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domingo, 21 de julho de 2019
Mulher é esfaqueada pelo marido na tarde deste sábado, em Guarus
Vítima não disse o nome do suspeito quando questionada pelos policiais militares no hospital


Um mulher de 26 anos foi esfaqueada na tarde deste sábado (20), por volta das 15h, e o suspeito do crime é o seu próprio marido.
O caso aconteceu na Rua 1 do Parque Eldorado. Segundo informações cedidas pelo 8º Batalhão da Polícia Militar, a mulher foi levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM) com duas perfurações feitas por uma faca no abdome e nas costas.
Quando questionada pelos policiais, ela informou apenas que o crime teria sido cometido por seu marido, mas não informou o nome dele, nem o local onde ele possa ser encontrado.
Após o depoimento, ela foi encaminhada ao Centro Cirúrgico em estado estável.
O caso deve ser registrado na 146ª DP de Guarus e investigado pela Polícia Civil.
O caso aconteceu na Rua 1 do Parque Eldorado. Segundo informações cedidas pelo 8º Batalhão da Polícia Militar, a mulher foi levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM) com duas perfurações feitas por uma faca no abdome e nas costas.
Quando questionada pelos policiais, ela informou apenas que o crime teria sido cometido por seu marido, mas não informou o nome dele, nem o local onde ele possa ser encontrado.
Após o depoimento, ela foi encaminhada ao Centro Cirúrgico em estado estável.
O caso deve ser registrado na 146ª DP de Guarus e investigado pela Polícia Civil.
Fonte:Terceira Via
Campista na luta por remédio de R$ 160 mil/mês
Gylsa Pessanha sofre de síndrome rara que afeta os rins e aguarda recurso judicial para conseguir medicamento pelo SUS que garanta sobrevida
POR ULLI MARQUES

(Foto: Carlos Grevi)
Mãe de um bebê que completará um ano no próximo dia 1º de agosto, a farmacêutica Gylsa Pessanha Machado de Souza, curiosa e tragicamente, depende de um medicamento para sobreviver. Medicamento esse que acaba no dia em que seu filho, Arthur Benjamin, comemora o seu primeiro aniversário. Ela foi diagnosticada com uma doença de cunho genético e raríssima — a Síndrome Hemolítica Urêmica Atípica (SHUa) — e esse remédio, único tratamento capaz de estabilizar os sintomas, é um dos mais caros do mundo: os custos dos oito frascos utilizados em apenas um mês totalizam aproximadamente R$ 160 mil. Diante da impossibilidade de arcar com essa despesa, ela e a irmã, Ana Luíza, fazem um abaixo-assinado na internet a fim de sensibilizar o Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2) a deferir a autorização para a obtenção desse medicamento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
POR ULLI MARQUES

(Foto: Carlos Grevi)
Mãe de um bebê que completará um ano no próximo dia 1º de agosto, a farmacêutica Gylsa Pessanha Machado de Souza, curiosa e tragicamente, depende de um medicamento para sobreviver. Medicamento esse que acaba no dia em que seu filho, Arthur Benjamin, comemora o seu primeiro aniversário. Ela foi diagnosticada com uma doença de cunho genético e raríssima — a Síndrome Hemolítica Urêmica Atípica (SHUa) — e esse remédio, único tratamento capaz de estabilizar os sintomas, é um dos mais caros do mundo: os custos dos oito frascos utilizados em apenas um mês totalizam aproximadamente R$ 160 mil. Diante da impossibilidade de arcar com essa despesa, ela e a irmã, Ana Luíza, fazem um abaixo-assinado na internet a fim de sensibilizar o Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2) a deferir a autorização para a obtenção desse medicamento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

A luta, agora, é contra o tempo: após enfrentar uma via crucis para conseguir, por meio de doação de outra paciente em Brasília e da Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP), as doses que lhe asseguraram nos últimos três meses, não há sequer previsão de obter mais um frasco do medicamento. Sem ele, restará à Gylsa medidas paliativas, como transfusões constantes de sangue e hemodiálise que, apesar do desgaste, não são suficientes para mantê-la estável, havendo ainda o risco de óbito por falência múltipla dos órgãos.
A história começou em julho de 2018. Gylsa, que tinha então 26 anos, era uma jovem grávida saudável, sem qualquer complicação de saúde. A pouco mais de dois meses para o nascimento de seu filho, ela teve uma alta na pressão sanguínea e, no hospital, após passar por uma bateria de exames, foi orientada a fazer uma cesariana de emergência uma vez que seu quadro, segundo os médicos, era grave. O bebê nasceu prematuro, mas bem. A mãe, no entanto, precisou ficar 44 dias internada no hospital, com duas passagens pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Com as funções renais alteradas, queda brusca nas taxas de plaquetas e hemoglobina, Gylsa passou por transfusões de 15 bolsas de sangue e muitas sessões de hemodiálise até que, após um teste genético analisado nos Estados Unidos da América, recebeu o diagnóstico dessa doença, a SHUa, que atinge, em todo o Brasil, apenas 400 pessoas, segundo dado do Ministério da Saúde.

A história começou em julho de 2018. Gylsa, que tinha então 26 anos, era uma jovem grávida saudável, sem qualquer complicação de saúde. A pouco mais de dois meses para o nascimento de seu filho, ela teve uma alta na pressão sanguínea e, no hospital, após passar por uma bateria de exames, foi orientada a fazer uma cesariana de emergência uma vez que seu quadro, segundo os médicos, era grave. O bebê nasceu prematuro, mas bem. A mãe, no entanto, precisou ficar 44 dias internada no hospital, com duas passagens pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Com as funções renais alteradas, queda brusca nas taxas de plaquetas e hemoglobina, Gylsa passou por transfusões de 15 bolsas de sangue e muitas sessões de hemodiálise até que, após um teste genético analisado nos Estados Unidos da América, recebeu o diagnóstico dessa doença, a SHUa, que atinge, em todo o Brasil, apenas 400 pessoas, segundo dado do Ministério da Saúde.

Por se tratar de uma síndrome raríssima, somente um laboratório nos EUA fabrica a medicação utilizada no tratamento, o Eculizumab, conhecido comercialmente como Soliris. É um medicamento líquido injetável através de uma bomba de infusão. Cada frasco contém 30ml e Gylsa precisa tomar 240ml por mês divididos em duas doses. Isso significa que ela necessita de, ao menos, oito frascos mensalmente, sendo que cada um deles pode custar até R$ 20 mil reais.
Esses brasileiros diagnosticados com a doença recebem o remédio gratuitamente por meio da União, mediante ação na Justiça. Caminho também seguido por Gylsa e a família que entraram com um pedido na Justiça Federal de Campos dos Goytacazes em setembro de 2018. Devido à urgência, o processo foi célere. Além da perícia, ainda foram solicitados laudos médicos, prontuários e resultados de exames encaminhados por especialistas de hospitais de Campos e Rio de Janeiro e, em janeiro de 2019, o juiz de Campos deferiu uma tutela antecipada que obrigava o Mistério da Saúde, por intermédio do SUS, a fornecer o medicamento para Gylsa.

(Foto: Carlos Grevi)
Contudo, a Procuradoria Geral da União recorreu à decisão junto ao Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2) que suspendeu a tutela. Diante disso, a família precisou entrar com um recurso a ser avaliado pelo desembargador Marcelo Pereira da Silva, o mesmo que teria dado razão à União. Acontece que o processo está parado desde o dia 21 de maio e, mesmo com insistência diária por parte dos familiares de Gylsa, nada acontece. O próximo passo seria, de acordo com os advogados, retornar o processo à pauta a ser avaliada por um colegiado formado por três desembargadores que devem avaliar os documentos e laudos e, assim, efetivar a sentença.

Esses brasileiros diagnosticados com a doença recebem o remédio gratuitamente por meio da União, mediante ação na Justiça. Caminho também seguido por Gylsa e a família que entraram com um pedido na Justiça Federal de Campos dos Goytacazes em setembro de 2018. Devido à urgência, o processo foi célere. Além da perícia, ainda foram solicitados laudos médicos, prontuários e resultados de exames encaminhados por especialistas de hospitais de Campos e Rio de Janeiro e, em janeiro de 2019, o juiz de Campos deferiu uma tutela antecipada que obrigava o Mistério da Saúde, por intermédio do SUS, a fornecer o medicamento para Gylsa.

(Foto: Carlos Grevi)
Contudo, a Procuradoria Geral da União recorreu à decisão junto ao Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2) que suspendeu a tutela. Diante disso, a família precisou entrar com um recurso a ser avaliado pelo desembargador Marcelo Pereira da Silva, o mesmo que teria dado razão à União. Acontece que o processo está parado desde o dia 21 de maio e, mesmo com insistência diária por parte dos familiares de Gylsa, nada acontece. O próximo passo seria, de acordo com os advogados, retornar o processo à pauta a ser avaliada por um colegiado formado por três desembargadores que devem avaliar os documentos e laudos e, assim, efetivar a sentença.

“A decisão monocrática desse desembargador foi de negar o medicamento, mas temos esperança de que os outros dois possam fazer uma avaliação positiva. Suplicamos constantemente para que o processo volte a ser avaliado, mas sempre nos pedem para esperar, mas essa é uma situação de vida ou morte; eles precisam entender”, explicou a irmã de Gylsa, Ana Luiza, à equipe de reportagem do Jornal Terceira Via.
Foi por esse motivo que a família decidiu fazer um abaixo-assinado a fim de que o caso ganhe repercussão pública.
“Embora somente a minha irmã tenha sentido na pele os efeitos dessa Síndrome, a dor é coletiva. Gylsa não é a única… Quantas pessoas sofrem com doenças raras cujos medicamentos para o tratamento são demasiadamente caros e que só podem ser fornecidos via União?”, disse Ana Luíza.
Esse abaixo-assinado online foi criado no site change.org e, até o fechamento dessa matéria, mais de 5 mil pessoas de todo o Brasil já tinham assinado. Gylsa clama por ajuda: “Preciso sobreviver para cuidar do meu filho, mas sem esse medicamento, temo que isso não seja possível”, declarou.
O Terceira Via entrou em contato com a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2) e questionou sobre o caso da paciente campista, mas, até o fechamento dessa edição, ainda não havia obtido resposta.
Políticas públicas
O Brasil possui uma Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, estabelecida pelo Ministério da Saúde por meio Portaria nº 199 desde 2014, e, por meio dela, os pacientes que recebem esse diagnóstico podem ter acesso a uma rede de atendimento para tratamento e reabilitação.
Especificamente quanto à obtenção de fármacos, o Ministério da Saúde destaca que o número dessas patologias representa uma pequena fração do universo de doenças raras e, por esse motivo, os medicamentos disponibilizados não compreendem todas essas enfermidades.
O custeio dos procedimentos para fins de diagnósticos em doenças raras é efetuado por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC) e é repassado aos Estados, Distrito Federal e Municípios a partir da publicação da portaria de habilitação dos Serviços e/ou Serviços e produção dos respectivos procedimentos no Sistema de Informação Ambulatorial (SIA/SUS). Assim como o Ministério da Saúde, os gestores estaduais e municipais podem empregar recursos próprios na oferta de assistência e cuidado.
Judicialização da Saúde
Em maio deste ano, Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os medicamentos de alto custo para o tratamento de doenças raras devem ser fornecidos pelo Estado, mas, em geral, isso é feito por meio de pedido na Justiça. Assim, para que o governo custeie os medicamentos, os pacientes, quase sempre, devem esperar até que a decisão seja favorável antes de dar prosseguimento ao tratamento.
Em reportagem publicada no site da revista Veja no dia 29 de maio de 2019, o ministro do STF, Alexandre Moraes, informou que houve um aumento dessa judicialização que “vem prejudicando a própria gestão das políticas públicas de saúde no Brasil”.
Ainda segundo ele, com dados da Advocacia-Geral da União, em 2011, os valores que não chegavam a 200 milhões de reais; já em 2018, alcançaram 1,316 bilhão de reais para atender 1.596 pacientes (custo médio de 759.000 reais por paciente). “Um crescimento exponencial de valores que são destinados a poucas pessoas e acabam fazendo falta a milhares de pessoas”, disse o ministro. O gasto com o “Soliris”, especificamente, foram R$ 400 milhões.
Também para a reportagem da Veja, o Ministério da Saúde informou ainda que os dez medicamentos mais caros para tratamento de doenças raras representaram 87% do total desses quase 1,4 bilhão de reais gastos com a “judicialização da Saúde” em 2018.
De acordo com a Agência Brasil, o custo dos remédios foi um dos motivos pelos quais onze governadores se reuniram com o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para se queixar de que, ao garantir medicamentos caros a poucos, a Justiça pode acabar limitando o acesso de muitos a tratamentos básicos. Apesar disso, a Justiça se mostrou favorável à necessidade de atender todos os pacientes da rede pública.
Síndrome Hemolítico-Urêmica Atípica e o tratamento
A SHUa é uma doença rara, grave, sistêmica e pode acometer indivíduos de qualquer idade. Em geral, é caracterizada por anemia hemolítica microangiopática, insuficiência renal e trombocitopenia associados à microangiopatia trombótica (MAT) que resulta da formação de coágulos em pequenos vasos sanguíneos que podem levar a complicações em vários órgãos, sendo os rins os mais afetados.
A SHU é tradicionalmente dividida em SHU com presença de diarreia (típica) e sem a presença de diarreia (atípica), menos frequente e mediada pela ativação descontrolada do sistema complemento, um componente do sistema imunológico.
O diagnóstico de SHU atípica é feito por exclusão de outras causas de MAT, por esse motivo é tão complexo. O processo de análise é baseado na apresentação clínica dos resultados clássicos da tríade de anemia hemolítica, mas a triagem de mutações não está amplamente disponível.
O tratamento com Eculizumabe (Soliris), um anticorpo monoclonal para C5, bloqueia a cascata do complemento terminal e, assim, diminui o dano endotelial e a trombose, além das lesões renais.

Foi por esse motivo que a família decidiu fazer um abaixo-assinado a fim de que o caso ganhe repercussão pública.
“Embora somente a minha irmã tenha sentido na pele os efeitos dessa Síndrome, a dor é coletiva. Gylsa não é a única… Quantas pessoas sofrem com doenças raras cujos medicamentos para o tratamento são demasiadamente caros e que só podem ser fornecidos via União?”, disse Ana Luíza.
Esse abaixo-assinado online foi criado no site change.org e, até o fechamento dessa matéria, mais de 5 mil pessoas de todo o Brasil já tinham assinado. Gylsa clama por ajuda: “Preciso sobreviver para cuidar do meu filho, mas sem esse medicamento, temo que isso não seja possível”, declarou.
O Terceira Via entrou em contato com a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2) e questionou sobre o caso da paciente campista, mas, até o fechamento dessa edição, ainda não havia obtido resposta.
Políticas públicas
O Brasil possui uma Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, estabelecida pelo Ministério da Saúde por meio Portaria nº 199 desde 2014, e, por meio dela, os pacientes que recebem esse diagnóstico podem ter acesso a uma rede de atendimento para tratamento e reabilitação.
Especificamente quanto à obtenção de fármacos, o Ministério da Saúde destaca que o número dessas patologias representa uma pequena fração do universo de doenças raras e, por esse motivo, os medicamentos disponibilizados não compreendem todas essas enfermidades.
O custeio dos procedimentos para fins de diagnósticos em doenças raras é efetuado por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC) e é repassado aos Estados, Distrito Federal e Municípios a partir da publicação da portaria de habilitação dos Serviços e/ou Serviços e produção dos respectivos procedimentos no Sistema de Informação Ambulatorial (SIA/SUS). Assim como o Ministério da Saúde, os gestores estaduais e municipais podem empregar recursos próprios na oferta de assistência e cuidado.
Judicialização da Saúde
Em maio deste ano, Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os medicamentos de alto custo para o tratamento de doenças raras devem ser fornecidos pelo Estado, mas, em geral, isso é feito por meio de pedido na Justiça. Assim, para que o governo custeie os medicamentos, os pacientes, quase sempre, devem esperar até que a decisão seja favorável antes de dar prosseguimento ao tratamento.
Em reportagem publicada no site da revista Veja no dia 29 de maio de 2019, o ministro do STF, Alexandre Moraes, informou que houve um aumento dessa judicialização que “vem prejudicando a própria gestão das políticas públicas de saúde no Brasil”.
Ainda segundo ele, com dados da Advocacia-Geral da União, em 2011, os valores que não chegavam a 200 milhões de reais; já em 2018, alcançaram 1,316 bilhão de reais para atender 1.596 pacientes (custo médio de 759.000 reais por paciente). “Um crescimento exponencial de valores que são destinados a poucas pessoas e acabam fazendo falta a milhares de pessoas”, disse o ministro. O gasto com o “Soliris”, especificamente, foram R$ 400 milhões.
Também para a reportagem da Veja, o Ministério da Saúde informou ainda que os dez medicamentos mais caros para tratamento de doenças raras representaram 87% do total desses quase 1,4 bilhão de reais gastos com a “judicialização da Saúde” em 2018.
De acordo com a Agência Brasil, o custo dos remédios foi um dos motivos pelos quais onze governadores se reuniram com o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para se queixar de que, ao garantir medicamentos caros a poucos, a Justiça pode acabar limitando o acesso de muitos a tratamentos básicos. Apesar disso, a Justiça se mostrou favorável à necessidade de atender todos os pacientes da rede pública.
Síndrome Hemolítico-Urêmica Atípica e o tratamento
A SHUa é uma doença rara, grave, sistêmica e pode acometer indivíduos de qualquer idade. Em geral, é caracterizada por anemia hemolítica microangiopática, insuficiência renal e trombocitopenia associados à microangiopatia trombótica (MAT) que resulta da formação de coágulos em pequenos vasos sanguíneos que podem levar a complicações em vários órgãos, sendo os rins os mais afetados.
A SHU é tradicionalmente dividida em SHU com presença de diarreia (típica) e sem a presença de diarreia (atípica), menos frequente e mediada pela ativação descontrolada do sistema complemento, um componente do sistema imunológico.
O diagnóstico de SHU atípica é feito por exclusão de outras causas de MAT, por esse motivo é tão complexo. O processo de análise é baseado na apresentação clínica dos resultados clássicos da tríade de anemia hemolítica, mas a triagem de mutações não está amplamente disponível.
O tratamento com Eculizumabe (Soliris), um anticorpo monoclonal para C5, bloqueia a cascata do complemento terminal e, assim, diminui o dano endotelial e a trombose, além das lesões renais.

Outro caso
A história de Gylsa é mais um dos casos de pessoas com doenças raras em Campos. Talvez o mais popular tenha sido o do pequeno Pedro Lorenzo, diagnosticado como AME (Amiatrofia Muscular Espinhal do Tipo 2), um doença genética, rara e hereditária e a segunda que mais mata crianças no mundo. Ela evolui de maneira rápida e vai atrofiando os movimentos musculares e interrompendo a mobilidade, podendo ocasionais a perda da habilidade de falar e respirar. Em 2017, quando tinha apenas 5 anos, a família do menino iniciou uma campanha intitulada “Ame o Pedro” que tinha o objetivo de angariar R$ 3 milhões para o tratamento.
Esse tratamento é feito por uma medicação denominada Nusinersena (Spinraza), que estagna a doença e o paciente pode alcançar marcos como sentar, ter capacidade de chutar, ou até mesmo andar. Na ocasião, para primeiro ano de tratamento, Pedro precisaria de seis doses, totalizando os R$ 3 milhões. A campanha, então, ganhou bastante repercussão nas redes sociais e na imprensa e diversos eventos foram realizados na cidade com o intuito de conseguir essa quantia.
Assim como Gylsa, a família de Pedro também entrou com ação judicial, mas o juiz, em 2017, suspendeu o processo e a única maneira Pedro submeter ao tratamento era comprando a medicação. O tratamento do menino só começou em outubro do ano passado, após os pais, enfim, conseguirem decisão judicial obrigando a concessão.
Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou que disponibilizará o medicamento Nusinersena (Spinraza) pelo SUS para portadores de Atrofia Muscular Espinhal Tipo 1, sem que haja a necessidade de os pacientes entrarem com o pedido na Justiça. No entanto, Pedro Lorenzo, que tem o Tipo 2 da doença, não foi beneficiado por essa medida. A medicação para o Tipo 2 custa ao governo federal cerca de R$ 210 mil a dose e, de acordo com o Ministério, os demais subtipos da doença estão sendo analisados dentro de um novo modelo de oferta de medicamentos chamado compartilhamento de risco.
A história de Gylsa é mais um dos casos de pessoas com doenças raras em Campos. Talvez o mais popular tenha sido o do pequeno Pedro Lorenzo, diagnosticado como AME (Amiatrofia Muscular Espinhal do Tipo 2), um doença genética, rara e hereditária e a segunda que mais mata crianças no mundo. Ela evolui de maneira rápida e vai atrofiando os movimentos musculares e interrompendo a mobilidade, podendo ocasionais a perda da habilidade de falar e respirar. Em 2017, quando tinha apenas 5 anos, a família do menino iniciou uma campanha intitulada “Ame o Pedro” que tinha o objetivo de angariar R$ 3 milhões para o tratamento.
Esse tratamento é feito por uma medicação denominada Nusinersena (Spinraza), que estagna a doença e o paciente pode alcançar marcos como sentar, ter capacidade de chutar, ou até mesmo andar. Na ocasião, para primeiro ano de tratamento, Pedro precisaria de seis doses, totalizando os R$ 3 milhões. A campanha, então, ganhou bastante repercussão nas redes sociais e na imprensa e diversos eventos foram realizados na cidade com o intuito de conseguir essa quantia.
Assim como Gylsa, a família de Pedro também entrou com ação judicial, mas o juiz, em 2017, suspendeu o processo e a única maneira Pedro submeter ao tratamento era comprando a medicação. O tratamento do menino só começou em outubro do ano passado, após os pais, enfim, conseguirem decisão judicial obrigando a concessão.
Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou que disponibilizará o medicamento Nusinersena (Spinraza) pelo SUS para portadores de Atrofia Muscular Espinhal Tipo 1, sem que haja a necessidade de os pacientes entrarem com o pedido na Justiça. No entanto, Pedro Lorenzo, que tem o Tipo 2 da doença, não foi beneficiado por essa medida. A medicação para o Tipo 2 custa ao governo federal cerca de R$ 210 mil a dose e, de acordo com o Ministério, os demais subtipos da doença estão sendo analisados dentro de um novo modelo de oferta de medicamentos chamado compartilhamento de risco.
Fonte:Terceira Via
Estudo revela que 80% de diabéticos podem ter doenças cardiovasculares
Agência Brasil
A pesquisa entrevistou 1.439 pessoas com e sem diabetes tipo 2, com idade entre 47 e 55 anos.Um estudo realizado pelo Endo
Debate em parceria com a Revista Saúde, mostrou que 80% das pessoas com diabetes tipo 2 apresentam indícios de comprometimento cardiovascular. Mais da metade (52%) indicam pelo menos dois destes sintomas: tontura, dores no peito e nas pernas, falta de ar e palpitações.
Intitulado “Quando o Diabetes Toca o Coração”, o estudo foi lançado em junho pelo laboratório Novo Nordisk e divulgado nesta semana. A pesquisa entrevistou 1.439 pessoas com e sem diabetes tipo 2, com idade entre 47 e 55 anos.
O levantamento mostrou que 64% dos diabéticos não seguem rigorosamente o tratamento e apenas 48% dos pacientes consideram a doença muito grave. O diabetes aparece atrás do câncer (92%), do acidente vascular cerebral (79%), do infarto (75%), do mal de Alzheimer (74%), da insuficiência renal (70%) e da insuficiência cardíaca (56%).
“A atenção ao coração é um dos grandes desafios no segmento do paciente com diabetes. Temos objetivos desafiadores no século 21 que vão além do controle da glicose no sangue, fundamental para o tratamento do diabetes tipo 2. Tudo isso passa também por reduzir o peso e o risco de hipoglicemia e umentar a segurança do ponto de vista cardiovascular”, disse o médico endocrinologista e fundador do EndoDebate, evento que ocorre até hoje (20) na capital paulista, Carlos Eduardo Barra Couri.
Desconhecimento
Sobre a primeira palavra lembrada ao pensarem em problemas do coração, 662 entrevistados mencionaram infarto; 159 disseram morte; 39, hipertensão; 25, AVC. O diabetes ficou em último. Entre os diabéticos, 61% disseram acreditar que a doença está entre os fatores de risco para problemas cardiovasculares, contra 42% entre os não diabéticos. Nos dois grupos, a pressão alta aparece em primeiro lugar, seguida do colesterol e dos triglicérides altos.
Para 60% das pessoas com diabetes tipo 2, o médico transmitiu informações insatisfatórias ou nem mencionou as questões relacionadas ao coração na última consulta para controlar o diabetes. Embora 62% desses pacientes tenham sido diagnosticados há pelo menos cinco anos, 90% dizem ainda sentirem falta de mais informações durante o tratamento.
“O tempo é determinante. É muita informação que o médico tem que passar. Eu acredito que há uma mistura de falta de informação e desconhecimento de como abordar direito esse paciente. Como falar em um tom acolhedor humano e ao mesmo tempo incisivo, informativo? Muitos médicos não sabem como fazer isso”, comenta Couri.
Percepção limitada
Apesar da gravidade da doença, a pesquisa também revelou uma percepção limitada sobre os riscos do diabetes tipo 2. Ao todo, 64% das pessoas com diabetes entrevistadas não seguem o tratamento à risca. “A adesão ao tratamento começa quando o médico abre a porta do consultório, quando o médico levanta para atender o paciente, quando o paciente tem uma consulta digna, quando o médico ouve o paciente. Adesão é muito mais do que explicar como toma o remédio, é acolher o paciente e ser humano na consulta”, explica Couri.
Segundo o laboratório parceiro da pesquisa, 13 milhões de pessoas vivem com o diabetes tipo 1 ou tipo 2 no Brasil. Desse total, estima-se que 90% tenham diabetes tipo 2, no qual o pâncreas produz a insulina insuficiente ou não age de forma adequada para diminuir a glicemia. Ele é mais comum em adultos com obesidade e em pessoas com histórico familiar de diabetes tipo 2. Quase metade das pessoas com diabetes tipo 2 não sabem ter a doença. Além disso, duas a cada três mortes de pessoas com diabetes são ocasionadas por doenças cardiovasculares.
Fonte: Agência Brasil
Intitulado “Quando o Diabetes Toca o Coração”, o estudo foi lançado em junho pelo laboratório Novo Nordisk e divulgado nesta semana. A pesquisa entrevistou 1.439 pessoas com e sem diabetes tipo 2, com idade entre 47 e 55 anos.
O levantamento mostrou que 64% dos diabéticos não seguem rigorosamente o tratamento e apenas 48% dos pacientes consideram a doença muito grave. O diabetes aparece atrás do câncer (92%), do acidente vascular cerebral (79%), do infarto (75%), do mal de Alzheimer (74%), da insuficiência renal (70%) e da insuficiência cardíaca (56%).
“A atenção ao coração é um dos grandes desafios no segmento do paciente com diabetes. Temos objetivos desafiadores no século 21 que vão além do controle da glicose no sangue, fundamental para o tratamento do diabetes tipo 2. Tudo isso passa também por reduzir o peso e o risco de hipoglicemia e umentar a segurança do ponto de vista cardiovascular”, disse o médico endocrinologista e fundador do EndoDebate, evento que ocorre até hoje (20) na capital paulista, Carlos Eduardo Barra Couri.
Desconhecimento
Sobre a primeira palavra lembrada ao pensarem em problemas do coração, 662 entrevistados mencionaram infarto; 159 disseram morte; 39, hipertensão; 25, AVC. O diabetes ficou em último. Entre os diabéticos, 61% disseram acreditar que a doença está entre os fatores de risco para problemas cardiovasculares, contra 42% entre os não diabéticos. Nos dois grupos, a pressão alta aparece em primeiro lugar, seguida do colesterol e dos triglicérides altos.
Para 60% das pessoas com diabetes tipo 2, o médico transmitiu informações insatisfatórias ou nem mencionou as questões relacionadas ao coração na última consulta para controlar o diabetes. Embora 62% desses pacientes tenham sido diagnosticados há pelo menos cinco anos, 90% dizem ainda sentirem falta de mais informações durante o tratamento.
“O tempo é determinante. É muita informação que o médico tem que passar. Eu acredito que há uma mistura de falta de informação e desconhecimento de como abordar direito esse paciente. Como falar em um tom acolhedor humano e ao mesmo tempo incisivo, informativo? Muitos médicos não sabem como fazer isso”, comenta Couri.
Percepção limitada
Apesar da gravidade da doença, a pesquisa também revelou uma percepção limitada sobre os riscos do diabetes tipo 2. Ao todo, 64% das pessoas com diabetes entrevistadas não seguem o tratamento à risca. “A adesão ao tratamento começa quando o médico abre a porta do consultório, quando o médico levanta para atender o paciente, quando o paciente tem uma consulta digna, quando o médico ouve o paciente. Adesão é muito mais do que explicar como toma o remédio, é acolher o paciente e ser humano na consulta”, explica Couri.
Segundo o laboratório parceiro da pesquisa, 13 milhões de pessoas vivem com o diabetes tipo 1 ou tipo 2 no Brasil. Desse total, estima-se que 90% tenham diabetes tipo 2, no qual o pâncreas produz a insulina insuficiente ou não age de forma adequada para diminuir a glicemia. Ele é mais comum em adultos com obesidade e em pessoas com histórico familiar de diabetes tipo 2. Quase metade das pessoas com diabetes tipo 2 não sabem ter a doença. Além disso, duas a cada três mortes de pessoas com diabetes são ocasionadas por doenças cardiovasculares.
Fonte: Agência Brasil
Homem assassinado na comunidade Sapo 3 no Eldorado em Campos
Reprodução
Corpo foi removido para IML
Um homem foi assassinado na noite deste sábado (20/07), na rua Andorinha, na comunidade do Sapo 3, no Parque Eldorado em Campos. A vítima que ainda não foi identificada, usava tornozeleira eletrônica.
Policiais Militares receberam a informação que havia um homem baleado, e quando foram ao local, encontraram a vítima caída e já sem vida.
O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e a ocorrência registrada na 146ª Delegacia de Polícia.
Fonte: Redação
Policiais Militares receberam a informação que havia um homem baleado, e quando foram ao local, encontraram a vítima caída e já sem vida.
O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e a ocorrência registrada na 146ª Delegacia de Polícia.
Fonte: Redação
PM apreende cerca de 100kg de maconha no Parque Aurora em Campos
Divulgação PM
A ocorrência foi registrada na 134ª Delegacia de polícia
Policiais Militares apreenderam na madrugada deste domingo (21/07), cerca de 100kg de maconha, na rua Maria Célia Martins, Parque Aurora, em Campos.
Os militares estavam em patrulhamento, quando observaram dois homens em uma moto. Os PMs deram ordem de parada mas os suspeitos fugiram, abandonando duas bolsas de viagem com os 81 tabletes da droga.
A ocorrência foi registrada na 134ª Delegacia de polícia.
Fonte: Redação
Os militares estavam em patrulhamento, quando observaram dois homens em uma moto. Os PMs deram ordem de parada mas os suspeitos fugiram, abandonando duas bolsas de viagem com os 81 tabletes da droga.
A ocorrência foi registrada na 134ª Delegacia de polícia.
Fonte: Redação
sábado, 20 de julho de 2019
JOVEM FOI ASSASSINADO A TIROS EM ESTREITO SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ
Onde deparamos com uma pessoa morta.
Trata se de um jovem morador da localidade de nome Moisés Correa Viana, 22 anos.
De acordo com informações de populares, dois elementos haviam descido de um veículo Civic Prata e disparou contra o jovem uns 9 tiros de pistola 9mm.
O jovem não resistiu e acabou caindo no local que na mesma hora o proprietário fechou o estabelecimento.
A guarnição da polícia militar chegou em duas viaturas onde permaneceu até a chegada da polícia civil e do rabecão a qual transportou o corpo do jovem rapaz para o IML.
Agentes do Degase terão direito ao pagamento do regime adicional de serviço
Reprodução
Agentes terão direito a receber o pagamento do Regime Adicional de Serviço
O governador Wilson Witzel (PSC) sancionou, nesta sexta-feira (19/07), a lei que garante aos agentes do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) o direito de receber pagamento do Regime Adicional de Serviço (RAS) – a hora extra dos agentes de segurança. O projeto, de autoria do deputado Bruno Dauaire (PSC), foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) no último dia 26 de junho.
“Essa é mais uma vitória importante para esses homens e mulheres que arriscam suas vidas todos os dias para garantir a segurança do nosso estado. Nosso gabinete sempre esteve aberto para ouvir as demandas dos agentes socioeducativos e temos muito ainda a fazer para valorizar a categoria”, disse Bruno Dauaire.
Também no dia 26 de junho, Witzel anunciou a construção de 21 novas unidades do Degase. O objetivo é dobrar a capacidade do sistema socioeducativo do Estado que passou por anos de falta de investimentos. A estimativa, segundo o Governo do Estado, é que R$ 125 milhões seja empregados nas obras.
Fonte: Ascom
“Essa é mais uma vitória importante para esses homens e mulheres que arriscam suas vidas todos os dias para garantir a segurança do nosso estado. Nosso gabinete sempre esteve aberto para ouvir as demandas dos agentes socioeducativos e temos muito ainda a fazer para valorizar a categoria”, disse Bruno Dauaire.
Também no dia 26 de junho, Witzel anunciou a construção de 21 novas unidades do Degase. O objetivo é dobrar a capacidade do sistema socioeducativo do Estado que passou por anos de falta de investimentos. A estimativa, segundo o Governo do Estado, é que R$ 125 milhões seja empregados nas obras.
Fonte: Ascom
Caminhão você no azul chega a Campos nesta segunda
G1
A unidade móvel ficará estacionada na Praça Quatro Jornadas
A partir desta segunda-feira (22/07), os clientes da CAIXA, de Campos e região terão a oportunidade de liquidar suas dívidas com descontos especiais no Caminhão Você no Azul. A unidade móvel ficará estacionada na Praça Quatro Jornadas, no Centro, até o dia 26 de julho, com atendimento das 10h às 16h.
Os descontos variam entre 40% e 90% para liquidação à vista. Lançada no fim de maio, a campanha Você no Azul oferece facilidades para pessoas físicas e empresas que desejam regularizar débitos com atraso superior a 360 dias. Dependendo da situação do contrato e do tipo de operação de crédito, as alternativas podem incluir renovação do contrato para aumento de prazo, unificação de diferentes tipos de dívida e pausa no pagamento da prestação.
Na renegociação de contratos habitacionais, os clientes ainda podem optar pela incorporação das parcelas atrasadas nas próximas prestações a vencer até o fim do prazo contratual, pela utilização do saldo da conta vinculada do FGTS para reduzir o valor da prestação, conforme as regras do Fundo, e pela alteração da data de vencimento da prestação.
Oportunidade para limpar o nome:
Apenas no Norte Fluminense, 25 mil contratos se enquadram nas condições da campanha Você no Azul. A renegociação imobiliária inclui outros 850 contratos. “É uma oportunidade única para limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito”, destaca o superintendente regional da CAIXA Walter Luiz Siqueira da Silva.
Em todo o Brasil, a campanha Você no Azul abrange cerca de 2,6 milhões de clientes pessoa física, dos quais 92% poderão quitar suas dívidas à vista por valores inferiores a R$ 2.000, e 320 mil pessoas jurídicas, em que 65% tem possibilidade de quitar à vista com valores inferiores a R$ 5.000. A regularização de dívidas habitacionais alcança outros 600 mil contratos.
Canais de atendimento:
O Caminhão Você no Azul é mais um canal de atendimento que a CAIXA disponibiliza para os clientes que possuem créditos em atraso terem acesso a soluções personalizadas, com atendimento ágil, em horário diferenciado. A campanha tem vigência até 22 de agosto e os interessados também podem buscar atendimento por meio do site da Caixa (www.caixa.gov.br/vocenoazul), pelo telefone 0800 726 8068 via WhatsApp ou ligar e escolher a opção 8 ou ainda nas Redes Sociais da CAIXA. A expectativa do banco é de receber R$ 1 bilhão.
Serviço:
Caminhão Você no Azul em Campos dos Goytacazes (RJ)
Data: de 22 a 26 de julho de 2019
Horário: das 10h às 16h
Local: Praça Quatro Jornadas, no Centro
Fonte: Ascom
Os descontos variam entre 40% e 90% para liquidação à vista. Lançada no fim de maio, a campanha Você no Azul oferece facilidades para pessoas físicas e empresas que desejam regularizar débitos com atraso superior a 360 dias. Dependendo da situação do contrato e do tipo de operação de crédito, as alternativas podem incluir renovação do contrato para aumento de prazo, unificação de diferentes tipos de dívida e pausa no pagamento da prestação.
Na renegociação de contratos habitacionais, os clientes ainda podem optar pela incorporação das parcelas atrasadas nas próximas prestações a vencer até o fim do prazo contratual, pela utilização do saldo da conta vinculada do FGTS para reduzir o valor da prestação, conforme as regras do Fundo, e pela alteração da data de vencimento da prestação.
Oportunidade para limpar o nome:
Apenas no Norte Fluminense, 25 mil contratos se enquadram nas condições da campanha Você no Azul. A renegociação imobiliária inclui outros 850 contratos. “É uma oportunidade única para limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito”, destaca o superintendente regional da CAIXA Walter Luiz Siqueira da Silva.
Em todo o Brasil, a campanha Você no Azul abrange cerca de 2,6 milhões de clientes pessoa física, dos quais 92% poderão quitar suas dívidas à vista por valores inferiores a R$ 2.000, e 320 mil pessoas jurídicas, em que 65% tem possibilidade de quitar à vista com valores inferiores a R$ 5.000. A regularização de dívidas habitacionais alcança outros 600 mil contratos.
Canais de atendimento:
O Caminhão Você no Azul é mais um canal de atendimento que a CAIXA disponibiliza para os clientes que possuem créditos em atraso terem acesso a soluções personalizadas, com atendimento ágil, em horário diferenciado. A campanha tem vigência até 22 de agosto e os interessados também podem buscar atendimento por meio do site da Caixa (www.caixa.gov.br/vocenoazul), pelo telefone 0800 726 8068 via WhatsApp ou ligar e escolher a opção 8 ou ainda nas Redes Sociais da CAIXA. A expectativa do banco é de receber R$ 1 bilhão.
Serviço:
Caminhão Você no Azul em Campos dos Goytacazes (RJ)
Data: de 22 a 26 de julho de 2019
Horário: das 10h às 16h
Local: Praça Quatro Jornadas, no Centro
Fonte: Ascom
Junho teve a maior temperatura já registrada para o mês no planeta
No acumulado, 2019 teve a maior temperatura nos últimos 140 anos
Reprodução
Na medição da média mensal, nove dos 10 meses de junho mais quentes da história ocorreram desde 2010
O mês de junho teve a temperatura mais alta já registrada para o mês, no planeta. O recorde abrangeu as temperaturas tanto na terra quanto no mar, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês)..
No acumulado de janeiro a junho, 2019 teve a maior temperatura nos últimos 140 anos. Apenas o ano de 2016 teve mais calor do que o medido neste ano.
Na medição da média mensal, nove dos 10 meses de junho mais quentes da história ocorreram desde 2010. A exceção foi o calor registrado em 1998. Segundo a Noaa, foi o 43º junho consecutivo com temperaturas acima da média do século XX.
O pico de calor foi registrado em diversas regiões do mundo, como Ásia, África, América do Sul e Europa. Nesta última, uma onda de calor, que atingiu o continente, chegou a ter temperaturas até 10º mais quentes do que a média normal para a região.
Os dados são importantes para aferir o movimento de ampliação da temperatura do planeta, indicador chave dentro do debate de mudanças climáticas. Mas segundo a Organização Mundial Meteorológica, outros indicadores também tiveram desempenho que demandam observação. Em junho foi registrada a segunda menor extensão de gelos do Ártico, em 41 anos.
De acordo com a Organização das Nações Unidas, a OMM deve apresentar um relatório sobre o estado do clima no mundo na Cúpula da ONU sobre Ação Climática, marcada para setembro.
Fonte: Agência Brasil
No acumulado de janeiro a junho, 2019 teve a maior temperatura nos últimos 140 anos. Apenas o ano de 2016 teve mais calor do que o medido neste ano.
Na medição da média mensal, nove dos 10 meses de junho mais quentes da história ocorreram desde 2010. A exceção foi o calor registrado em 1998. Segundo a Noaa, foi o 43º junho consecutivo com temperaturas acima da média do século XX.
O pico de calor foi registrado em diversas regiões do mundo, como Ásia, África, América do Sul e Europa. Nesta última, uma onda de calor, que atingiu o continente, chegou a ter temperaturas até 10º mais quentes do que a média normal para a região.
Os dados são importantes para aferir o movimento de ampliação da temperatura do planeta, indicador chave dentro do debate de mudanças climáticas. Mas segundo a Organização Mundial Meteorológica, outros indicadores também tiveram desempenho que demandam observação. Em junho foi registrada a segunda menor extensão de gelos do Ártico, em 41 anos.
De acordo com a Organização das Nações Unidas, a OMM deve apresentar um relatório sobre o estado do clima no mundo na Cúpula da ONU sobre Ação Climática, marcada para setembro.
Fonte: Agência Brasil
Igreja de Conselheiro Josino é invadida e furtada durante a madrugada
Além de furtar as coroas das imagens, os assaltantes também reviraram os armários

Mais uma igreja foi alvo de ato de vandalismo e furto em Campos. Na madrugada desta sexta-feira (19), a Igreja Matriz de Cristo Ressuscitado e Nossa Senhora da Penha, em Conselheiro Josino, foi assaltada. Além de furtar as coroas das imagens, os assaltantes também reviraram os armários. Neste sábado, às 10h, padre Emerson Ramos vai celebrar uma missa em desagravo ao ato de violação da igreja.
“Até o momento não temos muitas informações. E a situação preocupa os católicos por mais um ato de profanação de mais uma igreja. É urgente a intervenção das autoridades policiais para a investigação e a identificação dos autores desse crime que aflige a todos católicos. São atitudes que ofendem a liberdade religiosa e ao mesmo tempo nos colocam diante da falta de segurança nas comunidades”, informou a assessoria da Diocese de Campos.
A ocorrência foi registrada da Delegacia de Guarus, onde o caso será investigado.

Mais uma igreja foi alvo de ato de vandalismo e furto em Campos. Na madrugada desta sexta-feira (19), a Igreja Matriz de Cristo Ressuscitado e Nossa Senhora da Penha, em Conselheiro Josino, foi assaltada. Além de furtar as coroas das imagens, os assaltantes também reviraram os armários. Neste sábado, às 10h, padre Emerson Ramos vai celebrar uma missa em desagravo ao ato de violação da igreja.
“Até o momento não temos muitas informações. E a situação preocupa os católicos por mais um ato de profanação de mais uma igreja. É urgente a intervenção das autoridades policiais para a investigação e a identificação dos autores desse crime que aflige a todos católicos. São atitudes que ofendem a liberdade religiosa e ao mesmo tempo nos colocam diante da falta de segurança nas comunidades”, informou a assessoria da Diocese de Campos.
A ocorrência foi registrada da Delegacia de Guarus, onde o caso será investigado.
Fonte:Terceira Via
Abaixo-assinado pela permanência do comandante do Batalhão de Campos tem mais de 400 assinaturas
Coronel Ibiapina anunciou nesta sexta que será transferido

Um abaixo-assinado pedindo a permanência do Coronel Rodrigo Ibiapina Chiaradia à frente do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Campos está mobilizando centenas de pessoas pela internet desde o início da tarde desta sexta-feira (19). O coronel anunciou à imprensa, na manhã desta sexta-feira (19), que deixará o comando do 8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM). A passagem de comando acontecerá na próxima semana, em data a ser confirmada.
O abaixo-assinado pode ser conferido neste link e tem o seguinte texto: “O Coronel Ibiapina vem desenvolvendo um ótimo trabalho no 8° Batalhão de Polícia. É muito cedo para o coronel sair do batalhão, pois o trabalho está dando resultado e diminuindo a taxa de homicídios e de violência de toda região. Queremos a continuidade do trabalho do Coronel Ibiapina no 8° Batalhão de Polícia”.
Até às 16h50, o abaixo-assinado já estava com mais de 400 assinaturas.
Anúncio da saída
O comandante anunciou a saída nesta sexta com um agradecimento. “Chega ao fim meu ciclo no 8°BPM. Confesso que não esperava uma passagem tão breve por aqui. Este batalhão marcou minha trajetória na PM, oportunizando a promoção ao último posto. Fiz boas amizades e aprendi muito nas relações pessoais e profissionais estabelecidas nesta região”, escreveu Chiaradia, que assumiu a unidade no dia 17 de janeiro.
Há 28 anos na Polícia Militar (PM), o coronel assumirá o comando do 25º BPM, que fica localizado em Cabo Frio. Chiaradia agradeceu, ainda, à imprensa de Campos, com a qual manteve contato próximo.
“Só tenho agradecimentos a fazer neste grupo formado por homens e mulheres que trabalham duro todos os dias, que não medem esforços para levar a informação para o público de forma transparente e independente”, finalizou.
O abaixo-assinado pode ser conferido neste link e tem o seguinte texto: “O Coronel Ibiapina vem desenvolvendo um ótimo trabalho no 8° Batalhão de Polícia. É muito cedo para o coronel sair do batalhão, pois o trabalho está dando resultado e diminuindo a taxa de homicídios e de violência de toda região. Queremos a continuidade do trabalho do Coronel Ibiapina no 8° Batalhão de Polícia”.
Até às 16h50, o abaixo-assinado já estava com mais de 400 assinaturas.
Anúncio da saída
O comandante anunciou a saída nesta sexta com um agradecimento. “Chega ao fim meu ciclo no 8°BPM. Confesso que não esperava uma passagem tão breve por aqui. Este batalhão marcou minha trajetória na PM, oportunizando a promoção ao último posto. Fiz boas amizades e aprendi muito nas relações pessoais e profissionais estabelecidas nesta região”, escreveu Chiaradia, que assumiu a unidade no dia 17 de janeiro.
Há 28 anos na Polícia Militar (PM), o coronel assumirá o comando do 25º BPM, que fica localizado em Cabo Frio. Chiaradia agradeceu, ainda, à imprensa de Campos, com a qual manteve contato próximo.
“Só tenho agradecimentos a fazer neste grupo formado por homens e mulheres que trabalham duro todos os dias, que não medem esforços para levar a informação para o público de forma transparente e independente”, finalizou.
Fonte:Terceira Via
FMC acolhe calouros com Recepção Solidária
Programação terá campanhas de arrecadação de alimentos e visita a entidades assistenciais

A Faculdade de Medicina de Campos realizará entre os dias 22 e 29 de julho, a Semana de Recepção Solidária de 2019. O acolhimento dos estudantes dos Cursos de Medicina e de Farmácia do segundo semestre terá na programação, campanhas de arrecadação de alimentos e visita a entidades assistenciais.
A palestra de acolhimento, “A experiência das relações humanas na construção do saber”, acontece na segunda-feira (22) às 10h e ficará a cargo do psicólogo e mestre em Saúde Mental/UENF, Davis Anzolin Lichote. Na terça-feira (23), os novos estudantes farão uma visita guiada ao Hospital Escola Álvaro Alvim e participarão de um cine debate com o filme “A vida imortal de Henrietta Lacks, que será apresentado pelo Diretor Geral da FMC, professor Edilbert Pellegrini. Na quinta-feira (25), os estudantes visitarão o Asilo Monsenhor Severino e o Projeto Lara.
Este ano, a FMC está completando 10 anos de proibição de trotes vexatórios. E, desde então, realiza uma recepção diferenciada de seus calouros, sempre em busca de uma educação em Saúde focada no humanismo. O trote, que anteriormente era composto de brincadeiras insalubres, passou a ser executado de maneira humanística, com palestras, visitas a entidades assistenciais e campanhas solidárias.
As profissões de médico e farmacêutico exigem humanização e é preciso conscientizar os estudantes desde o início da faculdade. “O trote vexatório não traz nenhum benefício ao aluno e ainda pesa contra os princípios e conceitos da instituição e da comunidade acadêmica, tendo grandes reflexos na sociedade. O que promovemos é uma transformação da acolhida aos alunos em atividades de conscientização solidária. Acolher estes estudantes depois de tanto sacrifício para serem aprovados é uma ação de grande responsabilidade. Deve ser um acolhimento com respeito e assim tem sido”, afirmou o Diretor Geral da FMC, professor Edilbert Pellegrini Nahn Junior.
A palestra de acolhimento, “A experiência das relações humanas na construção do saber”, acontece na segunda-feira (22) às 10h e ficará a cargo do psicólogo e mestre em Saúde Mental/UENF, Davis Anzolin Lichote. Na terça-feira (23), os novos estudantes farão uma visita guiada ao Hospital Escola Álvaro Alvim e participarão de um cine debate com o filme “A vida imortal de Henrietta Lacks, que será apresentado pelo Diretor Geral da FMC, professor Edilbert Pellegrini. Na quinta-feira (25), os estudantes visitarão o Asilo Monsenhor Severino e o Projeto Lara.
Este ano, a FMC está completando 10 anos de proibição de trotes vexatórios. E, desde então, realiza uma recepção diferenciada de seus calouros, sempre em busca de uma educação em Saúde focada no humanismo. O trote, que anteriormente era composto de brincadeiras insalubres, passou a ser executado de maneira humanística, com palestras, visitas a entidades assistenciais e campanhas solidárias.
As profissões de médico e farmacêutico exigem humanização e é preciso conscientizar os estudantes desde o início da faculdade. “O trote vexatório não traz nenhum benefício ao aluno e ainda pesa contra os princípios e conceitos da instituição e da comunidade acadêmica, tendo grandes reflexos na sociedade. O que promovemos é uma transformação da acolhida aos alunos em atividades de conscientização solidária. Acolher estes estudantes depois de tanto sacrifício para serem aprovados é uma ação de grande responsabilidade. Deve ser um acolhimento com respeito e assim tem sido”, afirmou o Diretor Geral da FMC, professor Edilbert Pellegrini Nahn Junior.
Fonte:Terceira Via
Depois de 12 anos, Super Bom vai encerrar suas atividades no Shopping Boulevard
Supermercado vai inaugurar nova loja no dia 15 de agosto em Guarus
POR COLUNA DO BALBI

Shopping Boulevard, em Campos (Foto: Ralph Braz/Arquivo)
A Rede Super Bom, a maior rede de supermercado do Norte/Noroeste Fluminense, encerra suas atividades no Shopping Boulevard, no dia 4 de agosto, depois de 12 anos de atividades ininterruptas, período em que se manteve na condição de uma das maiores âncoras do conglomerado de lojas. Por questões contratuais com os proprietários do espaço que não pertencem a Aliansce, incorporadora do Shopping, o Grupo Super Bom, decidiu não renová-lo.
Para essa coluna, o presidente do Conselho do Grupo Barcelos, Joilson Barcelos, disse que depois de uma dúzia de anos, fica satisfeito em ver o Shopping consolidado e se orgulha de ter colaborado para isso.
“Fomos os primeiros a acreditar que aquela área era um terreno fértil para o maior shopping de Campos. Por muitas vezes estivesse na Dias Ferreira, no Leblon, na sede da Aliansce na tentativa de convencer seus diretores a fazer o investimento. O movimento na nossa loja naquela área foi uma das motivações para a Aliansce acreditar no Shopping”, disse Joilson.

Construção do novo shopping, em Guarus (Foto: Leon Jr.)
Essa será a primeira vez que o Super Bom, uma rede genuinamente campista que enfrenta a concorrência em Campos com as maiores redes de supermercados do mundo, fecha uma loja, mas por motivos contratuais. Por outro lado, ela vai se manter com suas 12 lojas, já que vai inaugurar no dia 15 de agosto a do Shopping de Guarus, se antecedendo a inauguração do próprio shopping.
O encerramento das atividades do Super Bom no Shopping Boulevard preocupa alguns lojistas, já que é nítido o papel de âncora nobre, o que se acentuou com a expansão física do projeto.
POR COLUNA DO BALBI

Shopping Boulevard, em Campos (Foto: Ralph Braz/Arquivo)
A Rede Super Bom, a maior rede de supermercado do Norte/Noroeste Fluminense, encerra suas atividades no Shopping Boulevard, no dia 4 de agosto, depois de 12 anos de atividades ininterruptas, período em que se manteve na condição de uma das maiores âncoras do conglomerado de lojas. Por questões contratuais com os proprietários do espaço que não pertencem a Aliansce, incorporadora do Shopping, o Grupo Super Bom, decidiu não renová-lo.
Para essa coluna, o presidente do Conselho do Grupo Barcelos, Joilson Barcelos, disse que depois de uma dúzia de anos, fica satisfeito em ver o Shopping consolidado e se orgulha de ter colaborado para isso.
“Fomos os primeiros a acreditar que aquela área era um terreno fértil para o maior shopping de Campos. Por muitas vezes estivesse na Dias Ferreira, no Leblon, na sede da Aliansce na tentativa de convencer seus diretores a fazer o investimento. O movimento na nossa loja naquela área foi uma das motivações para a Aliansce acreditar no Shopping”, disse Joilson.

Construção do novo shopping, em Guarus (Foto: Leon Jr.)
Essa será a primeira vez que o Super Bom, uma rede genuinamente campista que enfrenta a concorrência em Campos com as maiores redes de supermercados do mundo, fecha uma loja, mas por motivos contratuais. Por outro lado, ela vai se manter com suas 12 lojas, já que vai inaugurar no dia 15 de agosto a do Shopping de Guarus, se antecedendo a inauguração do próprio shopping.
O encerramento das atividades do Super Bom no Shopping Boulevard preocupa alguns lojistas, já que é nítido o papel de âncora nobre, o que se acentuou com a expansão física do projeto.
Fonte:Terceira Via
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Polícia militar recupera veículo e prende dois elementos que sequestraram empresário em São Francisco de Itabapoana RJ
A abordagem feita pela polícia militar nesta tarde prendeu os dois bandidos que sequestraram e torturaram o empresário de Santa Clara São Francisco de Itabapoana por volta das 15h30 desta sexta-feira, 19, e localizou o carro do empresário que havia sido sequestrado na noite desta quinta-feira na frente da Agência Bancária no centro de São Francisco. A abordagem ao veículo Corolla de cor branca roubado foi feita na Avenida Deputado Bartolomeu Lizandro (Beira-Rio), em Guarus.
As viaturas do Serviço Reservado da PM (P2) e Moto Patrulha foram responsáveis pela ocorrência. Os dois elementos presos estava armados com um revólver calibre 32.
A princípio eles negaram participação no sequestro, e disseram que compraram o veículo como sendo clonado.
Os elementos estão sendo foram levados para a 146ª Delegacia Legal de Guarus. Fonte:Redação
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