domingo, 12 de agosto de 2018

Três presos transportando drogas dentro de ônibus

ANA LAURA RIBEIRO
Três pessoas foram presas transportando drogas dentro de um ônibus, nessa sexta-feira (10), na BR 356, em São João da Barra. Quase 10 kg de maconha, em tabletes, foram encontrados atrás de um banco do coletivo, além de R$ 544 em dinheiro. A ação dos militares só foi possível devido a denúncias anônimas informando que os suspeitos estariam levando a droga para Campos em um veículo.

Arquivo
Segundo a polícia, no primeiro momento os agentes localizaram o veículo com as características passadas pelo denunciante, mas nada foi encontrado. Uma nova denúncia foi feita, e indicava que a droga estaria sendo levada de ônibus.
Os homens foram encaminhados à 134ª DP (Centro), onde foram presos e o caso registrado.
Fmanhã

Helicóptero cai com governador do Espírito Santo


PM - Divulgação

Um helicóptero da Polícia Militar com o governador do Espírito Santo caiu, na tarde desta sexta-feira (10), dentro dos limites de Domingos Martins, região Serrana do Espírito Santo. Ele não se machucou, segundo a assessoria de imprensa do governo.
Paulo Hartung seguia para Domingos Martins, onde participaria à noite de um festival de cinema. A assessoria disse que, ao pousar, a aeronave bateu na trave de um campo de futebol e caiu.
O governador está na casa de campo dele, que fica em Arecê, distrito de Domingos Martins.
O funcionário de uma lanchonete que fica dentro da fazenda do Incaper filmou o helicóptero logo após a queda. Aldair Coelho disse que estava na cozinha de casa quando ouviu um forte barulho de hélice quebrando.
Aldair falou que o governador saiu andando de dentro do helicóptero, ao lado de uma mulher.
O acidente aconteceu na fazenda do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), órgão vinculado ao governo do estado.
Fonte: G1

Cármen Lúcia defende fim dos penduricalhos nos salários dos juízes

De saída da Presidência do STF, a ministra pautou a discussão sobre auxílio-moradia para início de setembro.

Ministra do STF Cármen Lúcia (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Prestes a sair da Presidência do Supremo Tribunal Federa (STF), a ministra Cármen Lúcia defendeu o fim dos penduricalhos para os salários do Judiciário. Em entrevista à Ruth de Aquino, do Jornal O Globo, ela informou ter pautado a discussão sobre o auxílio-moradia para o início de setembro. “Benefícios são algo grave e sério, que precisa ser resolvido. Não pode continuar a haver penduricalhos mesmo. É preciso restabelecer a verdade remuneratória”, disse.
“Ou é legal e nós vamos julgar. Ou é ilegal e nós vamos julgar. Os juízes estão recebendo auxílio-moradia com base numa decisão liminar de um ministro, Fux, na gestão anterior à minha. São benefícios indevidos, do ponto de vista da igualdade com outras categorias”, destacou.
A ministra foi voto vencido no aumento dos salários, decidido em reunião administrativa na última quarta-feira (8/8).

“A demanda é legitima pelos salários defasados. Porém, eu fui contra devido ao momento do Brasil. Grave do ponto de vista econômico e fiscal, com uma sociedade que está penando muito pelas condições que estamos vivendo, com mais de 13 milhões de desempregados. Então eu acho que, se o sacrifício é de todo mundo, tem de ser nosso também”, ponderou a ministra, que se disse conciente da “indignação” em relação ao reajuste.
“Acho que eles (brasileiros) ficam todos muito indignados. Porque eles compreendem que, mesmo havendo a defasagem dos juízes, eles não têm o mínimo, que é o emprego”, disse.
Barroso
O ministro do STF Luís Roberto Barroso explicou seu voto a favor do aumento, proferindo na sessão administrativa da Corte, na última quarta. Para ele, a aprovação da proposta de elevação dos salários dos próprios ministros em 16,38%, não foi no sentido “de dar aumento aos juízes”, mas de permitir que a categoria reivindique o aumento no Congresso Nacional.
Ele disse também que o Congresso deve decidir conforme as disponibilidades financeiras do país, “e se não houver disponibilidade, não deve dar”.
“Meu voto foi pensando em que não se deveria impedir uma categoria de reivindicar, mas não foi um voto no sentido de que eu ache que deva dar aumento. Essa é uma discussão que tem de ser feita no Congresso. E o Congresso é que vai decidir se este é o caso, se cabe no Orçamento, e se há recurso”, disse, após participar de evento na capital paulista.
“Uma coisa é você autorizar que alguém vá reivindicar, a outra coisa é você conceder aumento. Meu voto foi: eu acho que os juízes têm o direito de postularem, como tem os policiais, como todas categorias que estão hoje no Congresso postulando aumento. Se o aumento deve ser dado ou não, é uma decisão política a ser tomada pelo Congresso de acordo com a disponibilidade do país, e se não houver disponibilidade, não deve dar”, acrescentou.
A proposta foi aprovada por 7 votos a 4. Atualmente o salário é de R$ 33,7 mil e passará para R$ 39,3 mil por mês, caso seja aprovado no Orçamento da União. Como o subsídio dos ministros é o valor máximo para pagamento de salários no serviço público, o reajuste provocaria efeito cascata nos vencimentos do funcionalismo.
Votaram a favor da proposta os ministros Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, votou contra, assim como os ministros Rosa Weber, Edson Fachin e Celso de Mello. A decisão do Supremo já foi seguida, imediatamente, pelo Ministério Público Federal, que também incluiu o aumento na sua proposta orçamentária.

Fonte: Agencia Brasil


Exército intervém em Guarus

Tanques e Caveirão do Bope chegam a Campos para tentar libertar a área mais violenta da cidade do tráfico de drogas


Homens do Exército atuam em bairros dominados por traficantes (Fotos: Silvana Rust)

Os índices de criminalidade em Campos, sobretudo na área de Guarus, obrigaram as Forças Armadas a interiorizar a Intervenção Federal à qual a Segurança do Estado do Rio de Janeiro está submetida desde 16 de fevereiro de 2018. No último dia 9, há exatos 174 dias após o início da intervenção, autorizada pelo decreto n.º 9.288, foi realizada em Campos a primeira operação conjunta entre Exército e as polícias. Mais de 800 agentes, com direito a tanque blindado, ocuparam as ruas de cinco comunidades do subdistrito. Na área, até o início de agosto, foram registrados 120 homicídios e 154 tentativas de homicídio. As autoridades acreditam que a violência tende a diminuir em Guarus após a operação — o que não ocorreu na Capital —, mas, para quem mora na zona de conflito dominada pela guerra de facções, a presença dos militares é bem-vinda, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido até uma vida normal e pacífica.

No primeiro dia de ocupação federal em bairros de Guarus, um morador identificado apenas pela inicial “A” disse se sentir mais seguro com a presença de militares nas ruas. Morador do Santa Rosa, ele costuma atravessar diariamente área de conflitos, onde é frequente troca de tiros entre traficantes. “Acho que a intervenção ajuda a intimidar os criminosos que vinham agindo à vontade. Conheço gente que vendeu casa e se mudou para fugir da violência. Porém, espero que não ocorra aqui o que há no Rio. Lá, apesar da intervenção, a violência não diminuiu”, opinou.

Já uma moradora da comunidade do Sapo I, identificada pela letra “L” não esconde o medo que sente por conta da violência. Ela contou que muitos têm vontade ir embora, mas sem ter para onde ir, é preciso correr os riscos de conviver com tiros e ameaças por parte de traficantes. “Sou a favor dos militares aqui porque ajudam a combater o crime e a violência. Espero que permaneçam”, disse.

Guarus é subdistrito de Campos e a área mais populosa do município com dezenas de bairros. Nos últimos anos, a escalada da violência só aumentou. O tráfico de drogas e a disputa entre quadrilhas rivais mantêm muitos moradores reféns do crime organizado. Roubos de veículos, assaltos à mão armada nos comércios e nas ruas, além de homicídios fazem parte de uma triste realidade. Nesta, “a lei do silêncio” e o medo constante se repetem diariamente.


Uma das vítimas dessa barbárie, ironicamente, foi um cabo do exército. O jovem Hugo Soares, de apenas 19 anos, que morava em Guarus e era lotado na 2ª Companhia de Infantaria, foi morto com um tiro ao passar pela rua Romualdo Peixoto, no Parque Eldorado. Ele estava de moto e a caminho da casa da noiva quando foi atingido. Hugo chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Ferreira Machado, mas não resistiu. A Polícia não sabe a motivação do crime e chegou a afirmar que o crime pode ter sido passional. Ninguém foi preso. A rua Romualdo Peixoto é considerada pela polícia uma zona de conflito por separar dois bairros dominados por criminosos de facções rivais. A família de Hugo não acredita na hipótese de crime passional. “Nós nascemos e fomos criados ali perto de onde aconteceu o crime. Ele era conhecido ali e não acredito que ele tenha sido morto por fazer parte do Exército ou por crime passional, como afirma a polícia. É uma situação muito delicada, a menos que ele tenha sido confundido com alguém, já que era noite e ele estava de moto e capacete”, concluiu um primo de Hugo que preferiu não se identificar.

A intervenção federal com a participação de soldados do Exército e de todas as polícias em vários bairros de Guarus é bem recebida para muitas pessoas que vivem nos locais e que se queixam da insegurança. Além das áreas ocupadas pelos militares, outros bairros também sofrem com a intimidação de traficantes e assaltantes. No último 12 de junho, o pastor Jocimar Rangel foi abordado por dois assaltantes que levaram seu carro no Parque São Matheus durante o dia, bem próximo à igreja onde é sacerdote. A polícia localizou o veículo depenado dias depois em um desmanche que funcionava em outro bairro de Guarus. “Foi traumatizante”, disse.

No mesmo bairro, uma comerciante que prefere não se identificar, disse que a delinquência no São Matheus só cresce. Ela já foi alvo de ladrões várias vezes. “Antes, a maioria das pessoas do bairro se conhecia. Nos últimos anos, muita gente de fora, estranha e suspeita veio morar aqui. Recentemente, um grupo da cidade de São Gonçalo alugou casas. Todo mundo fica desconfiado, infelizmente”, revela.


Moradores do Parque Lebret e do Santa Helena também se queixam do tráfico de drogas e do clima de ameaça e intimidação. “A gente não tem muito o que fazer, pois há ruas isoladas com barricadas montadas pelos bandidos. Quem é de outro bairro, precisa de permissão para entrar, ou, de estar acompanhado de algum morador. As áreas são territórios onde o tráfico manda. Se a polícia ou as autoridades não fizerem nada, não seremos nós, pessoas de bem e trabalhadores, que conseguiremos impedir esse terror”, contou outro morador que não pode se identificar por temer represálias de traficantes.

Operação em Guarus

Os parques Eldorado I e II, Santa Rosa, Santa Clara e Prazeres, todos em Guarus, foram alvos, no dia 9, da primeira operação da Intervenção Federal em Campos, empregando o chamado Comando Conjunto no interior do Estado. Juntos, os bairros concentram uma população de cerca de 15 mil pessoas e também índices elevados de criminalidade. Pelo menos 800 homens das Forças Armadas e das polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal participaram da operação batizada de “Cruzada”.


No saldo do dia, 30 pessoas foram presas, grande quantidade de maconha e mais de 20 quilos de cocaína (avaliados em R$ 1 milhão) que teriam sido importadas da Colômbia foram apreendidos, além de duas granadas, veículos e duas armas de fogo. Foram realizadas mais de 600 revistas em pessoas e veículos; dez barricadas instaladas pelo tráfico de drogas foram removidas; mais de cem casas que foram invadidas por integrantes do tráfico foram retomadas pelos agentes. Segundo o delegado titular da 146ª Delegacia de Polícia, Luís Maurício Armond, as investigações apontam que os imóveis foram invadidos com uso de violência e ameaça e, em alguns casos, os moradores que não obedeciam às ordens do tráfico foram executados.

De acordo com o porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Carlos Cinelli, o balaNço da megaoperação foi positivo. “Esta operação foi a primeira da intervenção federal no interior do Estado e Campos está recebendo este tratamento mais intensificado agora. Mas foi uma necessidade que identificamos desde o início do processo”, disse.

O comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar de Campos, tenente-coronel Fabiano de Souza, destacou que mesmo antes de deflagrada a megaoperação do dia 9, ações de repressão ao crime organizado já vinham sendo reforçadas na cidade. “Percebemos que já houve uma queda nos números de homicídio em Guarus. Nos últimos 12 dias, por exemplo, foi registrado apenas um. Em relação ao problema da guerra de facções, precisamos seguir com a união das forças de segurança. Isso vai nos ajudar a reduzir os níveis de criminalidade a níveis aceitáveis”, pontuou o tenente-coronel.

Intervenção sob a ótica de especialistas


Para Marcos Pedlowski, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e PhD em planejamento regional, a intervenção federal em comunidades pobres de Campos preocupa, já que os índices de violência na capital aumentaram, apesar da atuação dos militares. “É urgente uma ampla discussão sobre os impactos de médio e longo prazos sobre o emprego de forças militares na segurança pública, e da ausência de esforços de inteligência para minimizar os riscos sobre quem deveria ser protegido. Há o risco real de uma difusão exponencial da violência e não a sua diminuição”, considerou.

O sociólogo Hamilton Garcia considera a operação em Campos como compressão do varejo do crime. “É muito importante do ponto de vista social, pois inibe a iniciativa criminosa no cotidiano – inclusive o recrutamento de jovens e a opressão das populações locais. Porém, há efeitos limitados sobre o crime que opera em nível nacional/internacional sem rival no sistema legal-repressivo vigente; hoje permeável no sistema prisional corrompido e na falta de ética de alguns profissionais do direito”, analisou.

Relatório aponta aumento da violência


A Comissão Popular da Verdade (CPV) divulgou no dia 25 de julho um relatório apontando o aumento da violência nas favelas e periferias depois de decretada a intervenção federal no Rio de Janeiro. O documento compila informações levantadas por aplicativos, como o Fogo Cruzado, e por entidades, como o Observatório da Intervenção.

De fevereiro a junho deste ano, os episódios de tiroteios na região metropolitana chegaram a 4.005, 37% a mais do que os cinco meses anteriores, quando foram registrados pelo aplicativo colaborativo Fogo Cruzado 2.924 eventos, e 60% a mais que no mesmo período de 2017, que teve 2.503 registros. Esses tiroteios deixaram 637 mortos e 526 feridos.

Na Baixada Fluminense, Belford Roxo registrou aumento de 161% nos tiroteios e em Mesquita subiram 168%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já o número de mortos por armas de fogo aumentou 55% em Belford Roxo e 67% em Duque de Caxias, na comparação com os cinco meses anteriores à intervenção.

Foram contabilizados 28 casos de chacina no período da intervenção, com um total de 119 mortos e dez feridos. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), foram 2.358 vítimas de letalidade violenta no estado entre março e junho de 2018, o que representa uma redução de 2% em relação ao período anterior à intervenção e aumento de 5% na comparação com o mesmo período de 2017.

No entanto, o porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Carlos Cinelli, disse que os índices de criminalidade têm caído sistematicamente nos últimos três meses. “Crime contra o patrimônio, por exemplo, como roubo de carga, roubo de pedestres diminuíram. Tivemos uma redução grande no número de latrocínio”, comentou durante sua passagem por Campos.
Terceira Via

sábado, 11 de agosto de 2018

Presos da megaoperação já estão na Cadeia Pública Dalton Crespo de Castro

Blindados do Bope ficarão em Campos até o dia 30 para apoio à PM

Ururau

Os presos foram encaminhados desde quinta-feira à noite para a Cadeia

Todos os 30 presos da megaoperação deflagrada em casas de sete conjuntos habitacionais de Campos, em Guarus, já foram encaminhados para as respectivas unidades carcerárias no município, sendo homens para Cadeia Pública Dalton Crespo de Castro e mulheres para o Presídio Feminino Nilza da Silva Santos. Já os adolescentes apreendidos foram conduzidos para o Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente (Criaad). A informação é do delegado titular da 146ª Delegacia Legal, Luís Maurício Armond, que também disse não haver novas prisões.

“Os presos foram encaminhados desde ontem à noite. Os legistas também fizeram o procedimento (exame de corpo de delito) lá (Cadeia, Presídio e Criaad) para agilizar o processo”, comentou Armond.

Quanto aos veículos blindados que vieram da capital para apoiar na operação, o coronel do exército Carlos Cinelli, informou que os carros pertencentes à corporação já retornaram para o Rio, na manhã desta sexta-feira (10/08).

Já os blindados do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar, ficarão em Campos até o dia 30 de agosto deste ano, para operações da PM no município. Os veículos ficarão na sede do 8° Batalhão de Polícia Militar (BPM).

OPERAÇÃO

A primeira intervenção militar do Estado no interior foi deflagrada nas primeiras horas da manhã de quinta-feira (09/08), na área de Guarus, em Campos. Além dos presos, cerca de 20 kg de cocaína, oriunda da Colômbia; uma vasta quantidade de maconha; várias armas de fogo, sendo 12 revólveres, além de granadas de mão, material para embalar entorpecentes e veículos foram apreendidos.

O balanço foi divulgado assim que houve a desmobilização das tropas, cerca de 800 homens do Exército e das Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal e do Corpo de Bombeiros Militar.

Além das prisões, ocorreram ainda 600 revistas em pessoas e veículos; 100 imóveis recuperados (esbulho possessório); uma moto e um carro foram recuperados e 10 barricadas removidas.

Também foram apreendidos de 20 kg de pasta de cocaína em tabletes e com selo de qualidade de tráfico internacional (Colômbia); uma carabina calibre 12; um revólver calibre 38; duas granadas caseiras; dois carregadores de pistola; munições; seis aparelhos celulares e farto material para embalar entorpecentes.

Durante a megaoperação nenhum confronto e nem efeitos sobre inocentes civis foram registrados. Cerca de 15.000 a 18.000 moradores impactados positivamente por esses indicadores.

A operação ocorreu nos bairros Codin, Eldorado, Novo Eldorado, Parque Aeroporto, Parque Prazeres, Parque Santa Clara e Santa Rosa. As habitações foram invadidas por traficantes de drogas da região, que expulsaram os moradores com o objetivo de implementar, nestas localidades, redutos para depósito de armas e de drogas, ponto de venda de entorpecentes e abrigo dos seus comparsas.

Fonte: Ururau

Homem baleado na cabeça na Avenida Alberto Lamego

A motivação para a tentativa de homicídio é desconhecida pela polícia 

Ururau/Arquivo

Vítima foi levada pelo Corpo de Bombeiros Militar Hospital Ferreira Machado 

Um homem, ainda não identificado, foi baleado na cabeça e em uma das pernas, quando seguia para sua casa, na Avenida Alberto Lamego, no Parque Califórnia, em Campos, na noite da última sexta-feira (10/08).

A princípio, o crime teria sido praticado por dois homens que estavam em uma motocicleta, de modelo, cor e placa não anotados, que passaram e efetuaram vários disparos de arma de fogo na direção da vítima. Após o atentado, os suspeitos fugiram sem serem identificados.

A vítima foi levada pelo Corpo de Bombeiros Militar Hospital Ferreira Machado (HFM). Não há informações sobre seu estado de saúde.

O caso foi registrado na 134ª Delegacia Legal no Centro para investigação. A motivação para a tentativa de homicídio é desconhecida pela polícia.

Fonte: Ururau

Uenf completa 25 anos na próxima quinta-feira

Eventos comemorativos começam a partir de terça-feira

Em 16 de agosto de 1993, era realizada a primeira aula magna da recém criada Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). Os 25 anos da Uenf serão comemorados nesta quinta-feira (16), às 14h, durante Sessão Solene do Conselho Universitário da Uenf (Consuni), no Centro de Convenções. Mas, durante toda a semana, haverá eventos comemorativos.

O primeiro ocorre na terça-feira, 14/08, às 14h30, com a reabertura do Espaço da Ciência da Uenf. O evento contará com visita à exposição e exibição de filmes de divulgação científica produzidos pelo Espaço da Ciência, que foi reformado para acomodar mais 100 animais empalhados doados pelo Museu de Taxidermia de Nova Friburgo. Inaugurado em 1999, o Espaço da Ciência funciona desde 2009 em uma tenda de 300m² no campus da Uenf, tendo recebido, desde sua implantação, mais de 65 mil visitantes. Veja aqui mais informações.

O Centro de Biociências e Biotecnologia da Uenf (CBB) realiza dois eventos comemorativos. Na quinta, 16/08, às 9h, será realizado o evento “Reinauguração e Novos Homenageados: Painel do Mérito Científico do CBB”, no 1º andar do P2. E na sexta-feira, 17/08, ocorrerá o “CBB 25 Anos: Nossos Egressos”, a partir das 8h, no Centro de Convenções. Veja aqui a programação do CBB.

Na quinta, 16/08, às 11h, será aberta a Exposição de Fotografias “A Uenf: uma trajetória histórica-social nos 25 anos, uma memória”, realizada pelo Centro de Memória da Uenf (CEM). As fotos mostram a trajetória social da Uenf desde quando ela foi pensada até os dias atuais e integra o acervo documental do CEM. Na oportunidade também serão lançados três produtos financiados através de um projeto contemplado pela Faperj: um cartão postal, um álbum de figurinhas e um paper toy.

Ainda na quinta, 16/08, às 14h, será realizada a Sessão Solene do Cconsuni, na qual serão feitas várias homenagens. Serão homenageados 51 servidores que estão na Universidade desde o seu início, bem como os sete servidores aposentados entre setembro de 2017 e agosto de 2018, além das seguintes instituições: Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Águas do Paraíba, Associação de Imprensa Campista, Comissão de Educação da Alerj, Faperj e empresa Ferthymar.

Sonho antigo dos campistas que virou realidade

Sonho antigo dos campistas, a Uenf começou a virar realidade a partir de uma grande campanha popular realizada em Campos dos Goytacazes em 1989. A campanha resultou em um abaixo-assinado com mais de 4 mil assinaturas, o qual embasou a emenda constitucional que estabelecia a criação da Uenf.

Inserida no artigo 49 das Disposições Transitórias da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, a criação efetiva da Uenf ocorreu com a Lei 1.740, de 08/11/90, que autorizava o Poder Executivo a criar a Universidade Estadual do Norte Fluminense, com sede em Campos dos Goytacazes. Em 27/02/91, o decreto 16.357 criava a Uenf e aprovava seu Estatuto.

Ao tomar posse como governador do Estado em 1991, Leonel Brizola delegou ao professor Darcy Ribeiro a tarefa de conceber o modelo e coordenar a implantação da UENF. Em 23/12/91, o decreto 17.206 instituiu, junto à Secretaria Extraordinária de Programas Especiais, a Comissão Acadêmica de Implantação. Em 10/12/92, foi aprovada a Lei 2.043/92, de autoria do deputado Fernando Leite, criando a Fundação Estadual do Norte Fluminense, com o objetivo de manter e desenvolver a UENF.

Coube ao arquiteto Oscar Niemeyer elaborar o projeto arquitetônico do campus universitário, que hoje dá o nome ao Centro de Convenções da Uenf. O primeiro vestibular para a Uenf foi realizado em 03/06/93 e a primeira aula, em 16/08/93. Doada em testamento por Finazinha Queiroz para ser a sede de uma futura universidade que viesse a ser instalada em Campos, a Casa de Cultura Villa Maria foi inaugurada em 08/12/93.

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Professora da Cândido Mendes é encontrada morta dentro de casa em Campos


A professora Carla Hetch Domingues, de 39 anos, foi encontrada morta dentro da casa onde morava na manhã desta sexta-feira (10), na Avenida Alberto Lamego, no bairro do Horto, em Campos. Carla era professora do curso de direito da Universidade Cândido Mendes (UCAM).

Ainda não se sabe as causas da morte da professora. O que se sabe é que, nas redes sociais, a professora da instituição não escondeu que atravessava uma fase difícil na vida. Familiares suspeitam de que ela tenha tirado a própria vida, no entanto, só o trabalho da perícia poderá apontar, de fato, a causa da morte.

Em nota, a Universidade lamentou a morte da professora e anunciou que as aulas da faculdade estão suspensas nesta sexta-feira. Nas redes sociais, amigos e parentes se despediram de Carla. “Vai estar sempre no meu coração, para sempre!”, escreveu uma internauta.

O corpo de Carla foi removido para o Instituto Médico Legal de Campos. A família não divulgou hora nem local do enterro da professora. Carla nasceu em Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Veio para Campos estudar direito na UCAM, onde após se formar, se tornou professora e começou a lecionar.

Noticia Urbana/Show Francisco

Carro cai em rio, mata PM e deixa mulher em estado grave

Carro capotou e caiu no Rio Macaé de cabeça para baixo


Veja vídeo ao final das informações - Um acidente na manhã desta sexta-feira (10) por volta das 9h, na Linha Azul, em Macaé, matou o Cabo da Polícia Militar de Macaé, Rogério Ribeiro de Souza, de 35 anos. De acordo com as primeiras informações, ele estava fardado e havia acabado de sair do serviço. No carro também estava uma mulher, que foi socorrida e levada para o Hospital Público de Macaé (HPM). A princípio, seu estado seria gravíssimo.

As vítimas estavam no veículo Hyundai Veloster que teria capotado e em seguida caiu de cabeça para baixo dentro do Rio Macaé.

Cabo R. Ribeiro estava há cinco anos no 32º BPM.
Campos 24 Horas/Show Francisco

Bandidos saem de táxi e roubam carro de motorista do Uber na Curva da Lapa

Polícia conseguiu recuperar o carro, prender os criminosos e apreender um revólver


Um motorista do aplicativo Uber foi alvo de dois bandidos armados na Rua Nelson de Souza de Oliveira, na Curva da Lapa e teve seu carro roubado na noite desta quinta-feira (9). Momentos depois, a Polícia Militar conseguiu recuperar o veículo na BR-101 (Campos-Vitória), em frente a UPA e prender os criminosos. Uma arma também foi apreendida.

A vítima informou que por volta das 23h55 estava no Corsa Classic branco quando se deparou com um acidente entre um táxi Siena e um Gol, na Lapa. Nesse momento observou que dois homens armados saíram do táxi, seguiram em sua direção, abriram a porta do seu carro, ordenou que descesse já o retirando do veículo e fugiram levando o carro, seu celular e sua carteira com R$ 168.

Ele saiu do local a procura de ajuda e pegou carona, sabendo posteriormente que seu carro havia sido recuperado. Imediatamente, seguiu para o local, onde encontrou os policiais com seu veículo e os bandidos presos, sendo eles reconhecidos pela vítima.

A recuperação e a prisão da dupla se deu após informações sobre o roubo, montado o cerco e conseguindo abordar os suspeitos em fuga no veículo roubado, o Corsa. Após revista, dentro do carro foram encontrados um revólver calibre 32 com numeração raspada, três munições deflagradas, dois celulares e a quantia de R$ 53,85.

F.P.M., de 23 anos e L.O.A.C., de 20 anos foram presos e levados para a 146ª DP/Guarus, onde o caso foi registrado.

A polícia não informou que se os dois bandidos tinham assalto algum taxista.
Campos 24 Horas/Show Francisco


Quinta Turma do STF nega recurso e Lula continua preso


Lula / Foto - Diomarcelo Pessanha

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para suspender os efeitos da condenação dele no caso do triplex em Guarujá. Lula está preso desde 7 de abril, em Curitiba, depois de ter sido condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele se diz inocente.
A Quinta Turma negou, por unanimidade, recurso da defesa do ex-presidente contra decisão individual do ministro Félix Fischer, do relator da Lava Jato na Corte, do dia 11 de junho. Votaram para negar o recurso, além do relator, os ministros Jorge Mussi, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik.
A expectativa da defesa, que fez o mesmo pedido ao STJ e ao Supremo Tribunal Federal (STF), é de que ele responda em liberdade enquanto aguarda julgamento de recursos nas instâncias superiores. A defesa do ex-presidente argumenta que há irregularidades no processo e, por isso, pediu aos dois órgãos que suspendam o cumprimento da pena.