segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Maconha e cocaína apreendidas no Sapo I

Suspeitos conseguiram fugir durante a abordagem


Foto: Divulgação


Policiais militares apreenderam drogas nesta segunda-feira (22/10), na Rua 3 do conjunto habitacional popular do Sapo I, no Parque Eldorado, em Campos.

Os suspeitos foram encontrados enquanto a equipe foi verificar informação de homens armados no endereço, mas todos conseguiram fugir. Foram apreendidos no caminho 28 papelotes com cocaína e nova sacolés com maconha.

Fonte: Redação

Parque de exposições da FRC interditado e Fepe deste ano é cancelada

O motivo não é o risco em sua estrutura, mas sim pendências que a FRC garante que serão resolvidas
CAMPOS POR REDAÇÃO

Pendências administrativas da Fundação Rural de Campos (FRC) têm impedido que uma das mais tradicionais instituições de Campos realize eventos em suas dependências. Diante da situação da FRC, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos (CDL), decidiu não realizar a 30a Edição da Feira de Preços Especiais (Fepe), que aconteceria em novembro.

O evento sempre aconteceu no pavilhão coberto do Parque de Exposições. De acordo com o comandante do 5o Grupamento de Bombeiro Militar, Rodrigo Rangel Barcelos, as pendências administrativas da FRC se arrastam desde 2015 e, em 2018, a Expoagro só foi realizada graças a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ). Rodrigo nega que o parque esteja interditado, pois o laudo de interdição só é emitido quando o estabelecimento oferece risco eminente ao público, o que, segundo ele, não é o caso.

“Desde 2015, eles vem tentando se regularizar, mas na última vistoria feita pelo 5o GBM, foram identificadas irregularidades administrativas que impossibilitam a emissão de certificados de aprovação e registro. A FRC só terá autorização para promover eventos abertos ao público depois que todas as exigências forem cumpridas ou, por via judicial”.

Sobre o cancelamento da Fepe, a CDL informou que a direção da FRC está empenhada em resolver as pendências até novembro, quando seria realizada a feira. No entanto, por se tratar de um evento de grande porte, envolvendo cerca de 150 expositores e que exige planejamento com antecedência, a Câmara de Dirigentes Lojistas achou por bem não realizar a Fepe em 2018. Ainda segundo a CDL, escolher outro local poderia comprometer o sucesso das edições anteriores.

A equipe de reportagem não conseguiu contato com Ronaldo Arêas, presidente da FRC.

Expoagro recebe críticas
Parte do público da 59a Exposição Agropecuária e Industrial (Expoagro), realizada de 4 a 8 de julho na FRC, não saiu satisfeita do evento. Alguns frequentadores deixaram suas críticas nas redes sociais da entidade. As reclamações vão de banheiro sujo a desorganização. “Acho que banheiro tem que ser prioridade em qualquer lugar, principalmente em grandes eventos.

Deem atenção a essas e outras melhorias para o próximo ano. Criem uma comissão e enviem essa comissão em outras cidades que fazem eventos como esse para se ter uma ideia de organização, deem um pulo em Barretos, por exemplo. Ficou feio a divulgação de alguns eventos secundários cancelando a apresentação por conta de quebra de contrato”, reclamou uma internauta. “A qualidade da feira é inversamente proporcional ao preço do ingresso cobrado a cada ano. Decepção total. Triste em ver uma feira que era uma das maiores do pais definhando a cada ano”, opinou outro internauta a respeito da última feira.

Para o vereador Cláudio Andrade, a FRC deixou de ser um local de grandes eventos. Ele foi expositor da feira agropecuária e industrial este ano e relatou problemas em seu estande durante o período da festa. Cláudio teve problemas com iluminação. “Mais do que a crise, que muito usam como desculpa para diversas coisa, a FRC precisa de uma gestão profissional e que saiba valorizar o seu maior patrimônio, o campista. Na última exposição, como expositor, puder presenciar um clima de muita inexperiência no trato com aqueles que pagaram para apresentar seus produtos. Hoje, em qualquer estabelecimento, temos que ter gestores compromissados e antenados com as tendências. Um gestor que não sai de sua sala e não se apresenta como agregador está fadado ao ostracismo e leva com ele o empreendimento todo”, comentou o vereador.


Tradição em Exposições Agropecuárias
As exposições agropecuárias em Campos começaram em 1954 com a criação da Associação Rural. Em 1966, a Associação Rural foi transformada em Fundação Rural, quando as exposições passaram a ser realizadas anualmente. O prestígio do evento levou ao parque de exposições figuras importantes, como o presidente da república Emílio Garrastazu Médici na década de 1970. A área total de 200 mil m2 abriga pista de grama e de areia, boates, salões, restaurantes, local de leilões, pavilhão coberto com espaço de 6 mil m2 para realização de feiras e eventos como casamentos, formaturas, eventos empresariais.

O local ainda conta com 245 baias de alvenaria cobertas para equinos, 244 argolas para bovinos divididas entre pavilhões de alvenaria cobertos, pavilhão misto para animais de pequeno porte com 26 baias, estrutura com 4 mil m2 para exposição e leilão de ovinos e caprinos, com capacidade para 120 mesas; dois picadeiros para provas de desfiles de animais, complexo administrativo com 1000 m2, incluindo auditório com 100 lugares; ruas urbanizadas, com asfalto, meio fio, calçadas, galeria de águas pluviais, sanitários fixos; entre outras dependências.
Terceira Via

A política que afeta as amizades

Período eleitoral faz com que simples manifestações nas redes sociais gerem desavenças entre amigos e familiares
ELEIÇÕES POR REDAÇÃO

Era para ser apenas mais uma postagem em uma rede social, como tantas outras que o advogado Amaro vinha fazendo desde o início da campanha eleitoral. A discussão que se seguiu terminou com um amigo de quase 20 anos bloqueado. O professor Diego evita comentar política. É o único da família a ter optado por um candidato diferente e já foi inquirido pelo próprio pai a respeito da escolha e do silêncio. Agora, prefere passar os fins de semana na casa da namorada. Pastor de uma denominação tradicional, Emanuel se manifestou em seu perfil pessoal condenando a violência que vem caracterizando parte das militâncias neste pleito. As divergências entre seus seguidores se tornaram tão agressivas que preferiu deletar o texto. Os nomes são todos fictícios, mas as histórias, reais e cada vez mais comuns. Relatos que confirmam um fenômeno cada vez mais evidente: a radicalização do debate político vem afetando a dinâmica das relações interpessoais.

Amaro conta que tem seguidores de diferentes correntes políticas em suas redes sociais e que está acostumado às discussões que suas posições ocasionalmente geram. “Apesar das discordâncias, sempre debati ideias, sem ataques pessoais, que não colaboram com o debate”, conta, relembrando a discussão que terminou com o amigo na lista de contatos bloqueados. “Fiz uma postagem logo após o fim do primeiro turno e um amigo de duas décadas veio me ofender. Não satisfeito, citou meu filho, que é uma criança, com intuito realmente de me agredir. Depois, ele me procurou. Pediu desculpas, disse que preza nossa amizade, que não deveria ter me atacado e nem envolvido meu filho. Me surpreendi com a agressividade e na defesa de um político que nem ao menos o conhece”, confessa.

Para Diego, os desentendimentos dentro da própria casa levaram a um distanciamento de familiares próximos, incluindo o pai, a mãe e o irmão. “Meu posicionamento político tem sido claro há algum tempo. Achava que minha família seria capaz de lidar com a diferença e até que ganharia alguma adesão. Mas, após as primeiras discussões, mais civilizadas, fui percebendo uma radicalização do discurso e comecei a me afastar”.

Como resultado, o professor tem evitado estar em casa tanto quanto possível. “Me sinto melhor estando no trabalho, na rua ou na casa de outra pessoa. Quando não tem jeito, fico no meu quarto e só saio se precisar”, revela Diego, que também diminuiu sua presença em redes sociais. “Praticamente não acesso mais nenhuma delas e o que posso remover de conteúdo que faça referência a mim, estou removendo”.

E é nas redes sociais que o pastor Emanuel e lideranças de sua igreja vêm enfrentando desafios no trato de convicções opostas em um momento em que “a discussão política vem se dando no campo das paixões e não da razão, como já víamos no futebol e na própria religião, por exemplo”. “Esse comportamento levou a um enfrentamento violento justamente em uma postagem condenando a violência. Percebendo que minha manifestação abriu espaço justamente para aquilo que queria combater, decidi apagá-la”, recorda.

Depois, Emanuel acabou decidindo deletar o próprio perfil por entender que as redes sociais “não são, há muito tempo, um fórum de discussões, mas uma bolha de autovalidação”. A decisão, garante, foi pessoal e outros pastores continuam tendo que lidar com as diferenças online. “Alguns são mais ativos que outros nas redes, mas todos operam dentro de um acordo de bom senso. Não entramos nesta espiral de destruição que se criou”, diz, completando: “temos visto gente de diferentes correntes ideológicas se atacando mutuamente. É feio e triste o momento em que vivemos”.


Efeitos
A cientista política Flávia Mendes compara esse clima de hostilidade, que põem em cheque relações até então entendidas como sólidas, a uma “espécie de guerra”, em que o discurso agressivo colabora para a polarização da sociedade. “Nossa democracia é recente e frágil, não temos instituições democráticas sólidas, há desconfiança da população em todo processo político democrático, com o agravante desse discurso de eliminação de grupos divergentes e, dos indiví-duos considerados inimigos, tudo isso, contribui para que o debate nas eleições deixem de ser a partir de ideias, para se tornar uma espécie de guerra, em que o diferente tem que ser eliminado”,
analisa.

As redes sociais e os aplicativos de mensagem são os principais vetores destes conflitos. Casos de gente que deixou ou foi expulsa de grupos familiares em aplicativos de mensagens instantâneas ou estão deixando de seguir e bloqueando amigos e parentes nas redes sociais são cada vez mais frequentes. Mas o antagonismo não fica apenas na internet. Há relatos de almoços de domingo terminando em bate-boca e pessoas policiando o que dizem para não ter problemas com o empregador ou com o colega de trabalho.

Essa sensação de confronto permanente, porém, pode afetar a saúde física e emocional de quem se vê frequentemente em atrito com pessoas próximas. Diego, por exemplo, afirma que seu estado de isolamento o levou a desenvolver um quadro depressivo. “Além de me ver na situação de evitar minha família para não escutar todo tipo de absurdo, eles esperam que eu finja que está tudo bem”, relata.

O principal resultado percebido pelo professor foi um agravamento de uma insônia pré-existente. “Já tinha dificuldade para dormir antes, mas agora tem dia que simplesmente não consigo dormir”.

De acordo com a psicóloga Nílvia Coutinho, a depressão a insônia são apenas alguns dos problemas que podem ser ocasionados pelo estresse constante. “Este estado de alerta contínuo eleva o cortisol do sangue e pode adoecer o indivíduo. Além da depressão, ele pode sofrer crises de ansiedade e de pânico, gastrite, queda de cabelo, perda de libido, problemas na pele, sofrer um acidente vascular cerebral e até desenvolver câncer”, enumera.

Os efeitos deste “nós contra eles” atingir, também, a capacidade o desempenho no trabalho, aponta a psicóloga. “A pessoa adoecida emocionalmente, tem queda de produção e capacidade de decidir comprometida. Pode se tornar relapsa e comprometer todo o ambiente de trabalho”.

Soluções
Do ponto de vista da psicologia, a solução, aponta Nílvia, passa por uma “desaceleração” e de uma reavaliação do que é realmente importante. “A palavra de ordem tem que ser desacelerar. Não se deixar levar por essas paixões e pensar quais relações são significativas. Agir da forma mais responsável e ética com os outros, enquanto se busca coisas que o permitam se reconectar a si próprio, cuidar de si. Nada vale a nossa sanidade e a nossa saúde”, pondera.

Já do ponto de vista da política, o remédio, diz a cientista política Flávia Mendes, está na própria democracia. “Há uma rejeição da importância de agir coletivamente e da importância das instituições. Então há o risco da negação da política, do anti-humanismo. O que é muito contraditório, porque democracia é a construção de um projeto político coletivo. Então, desconstruir esse pensamento é algo que passa pelo debate, pelo fortalecimento da democracia via instituições, movimentos sociais, cultura e educação”.
Terceira Via

Adolescentes furtam bicicletas dos Correios, mas são apreendidos em Campos

Três veículos foram recuperados pelos policiais


Foto: Divulgação

Dois adolescentes foram apreendidos com bicicletas dos Correios neste domingo (21/10), na Rua Nossa Senhora da Conceição, no Centro de Campos.

De acordo com a Polícia Militar, uma equipe fazia patrulhamento quando viu quatro suspeitos cada um em uma bicicleta. R.F.S., 17 anos, e CE.B.N.M., 14, foram alcançados e os outros fugiram. Um ainda abandonou o veículo e correu.

Os policiais conseguiram recuperar três bicicletas. Os menores foram levados para a 134ª Delegacia Legal, onde a ocorrência foi registrada.

Fonte: Redação

domingo, 21 de outubro de 2018

Mulher morre em grave acidente na RJ-158

A tragédia aconteceu no trecho que liga os municípios de Itaocara e Cambuci


Foto: SF Notícias

Uma mulher morreu em um grave acidente na manhã deste domingo (21) em Itaocara, no Noroeste Fluminense. De acordo com o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, ela estava em um carro quando perdeu o controle da direção do veículo e capotou na RJ-158, na altura do KM 82.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram até o local, mas Gilzia Félix não resistiu aos ferimentos e morreu no local. As causas do acidente não foram divulgadas.

O corpo da mulher foi encaminhado para o Instituto Médico Legal.

Fonte: Redação

IMTT encerra audiências sobre projeto do novo sistema de transporte

Durante duas semanas comunidades conheceram projeto do novo sistema vai unir ônibus, vans e micro-ônibus para que os usuários tenham um transporte eficiente e barato.


Foto: Jean Barreto

O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) encerrou neste sábado (20) a série de audiências públicas nos distritos e localidades mais afastadas da área central, para apresentar o projeto do novo sistema integrado para o transporte coletivo que elaborou. As últimas três de nove audiências, iniciadas no dia 9 deste mês, foram realizadas na localidade de Conceição do Imbé, que fica no distrito de Morangaba; no distrito de Tocos e no também distrito de Travessão.

O presidente do IMTT, Felipe Quintanilha, falou aos moradores da região serrana de Campos, na Escola Municipal de Conceição do Imbé, que o novo sistema vai unir ônibus, vans e micro-ônibus para que os usuários tenham um transporte eficiente e barato, considerando os princípios da economia e eficiência. "Os ônibus continuarão circulando na área central pelo sistema tronco alimentador. Os distritos serão atendidos por vans e micro-ônibus, que levarão os passageiros até as linhas alimentadoras", explicou Quintanilha.

O presidente do IMTT ressaltou que a interligação será feita nos seis terminais de integração onde o passageiro poderá embarcar e desembarcar com uma única passagem em um determinado período de tempo. "Além disso, os ônibus continuarão fazendo a integração direta dos distritos aos bairros para atendimento à população", completou Quintanilha.

O presidente da Associação de Produtores Rurais de Aleluia, Batatal e Cambucá, Paulo Honorato, elogiou a iniciativa da Prefeitura. "Temos enfrentado problema com transporte há três anos, mas o governo de Rafael Diniz tem mostrado disposição em nos receber para dialogar. Por isso, acreditamos em uma solução", afirmou.

Em Tocos, o IMTT explicou que a adaptação será feita, aos poucos, com a observação do sistema, até que o atendimento possa ser feito apenas pelas vans. Em Travessão, também, foi explicado que a mudança não se dará de imediato, sendo feita uma espécie de transição para que o sistema de bilhetagem revele, aos poucos, os ajustes que deverão ser feitos no sistema. Com isso, a proposta é promover, gradativamente, a retirada dos ônibus nos distritos, onde circularão apenas as vans.

Fonte: Secom

Expectativa pelo 13º para aquecer vendas


Divulgação

O pagamento do 13º salário vai injetar R$ 211,2 bilhões na economia brasileira até dezembro. O valor representa cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, beneficiando cerca de 84,5 milhões de trabalhadores do mercado formal, inclusive aposentados, pensionistas e empregados domésticos. Em Campos a expectativa da Câmara de Dirigentes Lojista (CDL), é de uma injeção de em média R$ 120 milhões.
As estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam um rendimento adicional de R$ 2.320, com fonte na relação anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.
Os trabalhadores do mercado formal representam 48,7 milhões, ou 57,6% do total beneficiados pelo pagamento do 13º salário. Os empregados domésticos são 1,8 milhão, ou 2,2% do total. Os aposentados e pensionistas representam 34,8 milhões, ou 41,2% do total. Dos R$ 211,2 bilhões pagos, os empregados do mercado formal ficarão com 66%, ou R$ 139,4 bilhões. Os aposentados e pensionistas receberão R$ 71,8 bilhões, ou 34%.
Para o diretor da CDL, Nilton Miranda a expectativa é de uma injeção de recursos financeiros aguardada por todos os lojistas.
— A esperança de dias melhores é muito grande. O poder aquisitivo dos consumidores é pequeno, mas no Natal todos conseguem uma maneira de presentear os parentes e alguns amigos, nem que seja com uma lembrança mais simples. Acreditamos em um crescimento de até 10% nas vendas em relação ao mesmo período de 2017 — informou ele.
Essa também é a opinião do presidente da Associação Comercial e Industrial de Campos (Acic), Leonardo Castro de Abreu, que aguarda com grande expectativa a liberação do 13º salário.
— A nossa região, que sofreu e ainda sofre os reflexos da diminuição dos royalties e da má gestão dos recursos, continua na esperança. Como já é percebido, com o aumento dos royalties e a possibilidade de a Prefeitura liberar o 13° salário sem atraso, com certeza teremos um final de ano melhor do que os últimos — explicou o presidente.

Na região, maioria dos prefeitos está com Paes

O apoio dos prefeitos sempre foi fator importante para eleição dos governadores. Este ano, porém, embora tenha apoio da maioria dos prefeitos, Eduardo Paes (DEM) não chegou em primeiro lugar ao segundo turno e, de acordo com as pesquisas de intenções de votos, ainda não conseguiu aproximar-se do adversário Wilson Witzel (PSC). Ainda assim, a maioria das lideranças municipais continua apoiando Paes e apostando nesta reta final para suprir a aparente desvantagem.

Segunda-feira, por exemplo, Eduardo Paes reúne-se com prefeitos do Norte e Noroeste Fluminense. Um deles é o prefeito de Cardoso Moreira, Gilson Siqueira (PP).
— Vou até o fim com Eduardo Paes, pela experiência que ele tem, a proximidade que sempre teve conosco. Poderemos procura-lo a qualquer momento para fazermos nossas reivindicações. Sempre foi amigo, parceiro, mesmo quando era prefeito do Rio. Nunca discriminou os que eram do interior — afirmou Gilson.
Também está apoiando Eduardo Paes a prefeita de Quissamã, Fátima Pacheco (PTN), município, aliás, em que ele venceu o adversário no primeiro turno: “Acreditamos que vamos repetir e ampliar a votação. Isso requer mais dedicação e conversa com o eleitor nesta reta final. Na próxima terça feira faremos ao lado de nossa base política um grande ato a favor de Paes com a presença do deputado Rodrigo Maia”, disse. Também está com Paes, Cláudio Linhares (MDB), de Conceição de Macabu, Rafael Diniz (PPS), de Campos, e Carla Machado (PP), de São João da Barra: “Essa eleição demonstrou a revolta dos eleitores com a corrupção e com os políticos no geral. Só que não dá para votar em um candidato por revolta, onda ou voto útil. Devemos escolher o que têm mais condição de melhorar a vida do fluminense. Fico com a experiência administrativa do Eduardo Paes para tirar o nosso Estado dessa situação falimentar. Culpá-lo por erros de outros não é o caminho”.
Em São Fidélis, o prefeito Amarildo, que apoiava Garotinho — que teve a candidatura barrada — não respondeu os telefonemas, assim como a prefeita de São Francisco, Francimara Lemos, através da assessoria. Não foi possível contato com Macaé e Carapebus, mas no primeiro turno a prefeita Christiane Cordeiro (PP) apoiou Paes.


Fmanhã

TRE apreende propaganda eleitoral irregular no Sindipetro Macaé


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Uma denúncia levou fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) a apreender uma grande quantidade de jornal impresso que caracterizaria propaganda eleitoral em favor do candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, na sede do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindpetro), em Macaé, na tarde deste sábado (20). A notícia de propaganda irregular contra o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, foi encaminhada para a 109ª Zona Eleitoral do município.

Segundo relatório da fiscalização do TRE-RJ, as matérias e notícias contidas no impresso demonstram "verdadeiro abuso dos meios de comunicação social e a uso de poder econômico", já que o material foi "confeccionado com recursos que não transitaram na conta da campanha" do candidato petista, além de estar armazenado em local de uso comum exposto a visitante do sindicato.
Em nota publicada esta madrugada no portal, o Sindipetro questionou ação "truculenta do TRE":

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Fiscais do TRE estiveram hoje na sede do Sindipetronf em Macaé em dia e horário em que não há expediente. O funcionário que recebeu os fiscais alegou que os mesmos tentaram pular a grade externa e ameaçaram, inclusive, atirar no local.

Após a chegada de um dos diretores da entidade, que franqueou o acesso irrestrito e amplo aos fiscais, os mesmos decidiram apreender exemplares do Jornal Brasil de Fato e do Boletim Nascente (periódico semanal do sindicato) que são materiais de trabalho da entidade que são distribuídos há mais de 20 anos.

Alegando propaganda eleitoral irregular, os fiscais apreenderam jornal com análise dos programas eleitorais das chapas que concorrem ao segundo turno e boletim composicional da entidade que sempre foram expressos em toda a história de nosso sindicato. Não havia cunho algum eleitoral e apenas questões de opinião. Vale registrar, ainda, que os jornais aprendidos não são fake news, muito pelo contrário, todas as matérias são assinadas e a circulação segue padrões rigorosos do jornalismo.

A diretoria do Sindipetronf, diante dessas atitudes arbitrárias da justiça eleitoral de Macaé, vêm a público manifestar seu repúdio diante da ocorrência.

A categoria petroleira sempre foi favorável à mídia independente e alternativa, não à toa, é item recorrente de debates entre a categoria como deveríamos contrapor a mídia tradicional que bateu na Petrobrás por anos sem se preocupar com a imagem da empresa.

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Portanto, para esse sindicato, não há nenhuma irregularidade na prática que vem sendo realizada pela entidade, que tem compromisso estatutários com seus representados e com a população das cidades onde atua.

A diretoria do SindipetroNF estará a postos para todo e qualquer esclarecimento que for necessário. O Sindicato preparará, a partir de amanhã, a resposta que provará que o sindicato foi vítima do período truculento que o país vive, demonstrado pelo desrespeito do TRE.
Fmanhã

Academia Campista de Letras com novos membros

PAULA VIGNERON

A Academia Campista de Letras (ACL) receberá, nesta segunda-feira (22), quatro novos membros para a composição do quadro de acadêmicos efetivos. Os poetas Aluysio Abreu Barbosa, Ronaldo Henrique Barbosa Júnior e Roberto Pinheiro Acruche e o escritor Elias Rocha Gonçalves ocuparão, respectivamente, as cadeiras 31, 7, 24 e 17. A cerimônia de posse acontecerá às 19h, na sede da ACL, localizada na praça Nilo Peçanha, Jardim São Benedito. A entrada é franca.
Diretor da Folha da Manhã, o jornalista e poeta Aluysio Abreu Barbosa, de 46 anos, se recordou dos primeiros contatos com a poesia aos 14 anos de idade. Para ele, a leitura de “Navio Negreiro”, de Castro Alves, indicada pelo pai, o também jornalista Aluysio Cardoso Barbosa, foi um encontro. “Lembro que pensei: é isso que quero fazer da vida. Depois, vieram vários autores”, complementou.
Nos anos 90, Aluysio começou a participar de festivais de poesia. Ele foi vencedor das edições de 1992 e 2007 do FestCampos de Poesia Falada. Em 2008, ganhou o 11º Concurso Nacional de Poesia Francisco Igreja, promovido no auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Para ele, a expectativa de assumir a cadeira está relacionada à capacidade para representar uma geração que tem como alguns de seus representantes o poeta Adriano Moura e a literata Analice Martins:
— E que honre aos que vieram e deixe aos que virão os versos de Walt Whitman: “Poetas de amanhã: arautos, músicos,/ cantores de amanhã!/ Não é dia de eu me justificar/ E dizer ao que vim;/ Mas vocês, de uma nova geração,/ Atlética, telúrica, nativa,/ Maior que qualquer outra conhecida antes/ — levantem-se: pois têm de me justificar!”.
Mais novo entre os membros, o poeta Ronaldo Júnior, de 22 anos, é estudante de Direito. O jovem escritor deu os primeiros passos literários quando ainda cursava o ensino médio, aos 15 anos, no campus Centro do Instituto Federal Fluminense (IFF). Conforme afirma o campista, “a inquietação para a escrita não tardou”. “Fui influenciado a ler poesia pela dedicação de uma professora de português. O primeiro autor que li foi Vinicius de Moraes, mas também absorvi muito do Leminski, do Gullar, do Bandeira, do Manuel de Barros e de outros muitos”, declarou.





Em 2016, Ronaldo publicou o livro “O verso sou eu — Antologia de sentimentos”. Membro da Academia Pedralva de Letras e Artes (APLA), o poeta acredita que as instituições culturais são agentes fundamentais na construção e preservação dos símbolos que formam a identidade da região: “Creio na transformação dos seres humanos por meio da arte e da liberdade, no que espero poder colaborar como acadêmico da Academia Campista de Letras, ciente da função social da instituição”.
Aos 60 anos, Elias Rocha Gonçalves se lembra dos primeiros passos profissionais, ainda distantes das letras e artes. Ex-padeiro, o professor e escritor também compõe o quadro dos acadêmicos da APLA. “É uma honraria para um ex-padeiro, filho de uma família humilde, chegar a uma academia das letras. Espero ser um soldado das letras e levar meu ânimo e minha força para que a academia tenha mais sucesso”.
O primeiro livro publicado pelo escritor foi “Passo a passo de monografias”, em 2007, e tem mais de 100 mil exemplares vendidos. Em 2010, foi publicada “A pedagogia do encantamento”, vendida no Brasil e em 28 países de língua espanhola. Entre 2013 e 2015, Elias cursou o pós-doutorado em Portugal. Das pesquisas, nasceu “Políticas públicas da educação especial Brasil/Portugal”, fruto de um trabalho conjunto com Regina Célia, Bianca Siqueira Gonçalves, Virgínia Gonçalves e Elias Gonçalves Júnior, esposa e filhos, que também são professores e pesquisadores. “Então, dá para perceber que é uma família que fala de educação e cultura o dia inteiro”, brincou. Este e outro livro de Elias, “A reforma do Ensino Médio (conto, fábula ou mito?)”, serão lançados na 10ª Bienal do Livro de Campos.
Nesta nova etapa, o professor afirmou que espera contribuir, com todo o seu empenho, garra e conhecimento, para a ACL. “Enxergo a academia como um marco regulatório da cultura campista. Não é à toa que chega a essa quantidade de anos fazendo cultura e educação, em uma época tão difícil. É sinal de serviços prestados que ACL tem. É um orgulho para todos nós.”
“A posse, evidentemente, é um momento de expectativa. A gente já vai segurando um pouco as emoções. A Academia Campista de Letras sempre um marco na história, na cultura de Campos”, declarou o poeta Roberto Pinheiro Acruche. Aos 74 anos de idade e nascido em São Francisco de Itabapoana, Acruche é autor de três livros: “Apontamentos para a história de São Francisco de Itabapoana”, “A minha terra também faz parte da história do Brasil” e “O mangue da moça bonita”, este baseado em uma lenda do município e escrito em trovas. Ele também é criador da revista eletrônica “Trovas e Poemas”. Atualmente, o poeta prepara os detalhes finais para a publicação da obra “A igrejinha abandonada”.
A carreira em academias começou com sua entrada na Pedralva. Amigos o incentivaram a fazer parte do quadro efetivo. Após aceitar, a atuação na vida cultural de Campos e cidades da região aumentou, com a participação em cafés literários, concursos e palestras em escolas, visando despertar em meninos e meninas o prazer pela literatura. Agora, Acruche aguarda o novo desafio:
— Com carinho, amor e vontade de participar da história de Campos com aqueles amigos, vamos lá! Esperar que tudo dê certo. Sou idoso, mas não sou velho. Tenho a cabeça de 25 anos e o corpo de 74. Espero viver mais alguns anos, agora inspirado pelos meus amigos da Academia Campista de Letras.
Fmanhã

Dia Nacional de Combate à Sífilis terá ações educativas no Mercado

Doença é transmitida por via sexual, mas também de mãe para filho, na gravidez e voltou a ser uma epidemia no país
CAMPOS POR ASCOM

O Programa DST Aids e Hepatites Virais da secretaria municipal de Saúde (SMS) está preparando um cronograma especial para o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, lembrado em todo o país no próximo dia 21. Em Campos será realizado o Dia D de Conscientização no próximo dia 25.

— Vamos realizar atividades educativas e panfletagem no Mercado Municipal, com referência de testagem para sífilis e aconselhamentos com profissionais nas 72 unidades de saúde do município. As ações vão acontecer das 8h às 17h – explicou a coordenadora do DST Aids, Paula Alvarenga.

As ações terão parceria com o programa de Atenção à Saúde do Trabalhador (Past) e com o Departamento de Enfermagem da SMS e Diretoria de Atenção Básica. A sífilis é transmitida pela bactéria treponema pallidum, principalmente por via sexual, mas também de mãe para filho, durante a gravidez e voltou a ser uma epidemia no país.

O programa DST/AIDS e Hepatites Virais está localizado a Rua Conselheiro Otaviano, 241. As consultas são realizadas por assistentes sociais, enfermeiros, farmacêuticos, médicos e psicólogos, além do acompanhamento realizado por técnicos de enfermagem e pela equipe administrativa. O ambulatório oferece atendimento infecto adulto, pediátrico e a gestantes de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Fonte: SupCom

Final de semana foi de chuva forte que alagou ruas em Itaperuna, no RJ


Choveu forte na tarde desta quinta-feira (18) em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, e ruas ficaram alagadas.

Segundo a Defesa Civil, o temporal durou aproximadamente uma hora e a quantidade de chuva ainda não foi medida.


Ainda de acordo com o órgão, o bairro Cidade Nova foi a área mais atingida da cidade.


A Defesa Civil informou também que há previsão de mais chuva para quinta e sexta-feira (19).


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso de chuva intensa para várias cidades do Norte e Noroeste do Rio nesta quinta.


Segundo o órgão, há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e de alagamentos.


O aviso é válido para cidades de Campos dos Goytacazes, Carapebus, Conceição de Macabu, Itaocara, Macaé, Quissamã e São Francisco de Itabapoana.

Fonte: G1

Motoboy fica ferido em acidente na Avenida 28 de Março

O Motoboy colidiu contra um carro no cruzamento das avenidas 28 de Março com Beira Valão


Foto: NF Notícias

Um grave acidente envolvendo um carro e uma moto deixou um motoboy ferido na tarde deste sábado (20), no cruzamento das avenidas 28 de Março com a José Alves de Azevedo, conhecida como Beira Valão. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima teve fratura em uma dar pernas, foi socorrido e encaminhado para o Hospital Ferreira Machado.

O estado de saúde do Motoboy ainda não foi divulgado. O condutor do carro não ficou ferido. O acidente de trânsito será investigado pela Delegacia do Centro.
Redação

Relógios em todo Brasil se adiantaram para horário de verão, que só começa em novembro

À meia-noite deste domingo, vários aparelhos pularam automaticamente para 1h. No entanto, horário de verão só começa no dia 4 de novembro
Por O Dia

No Rio, relógios espalhados pela cidade também foram adiantados automaticamente - Francisco Edson Alves / Agência O DIA


Rio - Os relógios de computadores e celulares de todo o Brasil adiantaram seu horário para 1h automaticamente à meia noite deste domingo. A programação aconteceu por conta do horário de verão, que geralmente começa em outubro. No entanto, este ano, o horário de verão só entra em vigor no dia 4 de novembro.

Esta é a segunda vez em que ocorre este engano. Na segunda-feira passada, alguns aparelhos com sistema operacional IOS também se adiantaram e seus donos pularam da cama mais cedo.

Tradicionalmente, o horário de verão começa no terceiro domingo de outubro. A data foi alterada para o dia 4 de novembro, primeiro domingo após o segundo turno das eleições, pelo presidente Michel Temer ainda no final do ano passado.


Reclamações na Internet

Muitas pessoas reclamaram da confusão com o horários nas redes sociais. Por volta das 6h deste domingo, vários internautas começaram a lamentar o fato de terem acordado mais cedo sem necessidade. Muita gente também reclamou que chegou mais cedo a aeroportos, por exemplo.

sábado, 20 de outubro de 2018

Carro capota e deixa motorista ferido na RJ-158

O acidente aconteceu na altura do trecho entre "Cidade Poema" e o município de Campos


Foto: Arquivo


Um homem ficou ferido após capotar o veículo na noite da última sexta-feira (19) na RJ-158, em São Fidélis. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu na altura do trecho entre "Cidade Poema" e o município de Campos.

A vítima foi socorrida e encaminhada para o Hospital Armando Vidal. O seu estado de saúde ainda não foi divulgado.

O acidente foi registrado na Delegacia de São Fidélis.

Fonte: Redação