da garantia da publicidade”.

No acordo de delação premiada firmado entre o MPF e os ex-executivos está escrito que “o sigilo estrito das declarações será mantido enquanto necessário à efetividade das investigações em curso, inclusive quanto ao teor do próprio anexo, a juízo do MPF e do Poder Judiciário”. Então, Fachin ainda pondera: “ao contrário do que afirma o agravante, em grande parte de autos em que, após um período de tramitação sigilosa, decidiu-se pela publicidade dos atos processuais, como àqueles inclusive referidos na decisão agravada decididos pelo saudoso ministro Teori Zavascki, não se fez qualquer ressalva a eventuais vídeos existentes”.

Da delação, o ex-executivo Benedicto Júnior relata a doação de R$ 12 milhões via caixa dois para as campanhas entre 2008 e 2014 do próprio Garotinho e da esposa nas duas empreitadas vitoriosas à Prefeitura de Campos. Em troca, Benedicto diz que esperava uma “relação diferenciada” em assuntos relacionados à empresa e afirma que a obteve. No primeiro ano da gestão Rosinha, a empreiteira venceu a licitação para obras do programa habitacional Morar Feliz.

Anteriormente, a revista Veja chegou a divulgar que na delação de Leandro Azevedo foi citado o repasse da empreiteira de R$ 9,5 milhões em doações oficiais e caixa dois a campanhas de Garotinho e Rosinha. À época, Garotinho disse que sempre manteve com os diretores da Odebrecht relação amistosa e que gostaria que o delator Leandro Azevedo informasse o país, o banco e número da conta em que teria depositado dinheiro no nome dele ou de Rosinha.
Todos os citados negam qualquer irregularidade. No caso do casal Garotinho, quando a delação veio à tona, a assessoria dos dois divulgou ambos “jamais receberam qualquer valor não contabilizado da Odebrecht”.














Petições estão nas mãos do MPF
As petições sobre as delações da Odebrecht já estão nas mãos do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, mas ainda não foram distribuídas na Justiça Federal carioca, sendo assim, ainda não há juízes designados para nortearem as ações e julgarem os casos. Isso porque elas ainda estão em fase de recursos no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.
Os processos envolvendo os políticos da região já foram distribuídos aos procuradores do Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal (MPF). No entanto, as investigações ocorrem sob sigilo. No início de abril, as delações foram tornadas públicas pelo ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin. A lista de Fachin tem 108 nomes, dos mais variados partidos. A relação de políticos sem foro privilegiado, por não exercerem no momento função pública, será encaminhada aos tribunais federais dos estados de origem, como é o caso do Rio de Janeiro e dos políticos do Norte Fluminense.
Macaé e Rio das Ostras na mira
Os dois delatores também declararam que fizeram doações irregulares a Riverton Mussi e ao ex-deputado federal Adrian Mussi. À época das doações, segundo os delatores, ambos estavam no PMDB. Leandro relata que os pedidos de doações nas campanhas de 2008, para reeleição de Riverton, e 2010, quando Adrian se elegeu deputado federal, partiram do ex-prefeito. O objetivo era, segundo delatores, manter uma boa relação com o então prefeito macaense, já que a Odebrecht realizava, em sociedade com uma empresa local, uma obra de macrodrenagem.
Outro nome citado é do Alcebíades Sabino. A delação de Leandro Azevedo relata o pagamento de quase R$ 200 mil via caixa dois. Somente em 2006, o repasse seria em torno de R$ 200 mil. Segundo a delação de Leandro, o dinheiro foi entregue, em parcelas programadas, a um assessor em um canteiro de obras na cidade de Rio das Ostras.
Já o ex-diretor regional da Odebrecht, Renato de Medeiros, cita uma doação por caixa dois ao prefeito de Macaé Dr. Aluizio no valor de R$ 500 mil.
Fmanha

FMC comemora 50 anos e presta homenagens a fundadores e ex-alunos


Entre eles Dr. Herbert Sidney Neves representado pelo diretor geral do Sistema Terceira Via Fábio Paes
CAMPOS POR REDAÇÃO

Dr. Herbert Sidney Neves foi representado pelo diretor geral do Sistema Terceira Via, Fábio Paes. (Foto: Silvana Rust)

A Faculdade de Medicina de Campos (FMC) comemorou, nesta sexta-feira (13), seus 50 anos lembrando fundadores e ex-alunos. A cerimônia aconteceu no auditório Jair Araújo Filho da FMC e incluiu um culto ecumênico e coquetel. Entre os homenageados da noite está Herbert Sidney Neves, fundador e presidente do Grupo IMNE. O endocrinologista e empresário foi representado por Fábio Paes, diretor geral do Sistema de Comunicação Terceira Via, empresa que integra o grupo.

O culto ecumênico contou com palavras da médica Ionilda Carvalho, do médico Ebenezer Soares Filho e do padre Muriel da Silva. Em seguida, sentaram-se à mesa o diretor da FMC Edilberto Pellegrini Nahn Jr., o vice-diretor Luiz Clóvis Soares, o presidente da Fundação Benedito Pereira Nunes Márcio Sidney Pessanha, o representante do Conselho Regional de Medicina (CRM) Makhoul Moussallem, a presidente da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC) Wanda Vasconcelos, as representantes Joice Ferreira, do corpo docente, Heloisa Teles Santana, do corpo funcional e Verônica Alice, do diretório Acadêmico, além do deputado federal Chico D’Ângelo.

As primeiras homenagens foram feitas aos fundadores da FMC. Parte delas foi recebida postumamente por parentes e outras, de forma pessoal, como no caso dos médicos Oswaldo Cardoso de Mello e Luiz Mendonça da Silva. Foi lembrado, também, o professor Paes Leme, que lecionou cirurgia entre 1990 a 2015.


(Foto: Silvana Rust)

A presidente da SFMC Wanda Vasconcelos fez um breve relato da fundação da FMC, citando as atas que antecederam a esse grande momento. Mais que um discurso, foi um depoimento que emocionou a todos os presentes no imenso auditório, que estava lotado.

Depois, foi a vez dos ex-alunos. Entre eles, Dr. Herbert Sidney Neves. O endocrinologista formou-se na primeira turma da FMC, criada em 1967. Depois, partiu para pós-graduação na Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland, nos Estados Unidos.
Terceira Via

MP denuncia Davi Loureiro como "prefeito de fato" de São Fidélis



O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de São Fidelis, cumpriu, nesta quarta-feira (11/10), mandado de busca e apreensão na sede da prefeitura municipal, a fim de verificar se o ex-prefeito Davi Loureiro Coelho estaria usurpando a função pública do atual prefeito. Denunciado pelo MPRJ na terça-feira (10/10), Davi Loureiro Coelho está proibido de exercer função pública em São Fidélis em decorrência de condenação por ato de improbidade administrativa.
Além do afastamento de Davi Loureiro Coelho das funções e cargos que ocupa, a denúncia requer a condenação do ex-prefeito pelos crimes de descumprimento de proibição de exercício de função por decisão judicial e exercício ilegal de atividade. Diligências realizadas na prefeitura constataram que Davi Loureiro, além de exercer função pública, atuava como prefeito.

Areia de dunas invade estrada e fecha acesso a Cabo Frio e Arraial


Rodovia interditada por dunas / Divugação/Ronaldo de Oliveira/Arquivo Pessoal

A RJ-140, estrada que liga Cabo Frio a Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio, foi totalmente interditada devido ao excesso de areia das dunas que invadiu a pista desde a madrugada de quinta-feira (12) até a manhã desta sexta. De acordo com o Waze, um aplicativo de trânsito em tempo real, um engarrafamento de 7,2 km foi formado na área das salinas desativadas. O trânsito já funciona em sistema em 'pare e siga', segundo o BPRV.
De acordo com a Prefeitura de Cabo Frio, cerca de 120 mil turistas visitam a cidade durante o feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida. Uma das opções para fugir do trânsito é seguir pela RJ-102, na Estrada do Figueira, que leva até Praia Seca, distrito de Araruama.
Motoristas que passam pela estrada começaram a enfrentar os problemas na RJ-140 nesta segunda (9), quando os ventos fortes começaram a empurrar a areia para o meio da pista. Uma fotografia feita por um drone nesta quinta (12) já mostrava a pista parcialmente interditada pela areia das dunas.
De acordo com a Prefeitura de Cabo Frio, agentes da Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), com o apoio da Guarda Municipal, auxiliam os motoristas em um desvio feito pela Estrada do Aeroporto. A Prefeitura informou ainda que uma ação emergencial, com desobstrução da pista, está sendo realizada na rodovia neste momento e deve ser concluída até o meio da tarde.
Fonte: G1