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domingo, 15 de março de 2020
Prefeitura pede ao TJ suspensão da greve dos médicos em função do coronavírus

Prefeitura de Campos dos Goytacazes / Divulgação - Supcom
A Prefeitura de Campos apresentou, na manhã deste sábado (14), ao Tribunal de Justiça (TJ) pedido de suspensão da greve dos médicos. A ação, denominada Dissidio de Greve, pede imediato retorno dos profissionais aos postos de trabalho em função dos casos de coronavírus.
Os médicos de Campos paralisaram as atividades no dia 18 de fevereiro. Em quase um mês de greve, nenhum acordo foi sinalizado entre a categoria e o governo municipal. Médicos alegam atrasos em pagamentos e falta de condições de trabalho.
Os médicos de Campos paralisaram as atividades no dia 18 de fevereiro. Em quase um mês de greve, nenhum acordo foi sinalizado entre a categoria e o governo municipal. Médicos alegam atrasos em pagamentos e falta de condições de trabalho.
Fonte:Fmanhã
Dom Américo apresenta melhoras no hospital
Filho do cantor publicou em redes sociais que o pai acordou após retirada de sedativos

Dom Américo está internado no HGG, onde se recupera (Foto: Arquivo/Silvana Rust)
O cantor Apollo Ramidan voltou a se manifestar em redes sociais sobre o estado de saúde de seu pai, o cantor Dom Américo, internado desde o dia 2 no Hospital Geral de Guarus. Apollo usou a frase “o gordinho acordou”, depois que Dom Américo teve a sedação diminuída durante sua permanência em Centro de Terapia Intensiva. De acordo com o Apollo, o pai apresenta melhoras nos quadros respiratório e cardíaco. Há expectativa que, nos próximos dias, ele deixe de usar um tubo respirador, pois seus pulmões respondem bem ao tratamento.
Artista popular e querido em Campos, além de várias cidades brasileiras onde se apresenta, Dom Américo tem sido motivo de pedidos de orações por sua saúde afetada nos últimos meses. Amigos e fãs se mobilizaram para interceder pelo cantor. Em abril de 2019, Dom foi internado no CTI do HGG após um pico na pressão arterial. Na época, ele ficou dez dias internado, se recuperou e recebeu alta.
Osvaldo Américo Ribeiro de Freitas tem 69 anos. Como cantor e músico, são mais de 50 anos de atividades, onde ele se tornou conhecido como Osvaldão ou Dom Américo. O artista também é um professor aposentado querido e marcante na comunidade campista. Por décadas, ele atuou no Colégio Agrícola Antônio Sarlo, instituição que já lhe rendeu várias homenagens. “Deus está ouvindo as nossas preces. Meu pai ama a vida e irá superar tudo isso. Vamos continuar nossas orações”, disse Apollo.

Dom Américo está internado no HGG, onde se recupera (Foto: Arquivo/Silvana Rust)
O cantor Apollo Ramidan voltou a se manifestar em redes sociais sobre o estado de saúde de seu pai, o cantor Dom Américo, internado desde o dia 2 no Hospital Geral de Guarus. Apollo usou a frase “o gordinho acordou”, depois que Dom Américo teve a sedação diminuída durante sua permanência em Centro de Terapia Intensiva. De acordo com o Apollo, o pai apresenta melhoras nos quadros respiratório e cardíaco. Há expectativa que, nos próximos dias, ele deixe de usar um tubo respirador, pois seus pulmões respondem bem ao tratamento.
Artista popular e querido em Campos, além de várias cidades brasileiras onde se apresenta, Dom Américo tem sido motivo de pedidos de orações por sua saúde afetada nos últimos meses. Amigos e fãs se mobilizaram para interceder pelo cantor. Em abril de 2019, Dom foi internado no CTI do HGG após um pico na pressão arterial. Na época, ele ficou dez dias internado, se recuperou e recebeu alta.
Osvaldo Américo Ribeiro de Freitas tem 69 anos. Como cantor e músico, são mais de 50 anos de atividades, onde ele se tornou conhecido como Osvaldão ou Dom Américo. O artista também é um professor aposentado querido e marcante na comunidade campista. Por décadas, ele atuou no Colégio Agrícola Antônio Sarlo, instituição que já lhe rendeu várias homenagens. “Deus está ouvindo as nossas preces. Meu pai ama a vida e irá superar tudo isso. Vamos continuar nossas orações”, disse Apollo.
Fonte:Terceira Via
Bandido morre baleado e três são presos no Parque Santa Rosa
Briga de facções provocou o episódio no bairro de Guarus; Polícia Militar apreendeu armas e munições

Uma briga de grupos que disputam o tráfico de drogas no Parque Santa Rosa, em área conhecida como Casinha do Nolita, aconteceu na manhã deste sábado (14). De acordo com policiais militares, equipes foram acionadas para irem até o bairro do subdistrito de Guarus, onde um facção chamada de “TCP” teria provocado um confronto com traficantes rivais. Um dos bandidos foi atingidos por um dos policiais, e morreu no local. A vítima era conhecida pelo apelido “Coelhinho”. Um outro suspeito foi atingido e levado para o hospital para receber atendimento. Três outros acusados de envolvimento com o crime na região foram presos.
As informações policiais foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia Civil que apura o caso. Após a prisão dos suspeitos, armas e munição foram levadas para serem periciadas e utilizadas como provas criminais. A PM recolheu com os acusados cinco armas de fogo, sendo quatro revólveres e uma pistola, além de muitas munições de diferentes calibres. A reportagem não obteve até esta publicação sobre a identificação do suspeito que morreu na operação. O corpo foi levado para exames de necropsia no IML.

As informações policiais foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia Civil que apura o caso. Após a prisão dos suspeitos, armas e munição foram levadas para serem periciadas e utilizadas como provas criminais. A PM recolheu com os acusados cinco armas de fogo, sendo quatro revólveres e uma pistola, além de muitas munições de diferentes calibres. A reportagem não obteve até esta publicação sobre a identificação do suspeito que morreu na operação. O corpo foi levado para exames de necropsia no IML.

Fonte:Terceira Via/PM
Pré-candidatos a prefeitura de Campos dos Goytacazes falam sobre Saúde
Jornal Terceira Via inicia neste domingo série de reportagens com prefeitáveis de Campos

Campos dos Goytacazes na mira de candidatos nas eleições municipais
O Jornal Terceira Via dá início a uma série de reportagens com pré-candidatos à Prefeitura de Campos. As reportagens serão publicadas semanalmente e vão reunir os posicionamentos de cada um deles sobre seis temas, começando por Saúde, neste domingo (15), e continuando, nos próximos, com Educação, Economia, Infraestrutura, Transporte Público e Programas Sociais, respectivamente.
Tanto pré-candidatos declarados quanto nomes considerados presença provável nas eleições municipais de outubro foram procurados pela equipe de reportagem. O contato foi feito por meio de telefone, e-mail, aplicativos de mensagens instantâneas e redes sociais. Foi pedido que eles se posicionassem, em textos de no máximo 10 linhas, sobre cada um dos temas. Oito responderam: Alexandre Tadeu (REP), Caio Vianna (PDT), Cláudio Rangel (PMN), Gil Vianna (PSL), Lesley Beethoven (PSDB), Marcelo Mérida (PSC), Rafael Diniz (CDN) e Roberto Henriques (PPL).
Citado com frequência nas listas de pré-candidatos ao Executivo municipal em 2020, Wladimir Garotinho (PSD) foi procurado pela reportagem, mas não retornou às tentativas de contato até o fechamento desta edição. O deputado federal é tido como potencial representante do grupo político comandado por seu pai, o ex-governador Anthony Garotinho (sem partido), na corrida pela Prefeitura de Campos.
Outro que também é lembrado na maior parte das listas de prefeitáveis de Campos é o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD). Ele, porém, negou ao Jornal Terceira Via pré-candidatura à Prefeitura de Campos. A desistência teria acontecido em razão da boa avaliação que faz de seu desempenho na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e das incertezas que cercam um pleito e o futuro econômico do município.
Desde então, ele vinha atuando como principal articulador da pré-candidatura de Caio Vianna (PDT), de quem acabou se afastando recentemente. Atualmente, ele trabalha para dar corpo a uma pré-candidatura do ex-juiz campista Pedro Henrique Alves pelo Solidariedade.
Por fim, o PT não havia apresentado uma pré-candidatura até o fechamento desta edição. Três nomes postulam a pré-candidatura: a presidente do diretório municipal da sigla, Odisséia Carvalho, o sindicalista Hélio Anomal e petroleiro José Maria Rangel. O Jornal Online Terceira Via encaminhou o pedido de participação a Odisséia, que se posicionou em nome da legenda.

Campos dos Goytacazes na mira de candidatos nas eleições municipais
O Jornal Terceira Via dá início a uma série de reportagens com pré-candidatos à Prefeitura de Campos. As reportagens serão publicadas semanalmente e vão reunir os posicionamentos de cada um deles sobre seis temas, começando por Saúde, neste domingo (15), e continuando, nos próximos, com Educação, Economia, Infraestrutura, Transporte Público e Programas Sociais, respectivamente.
Tanto pré-candidatos declarados quanto nomes considerados presença provável nas eleições municipais de outubro foram procurados pela equipe de reportagem. O contato foi feito por meio de telefone, e-mail, aplicativos de mensagens instantâneas e redes sociais. Foi pedido que eles se posicionassem, em textos de no máximo 10 linhas, sobre cada um dos temas. Oito responderam: Alexandre Tadeu (REP), Caio Vianna (PDT), Cláudio Rangel (PMN), Gil Vianna (PSL), Lesley Beethoven (PSDB), Marcelo Mérida (PSC), Rafael Diniz (CDN) e Roberto Henriques (PPL).
Citado com frequência nas listas de pré-candidatos ao Executivo municipal em 2020, Wladimir Garotinho (PSD) foi procurado pela reportagem, mas não retornou às tentativas de contato até o fechamento desta edição. O deputado federal é tido como potencial representante do grupo político comandado por seu pai, o ex-governador Anthony Garotinho (sem partido), na corrida pela Prefeitura de Campos.
Outro que também é lembrado na maior parte das listas de prefeitáveis de Campos é o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD). Ele, porém, negou ao Jornal Terceira Via pré-candidatura à Prefeitura de Campos. A desistência teria acontecido em razão da boa avaliação que faz de seu desempenho na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e das incertezas que cercam um pleito e o futuro econômico do município.
Desde então, ele vinha atuando como principal articulador da pré-candidatura de Caio Vianna (PDT), de quem acabou se afastando recentemente. Atualmente, ele trabalha para dar corpo a uma pré-candidatura do ex-juiz campista Pedro Henrique Alves pelo Solidariedade.
Por fim, o PT não havia apresentado uma pré-candidatura até o fechamento desta edição. Três nomes postulam a pré-candidatura: a presidente do diretório municipal da sigla, Odisséia Carvalho, o sindicalista Hélio Anomal e petroleiro José Maria Rangel. O Jornal Online Terceira Via encaminhou o pedido de participação a Odisséia, que se posicionou em nome da legenda.

Alexandre Tadeu (REP)
Vejo a saúde pública como um dos mais complexos problemas da cidade. É difícil falar em solução sem antes- resgatar o respeito e a dignidade dos servidores. São eles a essência para o bom funcionamento do serviço. É preciso antes de tudo garantir salários compatíveis e condições de trabalho à categoria. A relação com os hospitais contratualizados tem que ser de cooperação e respeito. Não é possível uma saúde pública funcionando decentemente em Campos sem o apoio da Santa Casa, Álvaro Alvim, Plantadores de Cana e Beneficência Portuguesa.

Vejo a saúde pública como um dos mais complexos problemas da cidade. É difícil falar em solução sem antes- resgatar o respeito e a dignidade dos servidores. São eles a essência para o bom funcionamento do serviço. É preciso antes de tudo garantir salários compatíveis e condições de trabalho à categoria. A relação com os hospitais contratualizados tem que ser de cooperação e respeito. Não é possível uma saúde pública funcionando decentemente em Campos sem o apoio da Santa Casa, Álvaro Alvim, Plantadores de Cana e Beneficência Portuguesa.

Caio Vianna (PDT)
Será uma das áreas mais delicadas a ser enfrentadas . A Saúde nos últimos anos consumiu um orçamento de R$ 798 milhões em 2018, R$ 740 milhões em 2019, mas os usuários continuaram com dificuldades de atendimento. Unidades Básicas de Saúde foram fechadas, médicos estão em greve, falta material de trabalho e medicamentos para os pacientes. Ainda temos hospitais contratualizados com repasses em atraso. Não existem soluções milagrosas, mas será inevitável reavaliar esse sistema. A situação do município é muito grave e com componentes trágicos: retração na economia global e queda de arrecadação. A cidade precisará estabelecer um grande pacto para enfrentar esta situação adversa, além de buscar uma ampla parceria parlamentar em todos os níveis, principalmente na Câmara Federal.

Será uma das áreas mais delicadas a ser enfrentadas . A Saúde nos últimos anos consumiu um orçamento de R$ 798 milhões em 2018, R$ 740 milhões em 2019, mas os usuários continuaram com dificuldades de atendimento. Unidades Básicas de Saúde foram fechadas, médicos estão em greve, falta material de trabalho e medicamentos para os pacientes. Ainda temos hospitais contratualizados com repasses em atraso. Não existem soluções milagrosas, mas será inevitável reavaliar esse sistema. A situação do município é muito grave e com componentes trágicos: retração na economia global e queda de arrecadação. A cidade precisará estabelecer um grande pacto para enfrentar esta situação adversa, além de buscar uma ampla parceria parlamentar em todos os níveis, principalmente na Câmara Federal.

Cláudio Rangel (PMN)
É necessário ampliar o atendimento na atenção básica. Temos que colocar todos os postos de saúde para funcionar, se possível 24 horas, com clínico geral e as outras especialidades só durante o dia. É preciso ter mais postos e mais médicos no Programa Saúde da Família. Não pode faltar, em hipótese alguma, remédios nos postos de saúde. É preciso reformar todos os postos que existem no município e abrir outros nas localidades onde ainda não tem. É mais que necessário ter essa ampliação! Já na área de média e alta complexidade, primeiro temos que fazer uma reforma estrutural nos hospitais e nos postos avançados. Depois, temos que suprir as necessidades essenciais, que são os medicamentos e os materiais necessários para curativos e procedimentos cirúrgicos. Temos que colocar tudo o que já tem na área da saúde de Campos para funcionar e ampliar o que tem que ser ampliado.

É necessário ampliar o atendimento na atenção básica. Temos que colocar todos os postos de saúde para funcionar, se possível 24 horas, com clínico geral e as outras especialidades só durante o dia. É preciso ter mais postos e mais médicos no Programa Saúde da Família. Não pode faltar, em hipótese alguma, remédios nos postos de saúde. É preciso reformar todos os postos que existem no município e abrir outros nas localidades onde ainda não tem. É mais que necessário ter essa ampliação! Já na área de média e alta complexidade, primeiro temos que fazer uma reforma estrutural nos hospitais e nos postos avançados. Depois, temos que suprir as necessidades essenciais, que são os medicamentos e os materiais necessários para curativos e procedimentos cirúrgicos. Temos que colocar tudo o que já tem na área da saúde de Campos para funcionar e ampliar o que tem que ser ampliado.

Gil Vianna (PSL)
A Saúde deve ser prioridade dentro da gestão política. Não há administração se não houver articulação e uma busca contínua por parceria. O município de Campos necessita trabalhar junto aos Governos do Estado e Federal, como forma de trazer investimentos e alcançar resultados positivos para a nossa população. Como parlamentar, tenho buscado recursos para que isso seja uma realidade em nossa cidade. Campos carece de reformulação no sistema de saúde pública, priorizando as unidades hospitalares, incluindo as redes contratualizadas, seus profissionais e os insumos necessários para oferecer atendimento digno e humano. O Hospital Ferreira Machado, referência regional em emergência vermelha, que possui risco de morte, é o grande exemplo para que a Saúde de Campos seja revista de forma urgente. Com gestão e planejamento, é possível transformar esse momento crítico do nosso município.

A Saúde deve ser prioridade dentro da gestão política. Não há administração se não houver articulação e uma busca contínua por parceria. O município de Campos necessita trabalhar junto aos Governos do Estado e Federal, como forma de trazer investimentos e alcançar resultados positivos para a nossa população. Como parlamentar, tenho buscado recursos para que isso seja uma realidade em nossa cidade. Campos carece de reformulação no sistema de saúde pública, priorizando as unidades hospitalares, incluindo as redes contratualizadas, seus profissionais e os insumos necessários para oferecer atendimento digno e humano. O Hospital Ferreira Machado, referência regional em emergência vermelha, que possui risco de morte, é o grande exemplo para que a Saúde de Campos seja revista de forma urgente. Com gestão e planejamento, é possível transformar esse momento crítico do nosso município.

Lesley Beethoven (PSDB)
Saúde será a nossa maior prioridade! O PSDB, sendo vitorioso nas eleições, adotará as seguintes ações: solicitaremos ao Governo Federal dois hospitais de campanha para aumentarmos a capacidade de atendimento, desafogando o atendimento do Hospital Ferreira Machado e do HGG; faremos o “Mutirão da Saúde”, com a ida de médicos e equipe de apoio a todos os distritos de Campos, para acabarmos com a espera por consultas e exames simples; será feito o acerto de contas com os hospitais contratualizados; implementaremos o “Corujão da Saúde”, programa aplicado pelo Estado e pela Prefeitura de São Paulo (ambos Governados pelo PSDB) com extremo sucesso, utilizando a rede particular para consultas e exames; traremos para Campos o SAMU, para resolvermos de uma vez por todas os problemas de atendimento às pessoas que necessitam de ambulância e atendimento emergencial.

Saúde será a nossa maior prioridade! O PSDB, sendo vitorioso nas eleições, adotará as seguintes ações: solicitaremos ao Governo Federal dois hospitais de campanha para aumentarmos a capacidade de atendimento, desafogando o atendimento do Hospital Ferreira Machado e do HGG; faremos o “Mutirão da Saúde”, com a ida de médicos e equipe de apoio a todos os distritos de Campos, para acabarmos com a espera por consultas e exames simples; será feito o acerto de contas com os hospitais contratualizados; implementaremos o “Corujão da Saúde”, programa aplicado pelo Estado e pela Prefeitura de São Paulo (ambos Governados pelo PSDB) com extremo sucesso, utilizando a rede particular para consultas e exames; traremos para Campos o SAMU, para resolvermos de uma vez por todas os problemas de atendimento às pessoas que necessitam de ambulância e atendimento emergencial.

Marcelo Mérida (PSC)
A Prefeitura gasta por ano cerca de R$ 700 milhões em Saúde. E não há retorno para quem mais precisa: há falta de remédios nos postos, filas para marcar consultas e meses de espera para conseguir ser atendido ou fazer exames. HFM e HGG estão lotados, com pessoas em macas nos corredores, e não há condições de trabalho para os profissionais. Hospitais filantrópicos reclamam constantemente do atraso da Prefeitura. É necessário tratar o público com responsabilidade, gestão e união para mudar esse quadro. O caminho é gerenciar melhor recursos humanos, financeiros e materiais. Informatizar sistemas, qualificar profissionais e otimizar serviços. É preciso conhecer o paciente e seu histórico. Construir diálogo com União e Estado, buscar parcerias, como a que temos proposto ao Governo do Estado, para apoiar o HGG e os hospitais filantrópicos. E vamos chamar a sociedade para participar deste desafio.

A Prefeitura gasta por ano cerca de R$ 700 milhões em Saúde. E não há retorno para quem mais precisa: há falta de remédios nos postos, filas para marcar consultas e meses de espera para conseguir ser atendido ou fazer exames. HFM e HGG estão lotados, com pessoas em macas nos corredores, e não há condições de trabalho para os profissionais. Hospitais filantrópicos reclamam constantemente do atraso da Prefeitura. É necessário tratar o público com responsabilidade, gestão e união para mudar esse quadro. O caminho é gerenciar melhor recursos humanos, financeiros e materiais. Informatizar sistemas, qualificar profissionais e otimizar serviços. É preciso conhecer o paciente e seu histórico. Construir diálogo com União e Estado, buscar parcerias, como a que temos proposto ao Governo do Estado, para apoiar o HGG e os hospitais filantrópicos. E vamos chamar a sociedade para participar deste desafio.

Rafael Diniz (CDN)
Termos ainda mais responsabilidade com os recursos para atender melhor a população dentro da nova realidade financeira do município. Continuaremos avançando no sistema de regulação, com a regulamentação, fiscalização, controle e avaliação de todo o trabalho realizado na rede municipal. Graças ao trabalho que iniciamos, em 2018 Campos foi reconhecido pelo Conasems como o melhor município do Brasil em Regulação do SUS. Criamos o Marca Fácil, sistema que facilitou a marcação de consultas e que será aprimorado, para acabarmos de vez com as filas. O programa Saúde Distrital, implantado na região norte, chegará a todo o município. O programa de reforma e modernização das UBSs e UPHs será ampliado, ajudando a desafogar o HFM e o HGG. Vamos manter e expandir o incentivo ao esporte e à atividade física, inclusive para os idosos e pessoas com deficiência.

Termos ainda mais responsabilidade com os recursos para atender melhor a população dentro da nova realidade financeira do município. Continuaremos avançando no sistema de regulação, com a regulamentação, fiscalização, controle e avaliação de todo o trabalho realizado na rede municipal. Graças ao trabalho que iniciamos, em 2018 Campos foi reconhecido pelo Conasems como o melhor município do Brasil em Regulação do SUS. Criamos o Marca Fácil, sistema que facilitou a marcação de consultas e que será aprimorado, para acabarmos de vez com as filas. O programa Saúde Distrital, implantado na região norte, chegará a todo o município. O programa de reforma e modernização das UBSs e UPHs será ampliado, ajudando a desafogar o HFM e o HGG. Vamos manter e expandir o incentivo ao esporte e à atividade física, inclusive para os idosos e pessoas com deficiência.

Roberto Henriques (PCdoB)
Com o aumento dos royalties, a partir de 1998, Arnaldo Vianna implantou um modelo gastador, seguido por Mocaiber, Rosinha e Rafael Diniz, que renunciaram aos bons princípios de gestão e também à captação de recursos possíveis, como o aumento do valor per capita pago pelo SUS. É preciso um inventário profundo, que apresente o custo/benefício do dinheiro aplicado. Campos gastou, ano passado, cerca de R$ 750 milhões e ofereceu Saúde de péssima qualidade. Como postulante a prefeito, não posso dar respostas simplistas a problemas complexos, nem só criticar. Por isso, me coloco à disposição dos servidores, do Conselho Municipal, da rede contratualizada e dos usuários. Me comprometo ser o que fui para a Saúde quando estive prefeito, em 2008: presidente de um colegiado solidário, que valoriza as ações coletivas como saída para a construção de uma política de Saúde eficaz.

Com o aumento dos royalties, a partir de 1998, Arnaldo Vianna implantou um modelo gastador, seguido por Mocaiber, Rosinha e Rafael Diniz, que renunciaram aos bons princípios de gestão e também à captação de recursos possíveis, como o aumento do valor per capita pago pelo SUS. É preciso um inventário profundo, que apresente o custo/benefício do dinheiro aplicado. Campos gastou, ano passado, cerca de R$ 750 milhões e ofereceu Saúde de péssima qualidade. Como postulante a prefeito, não posso dar respostas simplistas a problemas complexos, nem só criticar. Por isso, me coloco à disposição dos servidores, do Conselho Municipal, da rede contratualizada e dos usuários. Me comprometo ser o que fui para a Saúde quando estive prefeito, em 2008: presidente de um colegiado solidário, que valoriza as ações coletivas como saída para a construção de uma política de Saúde eficaz.

Wladimir Garotinho (PSD)
Eu nunca anunciei que sou pre candidato, quem diz isso é a imprensa. Estamos trabalhando em um projeto coletivo, debatendo alternativas para a cidade. No momento oportuno, o plano de trabalho produzido será apresentado.
PT
Um dos muitos sistemas deficitários no governo Diniz, a saúde merece ser priorizada de maneira urgente pela prefeitura de Campos. O reflexo claro da falta de preocupação com o povo campista por parte de Diniz é o descaso com os trabalhadores dos hospitais. Durante seu governo, atrasos de salários e falta de insumos básicos de trabalho tem feito com que os hospitais estejam operando com muitas dificuldades e expondo ao risco médicos, pacientes, enfermeiros e terceirizados. O PT defende o investimento no funcionamento e abertura de mais Unidades Básicas de Saúde no interior da cidade, junto da estruturação do PSF (Programa de Saúde da Família), que, na figura do Médico da Família, tem potencial de prevenir doenças e garantir acompanhamento médico.
Eu nunca anunciei que sou pre candidato, quem diz isso é a imprensa. Estamos trabalhando em um projeto coletivo, debatendo alternativas para a cidade. No momento oportuno, o plano de trabalho produzido será apresentado.
PT
Um dos muitos sistemas deficitários no governo Diniz, a saúde merece ser priorizada de maneira urgente pela prefeitura de Campos. O reflexo claro da falta de preocupação com o povo campista por parte de Diniz é o descaso com os trabalhadores dos hospitais. Durante seu governo, atrasos de salários e falta de insumos básicos de trabalho tem feito com que os hospitais estejam operando com muitas dificuldades e expondo ao risco médicos, pacientes, enfermeiros e terceirizados. O PT defende o investimento no funcionamento e abertura de mais Unidades Básicas de Saúde no interior da cidade, junto da estruturação do PSF (Programa de Saúde da Família), que, na figura do Médico da Família, tem potencial de prevenir doenças e garantir acompanhamento médico.
Fonte:Terceira Via
Poucas escolas no padrão de segurança
Especialista diz que tema começa a ter peso semelhante ao conteúdo pedagógico e faz alerta aos pais de alunos

Estudantes são apresentados ao extintor de incêndio, um dos itens obrigatórios em prédios (Fotos: Carlos Grevi)
Conteúdo pedagógico, estrutura física, valor da mensalidade, qualificação do corpo docente são pontos que os pais costumam levar em consideração quando escolhem a escola dos filhos. Mas, e a segurança? Será que os responsáveis atentam para a importância de saída de emergência, rota de fuga em caso de incêndio, número de extintores e outros itens antes de realizarem a matrícula? Em Campos, muitas escolas e creches, sejam da rede pública ou particular, funcionam em casas adaptadas, fato que pode comprometer a segurança das crianças e dos adolescentes. Segundo o Corpo de Bombeiros, assim como boates e shoppings, as instituições de ensino devem seguir algumas obrigatoriedades instituídas pelo Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Rio de Janeiro (Coscip).
O engenheiro de segurança Filipe Rangel Barbosa Leite, conta que se preocupou com cada detalhe na hora de escolher a escola de seu filho, o pequeno Miguel, hoje com 5 anos. Até as condições em que o botijão de gás da cozinha era armazenado foram levadas em consideração. “É preciso saber, por exemplo, se o botijão está em local ventilado e longe do sol”, alerta. Filipe lembra que em 2016, quando o menino começou a estudar, ele e a esposa, na época, percorreram inúmeras unidades em busca daquela que aliasse segurança à qualidade pedagógica.
“Escolher uma não foi tarefa tão fácil. Todas tinham algum tipo de problema. Várias escolas “espremidas”, corredores estreitos, sem sinalização, com estrutura improvisada. Algumas eram casas que viraram escolas e não foram devidamente adaptadas”, relata Filipe.

Estudantes são apresentados ao extintor de incêndio, um dos itens obrigatórios em prédios (Fotos: Carlos Grevi)
Conteúdo pedagógico, estrutura física, valor da mensalidade, qualificação do corpo docente são pontos que os pais costumam levar em consideração quando escolhem a escola dos filhos. Mas, e a segurança? Será que os responsáveis atentam para a importância de saída de emergência, rota de fuga em caso de incêndio, número de extintores e outros itens antes de realizarem a matrícula? Em Campos, muitas escolas e creches, sejam da rede pública ou particular, funcionam em casas adaptadas, fato que pode comprometer a segurança das crianças e dos adolescentes. Segundo o Corpo de Bombeiros, assim como boates e shoppings, as instituições de ensino devem seguir algumas obrigatoriedades instituídas pelo Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Rio de Janeiro (Coscip).
O engenheiro de segurança Filipe Rangel Barbosa Leite, conta que se preocupou com cada detalhe na hora de escolher a escola de seu filho, o pequeno Miguel, hoje com 5 anos. Até as condições em que o botijão de gás da cozinha era armazenado foram levadas em consideração. “É preciso saber, por exemplo, se o botijão está em local ventilado e longe do sol”, alerta. Filipe lembra que em 2016, quando o menino começou a estudar, ele e a esposa, na época, percorreram inúmeras unidades em busca daquela que aliasse segurança à qualidade pedagógica.
“Escolher uma não foi tarefa tão fácil. Todas tinham algum tipo de problema. Várias escolas “espremidas”, corredores estreitos, sem sinalização, com estrutura improvisada. Algumas eram casas que viraram escolas e não foram devidamente adaptadas”, relata Filipe.

O engenheiro de segurança listou alguns questionamentos que precisam ser feitos pelos pais ou responsáveis pelos menores: saber se há quantidade suficiente de extintores de incêndio e se eles estão na validade, questionar se os funcionários sabem usar tais equipamentos, observar os acessos às salas de aula, ventilação nas salas, ficar atento também às escadas (com larguras de no mínimo 1,20m, corrimão nos dois lados, com piso ou com fita antiderrapante), além da largura dos corredores (mínimo de 1,20m).
Sinalização e porta de emergência também são pontos importantes, na avaliação do engenheiro de segurança. Sobre as portas de emergência, ele acrescenta que é preciso saber se são de fácil acesso e se o caminho até elas está sempre desobstruído.
“É interessante anotar em um papel, principalmente, os itens relacionados à emergência que devem ser checados. E, quando for conversar com a diretora, ver se ela realmente se preocupa com isso. Muitas vezes o perigo é negligenciado pela pura falta de percepção do risco”, aconselha.

Escolas têm investido em placas de identificação para orientar estudantes e funcionários em caso de sinistros, medida que remete a segurança das comunidades escolares
Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) informou que estar em conformidade com as medidas de segurança contra incêndio e pânico é uma obrigação de todos, principalmente dos responsáveis por estabelecimentos comerciais. “É imprescindível a cultura de prevenção na sociedade. É direito e dever de todos denunciar o que está irregular para que as medidas cabíveis sejam adotadas pela corporação. No entanto, é obrigação dos estabelecimentos e de responsabilidade de seus administradores o cumprimento da legislação vigente”, destacou o órgão.
Obrigatoriedades junto ao CBMERJ

Aprendem desde cedo sobre segurança e elementos de sinalização que orientam às saídas de emergência e combate a incêndio
De acordo com o Corpo de Bombeiros, ao abrir o estabelecimento, incluindo escolas e creches, o responsável deve procurar a corporação para regularização, seguindo as normas do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Rio de Janeiro (Coscip), instituído pelos decretos nº 897, de 21 de setembro de 1976; nº 16.695, de 12 de julho de 1991 e legislações complementares; nº 42, de 17 de dezembro de 2018 e portaria CBMERJ nº 1071, de 27 de agosto de 2019.
A partir daí, são emitidos dois documentos pelo CBMERJ:
– Laudo de Exigências (LE): É expedido pelo CBMERJ após análise do projeto de segurança contra incêndio e pânico apresentado pelo responsável da edificação;
– Certificado de Aprovação (CA): É o documento que atesta que foram cumpridos os requisitos do Laudo de Exigências. Comprova se as medidas de segurança exigidas pela lei (extintores, caixas de incêndio, iluminação e sinalização de segurança, portas corta-fogo, por exemplo) estão em conformidade com as condições arquitetônicas do imóvel (área construída, número de pavimentos) e destinação. A documentação confirma que a edificação está regularizada junto ao Corpo de Bombeiros RJ.
“Desde março de 2018, o CA passou a ser válido por cinco anos. Emissões anteriores continuam sem validade fixa. Em ambos os casos, o período de validade está condicionado às condições originais aprovadas. Em caso de modificação, o responsável legal deve dar entrada em um novo processo de regularização conforme prevê a legislação”, destacou a corporação em nota.
Fiscalização
O CBMERJ destaca que não basta instalar itens de segurança dos estabelecimentos. Eles precisam passar por manutenção periódica. Segundo a corporação, a fiscalização acontece quando a documentação é solicitada, quando a mesma é renovada, quando o responsável pelo estabelecimento precisa fazer qualquer alteração estrutural, mediante denúncia e também de forma aleatória.
Bom exemplo

Alessandra dos Santos Medeiros investiu em segurança
Um bom exemplo vem lá do Parque Rio Branco, em Guarus. A diretora do Centro Educacional Medeiros Rangel (CEMER), Alessandra dos Santos Medeiros Rangel, conta que a unidade investiu em segurança e educação inclusiva. Até a norma técnica que determina o nível de iluminância ideal para ambientes foi seguida. Na escola, estudam cerca de 200 alunos entre 2 e 10 anos, na Educação Infantil e no Ensino Fundamental 1. Alessandra disse que o CEMER foi além das obrigatoriedades.
“Os pais normalmente não nos questionam sobre todos os itens de segurança que dispomos aqui. Eles geralmente perguntam a respeito do valor da mensalidade e sobre a parte pedagógica. Mas entendemos que uma coisa é tão importante quanto a outra. A segurança das crianças e a qualidade do ensino formam uma escola de excelência”, pontuou.
Além das exigências do Corpo de Bombeiros, a diretora explica que a escola está sujeita às normas da Vigilância Sanitária e da Superintendência de Postura Municipal.
Mau exemplo
No quesito segurança, algumas unidades públicas em Campos, seja da rede municipal ou estadual, deixam a desejar, na avaliação do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE-Campos). Porteiro para controlar quem entra e sai das escolas, por exemplo, é artigo de luxo, de acordo com a diretora geral do SEPE-Campos, Odisséia Pinto de Carvalho.
“Temos casos de escolas sendo assaltadas praticamente toda semana. Os casos têm acontecido com maior frequência na rede municipal, mas também são registrados na rede estadual. A falta de porteiros e de vigia compromete a segurança de nossos alunos e professores. Sem falar em algumas unidades com salas interditadas, como é o caso da Escola Municipal Norberto Siqueira Barreto, em Goitacazes. Outras estão com obras inacabadas, como a Escola Municipal Marechal Arthur da Costa e Silva, em Guarus”, criticou Odisséia.
A diretora do SEPE-Campos revelou que o sindicato prepara um levantamento com todos os problemas das escolas na cidade para ser entregue ao Ministério Público.
Escolas particulares

Sinalização e porta de emergência também são pontos importantes, na avaliação do engenheiro de segurança. Sobre as portas de emergência, ele acrescenta que é preciso saber se são de fácil acesso e se o caminho até elas está sempre desobstruído.
“É interessante anotar em um papel, principalmente, os itens relacionados à emergência que devem ser checados. E, quando for conversar com a diretora, ver se ela realmente se preocupa com isso. Muitas vezes o perigo é negligenciado pela pura falta de percepção do risco”, aconselha.

Escolas têm investido em placas de identificação para orientar estudantes e funcionários em caso de sinistros, medida que remete a segurança das comunidades escolares
Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) informou que estar em conformidade com as medidas de segurança contra incêndio e pânico é uma obrigação de todos, principalmente dos responsáveis por estabelecimentos comerciais. “É imprescindível a cultura de prevenção na sociedade. É direito e dever de todos denunciar o que está irregular para que as medidas cabíveis sejam adotadas pela corporação. No entanto, é obrigação dos estabelecimentos e de responsabilidade de seus administradores o cumprimento da legislação vigente”, destacou o órgão.
Obrigatoriedades junto ao CBMERJ

Aprendem desde cedo sobre segurança e elementos de sinalização que orientam às saídas de emergência e combate a incêndio
De acordo com o Corpo de Bombeiros, ao abrir o estabelecimento, incluindo escolas e creches, o responsável deve procurar a corporação para regularização, seguindo as normas do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Rio de Janeiro (Coscip), instituído pelos decretos nº 897, de 21 de setembro de 1976; nº 16.695, de 12 de julho de 1991 e legislações complementares; nº 42, de 17 de dezembro de 2018 e portaria CBMERJ nº 1071, de 27 de agosto de 2019.
A partir daí, são emitidos dois documentos pelo CBMERJ:
– Laudo de Exigências (LE): É expedido pelo CBMERJ após análise do projeto de segurança contra incêndio e pânico apresentado pelo responsável da edificação;
– Certificado de Aprovação (CA): É o documento que atesta que foram cumpridos os requisitos do Laudo de Exigências. Comprova se as medidas de segurança exigidas pela lei (extintores, caixas de incêndio, iluminação e sinalização de segurança, portas corta-fogo, por exemplo) estão em conformidade com as condições arquitetônicas do imóvel (área construída, número de pavimentos) e destinação. A documentação confirma que a edificação está regularizada junto ao Corpo de Bombeiros RJ.
“Desde março de 2018, o CA passou a ser válido por cinco anos. Emissões anteriores continuam sem validade fixa. Em ambos os casos, o período de validade está condicionado às condições originais aprovadas. Em caso de modificação, o responsável legal deve dar entrada em um novo processo de regularização conforme prevê a legislação”, destacou a corporação em nota.
Fiscalização
O CBMERJ destaca que não basta instalar itens de segurança dos estabelecimentos. Eles precisam passar por manutenção periódica. Segundo a corporação, a fiscalização acontece quando a documentação é solicitada, quando a mesma é renovada, quando o responsável pelo estabelecimento precisa fazer qualquer alteração estrutural, mediante denúncia e também de forma aleatória.
Bom exemplo

Alessandra dos Santos Medeiros investiu em segurança
Um bom exemplo vem lá do Parque Rio Branco, em Guarus. A diretora do Centro Educacional Medeiros Rangel (CEMER), Alessandra dos Santos Medeiros Rangel, conta que a unidade investiu em segurança e educação inclusiva. Até a norma técnica que determina o nível de iluminância ideal para ambientes foi seguida. Na escola, estudam cerca de 200 alunos entre 2 e 10 anos, na Educação Infantil e no Ensino Fundamental 1. Alessandra disse que o CEMER foi além das obrigatoriedades.
“Os pais normalmente não nos questionam sobre todos os itens de segurança que dispomos aqui. Eles geralmente perguntam a respeito do valor da mensalidade e sobre a parte pedagógica. Mas entendemos que uma coisa é tão importante quanto a outra. A segurança das crianças e a qualidade do ensino formam uma escola de excelência”, pontuou.
Além das exigências do Corpo de Bombeiros, a diretora explica que a escola está sujeita às normas da Vigilância Sanitária e da Superintendência de Postura Municipal.
Mau exemplo
No quesito segurança, algumas unidades públicas em Campos, seja da rede municipal ou estadual, deixam a desejar, na avaliação do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE-Campos). Porteiro para controlar quem entra e sai das escolas, por exemplo, é artigo de luxo, de acordo com a diretora geral do SEPE-Campos, Odisséia Pinto de Carvalho.
“Temos casos de escolas sendo assaltadas praticamente toda semana. Os casos têm acontecido com maior frequência na rede municipal, mas também são registrados na rede estadual. A falta de porteiros e de vigia compromete a segurança de nossos alunos e professores. Sem falar em algumas unidades com salas interditadas, como é o caso da Escola Municipal Norberto Siqueira Barreto, em Goitacazes. Outras estão com obras inacabadas, como a Escola Municipal Marechal Arthur da Costa e Silva, em Guarus”, criticou Odisséia.
A diretora do SEPE-Campos revelou que o sindicato prepara um levantamento com todos os problemas das escolas na cidade para ser entregue ao Ministério Público.
Escolas particulares

O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de 1º e 2º Graus (SINEPE-Campos) destaca que faz às cerca de 90 escolas da Educação Básica instaladas na cidade a recomendação contínua de aperfeiçoamento dos sistemas de segurança internos, com a utilização de câmeras e investimento em tecnologia, restrição de acesso ao ambiente escolar em horário de atividades, protocolos de segurança com autorizações expressas dos responsáveis para o trânsito de crianças menores de idade e o treinamento e reciclagem periódica dos funcionários para a aplicação das melhores práticas de primeiros socorros em caso de necessidade.
“Para que uma escola particular obtenha a devida autorização de funcionamento deve contar inicialmente com padrão elevado de exigências no que se refere à segurança de todos os envolvidos no ambiente escolar, sejam os alunos, colaboradores e até mesmo os responsáveis que participam de todo processo”, destacou o advogado do SINEPE-Campos, Bruno Lannes de Aguiar Pacheco.
Resposta da Prefeitura
“A Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte (Smece) informa que são 473 vigias vinculados ao órgão. Desde 2017 foram mais de 30 unidades construídas ou reformadas e mais de 4 mil atendimentos em manutenção diária. Existe um cronograma de obras em andamento, de acordo com a prioridade das demandas. Neste início do ano, algumas reformas precisaram ser adiadas em virtude das demandas oriundas das chuvas e dos arrombamentos. Em relação à Creche Norberto Siqueira Barreto, algumas salas não estavam sendo usadas devido ao cheiro provocado pelo excesso de umidade causado pelas chuvas, mas já foram liberadas. A Escola Municipal Marechal Arthur da Costa e Silva passa por processo de reforma do antigo prédio e ampliação do espaço. Atualmente os alunos, já transferidos, estudam nas novas salas e está em andamento a reforma do prédio anterior.
A Secretaria de Estado de Educação não enviou resposta até o fechamento desta edição.
“Para que uma escola particular obtenha a devida autorização de funcionamento deve contar inicialmente com padrão elevado de exigências no que se refere à segurança de todos os envolvidos no ambiente escolar, sejam os alunos, colaboradores e até mesmo os responsáveis que participam de todo processo”, destacou o advogado do SINEPE-Campos, Bruno Lannes de Aguiar Pacheco.
Resposta da Prefeitura
“A Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte (Smece) informa que são 473 vigias vinculados ao órgão. Desde 2017 foram mais de 30 unidades construídas ou reformadas e mais de 4 mil atendimentos em manutenção diária. Existe um cronograma de obras em andamento, de acordo com a prioridade das demandas. Neste início do ano, algumas reformas precisaram ser adiadas em virtude das demandas oriundas das chuvas e dos arrombamentos. Em relação à Creche Norberto Siqueira Barreto, algumas salas não estavam sendo usadas devido ao cheiro provocado pelo excesso de umidade causado pelas chuvas, mas já foram liberadas. A Escola Municipal Marechal Arthur da Costa e Silva passa por processo de reforma do antigo prédio e ampliação do espaço. Atualmente os alunos, já transferidos, estudam nas novas salas e está em andamento a reforma do prédio anterior.
A Secretaria de Estado de Educação não enviou resposta até o fechamento desta edição.
Fonte: Terceira Via
Câmara Municipal de Macaé e Alerj também adotam medidas de prevenção ao novo coronavírus

A Câmara Municipal de Macaé informou, na última sexta-feira, 13, após ser publicado o decreto da prefeitura sobre o coronavírus, que o Legislativo macaense também adotará medidas de prevenção contra a doença que já tem mais de 140 mil casos confirmados em todo o mundo, segundo o site Worldometer.
Em comunicado divulgado na manhã da última sexta-feira, a Casa advertiu o público interessado em acompanhar as sessões ordinárias da Câmara nesta semana, às terças e quartas-feiras, a fazê-lo pela internet, através dos canais de divulgação do Legislativo.
“Diante das recentes notícias relacionadas ao coronavírus no Brasil, a Câmara Municipal de Macaé recomenda que a população acompanhe as sessões ordinárias pela transmissão que acontece ao vivo no YouTube. Todo o conteúdo também é disponibilizado na íntegra para quem desejar ver posteriormente”, escreveu a Casa.
Além disso, a Câmara, que atualmente é presidida por um médico, o vereador Dr. Eduardo Cardoso (CIDADANIA), além de contar com outros 2 parlamentares que atuam na saúde municipal, os vereadores, Dr. Márcio Bittencourt (MDB) e Dr. Marcio Barcellos (MDB), também apresentou recomendações às pessoas que ainda assim quiserem conferir as sessões de forma presencial.
“Quem comparecer ao plenário deve manter a distância de 1 metro de outras pessoas. Em todo o prédio da Câmara, serão disponibilizados pontos para higienização com álcool 70%. Por recomendação do Ministério da Saúde, pessoas com sintomas de gripe devem buscar atendimento especializado e evitar circulação em locais públicos”, reforçou o Legislativo municipal.
A Câmara também suspendeu as visitas guiadas ao Centro Cultural do Legislativo, que funciona no antigo prédio da Casa, no centro da cidade, onde hoje está o Museu do Legislativo, que reúne, além do Centro Cultura, a Escola do Legislativo e a Biblioteca do Legislativo.
Mas não foi só em Macaé que o Legislativo se posicionou em relação ao aumento de casos de coronavírus no país e no Estado Na última quinta-feira, 12, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também decidiu adotar uma série de medidas de prevenção ao novo vírus que já tem mais de 130 casos confirmados no Brasil, sendo 16 no Estado do Rio.
De acordo com o ato da Mesa Diretora, publicado também na última sexta, e que terá validade por 30 dias, podendo ser prorrogado, ficam suspensas audiências públicas e reuniões de comissões e frentes parlamentares, além das visitas guiadas no Palácio Tiradentes, sede da Alerj, bem como o atendimento público na Biblioteca da Alerj.
O comunicado estabelece ainda que as sessões deliberativas no plenário, no entanto, estão mantidas. As medidas foram anunciadas depois que alguns parlamentares se reuniram na tarde da última quinta para discutir ações de prevenção à doença.
“Estamos monitorando a situação, a partir da informação de que já há casos de transmissão interna no Estado. Vamos acompanhar a evolução da doença e não descartamos adotar outras medidas como a suspensão das sessões plenárias ou mesmo a antecipação do recesso parlamentar”, explicou o presidente da Casa, deputado estadual André Ceciliano (PT).
Outras medidas adotadas pela Alerj são as inscrições em cursos da Escola do Legislativo; a restrição do acesso às dependências da Casa, permitido apenas a parlamentares, autoridades, funcionários do Legislativo, profissionais de imprensa e representantes de instituições públicas e privadas previamente credenciados, devendo o acesso de demais pessoas ser autorizado pela 1ª Secretaria.
O ato da presidência da Casa também estabelece que parlamentares e funcionários que retornarem de viagem a países com casos da doença deverão ficar afastados em observação por 14 dias, o mesmo valendo para quem tiver tido contato com pessoas infectadas com coronavírus, independente de apresentar sintomas ou não.
“Quem apresentar sintomas respiratórios ou febre, ainda que sem qualquer histórico de contato com casos suspeitos ou confirmados, será imediatamente afastado de suas atividades e tratado conforme critério médico”, completou a Alerj.
A Assembleia Legislativa do Rio também decidiu manter afastados os servidores com mais de 60 anos, portadores de doenças cardíacas e/ou pulmonares crônicas, e gestantes, que foram dispensados imediatamente de suas atividades, além de suspender os prazos de funcionamento de comissões temporárias e de inquérito, as chamadas CPIs.
“O Departamento de Assistência Médica elaborará e divulgará um protocolo de busca ativa de eventuais casos suspeitos na Casa”, concluiu o Legislativo estadual.
Fonte:O DiárioLagos
Pesquisas eleitorais aumentam a confiança do eleitorado nas informações divulgadas

Por Wanderson Amorim
A importância das pesquisas eleitorais vem crescendo entre os brasileiros, especialmente desde a introdução do sistema de dois turnos nas eleições de prefeitos, governadores e do presidente da República.
Ao mesmo tempo em que se intensifica a polêmica sobre a influência das pesquisas nos resultados das votações, aumenta a confiança do eleitorado nas informações divulgadas pelos instituto de pesquisas.
Para o diretor do Grupo Folha do Caparaó, Elias Carvalho, esse crescimento se deve à elevação do nível de qualidade do trabalho desenvolvido pelos institutos.“Diferentemente do que ocorre com outros tipos de pesquisas de opinião pública, no caso das pesquisas eleitorais, o resultado da votação serve de parâmetro para aferir a qualidade das pesquisas, tornando portanto muito arriscada a manipulação de dados em favor de um determinado candidato. As pesquisas eleitorais são um meio útil à tomada de decisões por parte de eleitores e candidatos”, disse Elias Carvalho.
Neste ano eleitoral, como ocorreu em eleições anteriores, com pesquisas com mais de 90% de acertos, o AQUINOTICIAS.COM estará, em parceria com o Instituto Solução, visitando novamente as cidades para saber o que pensa o eleitor.
“Hoje não mais se concebe uma campanha feita às cegas, baseada apenas na sempre discutível “experiência”, na intuição e na improvisação. Hoje não mais se concebe uma campanha que não possua um conhecimento preciso das opiniões e sentimentos dos eleitores, e do acompanhamento das flutuações daquelas opiniões. Por isso as pesquisas eleitorais são muito importantes”, ressalta Carvalho.
O coordenador do Instituto Solução, Jonas Norbiato, explica que o eleitor, nos últimos anos, presenciou uma verdadeira revolução na maneira de se fazer uma campanha eleitoral. Não foram apenas as novas tendências políticas do século 21, mas as transformações tecnológicas encabeçaram a nova maneira de ação. A tecnologia disponibiliza para os candidatos meios de divulgação que eram
impensáveis há 30 anos.
“Computador, internet e telefonia móvel, apenas para citar alguns desses recursos, foram criados e aperfeiçoados sucessivamente nesse período. Para acompanhar o avanço técnico, a pesquisa política foi forçada a se adaptar. O Instituto Solução utiliza a metodologia quantitativa para realizar suas pesquisas de opinião pública. Para a sua elaboração é efetuado um levantamento por amostragem considerando sexo e idade, informações que são retiradas do TRE e IBGE. O universo das pesquisas é composto por entrevistados com 16 anos ou mais”, explica Norbiato.
Fonte:Aqui Notícia
Grave acidente na Rodovia do Sol no Espírito Santo tira vida de jovem de Batelão de Barra de São Francisco de Itabapoana RJ
Veículos envolvidos no acidente um carro de passeio e uma motocicleta.
As vítimas estavam na moto eles são jovens moradores de Batelão de Barra, em São Francisco de Itabapoana.
O jovem que veio a óbito identificado como Leonardo Carneiro, chamado pelo todos por Léo. Ele teria entre 20 e 25 anos, e trabalhava numa oficina mecânica em Travessão de Barra. Léo estava na garupa da motocicleta.
O condutor da moto perdeu o controle da direção após passar por uma curva, após ter furado um pneu, quando de repente eles foram para o chão infelizmente vinha um carro sentido contrário. Léo teria sido projetado contra o veículo e morreu no local. No carro, um Ford sedam de cor branca, ninguém se feriu.
O corpo do rapaz foi removido para o Departamento Médico Legal de Cachoeiro de Itapemirim. O condutor da moto, de iniciais J.V.S.T., 27 anos, foi socorrido para o Hospital Municipal Manoel Carola, em Ponto de Cacimbas. Ele está estável e sofreu um deslocamento na clavícula.
Na localidade de Batelão de Barra, o clima é tenso pelo falecimento do jovem mecânico, que era casado e deixa uma filha.
O jovem que veio a óbito identificado como Leonardo Carneiro, chamado pelo todos por Léo. Ele teria entre 20 e 25 anos, e trabalhava numa oficina mecânica em Travessão de Barra. Léo estava na garupa da motocicleta.
O condutor da moto perdeu o controle da direção após passar por uma curva, após ter furado um pneu, quando de repente eles foram para o chão infelizmente vinha um carro sentido contrário. Léo teria sido projetado contra o veículo e morreu no local. No carro, um Ford sedam de cor branca, ninguém se feriu.
O corpo do rapaz foi removido para o Departamento Médico Legal de Cachoeiro de Itapemirim. O condutor da moto, de iniciais J.V.S.T., 27 anos, foi socorrido para o Hospital Municipal Manoel Carola, em Ponto de Cacimbas. Ele está estável e sofreu um deslocamento na clavícula.
Na localidade de Batelão de Barra, o clima é tenso pelo falecimento do jovem mecânico, que era casado e deixa uma filha.
Pêsames a família.
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