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segunda-feira, 23 de março de 2020
Decreto do governo suspende contrato de trabalho por 4 meses
Texto prevê acordos individuais entre patrões e profissionais acima das leis trabalhistas
O objetivo, segundo a pasta, é evitar o desemprego.
O presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória, publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite de domingo (22/03), que permite que contratos de trabalho e salários sejam suspensos por até quatro meses durante o período de calamidade pública.
A medida é parte do conjunto de ações do governo federal para combater os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus.
Como se trata de uma medida provisória, o texto passa a valer imediatamente, mas ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias para não perder a validade. O governo federal defende a proposta como forma de evitar demissões em massa.
Segundo a MP, a suspensão de contratos deve ser feita de modo que, no período, se garanta a participação do trabalhador em curso ou programa de qualificação profissional não presencial oferecido pelo empregador ou alguma entidade.
A medida provisória também estabelece que:
o empregador não precisará pagar salário no período de suspensão contratual, mas "poderá conceder ao empregado ajuda compensatória mensal" com valor negociado entre as partes
nos casos em que o programa de qualificação previsto não for oferecido, será exigido o pagamento de salário e encargos sociais, e o empregador ficará sujeito a penalidades previstas na legislação
a suspensão dos contratos não dependerá de acordo ou convenção coletiva, mas poderá ser feito de forma individual ou coletiva
a suspensão do contrato será registrada em carteira de trabalho física ou eletrônica.
acordos individuais entre patrões e empregados estarão acima das leis trabalhistas ao longo do período de validade da MP para "garantir a permanência do vínculo empregatício", desde que não seja descumprida a Constituição
Benefícios como plano de saúde deverão ser mantidos
Além da suspensão do contrato de trabalho e do salário, a MP estabelece, como formas de combater os efeitos do novo coronavírus:
Teletrabalho (trabalho à distância, como home office)
Regime especial de compensação de horas no futuro em caso de eventual interrupção da jornada de trabalho durante calamidade pública
Suspensão de férias para trabalhadores da área de saúde e de serviços considerados essenciais
Antecipação de férias individuais, com aviso ao trabalhador até 48 horas antes
Concessão de férias coletivas
Aproveitamento e antecipação de feriados
Suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho
Direcionamento do trabalhador para qualificação
Adiamento do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
Reprodução
O objetivo, segundo a pasta, é evitar o desemprego.O presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória, publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite de domingo (22/03), que permite que contratos de trabalho e salários sejam suspensos por até quatro meses durante o período de calamidade pública.
A medida é parte do conjunto de ações do governo federal para combater os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus.
Como se trata de uma medida provisória, o texto passa a valer imediatamente, mas ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias para não perder a validade. O governo federal defende a proposta como forma de evitar demissões em massa.
Segundo a MP, a suspensão de contratos deve ser feita de modo que, no período, se garanta a participação do trabalhador em curso ou programa de qualificação profissional não presencial oferecido pelo empregador ou alguma entidade.
A medida provisória também estabelece que:
o empregador não precisará pagar salário no período de suspensão contratual, mas "poderá conceder ao empregado ajuda compensatória mensal" com valor negociado entre as partes
nos casos em que o programa de qualificação previsto não for oferecido, será exigido o pagamento de salário e encargos sociais, e o empregador ficará sujeito a penalidades previstas na legislação
a suspensão dos contratos não dependerá de acordo ou convenção coletiva, mas poderá ser feito de forma individual ou coletiva
a suspensão do contrato será registrada em carteira de trabalho física ou eletrônica.
acordos individuais entre patrões e empregados estarão acima das leis trabalhistas ao longo do período de validade da MP para "garantir a permanência do vínculo empregatício", desde que não seja descumprida a Constituição
Benefícios como plano de saúde deverão ser mantidos
Além da suspensão do contrato de trabalho e do salário, a MP estabelece, como formas de combater os efeitos do novo coronavírus:
Teletrabalho (trabalho à distância, como home office)
Regime especial de compensação de horas no futuro em caso de eventual interrupção da jornada de trabalho durante calamidade pública
Suspensão de férias para trabalhadores da área de saúde e de serviços considerados essenciais
Antecipação de férias individuais, com aviso ao trabalhador até 48 horas antes
Concessão de férias coletivas
Aproveitamento e antecipação de feriados
Suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho
Direcionamento do trabalhador para qualificação
Adiamento do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
Fonte: G1
Agências da Caixa ficarão fechadas e só atenderão serviços essenciais
Só serão realizados os serviços essenciais como saque do FGTS

Reprodução
As agências iniciarão o expediente com uma hora de antecedência para atender os clientes do grupo de risco que precisem realizar os serviços necessários à sobrevivência da população
A Caixa Econômica Federal anunciou neste domingo (22/03) que, a partir desta segunda-feira, em decorrência da escalada da pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) no país, fechará suas portas para o atendimento ao público e vai focar sua atuação no pleno funcionamento da sala de autoatendimento, com abastecimento de numerário e processamento de depósitos. O atendimento presencial no interior das agências será somente para saque de INSS/seguro desemprego/seguro defeso/abono salarial/FGTS para quem não possui cartão e senha, ou tenham que efetuar o desbloqueio de cartão e senha da conta.
As agências iniciarão o expediente com uma hora de antecedência para atender os clientes do grupo de risco que precisem realizar os serviços necessários à sobrevivência da população, considerados essenciais conforme previsão do decreto 10.282/2020.
Pedido do movimento sindical
Na sexta-feira (20), o Comando Nacional dos Bancários havia mandado um ofício ao banco reivindicando medidas que acabassem com as aglomerações no banco, a fim de resguardar a segurança e a saúde dos empregados, clientes e usuários.
“O banco tomou a decisão correta. Neste momento, é preciso resguardar a saúde dos empregados, clientes e de todo o público que utiliza os serviços da Caixa”, avaliou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comado Nacional dos Bancários. “Vamos cobrar dos demais bancos a mesma medida”, completou.
O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reúnem por videoconferência, na manhã de segunda-feira (23), para tratar sobre as atividades da categoria nos estabelecimentos bancários e as medidas a serem tomadas diante da pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19).
“A comissão Executiva dos Empregados vem cobrando responsabilidade da direção da Caixa com a saúde dos empregados e usuários desde os primeiros casos da doença no Brasil. Na semana passada foram diversos casos de suspeita e alterações nos procedimentos após reivindicações dos empregados. Hoje a direção da Caixa finalmente anuncia protocolo de forma mais responsável e evita que os empregados precisem ir aos hospitais para buscar atestado, aceitando autodeclaração de sintoma para afastamento e, por seus vice-presidentes, garantiu que a Caixa vai atender só serviços essenciais”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, Dionísio Reis.
“Com esses avanços, na próxima semana buscaremos firmar que não irão ou trabalho mães de crianças em idade escolar e pessoas que morem com outras que façam parte do grupo de risco”, completou o coordenador da CEE/Caixa, destacando que os empregados devem repassar aos sindicatos os casos em que os gerentes das unidades não tiverem bom-senso.
Home office
Em seu anúncio o banco informou que 70% dos empregados de agências serão liberados para trabalharem home office. O banco vai disponibilizar um sistema para permitir que os empregados realizem o atendimento via WhatsApp das demais atividades operacionais das agências.
Entre estes estão todas gestantes e lactantes, adultos com mais de 60 anos, portadores de doenças cardiovasculares, como hipertensão; diabetes; tratamento de câncer e pessoas com deficiência ficarão em casa.
Os 30% dos empregados restantes trabalharão em regime de escala semanal. Cabendo ao gerente geral, juntamente com os empregados, a definição.
Medidas de segurança
O banco informou ainda que fez uma aquisição emergencial de álcool gel para as agências que não estão conseguindo adquirir o produto localmente e que antecipará a campanha de vacinação contra gripe de julho para o início de abril.
A Caixa Econômica Federal anunciou neste domingo (22/03) que, a partir desta segunda-feira, em decorrência da escalada da pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) no país, fechará suas portas para o atendimento ao público e vai focar sua atuação no pleno funcionamento da sala de autoatendimento, com abastecimento de numerário e processamento de depósitos. O atendimento presencial no interior das agências será somente para saque de INSS/seguro desemprego/seguro defeso/abono salarial/FGTS para quem não possui cartão e senha, ou tenham que efetuar o desbloqueio de cartão e senha da conta.
As agências iniciarão o expediente com uma hora de antecedência para atender os clientes do grupo de risco que precisem realizar os serviços necessários à sobrevivência da população, considerados essenciais conforme previsão do decreto 10.282/2020.
Pedido do movimento sindical
Na sexta-feira (20), o Comando Nacional dos Bancários havia mandado um ofício ao banco reivindicando medidas que acabassem com as aglomerações no banco, a fim de resguardar a segurança e a saúde dos empregados, clientes e usuários.
“O banco tomou a decisão correta. Neste momento, é preciso resguardar a saúde dos empregados, clientes e de todo o público que utiliza os serviços da Caixa”, avaliou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comado Nacional dos Bancários. “Vamos cobrar dos demais bancos a mesma medida”, completou.
O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reúnem por videoconferência, na manhã de segunda-feira (23), para tratar sobre as atividades da categoria nos estabelecimentos bancários e as medidas a serem tomadas diante da pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19).
“A comissão Executiva dos Empregados vem cobrando responsabilidade da direção da Caixa com a saúde dos empregados e usuários desde os primeiros casos da doença no Brasil. Na semana passada foram diversos casos de suspeita e alterações nos procedimentos após reivindicações dos empregados. Hoje a direção da Caixa finalmente anuncia protocolo de forma mais responsável e evita que os empregados precisem ir aos hospitais para buscar atestado, aceitando autodeclaração de sintoma para afastamento e, por seus vice-presidentes, garantiu que a Caixa vai atender só serviços essenciais”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, Dionísio Reis.
“Com esses avanços, na próxima semana buscaremos firmar que não irão ou trabalho mães de crianças em idade escolar e pessoas que morem com outras que façam parte do grupo de risco”, completou o coordenador da CEE/Caixa, destacando que os empregados devem repassar aos sindicatos os casos em que os gerentes das unidades não tiverem bom-senso.
Home office
Em seu anúncio o banco informou que 70% dos empregados de agências serão liberados para trabalharem home office. O banco vai disponibilizar um sistema para permitir que os empregados realizem o atendimento via WhatsApp das demais atividades operacionais das agências.
Entre estes estão todas gestantes e lactantes, adultos com mais de 60 anos, portadores de doenças cardiovasculares, como hipertensão; diabetes; tratamento de câncer e pessoas com deficiência ficarão em casa.
Os 30% dos empregados restantes trabalharão em regime de escala semanal. Cabendo ao gerente geral, juntamente com os empregados, a definição.
Medidas de segurança
O banco informou ainda que fez uma aquisição emergencial de álcool gel para as agências que não estão conseguindo adquirir o produto localmente e que antecipará a campanha de vacinação contra gripe de julho para o início de abril.
Fonte: Ascom/ Contraf
Estado do Rio investiga dez mortes por coronavírus

Reprodução
Entre os casos confirmados e suspeitos internados, 15 estão em leitos clínicos e 17 estão em leitos intensivos.
A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro atualizou na noite deste domingo (22/03), os números da pandemia do coronavírus no Estado. O Gabinete de Crise para Enfrentamento do Coronavírus afirmou que investiga dez mortes pela covid-19. São 186 casos confirmados e o número de óbitos se manteve em três, desde ontem.
Entre os casos confirmados e suspeitos internados, 15 estão em leitos clínicos e 17 estão em leitos intensivos. Os demais encontram-se em isolamento domiciliar.
Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira:
Rio de Janeiro – 168
Niterói – 10
Petrópolis – 3
Barra Mansa – 1
Guapimirim – 1
Miguel Pereira – 1
Exterior – 2
No sábado (21), a Secretaria Estadual de Saúde confirmou o terceiro óbito por coronavírus no estado, em Petrópolis. Os outros dois foram registrados em Miguel Pereira e Niterói. Todas as vítimas eram idosas e apresentavam comorbidades, sendo classificadas como grupo de risco para a Covid-19. Há ainda 10 óbitos em investigação no estado por infecção por coronavírus.
Mortes por coronavírus no Brasil sobem para 25 e casos aumentam 37% desde sábado
O Ministério da Saúde atualizou na tarde deste domingo os números da pandemia do coronavírus no Brasil. São 25 mortes: 22 em São Paulo e três no Rio de Janeiro. O aumento é de sete óbitos em comparação com o boletim da pasta divulgado no sábado. Os casos confirmados são 1.546, um aumento de 37%, ou 418 casos a mais, em relação ao balanço de sábado.
As sete mortes confirmadas nas últimas 24 horas ocorreram em São Paulo, estado com maior número de casos, com 631. Até sábado eram 459, um crescimento de 39%.
Fonte: O Dia
A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro atualizou na noite deste domingo (22/03), os números da pandemia do coronavírus no Estado. O Gabinete de Crise para Enfrentamento do Coronavírus afirmou que investiga dez mortes pela covid-19. São 186 casos confirmados e o número de óbitos se manteve em três, desde ontem.
Entre os casos confirmados e suspeitos internados, 15 estão em leitos clínicos e 17 estão em leitos intensivos. Os demais encontram-se em isolamento domiciliar.
Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira:
Rio de Janeiro – 168
Niterói – 10
Petrópolis – 3
Barra Mansa – 1
Guapimirim – 1
Miguel Pereira – 1
Exterior – 2
No sábado (21), a Secretaria Estadual de Saúde confirmou o terceiro óbito por coronavírus no estado, em Petrópolis. Os outros dois foram registrados em Miguel Pereira e Niterói. Todas as vítimas eram idosas e apresentavam comorbidades, sendo classificadas como grupo de risco para a Covid-19. Há ainda 10 óbitos em investigação no estado por infecção por coronavírus.
Mortes por coronavírus no Brasil sobem para 25 e casos aumentam 37% desde sábado
O Ministério da Saúde atualizou na tarde deste domingo os números da pandemia do coronavírus no Brasil. São 25 mortes: 22 em São Paulo e três no Rio de Janeiro. O aumento é de sete óbitos em comparação com o boletim da pasta divulgado no sábado. Os casos confirmados são 1.546, um aumento de 37%, ou 418 casos a mais, em relação ao balanço de sábado.
As sete mortes confirmadas nas últimas 24 horas ocorreram em São Paulo, estado com maior número de casos, com 631. Até sábado eram 459, um crescimento de 39%.
Fonte: O Dia
Em São Francisco de Itabapoana, comércio fecha as portas a partir deste terça feira, 24.
Foto:Arquivo
O comercio da região estará com portas fechadas parcialmente pelo período de oito dias, sujeito a prorrogação, a partir desta terça-feira, 24/03, conforme Decreto Municipal.
Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de São Francisco de Itabapoana, através de seu presidente Gérson Wellinghton, e de acordo com o Decreto Executivo, só poderão funcionar os seguintes comércios: supermercados, mercados, padarias, peixarias, açougues, hortifrútis, pet-shops, postos de combustíveis e toda atividade médica, dentária e farmácias. Segundo ainda a CDL, estarão fechados bancos como Itaú, Bradesco e Sicoob e casa lotérica. Vão funcionar apenas caixas eletrônicos. Os bancos do Brasil e Caixa, por enquanto vão funcionar.
Bares e restaurantes e similares que fornecem comidas, poderão funcionar servindo quentinhas. Os demais comércios deverão estar criteriosamente fechados para atendimento ao público, podendo, no entanto, haver trabalho interno, se for necessário. Isto se dará pelo período de oito dias, a partir desta terça-feira, 24/03, até a outra terça-feira 31/03, sujeito a prorrogação.
Comércio de Campos fechado a partir desta segunda-feira para enfrentamento ao coronavírus
O objetivo é evitar aglomerações e segue até 5 de abril. Locais de culto religioso também devem permanecer fechados.

Ao decretar Situação de Emergência em Saúde no município em decorrência do coronavírus, o prefeito de Campos, Rafael Diniz, determinou o fechamento do comércio, suspendendo, temporariamente, o atendimento presencial em estabelecimentos a partir desta segunda-feira (23). O objetivo é evitar aglomerações e a determinação segue até 5 de abril. Confira AQUI o Decreto 33/2020.
Estão fora desta medida, farmácias; hipermercados, supermercados, mercados, feiras livres, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas e centros de abastecimento de alimentos; lojas de conveniência; lojas de venda de alimentação para animais; distribuidores de gás; lojas de venda de água mineral; padarias; postos de combustível; e bares e restaurantes que funcionem no interior de hotéis, pousadas e similares. Porém, estes estarão abertos apenas para os hóspedes e colaboradores, como forma de assegurar a quarentena.
De acordo com o Decreto, publicado em Diário Oficial sexta-feira (20), os estabelecimentos comerciais deverão manter fechados os acessos do público ao seu interior. Atividades internas e realização de transações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares e os serviços de entrega de mercadorias (delivery) estão mantidos. Ainda assim, deverão intensificar as medidas de higiene, disponibilizar álcool em gel e informações sobre COVID-19 aos clientes.
Campos fiscaliza não funcionamento de locais de culto religioso
Atendendo a recomendação do Ministério Público Estadual (MPE), a prefeitura inicia nesta segunda-feira (23), através de seus órgãos de Postura e forças de Segurança, fiscalização para garantir o não funcionamento de igrejas, templos, capelas, terreiros e outras casas de culto religioso. A intenção é evitar aglomeração de pessoas, devido aos riscos de propagação do novo Coronavírus.
A recomendação do MPE observa que, no caso de descumprimento, os órgãos de fiscalização poderão exercer o seu poder de polícia, interditando os locais, apreendendo equipamentos e cassando os alvarás de funcionamento. As autoridades poderão ainda prender em flagrante o responsável pelo culto e aglomerações dos fiéis, por Crime contra a Saúde Pública. Com amparo legal, a recomendação tem como reforço publicações dos governos federal, estadual e municipal para garantir o bem da coletividade, frente aos riscos da pandemia de Coronavírus.
Estão fora desta medida, farmácias; hipermercados, supermercados, mercados, feiras livres, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas e centros de abastecimento de alimentos; lojas de conveniência; lojas de venda de alimentação para animais; distribuidores de gás; lojas de venda de água mineral; padarias; postos de combustível; e bares e restaurantes que funcionem no interior de hotéis, pousadas e similares. Porém, estes estarão abertos apenas para os hóspedes e colaboradores, como forma de assegurar a quarentena.
De acordo com o Decreto, publicado em Diário Oficial sexta-feira (20), os estabelecimentos comerciais deverão manter fechados os acessos do público ao seu interior. Atividades internas e realização de transações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares e os serviços de entrega de mercadorias (delivery) estão mantidos. Ainda assim, deverão intensificar as medidas de higiene, disponibilizar álcool em gel e informações sobre COVID-19 aos clientes.
Campos fiscaliza não funcionamento de locais de culto religioso
Atendendo a recomendação do Ministério Público Estadual (MPE), a prefeitura inicia nesta segunda-feira (23), através de seus órgãos de Postura e forças de Segurança, fiscalização para garantir o não funcionamento de igrejas, templos, capelas, terreiros e outras casas de culto religioso. A intenção é evitar aglomeração de pessoas, devido aos riscos de propagação do novo Coronavírus.
A recomendação do MPE observa que, no caso de descumprimento, os órgãos de fiscalização poderão exercer o seu poder de polícia, interditando os locais, apreendendo equipamentos e cassando os alvarás de funcionamento. As autoridades poderão ainda prender em flagrante o responsável pelo culto e aglomerações dos fiéis, por Crime contra a Saúde Pública. Com amparo legal, a recomendação tem como reforço publicações dos governos federal, estadual e municipal para garantir o bem da coletividade, frente aos riscos da pandemia de Coronavírus.
Fonte:Terceira Via
Jovem é assassinado a tiros em matagal da Baixada Campista
O corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico Legal de Campos (IML/Campos), onde foi liberado para sepultamento

Um jovem, identificado apenas como Eduardo, foi assassinado a tiros na tarde deste domingo (23), em um matagal na localidade de Ponto do Carmo, próximo ao distrito de Goitacazes, na Baixada Campista. Diversos projéteis foram encontrados próximos ao corpo da vítima, que era morador da região e bastante conhecido na Baixada.
De acordo com a Polícia Militar, populares ouviram diversos disparos de arma de fogo e foram em direção ao matagal. Ao chegar no local, encontraram “Dudu”, como era conhecido, caído no chão e com o rosto parcialmente desfigurado, o que leva a crer que ele foi assassinado por disparos de arma calibre 12, que é conhecido por ser um grosso calibre.
Militares fizeram buscas pela região na tentativa de encontrar algum suspeito. Porém, ninguém foi capturado.
O corpo de “Dudu” foi removido para o Instituto Médico Legal de Campos (IML/Campos), onde foi liberado para sepultamento. Já o crime foi registrado na 134ªDP (Delegacia do Centro) onde será investigado.
De acordo com a Polícia Militar, populares ouviram diversos disparos de arma de fogo e foram em direção ao matagal. Ao chegar no local, encontraram “Dudu”, como era conhecido, caído no chão e com o rosto parcialmente desfigurado, o que leva a crer que ele foi assassinado por disparos de arma calibre 12, que é conhecido por ser um grosso calibre.
Militares fizeram buscas pela região na tentativa de encontrar algum suspeito. Porém, ninguém foi capturado.
O corpo de “Dudu” foi removido para o Instituto Médico Legal de Campos (IML/Campos), onde foi liberado para sepultamento. Já o crime foi registrado na 134ªDP (Delegacia do Centro) onde será investigado.
Fonte:Terceira Via
Campanha de vacinação contra gripe começa hoje em todo o país; em Campos, começa na quarta
Têm prioridade na primeira etapa idosos e trabalhadores da saúde; Prefeitura de Campos confirmou vacinação a partir do dia 25

Vacinação em campos só a partir de quarta-feira, segundo a Prefeitura (Foto:EBC)
Começa nesta segunda-feira (23) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. De acordo com Ministério da Saúde, nesta primeira etapa os públicos prioritários são idosos e trabalhadores da saúde. Em Campos, porém, a imunização acontece a partir desta quarta-feira (25). Mais duas etapas serão realizadas para públicos diferentes.
Ao todo, a campanha pode atingir cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo o país. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos até o dia 22 de maio. Para alcançar esse público foram investidos R$ 1 bilhão na aquisição de 75 milhões de doses da vacina.
O dia “D” de mobilização nacional para a vacinação acontece em 9 de maio (sábado). Nessa data, os 41 mil postos de saúde ficarão abertos para atender a todos os grupos prioritários. Neste ano, a campanha foi antecipada de abril para março para reforçar a proteção aos públicos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe.
Novo coronavírus
A vacina contra influenza não tem eficácia contra o coronavírus. No entanto, em virtude da pandemia de coronavírus, poderá auxiliar profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para o covid-19, já que os sintomas são parecidos.
Segundo o ministério, casos mais graves de infecção por coronavírus têm sido registrados pelo mundo em pessoas acima de 60 anos, grupo que corresponde a 20,8 milhões de pessoas no Brasil. Por isso, a primeira etapa da campanha contempla esse público.
Próximas etapas
A etapa seguinte da campanha terá início no dia 16 de abril, com o objetivo de vacinar doentes crônicos, professores (rede pública e privada) e profissionais das forças de segurança. A última fase, que começa no dia 9 de maio, dará prioridade a crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas com 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.
Até o momento, o Ministério da Saúde enviou aos estados 15 milhões de doses e mais 4 milhões serão distribuídas até o fim de março.
A vacina, composta por vírus inativado, é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2).
Fonte: EBC

Vacinação em campos só a partir de quarta-feira, segundo a Prefeitura (Foto:EBC)
Começa nesta segunda-feira (23) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. De acordo com Ministério da Saúde, nesta primeira etapa os públicos prioritários são idosos e trabalhadores da saúde. Em Campos, porém, a imunização acontece a partir desta quarta-feira (25). Mais duas etapas serão realizadas para públicos diferentes.
Ao todo, a campanha pode atingir cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo o país. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos até o dia 22 de maio. Para alcançar esse público foram investidos R$ 1 bilhão na aquisição de 75 milhões de doses da vacina.
O dia “D” de mobilização nacional para a vacinação acontece em 9 de maio (sábado). Nessa data, os 41 mil postos de saúde ficarão abertos para atender a todos os grupos prioritários. Neste ano, a campanha foi antecipada de abril para março para reforçar a proteção aos públicos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe.
Novo coronavírus
A vacina contra influenza não tem eficácia contra o coronavírus. No entanto, em virtude da pandemia de coronavírus, poderá auxiliar profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para o covid-19, já que os sintomas são parecidos.
Segundo o ministério, casos mais graves de infecção por coronavírus têm sido registrados pelo mundo em pessoas acima de 60 anos, grupo que corresponde a 20,8 milhões de pessoas no Brasil. Por isso, a primeira etapa da campanha contempla esse público.
Próximas etapas
A etapa seguinte da campanha terá início no dia 16 de abril, com o objetivo de vacinar doentes crônicos, professores (rede pública e privada) e profissionais das forças de segurança. A última fase, que começa no dia 9 de maio, dará prioridade a crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas com 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.
Até o momento, o Ministério da Saúde enviou aos estados 15 milhões de doses e mais 4 milhões serão distribuídas até o fim de março.
A vacina, composta por vírus inativado, é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2).
Fonte: EBC
Cidades da Região dos Lagos não possuem casos confirmados de coronavírus
Até o momento, nenhum caso de coronavírus foi confirmado nas cidades da Região dos Lagos. Os municípios seguem acompanhando e seguindo os procedimentos necessários com relação aos casos considerados suspeitos.Nos dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde, nenhuma das cidades é citada. Porém, os municípios seguem realizando atualizações constantes sobre os casos.
Cabo Frio
Em Cabo Frio, a Secretaria de Saúde informa que foram registrados 12 casos suspeitos de coronavírus no município de Cabo Frio. Destes, cinco já foram descartados e os demais aguardam resultado dos testes.
No domingo, o Hospital Santa Izabel informou a população que possuí dois pacientes com suspeita de Covid-19 internados em nosso CTI, um deles respira com auxílio de aparelhos. Os exames de confirmação já foram colhidos e aguarda o resultado.
São Pedro da Aldeia
A Secretaria de Saúde de São Pedro da Aldeia informa que não tem nenhum caso confirmado de Coronavírus. O último balanço informou que haviam cinco casos suspeitos, sendo um descartado e outros quatro aguardando o resultado.
Os pacientes apresentam estado de saúde estável e encontram-se em isolamento domiciliar. Os moradores de Cabo Frio e Armação dos Búzios serão acompanhados pelas suas respectivas secretarias de saúde e vigilâncias municipais.
A Vigilância em Saúde Municipal de São Pedro da Aldeia está em monitoramento constante com a Vigilância Estadual para acompanhar os casos suspeitos e confirmados no Estado e reforça a importância para as principais medidas de prevenção como lavar as mãos, evitar aglomerações, proteger nariz e boca ao tossir e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Arraial do Cabo
Em Arraial do Cabo, a Prefeitura informou que a cidade estava com três casos suspeitos na última semana, porém dois já foram descartados.
O resultado que falta é de uma senhora com 72 anos, que deu entrada no Hospital Geral no dia 12, alegando que esteve em Portugal recentemente. O material (Swab) foi enviado para um setor diferente do LACEN (Laboratório Central Noel Nutels) e devido a grande demanda ocorreu o atraso do resultado.
Os pacientes em questão apresentam um estado clínico estável, sem febre e falta de ar, encontram-se em repouso em isolamento domiciliar, conforme protocolo. Acerca do isolamento domiciliar em quarentena, o procedimento está entre as medidas recomendadas pela OMS para pacientes que estão em bom estado clínico em que não há necessidade de internação. A previsão é de que permaneça em isolamento em sua residência por 14 dias a contar da data que apresentou os primeiros sintomas.
O município ressalta que conforme protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os exames para Covid-19 estão sendo restritos apenas a casos clínicos considerados graves com indicação hospitalar. Até o momento o Hospital Geral de Arraial do Cabo não recebeu nenhum paciente com sintomas considerados graves.
Iguaba Grande
A última atualização da Secretaria Municipal de Saúde de Iguaba Grande informa que o município tem cinco casos suspeitos do COVID-19, porém, nenhum resultado ainda foi confirmado ou descartado. Em comunicado o laboratório informou que a liberação, antes realizada em 48 horas, não tem mais prazo devido ao aumento considerável da demanda em todos os demais municípios do estado do Rio de Janeiro.
Segundo o município, o estado clínico dos dois primeiros pacientes, registrados no último dia 13, vem melhorando de forma gradativa. Os outros dois casos, registrados no dia 19, seguem em acompanhamento.
Búzios e Araruama
Os municípios de Búzios e Araruama ainda não notificaram, oficialmente, nenhum caso de suspeita do Coronavírus.Fonte: O DiárioLagos
Campistas enfrentam o coronavírus pelo mundo
Nos Estados Unidos e Europa, eles relatam a rotina de quarentena devido à pandemia mundial

Grupo de campistas que foi viver em Portugal (Foto: Acervo Pessoal)
Viver fora do Brasil em busca de uma vida melhor, mais segura e mais confortável, com a chegada do novo coronavírus, que se tornou pandemia, a situação da população em geral é de apreensão e medo da doença. Alguns brasileiros da cidade de Campos dos Goytacazes contaram ao Jornal Terceira Via o que estão passando em diferentes países. A rapidez de transmissão do vírus, além das mortes na Itália, sobretudo, mudaram a rotina de milhões de pessoas que estão confinadas sob quarentena para evitar contágio. Mas a maior preocupação deles é com os familiares que estão no Brasil.
Geovane Mendes (Orlando, EUA)
O jornalista Geovane Mendes mora em Orlando, Florida, há quase dois anos. Ele diz que não percebeu um pânico generalizado na cidade, mas relatou que há uma certa organização.
“Aqui, só no ano passado, passaram 50 milhões de turistas. É um lugar que as pessoas se previnem de furacões. Existe muita informação. Os hospitais estão sempre preparados e a população acostumada a se unir, sabe ficar em casa. Eles respeitam as leis ao extremo. Em alguns supermercados, faltam produtos”
De acordo, com Geovane, os preços dos alimentos na Flórida não subiram. “Estamos preparados aqui nos Estados Unidos. A minha preocupação fica por conta de amigos e familiares que vivem no Brasil, isso sim me tira o sono”, revela.
Péricles Emmanuel (Huntington, Califórnia, EUA)
O cantor e bailarino Péricles Emmanuel saiu de Campos em 1993. No ano seguinte, foi para Miami, EUA, para trabalhar em espetáculos. Viveu em várias cidades norte-americanas. O artista mora atualmente no estado da Califórnia. “Aqui, aparentemente, está tranquilo, apesar de me assustar muito ver as prateleiras vazias. Não achei papel higiênico, toalha de papel, e frutas como banana quando fui ao supermercado. Por outro lado, me tranquilizo por não estar infectado. As pessoas sabem do problema. Muita gente está trabalhando em casa. Cassinos, cinemas, estádios, restaurantes, tudo fechou. Sempre fui paranóico com limpeza. Agora, com o coronavírus, fiquei ainda mais exigente com assepsia, lavar sempre as mãos. Eu e meu parceiro estamos bem, nos cuidando”, conta.
Carolina Zanetti (Cork, Irlanda)
Formada em psicologia e letras, a professora Carolina Zanetti chegou a Irlanda no dia 7 para passar um ano, e aperfeiçoar o inglês. Chegou a Europa com os casos de coronavírus se espalhando rapidamente. “Fiz conexão de voo do Rio em Lisboa. Não tinha quase ninguém usando máscara. Cheguei a Dublin, peguei um ônibus para Cork. Vou me mudar de hospedagem em breve. As acomodações estavam muito caras, mas por causa do coronavírus, estão baixando preços. Tem fronteiras sendo fechadas, suspensão de voos. Muitos brasileiros aqui não estão conseguindo viajar. Quem é da Europa está tentando voltar para seus países. As aulas estão suspensas. Eu estudaria em uma sala convencional, mas estou estudando à distância com uso do Skype. Quase ninguém sai às ruas sem necessidade”, diz.
Cenira Campos, (Bruxelas, Bélgica)
Em agosto de 2018, Cenira Campos se mudou para Portugal com o marido e as filhas. Um ano depois, foram viver em Bruxelas, capital belga. Há uma semana, sua rotina mudou bastante. Lojas no geral só funcionam durante a semana. Final de semana somente supermercados e farmácias. As escolas fecharam por cinco semanas. Muitas empresas adotaram o home office, com o intuito de reduzir o trânsito de pessoas nas ruas. Meu marido está trabalhando à distância, em casa. As saídas estão autorizadas somente para comprar comida, remédio ou abastecer o carro. Estão proibidos grupos com mais de três nas ruas. Estou apreensiva no geral, porém temos condições de ficar várias semanas sem sair. Fico mais preocupada com a situação do Brasil, pois avisamos a amigos e parentes, alguns dias antes, para se precaverem. Eles acharam que isso não aconteceria no Brasil”, afirma.
Hermano Balbi (Barcelona, Espanha)
Há três anos, o farmacêutico campista Hermano Balbi vive em Barcelona com a mulher, a carioca Fernanda Cruz. Eles enfrentam um momento apreensivo, pois a Espanha, depois da Itália, é onde há mais casos da Covid-19. “É muito difícil para o mundo. Na União Europeia, a apreensão é ainda maior. Aqui na Espanha convivemos diariamente com o fantasma do coronavírus. Por ser farmacêutico, tenho uma breve noção de como está sendo espinhoso para os pesquisadores encontrarem uma vacina em curto prazo. Temos um filho pequeno. Estamos preocupados com a escalada dessa pandemia, e principalmente com o Brasil. Mas penso que vamos conseguir passar por isso. Porém, certamente, este será um ano muito difícil para o mundo, principalmente no que diz respeito a economia”, conclui Hermano.

Grupo de campistas que foi viver em Portugal (Foto: Acervo Pessoal)
Viver fora do Brasil em busca de uma vida melhor, mais segura e mais confortável, com a chegada do novo coronavírus, que se tornou pandemia, a situação da população em geral é de apreensão e medo da doença. Alguns brasileiros da cidade de Campos dos Goytacazes contaram ao Jornal Terceira Via o que estão passando em diferentes países. A rapidez de transmissão do vírus, além das mortes na Itália, sobretudo, mudaram a rotina de milhões de pessoas que estão confinadas sob quarentena para evitar contágio. Mas a maior preocupação deles é com os familiares que estão no Brasil.

Luciano Couto: (Porto, Portugal)
Empresário da construção civil, desde setembro de 2019 está em Portugal. Os negócios iam bem, pois há falta de moradias no país, disse Luciano Couto, mas o novo coronavírus mudou tudo. “A recomendação é ficar em casa. O país vive estado de emergência. As pessoas estão bem assustadas com o que está acontecendo na Itália e Espanha. Tudo está fechado. Fronteiras fechadas. Só caminhão passa com carregamento. Os poucos comércios abertos atendem as pessoas do lado de fora. Supermercados, farmácias e hospitais ficam abertos. Não há leito hospitalar disponível para todo mundo, isso assusta”, relata.
Empresário da construção civil, desde setembro de 2019 está em Portugal. Os negócios iam bem, pois há falta de moradias no país, disse Luciano Couto, mas o novo coronavírus mudou tudo. “A recomendação é ficar em casa. O país vive estado de emergência. As pessoas estão bem assustadas com o que está acontecendo na Itália e Espanha. Tudo está fechado. Fronteiras fechadas. Só caminhão passa com carregamento. Os poucos comércios abertos atendem as pessoas do lado de fora. Supermercados, farmácias e hospitais ficam abertos. Não há leito hospitalar disponível para todo mundo, isso assusta”, relata.
Geovane Mendes (Orlando, EUA)O jornalista Geovane Mendes mora em Orlando, Florida, há quase dois anos. Ele diz que não percebeu um pânico generalizado na cidade, mas relatou que há uma certa organização.
“Aqui, só no ano passado, passaram 50 milhões de turistas. É um lugar que as pessoas se previnem de furacões. Existe muita informação. Os hospitais estão sempre preparados e a população acostumada a se unir, sabe ficar em casa. Eles respeitam as leis ao extremo. Em alguns supermercados, faltam produtos”
De acordo, com Geovane, os preços dos alimentos na Flórida não subiram. “Estamos preparados aqui nos Estados Unidos. A minha preocupação fica por conta de amigos e familiares que vivem no Brasil, isso sim me tira o sono”, revela.
Péricles Emmanuel (Huntington, Califórnia, EUA)O cantor e bailarino Péricles Emmanuel saiu de Campos em 1993. No ano seguinte, foi para Miami, EUA, para trabalhar em espetáculos. Viveu em várias cidades norte-americanas. O artista mora atualmente no estado da Califórnia. “Aqui, aparentemente, está tranquilo, apesar de me assustar muito ver as prateleiras vazias. Não achei papel higiênico, toalha de papel, e frutas como banana quando fui ao supermercado. Por outro lado, me tranquilizo por não estar infectado. As pessoas sabem do problema. Muita gente está trabalhando em casa. Cassinos, cinemas, estádios, restaurantes, tudo fechou. Sempre fui paranóico com limpeza. Agora, com o coronavírus, fiquei ainda mais exigente com assepsia, lavar sempre as mãos. Eu e meu parceiro estamos bem, nos cuidando”, conta.
Carolina Zanetti (Cork, Irlanda)Formada em psicologia e letras, a professora Carolina Zanetti chegou a Irlanda no dia 7 para passar um ano, e aperfeiçoar o inglês. Chegou a Europa com os casos de coronavírus se espalhando rapidamente. “Fiz conexão de voo do Rio em Lisboa. Não tinha quase ninguém usando máscara. Cheguei a Dublin, peguei um ônibus para Cork. Vou me mudar de hospedagem em breve. As acomodações estavam muito caras, mas por causa do coronavírus, estão baixando preços. Tem fronteiras sendo fechadas, suspensão de voos. Muitos brasileiros aqui não estão conseguindo viajar. Quem é da Europa está tentando voltar para seus países. As aulas estão suspensas. Eu estudaria em uma sala convencional, mas estou estudando à distância com uso do Skype. Quase ninguém sai às ruas sem necessidade”, diz.
Cenira Campos, (Bruxelas, Bélgica)Em agosto de 2018, Cenira Campos se mudou para Portugal com o marido e as filhas. Um ano depois, foram viver em Bruxelas, capital belga. Há uma semana, sua rotina mudou bastante. Lojas no geral só funcionam durante a semana. Final de semana somente supermercados e farmácias. As escolas fecharam por cinco semanas. Muitas empresas adotaram o home office, com o intuito de reduzir o trânsito de pessoas nas ruas. Meu marido está trabalhando à distância, em casa. As saídas estão autorizadas somente para comprar comida, remédio ou abastecer o carro. Estão proibidos grupos com mais de três nas ruas. Estou apreensiva no geral, porém temos condições de ficar várias semanas sem sair. Fico mais preocupada com a situação do Brasil, pois avisamos a amigos e parentes, alguns dias antes, para se precaverem. Eles acharam que isso não aconteceria no Brasil”, afirma.
Hermano Balbi (Barcelona, Espanha)Há três anos, o farmacêutico campista Hermano Balbi vive em Barcelona com a mulher, a carioca Fernanda Cruz. Eles enfrentam um momento apreensivo, pois a Espanha, depois da Itália, é onde há mais casos da Covid-19. “É muito difícil para o mundo. Na União Europeia, a apreensão é ainda maior. Aqui na Espanha convivemos diariamente com o fantasma do coronavírus. Por ser farmacêutico, tenho uma breve noção de como está sendo espinhoso para os pesquisadores encontrarem uma vacina em curto prazo. Temos um filho pequeno. Estamos preocupados com a escalada dessa pandemia, e principalmente com o Brasil. Mas penso que vamos conseguir passar por isso. Porém, certamente, este será um ano muito difícil para o mundo, principalmente no que diz respeito a economia”, conclui Hermano.
Fonte: Terceira Via
domingo, 22 de março de 2020
Rodovias federais do RJ estão parcialmente bloqueadas, segundo PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou pontos de bloqueio em vários acessos à rodovias federais no estado do Rio de Janeiro neste sábado (21). Um deles foi feito pela Polícia Militar, nos acessos e saídas da Ponte Rio-Niterói.
De acordo com a PRF, as interdições parciais foram feitas em Niterói e nas saídas da ponte, no Rio de Janeiro, para impedir o tráfego de táxis, vans, carros de aplicativo e ônibus com destino à capital carioca.
Em Volta Redonda, guardas municipais fiscalizam os acessos à cidade, para restringir a entrada de coletivos.
Em Rio Bonito, a prefeitura instalou bloqueios de concreto na saída nos acessos à cidade pela BR 101. No início da tarde, a PRF teve desbloquear as vias com a ajuda de tratores, pois os bloqueios estavam impedindo acesso inclusive de veículos de emergência, como ambulâncias.
Bloqueios também foram instalados à tarde, nas saídas da BR 101, na altura da cidade de Silva Jardim.
Fonte: Agência Brasil
De acordo com a PRF, as interdições parciais foram feitas em Niterói e nas saídas da ponte, no Rio de Janeiro, para impedir o tráfego de táxis, vans, carros de aplicativo e ônibus com destino à capital carioca.
Em Volta Redonda, guardas municipais fiscalizam os acessos à cidade, para restringir a entrada de coletivos.
Em Rio Bonito, a prefeitura instalou bloqueios de concreto na saída nos acessos à cidade pela BR 101. No início da tarde, a PRF teve desbloquear as vias com a ajuda de tratores, pois os bloqueios estavam impedindo acesso inclusive de veículos de emergência, como ambulâncias.
Bloqueios também foram instalados à tarde, nas saídas da BR 101, na altura da cidade de Silva Jardim.
Fonte: Agência Brasil
Royalties com 15% a menos para o município de Campos
PAULO RENATO PINTO PORTO


Os royalties do petróleo do mês de março (referentes à produção de janeiro) caíram na conta dos municípios que integram a Bacia de Campos, enviados pela Secretaria do Tesouro Nacional. A Campos coube o repasse de R$ 28.829.104,45, 5,5% superior a verba de fevereiro, de R$ 27.320.839,00. Em comparação com os royalties de março do ano passado, a queda foi bem maior. Naquele período, o município recebeu R$ 33.022.663,00, em torno de 15% a mais.
Os repasses deste mês para São João da Barra foram de R$ 9.210.359,21, 9,5% maior do que o do mês anterior, de R$ 8.410.385,06. No ano passado, a verba foi de R$ 8.886.726,00.
Nos cofres de Macaé foram creditados R$ 63.192.358,89, 1,4% de aumento em relação à verba anterior. Quissamã obteve o maior percentual em relação aos repasses do mês anterior, de 46,2%. Neste repasse foram R$ 12.936.831,28, enquanto em fevereiro caíram na conta do município apenas R$ 8.845.727,00. Carapebus ficou este mês com R$ 3.934. 698,33. Rio das Ostras com R$ 11.405.851,28.
No mapa da Bacia de Santos, Maricá continua a ser o mais bem remunerado em royalties: R$ 80.279.403,81, seguido de Niterói também nas mesmas plataformas de produção, com R$ 52.215.075,93.
O Superintendente de Petróleo, Energia, Inovação e Indústria Naval de São João da Barra, Wellington Abreu, considera que a hora é de concentrar esforços para uma situação de emergência. “O momento é de utilizar este repasse como oxigênio para os próximos 30 dias em atenção especial à saúde e assistência social em vista a situação emergencial de pandemia que vive o país e o mundo. O panorama é muito pior se colocarmos em meio a tudo isso os efeitos econômicos mundiais. Por aqui não há nada mais o que falar além da vida e garantir o básico à população”.
O superintendente acrescenta ainda que “a região altamente dependente dos recursos dos royalties já iria enfrentar uma crise financeira de grande dimensão tendo em vista os efeitos geopolíticos da commodity petróleo e a falta de um acordo entre a Rússia e Rabia Saudita que jogou o preço da mesma a cair 50% em menos de três dias”.
Abreu chama atenção sobre pautas apresentadas esta semana pela Confederação Nacional dos Municípios e a Federação Nacional dos Prefeitos . A CNM entregou ofício com 17 reivindicações urgentes para viabilizar ações emergenciais de enfrentamento do Covid-19, na presidência da República, no Supremo Tribunal Federal (STF), na Câmara dos Deputados e no Senado. O documento trata dos prejuízos socioeconômicos da pandemia no Brasil e da falta de condições para se combater os problemas sem ajuda federal. “São iniciativas que podem, sim, ajudar e muito os gestores a conseguir amenizar as consequências deste caos”.
Os repasses deste mês para São João da Barra foram de R$ 9.210.359,21, 9,5% maior do que o do mês anterior, de R$ 8.410.385,06. No ano passado, a verba foi de R$ 8.886.726,00.
Nos cofres de Macaé foram creditados R$ 63.192.358,89, 1,4% de aumento em relação à verba anterior. Quissamã obteve o maior percentual em relação aos repasses do mês anterior, de 46,2%. Neste repasse foram R$ 12.936.831,28, enquanto em fevereiro caíram na conta do município apenas R$ 8.845.727,00. Carapebus ficou este mês com R$ 3.934. 698,33. Rio das Ostras com R$ 11.405.851,28.
No mapa da Bacia de Santos, Maricá continua a ser o mais bem remunerado em royalties: R$ 80.279.403,81, seguido de Niterói também nas mesmas plataformas de produção, com R$ 52.215.075,93.
O Superintendente de Petróleo, Energia, Inovação e Indústria Naval de São João da Barra, Wellington Abreu, considera que a hora é de concentrar esforços para uma situação de emergência. “O momento é de utilizar este repasse como oxigênio para os próximos 30 dias em atenção especial à saúde e assistência social em vista a situação emergencial de pandemia que vive o país e o mundo. O panorama é muito pior se colocarmos em meio a tudo isso os efeitos econômicos mundiais. Por aqui não há nada mais o que falar além da vida e garantir o básico à população”.
O superintendente acrescenta ainda que “a região altamente dependente dos recursos dos royalties já iria enfrentar uma crise financeira de grande dimensão tendo em vista os efeitos geopolíticos da commodity petróleo e a falta de um acordo entre a Rússia e Rabia Saudita que jogou o preço da mesma a cair 50% em menos de três dias”.
Abreu chama atenção sobre pautas apresentadas esta semana pela Confederação Nacional dos Municípios e a Federação Nacional dos Prefeitos . A CNM entregou ofício com 17 reivindicações urgentes para viabilizar ações emergenciais de enfrentamento do Covid-19, na presidência da República, no Supremo Tribunal Federal (STF), na Câmara dos Deputados e no Senado. O documento trata dos prejuízos socioeconômicos da pandemia no Brasil e da falta de condições para se combater os problemas sem ajuda federal. “São iniciativas que podem, sim, ajudar e muito os gestores a conseguir amenizar as consequências deste caos”.
Fonte:Fmanhã
Ataque contra secretário de Witzel acaba em morte de policial militar que fazia a segurança

Tiros chamaram atenção de moradores / Reprodução
Um policial militar que fazia segurança para o secretário de Governo do Estado do Rio, Cleiton Rodrigues, foi morto a tiros, na tarde deste sábado, em Laranjeiras. Ele estava no carro do secretário e foi atingido quando passava pela rua Soares Cabral.
Segundo informações do jornal Extra, seis homens teriam saído de um Gol branco e abordado o Toyota preto onde estavam o sargento, Cleiton e sua esposa, Lindalva Rodrigues. Os homens tentaram invadir o carro e foram impedidos pelo agente, que levou três tiros. Os bandidos fugiram. O secretário e a mulher não foram feridos.
Assustados pelo barulho e pelo grito de Lindalva, os moradores da rua foram às janelas e viram o desespero da esposa do secretário. Médicos da redondeza desceram e tentaram fazer reanimação da vítima até que chegasse a ambulância do Samu. O PM foi retirado em estado gravíssimo, mas morreu no Hospital Central da Polícia Militar, no bairro do Estácio.
O caso é investigado pela 9ª DP (Catete) e pela Delegacia de Homicídios da Capital, que instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte. Foi realizada perícia no local e equipes da unidade estão em busca de câmeras de segurança que ajudem a identificar a autoria do crime. A suspeita preliminar da Polícia Militar é que o caso seja uma tentativa de assalto.
Segundo informações do jornal Extra, seis homens teriam saído de um Gol branco e abordado o Toyota preto onde estavam o sargento, Cleiton e sua esposa, Lindalva Rodrigues. Os homens tentaram invadir o carro e foram impedidos pelo agente, que levou três tiros. Os bandidos fugiram. O secretário e a mulher não foram feridos.
Assustados pelo barulho e pelo grito de Lindalva, os moradores da rua foram às janelas e viram o desespero da esposa do secretário. Médicos da redondeza desceram e tentaram fazer reanimação da vítima até que chegasse a ambulância do Samu. O PM foi retirado em estado gravíssimo, mas morreu no Hospital Central da Polícia Militar, no bairro do Estácio.
O caso é investigado pela 9ª DP (Catete) e pela Delegacia de Homicídios da Capital, que instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte. Foi realizada perícia no local e equipes da unidade estão em busca de câmeras de segurança que ajudem a identificar a autoria do crime. A suspeita preliminar da Polícia Militar é que o caso seja uma tentativa de assalto.
Fonte:Fmanhã
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