quinta-feira, 23 de abril de 2020

Moro pede demissão após troca na PF, e Bolsonaro tenta reverter

Presidente informou ao ex-juiz da Lava Jato que mudança no comando da PF deve ocorrer nos próximos dias

Leandro Colon
BRASÍLIA

O ministro Sergio Moro (Justiça) pediu demissão a Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (23) ao ser informado pelo presidente da decisão de trocar a diretoria-geral da Polícia Federal, hoje ocupada por Maurício Valeixo.

Bolsonaro informou o ministro, em reunião, que a mudança na PF deve ocorrer nos próximos dias. Moro então pediu demissão do cargo, e Bolsonaro tenta agora reverter a decisão do ex-juiz federal.

Os ministros Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) foram escalados para convencer o ministro a recuar da decisão. Se Valeixo sair, Moro sairá junto, segundo aliados do ministro.

Valeixo foi escolhido por Moro para o cargo. O atual diretor-geral é homem de confiança do ex-juiz da Lava Jato. Desde o ano passado, Bolsonaro tem ameaçado trocar o comando da PF. O presidente quer ter controle sobre a atuação da polícia.

Moro topou largar a carreira de juiz federal, que lhe deu fama de herói pela condução da Lava Jato, para virar ministro. Ele disse ter aceitado o convite de Bolsonaro, entre outras coisas, por estar "cansado de tomar bola nas costas".

Tomou posse com o discurso de que teria total autonomia e com status de superministro. Desde que assumiu, porém, acumula recuos e derrotas.

Moro se firmou como o ministro mais popular do governo Bolsonaro, com aprovação superior à do próprio presidente, segundo o Datafolha. Pesquisa realizada no início de dezembro de 2019 mostrou que 53% da população avalia como ótima/boa a gestão do ex-juiz no Ministério da Justiça. Outros 23% a consideram regular, e 21% ruim/péssima.

Bolsonaro tinha números mais modestos, com 30% de ótimo/bom, 32% de regular e 36% de ruim/péssimo.

O ministro também tem se mostrado, nos bastidores, insatisfeito com a condução do combate à pandemia do coronavírus por parte de Bolsonaro. Moro, por exemplo, atuou a favor de Luiz Henrique Mandetta (ex-titular da Saúde) na crise com o presidente.

Com esse novo embate, Moro vê cada vez mais distante a promessa de uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). Esse caminho já estava enfraquecido especialmente depois da divulgação de mensagens privadas que trocou com procuradores da Lava Jato.

As mensagens obtidas pelo Intercept e divulgadas até este momento pelo site e por outros órgãos de imprensa, como a Folha, expuseram a proximidade entre Moro e os procuradores da Lava Jato e colocaram em dúvida a imparcialidade como juiz do atual ministro da Justiça no julgamento dos processos da operação.

Quando as primeiras mensagens vieram à tona, em 9 de junho, o Intercept informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, no aplicativo Telegram, a partir de 2015.

Em resumo, no contato com os procuradores, Moro indicou testemunha que poderia colaborar para a apuração sobre o ex-presidente Lula, orientou a inclusão de prova contra um réu em denúncia que já havia sido oferecida pelo Ministério Público Federal, sugeriu alterar a ordem de fases da operação Lava Jato e antecipou ao menos uma decisão judicial.

​Sob o comando de Moro, a Polícia Federal viveu clima de instabilidade no ano passado, quando Bolsonaro anunciou uma troca no comando da superintendência do órgão no Rio e ameaçou trocar o diretor-geral.

No meio da polêmica, o presidente chegou a citar um delegado que assumiria a chefia do Rio, mas foi rebatido pela Polícia Federal, que divulgou outro nome, o de Carlos Henrique de Oliveira, da confiança da atual gestão. Após meses de turbulência, o delegado assumiu o cargo de superintendente, em dezembro.

No fim de janeiro, o presidente colocou de volta o assunto na mesa, quando incentivou um movimento que pedia a recriação do Ministério da Segurança Pública. Isso poderia impactar diretamente a polícia, que poderia ser desligada da pasta da Justiça e ficaria, portanto, sob responsabilidade de outro ministro.

Bolsonaro depois voltou atrás e disse que a chance de uma mudança nesse sentido era zero, ao menos neste momento.
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Sergio Moro em entrevista à Folha, em dezembro


"Não tenho esse tipo de ambição [disputar a eleição de 2022]. Eu brinco que já tenho problemas suficientes para lidar. Como ministro do presidente seria absolutamente inconsistente eu não apoiar a reeleição dele em 2022" Pedro Ladeira/Folhapress

RECUOS E DERROTAS DO 'SUPERMINISTRO'

Ministério da Segurança Pública - Bolsonaro afirmou que pode recriar a pasta da Segurança Pública, que hoje integra o Ministério da Justiça. Com isso, a área sairia da alçada de Moro. O ministro, contudo, tem usado como principal vitrine da sua gestão a redução de homicídios, que foi iniciada no governo de Michel Temer (MDB).

Prisão após condenação em 2ª instância - Em novembro, o Supremo Tribunal Federal voltou a barrar a prisão de condenados logo após a segunda instância. Decisão permitiu a soltura do ex-presidente Lula, condenado pelo ex-juiz. Ponto muito defendido pelo ministro, a execução antecipada da pena foi tirada do pacote anticrime pela comissão que analisou o texto na Câmara. Por outro lado, Moro tem liderado esforço no Congresso para a elaboração de nova lei que permita a medida.

Pacote anticrime - O projeto aprovado pelo Congresso e sancionado por Bolsonaro foi um tanto diferente daquele apresentado por Moro à Câmara no início de 2019. Para além da prisão após segunda instância, a ampliação das causas excludentes de ilicitude, que poderia isentar de punição policiais que matassem em serviço, também foi removida. Das 38 sugestões de vetos que constavam em parecer do Ministério da Justiça, quatro foram atendidas por Bolsonaro de forma integral e uma de forma parcial. Meses antes, o presidente havia dito que o pacote, considerado prioridade para Moro, não era visto com urgência pelo governo.

Juiz das garantias - Aprovada junto com o pacote anticrime, a medida, que prevê a divisão de processos penais entre dois juízes, foi criticada por Moro. Bolsonaro, contudo, sancionou o projeto e não vetou o instituto.

STF - Bolsonaro havia afirmado que prometeu a Moro uma vaga no STF ao convidá-lo para assumir o ministério da Justiça. Depois, voltou atrás e afirmou que não houve combinado. O presidente também tem afirmado que pretende indicar alguém "terrivelmente evangélico" para uma das duas vagas que devem ser abertas até 2022 e deu a entender que pode nomear o atual ministro da Advocacia-Geral da União, André Luiz Mendonça.

Mensagens da Lava Jato - Mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil e publicadas por diversos veículos, entre eles a Folha, revelam que Moro, enquanto juiz da Lava Jato, aconselhou e colaborou com a Procuradoria. Segundo a lei, contudo, um magistrado deve se manter imparcial diante das partes de um processo.

Confiança de Bolsonaro - Após a divulgação das primeiras mensagens, em junho, Bolsonaro deu declarações de apoio ao ministro, mas também disse que não existe 100% de confiança.

Destruição de provas - Logo que a Polícia Federal prendeu quatro suspeitos de hackear autoridades e captar suas mensagens no aplicativo Telegram, Moro disse que o material apreendido seria destruído. Tanto a PF quanto Bolsonaro afirmaram que essa decisão não cabia ao ministro —essa competência é da Justiça.

Polícia Federal - Bolsonaro anunciou que Ricardo Saadi seria substituído por Alexandre Silva Saraiva na Superintendência da PF no RJ. A direção da PF, contudo, havia escolhido o delegado Carlos Henrique Oliveira Sousa, da Superintendência de Pernambuco. O anúncio de Bolsonaro foi malvisto pela corporação como uma interferência do presidente em assuntos internos. Desde então, Bolsonaro deu diversas declarações reforçando a intenção de intervir na Polícia Federal. Também alfinetou Moro ao afirmar que cabe a ele, e não ao ministro, fazer nomeações no órgão.

Perda do Coaf - Criado em 1998, o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) é um órgão de inteligência financeira que investiga operações suspeitas. Ao assumir a Presidência, Bolsonaro tirou o Coaf do Ministério da Economia (antiga Fazenda) e o colocou na pasta de Moro, a Justiça.

O ex-juiz acabou derrotado depois que o Congresso devolveu o Coaf à Economia (sob Paulo Guedes) ao analisar a MP da reforma administrativa do governo federal.

Depois, o Coaf foi transferido para o Banco Central. O chefe do órgão e aliado de Moro, Roberto Leonel, foi substituído por Ricardo Liáo, funcionário de carreira do BC.

Decreto das armas - O primeiro revés foi ainda em janeiro. O ministro tentou se desvincular da autoria da ideia de flexibilizar a posse de armas, dizendo nos bastidores estar apenas cumprindo ordens do presidente. Teve ignorada sua sugestão de limitar o registro por pessoa a duas armas —o decreto fixou o número em quatro.

Laranjas - No caso do escândalo de candidaturas de laranjas, enquanto Moro deu declarações evasivas, dizendo que a PF iria investigar se “houvesse necessidade” e que não sabia se havia consistência nas denúncias, Bolsonaro determinou dias depois, de forma enfática, a abertura de investigações para apurar o esquema. Denunciado pelo Ministério Público por envolvimento no caso, Marcelo Álvaro Antônio permanece no cargo de ministro do Turismo.

Ilona Szabó - Moro teve de demitir a especialista em segurança pública por determinação do presidente, após repercussão negativa da nomeação. Ilona Szabó já se disse contrária ao afrouxamento das regras de acesso a armas e criticou a ideia de ampliação do direito à legítima defesa que está no projeto do ministro. Até hoje, Moro não nomeou um substituto.

Bolsonaro tenta impor troca na PF e Moro avisa que deixará o governo


Por Estadão

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, avisou que deixará o governo após o presidente Jair Bolsonaro comunicá-lo que trocará o comando da Polícia Federal, atualmente ocupada por Maurício Valeixo. É a segunda vez que o presidente ameaça impor um novo nome na cúpula da corporação.

Valeixo foi escolhido por Moro para o cargo no início do ano passado. O delegado comandou a Diretoria de Combate do Crime Organizado (Dicor) da PF e foi Superintendente da corporação no Paraná, responsável pela Lava Jato, até ser convidado pelo ministro, ex-juiz da Operação, para assumir a diretoria-geral.

Embora a indicação para o comando da PF seja uma atribuição do presidente, tradicionalmente é o ministro da Justiça quem escolhe.

Interlocutores de Valeixo dizem que a tentativa de substituí-lo ocorre desde o início do ano, mas que não teria relação com o que aconteceu no ano passado, quando Bolsonaro tentou pela primeira vez trocá-lo por outro nome. Na ocasião, o presidente teve que recuar diante da repercussão negativa que a interferência no órgão de investigação poderia gerar.

Aliados de Moro afirmaram ao Estado que o ministro não vai aceitar a troca de Valeixo nas condições que o presidente está colocando, de “cima para baixo”.

No ano passado, após Bolsonaro antecipar a saída do superintendente da corporação no Rio de Janeiro, ministro e presidente travaram uma queda de braço pelo comando da PF.

Em agosto, o presidente antecipou o anúncio da saída de Ricardo Saadi do cargo, justificando que seria uma mudança por “produtividade” e que haveria “problemas” na superintendência. A declaração surpreendeu a cúpula da PF que, horas depois, em nota, contradisse o presidente ao afirmar que a substituição já estava planejada e não tinha “qualquer relação com desempenho”.

Nos dias seguintes, Bolsonaro subiu o tom. Declarou que “quem manda é ele” e que, se quisesse, poderia trocar o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo.

Redação/Estadao Conteudo

PF faz primeira operação contra desvios de verbas de combate ao coronavírus


Por Estadão

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 23, a Operação Alquimia, a primeira ação que investiga desvio de recursos relacionados à covid-19, para apurar indícios de irregularidades na compra de livros pela Prefeitura de Aroeiras, no interior da Paraíba, com recursos do Fundo Nacional de Saúde. Segundo a corporação, a aquisição se deu por meio de procedimentos de inexigibilidade de licitação, sob o argumento de auxílio na disseminação de informação e combate à pandemia do coronavírus.

A PF afirma que livros e cartilhas similares aos que foram comprados pela prefeitura estão disponíveis gratuitamente na página do Ministério da Saúde na internet. Além disso, segundo a corporação, a Controladoria Geral da União (CGU) apontou que um dos livros foi adquirido pelo município por valor cerca de 330% acima daquele comercializado na internet, o que gerou um superfaturamento de R$ 48.272,00.

Cerca de 20 policiais federais e três auditores da Controladoria Geral da União cumpriram três mandados de busca e apreensão na residência de um investigado, em uma empresa, e na prefeitura. As ordens foram expedidas pela 6ª Vara Federal de Campina Grande.

A operação tem apoio da CGU, do Ministério Público Federal (MPF), do Ministério Público do Estado da Paraíba e do Tribunal de Contas do Estado. Segundo a PF, os investigados podem responder pelos crimes de inexigibilidade indevida de licitação e peculato, cujas penas somadas podem chegar a 17 anos de prisão.

A corporação afirmou que o nome da operação, Alquimia, tem relação com o fato de que um aquisição de livros feita pela prefeitura ocorreu justamente no período de combate ao novo coronavírus e sob o pretexto de enfrentamento da covid-19. “O nome faz uma alusão à obtenção do elixir da vida, um remédio que curaria todas as doenças, até a pior de todas (a morte), e daria vida longa àqueles que o ingerissem”, afirmou a PF em nota.

Pepita Ortega e Fausto Macedo/Estadao Conteudo

Covid-19: Macaé têm 47% dos pacientes curados



Cerca de 47% dos pacientes infectados pelo novo coronavírus em Macaé já estão curados da doença. É o que aponta um boletim divulgado pela prefeitura na manhã desta quinta-feira (23).

Segundo os dados oficiais, o município registra 81 casos de coronavírus confirmados, sendo 47 já recuperados. Oito pessoas morreram vítimas de Covid-19.

Uma das pessoas que se recuperaram da Covid-19 em Macaé, é o prefeito Dr Aluizio, que chegou a ficar internado no Hospital da Unimed. Ele fez um post em seu twitter, na manhã desta quinta, comemorando sua melhora.

" Hoje completo 14 dias de afastamento. Agradeço a Misericórdia Divina, as orações, a minha esposa e meus filhos, aos profissionais de saúde, a todos por tudo. Obrigado Senhor e tenha misericórdia de todos nós, Santíssima Mãe, obrigado por Vossa Intervenção", disse o prefeito.

Ainda de acordo com a prefeitura, o Centro de Triagem do Paciente com Coronavírus de Macaé realizou durante as 24h do dia 22 de abril, 112 atendimentos. Foram notificados 62 casos de síndrome gripal.

O Centro de Triagem funciona 24 horas no antigo Centro de Saúde Dr. Jorge Caldas. O endereço é Rua Tenente Coronel Amado, 225, no Centro. Os telefones são 2796-1015 e 2796-1344.

Fonte:O Diário Costa do Sol

23 DE ABRIL "DIA DE SÃO JORGE", FERIADO NO BRASIL!

O Dia de São Jorge é celebrado por várias nações para quem São Jorge é o santo patrono.

Entre os países que comemoram a data, destacam-se o Reino Unido, Portugal, Geórgia, Bulgária e pelos Goranis.

No Reino Unido, o Dia de São Jorge é também o Dia Nacional.[1] O Dia de São Jorge é também comemorado localmente em Newfoundland (Canadá), no Rio de Janeiro, na Catalunha (região espanhola) e em Adis Abeba (pela Igreja Copta Ortodoxa Etíope).

Muitos países celebram a a festa de São Jorge em 23 de abril, que é a data tradicionalmente aceita do falecimento do santo.

No Rio de Janeiro, o dia de São Jorge, feriado estadual, é um dia de festas populares, tais como feijoadas, queima de fogos, entre outras comemorações.
Fonte: Wilkipédia

Em reta final a conclusão das obras do Ginásio Poliesportivo na localidade de Volta Redonda em São Francisco de Itabapoana RJ


 Entra na reta final a conclusão das obras do Ginásio Poliesportivo de Volta Redonda, que estavam paradas desde 2011, com previsão de serem inauguradas no mês de maio.

Além de evitar que o município devolvesse R$ 1 milhão ao Governo Federal caso as obras não fossem concluídas, a prefeitura ainda vai entregar à população um Ginásio Poliesportivo que será referência esportiva e de lazer em SFI.

Ao contrário das Fake News espalhadas pelas redes sociais de que houve apenas uma pintura, no Ginásio Poliesportivo o governo municipal através de sua gestora Francimara Azeredo da Silva Barbosa Lemos, teve as seguintes intervenções: construção de quadra poliesportiva, banheiros masculinos e femininos, vestiários, depósitos, arquibancada, instalações elétricas e hidráulicas, reforma da estrutura do telhado, iluminação e acessibilidade.






Vamos começar nossa quinta-feira falando de coisas boas


Mais uma vez, seguindo diretrizes do Sr. Cel Vollmer - Comandante do 6°CPA, o Comandante do 8º Batalhão - Ten Cel Henrique, sensibilizado com a situação do DPO (Destacamentos de Policiamento Ostensivo) de Dores de Macabu, que estava há anos com baixo efetivo operacional para a região, sem viatura para atender a população local, e uma instalação de poucos recursos, graças a reengenharia de pessoal e logística, onde juntamente com o Comandante do DPO - Sargento Claudio e toda a equipe, que fortaleceram parcerias entre Polícia Militar e comunidade, foi possível a reabertura do mesmo.

Além da nova estrutura, reativação do DPO e disponibilização de uma viatura para atuar na região, a comunidade ganhou mais um reforço, onde foi criado um grupo de WhatsApp, a fim de promover uma #Polícia de proximidade, bem como prestação de contas ao cidadão, lembrando que tal recurso *NÃO* substitui a utilização do 190 para situações emergenciais, contudo gera maior sensação de segurança e tranquilidade para aqueles moradores e frequentadores, tendo como papel principal a prevenção de crime naquela região.

Quem ganha com tudo isso, é a comunidade que recebe atendimento de qualidade. 
Fonte:PM

SAÚDE É PRIMORDIAL EM SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ




IFF recebe doação do Porto do Açu para produção de 5.000 protetores faciais


Ascom

IFF já produziu 1.646 protetores faciais, que foram doados para diversas instituições

O Instituto Federal Fluminense (IFF) recebeu uma contribuição importante para a produção de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate à Covid-19. A empresa GNA - Gás Natural Açu, que atua no Porto do Açu, em São João da Barra-RJ, doou materiais para a produção de 5.000 protetores faciais. Conhecidos como Face Shields, as máscaras serão destinadas a hospitais públicos de São João da Barra e Campos dos Goytacazes, prioritariamente.

Os insumos, que incluem 5.500 folhas de acetato, 220 rolos de filamento, 55 rolos de elástico e 55 unidades de adesivo líquido, foram entregues pelos representantes da área de Responsabilidade Social da GNA, Sandro Costa e Willy Souza, aos gestores do IFF, José Luiz Boynard, pró-reitor de Desenvolvimento Institucional; Carlos Alberto Henriques, diretor-geral do Campus Campos Centro; Rogério Atem, diretor do Polo de Inovação; e Henrique da Hora, diretor de Internacionalização e Inovação, na última segunda-feira, dia 20 de abril, no Parque de Impressão 3D instalado no Campus Centro do Instituto.

A doação dos materiais faz parte das inciativas do Comitê de Responsabilidade Social e Ações Humanitárias do Porto do Açu, formado por empresas instaladas no empreendimento portuário – Porto do Açu Operações, GNA, Açu Petróleo, BP Prumo e Ferroport. O comitê foi criado para atuar no combate e prevenção da Covid-19 na região de São João da Barra e Campos. Além da produção das máscaras face shield, o Comitê também está apoiando a recuperação de respiradores pulmonares e a doação de EPIs médicos aos hospitais públicos da região.

Desde o início da produção, com a utilização de impressoras 3D, em 27 de março deste ano, o IFF já produziu 1.646 protetores faciais, que foram doados para diversas instituições de saúde de municípios das regiões Norte, Noroeste, dos Lagos e Serrana do estado do Rio de Janeiro.

De acordo com o diretor de Internacionalização e Inovação do IFFluminense, Henrique da Hora, a doação da GNA contribui para que a instituição continue ajudando a sociedade no combate ao Coronavírus.

“As primeiras produções foram feitas com doação e auxílio de muitas pessoas, mas o filamento, componente mais caro, estava sendo direcionado pelos nossos campi. Essa doação que chega agora nos capacita a produzir cinco mil protetores faciais para continuar essa mensagem de esperança para os profissionais de saúde ao nosso redor, nos mantêm ativos e vai reafirmar o nosso empenho nessa ação solidária”, destacou Henrique.

Willy de Souza, membro da equipe de Responsabilidade Social da GNA, ressaltou a importância da parceria com o IFF. “Para a GNA e todas as empresas do Comitê significa muito estabelecer uma parceria tão importante como essa com o IFF. Precisamos nos unir e dar respostas rápidas para esse problema tão sério que estamos vivendo para conseguir ajudar a quem precisa”, ressaltou.

Produção e doações de matéria-prima e de EPIs

As máscaras de proteção são produzidas por servidores do IFF, com o apoio do Polo de Inovação do Instituto na organização, operacionalização e manutenção das impressoras, e da empresa Sprint 3D, uma spin-off das pesquisas de ex-alunos do Curso de Engenharia de Controle e Automação do Campus Campos Centro, que surgiu no Polo de Inovação e é incubada na TEC Campos. A Sprint 3D fez a modelagem das hastes para impressão mais rápida, em tempo recorde, do melhor projeto dos protetores de face e que atende às especificações, de acordo com orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os agendamentos de doações de materiais para impressão de protetores e os pedidos de doação de EPIs para instituições de saúde que atuam no enfrentamento à Covid-19 devem ser feitos pelo e-mail: reitoria@iff.edu.br.
Fonte: Ascom

Governo volta atrás e não vai antecipar o pagamento da segunda parcela do auxílio

Ministério informou que faltam recursos no orçamento

Reprodução

Cronograma só será anunciado em maio

O governo voltou atrás e não vai mais antecipar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, conforme tinha anunciado a Caixa Econômica Federal. Em nota, o Ministério da Cidadania informou que faltam recursos no orçamento para fazer a antecipação do benefício e que será preciso aprovar um crédito suplementar.

Segundo a nota, as três parcelas do auxílio vão exigir um desembolso de R$ 32,7 bilhões cada uma e que já foram transferidos para a Caixa R$ 31,3 bilhões. Além disso, um contingente de 12 milhões de trabalhadores ainda não receberam a primeira parcela.

O cronograma de pagamento da segunda parcela, previsto para começar nessa quinta-feira (23) até quarta-feira (29), só será anunciado em maio, segundo a nota. O Ministério menciona ainda que foi alertado pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre a questão orçamentária.

“Tanto o Ministério da Cidadania quanto a Caixa manifestaram seu desejo de antecipar o pagamento da segunda parcela. No entanto, devido ao alto número de informais cadastrados e a determinação do governo em não deixar ninguém para trás, todas as expectativas foram superadas e tornou-se imperativo solicitar crédito suplementar para poder completar o atendimento a todos”, diz a nota, acrescentando:

“O Ministério da Cidadania produziu nesta data uma nota técnica e já solicitou ao Ministério da Economia a previsão para uma suplementação orçamentaria o mais rápido possível. Em virtude disso, por fatores legais e orçamentários, pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, estamos impedidos legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do Auxílio-Emergencial".

O texto conclui que após a definição da suplementação orçamentária, a Caixa efetuará o restante do crédito da primeira parcela e anunciará o cronograma de pagamento da segunda parcela do auxílio, no mês de maio. “Todos os que forem elegíveis de acordo com a lei irão receber”, diz a pasta.

Segundo o ministério, o pagamento da primeira parcela do auxílio para beneficiários do Bolsa Família, que está em andamento, não será prejudicado. O valor transferido à Caixa será suficiente até o fim do mês, o que beneficiará ao todo 43 milhões de pessoas.

A Caixa informou que pagou o auxílio para 31 milhões de pessoas, totalizando R$ 22 bilhões, até esta quarta-feira. Foram beneficiados trabalhadores inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) do Ministério da Cidadania, informais que aparecem nesse cadastro e que precisaram fazer o cadastro no aplicativo e site da Caixa e beneficiários do Bolsa Família.

Foram finalizados no sistema da Caixa mais de 45 milhões de cadastros. A Dataprev já processou 32 milhões, realizados de 7 a 10 de abril. Além disso, estão sendo avaliados mais de 7 milhões de cadastros concluídos entre 11 e 17 de abril. A previsão é que este lote seja liberado até o fim desta semana.
Fonte: Extra

Mulheres aparecem como principais vítimas do coronavírus em Campos


Reprodução
No novo informe, cinco novos casos foram confirmados

A vigilância em saúde da Prefeitura de Campos, divulgou na noite desta quarta-feira (22/04), novo boletim de casos do coronavírus em Campos, e as mulheres mais uma vez são as maiores. Dos 45 casos confirmados na cidade, 25 são mulheres e 20 são homens. No novo informe, cinco novos casos foram confirmados.

Dos novos casos confirmados três são mulheres e dois homens com idade entre 32 e 79 anos. Três estão internados e um em isolamento domiciliar. O quinto caso foi divulgado na noite de terça (21) e contabilizado nesta quarta. Trata-se da idosa campista de 79 anos, que faleceu no Rio, onde contraiu o vírus e fazia tratamento de outra doença.

Em investigação - São 148 casos de Síndrome Gripal (SG) e 21 Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Outros 38 casos foram descartados através de exame. O município tem ainda um óbito em investigação.

Desde essa terça-feira (21), o município de Campos trata os casos suspeitos de novo coronavírus em dois segmentos: como Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A mudança segue a Portaria número 454, do Ministério da Saúde, que declara o estado de transmissão comunitária do coronavírus em todo o território nacional, e a Secretaria de Estado de Saúde que emitiu nota técnica indicando a modificação no critério de definição de casos suspeitos de covid-19. Os casos descartados permanecem com a mesma nomenclatura assim como os confirmados e óbitos em investigação.

Tratamento - A Prefeitura de Campos implantou o Centro de Controle e Combate ao Coronavírus para atendimento a pacientes com a doença. Aqueles que apresentarem sintomas da doença - tosse, febre, cansaço e dificuldade para respirar (em casos graves) - devem buscar orientação Central de Informações do Covid, através do 192.

BOLETIM CORONAVÍRUS - 22/04/2020

Confirmados - 45

Óbitos confirmados - 2

Descartados - 38

Sob investigação:

Óbito: 1

Síndrome Gripal (SG) - 148

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) - 21
Fonte: Ururau/ Supcom

Decreto: comércio de Quissamã volta a funcionar e população terá que usar máscaras


Reprodução

Máscaras serão obrigatórias a partir desta sexta

Um decreto da prefeita Fátima Pacheco publicado nesta quarta-feira (22/04), estabelece a obrigatoriedade do uso de máscaras pela população e autoriza o funcionamento dos estabelecimentos comerciais, atualiza as medidas excepcionais e temporárias, indispensáveis ao enfrentamento da propagação do coronavirus.

Segundo o decreto o uso de máscaras faciais não profissionais passa a ser obrigatório, a partir desta sexta-feira (24/04), em todo o território do município de Quissamã, para toda a população, durante os deslocamentos nas vias públicas, na circulação pelos bens e espaços públicos, quando da utilização dos meios de transporte público ou individual de passageiros, bem como para o ingresso e atendimento nos estabelecimentos comerciais autorizados a funcionar

Sobre o funcionamento do comércio, o decreto estabelece que estão autorizadas a funcionar:

I – Comércio de rua em geral, realizado por meio de lojas e similares; II – Hotéis, pousadas e similares; III – Serviços de cabeleireiro e barbearias; IV - Restaurantes, Pizzarias, Bares e Lanchonetes. Os restaurantes, pizzarias, lanchonetes e afins, de 08:00 às 23:59 .Os estabelecimentos deverão cumprir as seguintes obrigações específicas:

I – Para a permanência de pessoas no interior do estabelecimento no momento da compra, deverá ser obedecida a proporção de 1 (um) cliente por atendente e de 1 (uma) pessoa para cada 3m² (três metros quadrados) da a?rea ocupada pelo estabelecimento, destinada à comercialização dos seus produtos; II – Observar a distância mínima de 1,5 (um metro e meio) entre as pessoas no interior das lojas; III - Garantir a circulação de ar externo nos estabelecimentos, mantendo-se as janelas e portas abertas, sendo recomendada a na?o utilização o de aparelhos de ar condicionado; IV – Não permitir a aglomeração na área externa de acesso ao estabelecimento, devendo garantir que, na eventualidade da existência de fila de espera para atendimento, seja assegurada a distância de 1,5 (um metro e meio) entre as pessoas.

Hóteis e pousadas

Permitir a hospedagem de apenas um hóspede por quarto, somente para fins comerciais ou de trabalhadores do setor público e dos setores privados autorizados a funcionarem, vedada, em qualquer hipótese, a hospedagem de natureza turística ou de pessoas em trânsito para outros municípios; II – Disponibilizar álcool gel 70% para uso dos hóspedes na recepção, nas portas dos elevadores e nos corredores de acesso aos quartos; III – Não permitir a permanência e circulação em espaços comuns, como academias, restaurantes, bares, refeitórios e afins, café da manhã coletivo, saunas, salas de reunião, piscinas e espaços de playground; IV - Os serviços de alimentação, tais como restaurantes, bares e lanchonetes poderão atender aos hóspedes somente em serviço de quarto; V - Os hóspedes deverão utilizar máscaras em todos os espaços do hotel, salvo no interior dos quartos; V - O estabelecimento deverá definir e executar protocolos de desinfecção de superfícies e equipamentos diariamente, para todos os ambientes e após cada check-out de hóspedes.
Fonte: Ascom/ Redação

Explodem casos de COVID-19 na Bacia de Campos



Nos últimos dias aumentaram os casos de COVID- 19 nas plataformas. Sete plataformas tem relados de casos pelos trabalhadores. São elas P-50 , P-26, P-18, P-35, P-20, P-33 e P-62. Dessas, a P-26 é a plataforma que parece ter a situação mais complicada. Ontem desembarcaram 13 trabalhadores com sintomas da doença.

Segundo a Agência Nacional de Petróleo existem 105 trabalhadores infectados que estiveram em alguma unidade marítima em todo país, mas os sindicatos acreditam ser muito mais pela falta de testagem.

O sindicato tem a informação que diariamente desembarcam trabalhadores com quadro de COVID-19 e todos são testados. Já os trabalhadores que desembarcam normalmente, sem quadro da doença , que podem ser assintomáticos, não estão sendo testados. Existe a denuncia de trabalhadores que ficaram uma semana ao lado de um trabalhador com COVID-19 em P-26 e não foram testados.

Essa situação é gravíssima porque as pessoas estiveram a bordo juntas e estão indo para suas casas e cidade sem ser testada. O Sindipetro-NF solicitou desde o mês passado que a Petrobrás testasse todos os trabalhadores, mas a empresa alega não ter testes para isso.

A gestão bolsonarista, através do seu setor de SMS, já foi cobrada, mas ainda não respondeu ao sindicato. O presidente da empresa, Castello Branco, trata com total indiferença a vida das pessoas e coloca o lucro da empresa acima de tudo e de todos.

O Sindipetro-NF tem acompanhado incansavelmente esses casos de COVID-19, apesar de não possuir o número de casos oficiais, porque a empresa não está repassando para o sindicato. “A diretoria pediu no dia 18 de março uma série de cuidados no embarque e desembarque do pessoal e no dia 25 enviou um novo ofício cobrando a testagem. Os casos que aparecem agora são frutos da forma irresponsável pela qual a empresa trata a saúde dos seus trabalhadores” – comenta o Coordenador do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

Fonte: Sindipetro NF

Governo envia ao Congresso Nacional PL sobre repasse de valores do DPVAT ao SUS


Por Estadão

O presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional texto de projeto de lei (PL) complementar que trata de repasse de valores do fundo do seguro veicular obrigatório DPVAT ao Sistema Único de Saúde (SUS). A mensagem de envio da matéria está publicada no Diário Oficial da União (DOU).

O documento não cita valores, mas a equipe econômica do governo já anunciou que a medida vai permitir um repasse adicional de R$ 4,5 bilhões do fundo do DPVAT ao SUS. A ação é um reforço de verba para a área da saúde no combate ao novo coronavírus.

A mensagem informa que o projeto “dispõe sobre o repasse dos valores correspondentes ao excedente de recursos acumulados que cobrem as provisões técnicas do consórcio de que trata o art. 7º da Lei nº 6.194, de 19 de dezembro de 1974, ao Sistema Único de Saúde – SUS”.

Luci Ribeiro/Estadao Conteudo

Prefeitura determina uso de máscara obrigatório em Cabo Frio



Um novo decreto assinado pelo prefeito de Cabo Frio Dr. Adriano determina o uso obrigatório de máscaras de proteção facial como complemento ao enfrentamento e combate da disseminação do coronavírus. A norma é regulamentada pelo decreto 6.236, que foi publicado após decisões tomadas em uma reunião virtual do Gabinete de Gestão de Crise.

Segundo o decreto é é obrigatório em transportes coletivo e individual, incluindo táxis, aplicativo. O motorista não poderá permitir a entrada de pessoas sem máscaras. O decreto também determina a utilização durante a circulação em espaços ou estabelecimentos públicos e privados que estejam autorizados a funcionar. Todos os funcionários de estabelecimentos comerciais com atendimento ao público ou em ambientes compartilhados também devem obrigatoriamente usar a proteção facial.

Os estabelecimentos comerciais, os serviços de saúde e os meios de hospedagem autorizados a funcionar, conforme disposições constantes no Decreto nº 6.234, de 17 de abril de 2020, deverão impedir a entrada e a permanência de pessoas que não estiverem utilizando máscaras de proteção facial; além de afixar cartazes informativos sobre a obrigatoriedade e a forma de uso correto de máscaras de proteção facial; disponibilizar máscaras de proteção facial a todos os funcionários.

Aos estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços e à população em geral recomenda-se o uso de máscaras artesanais ou descartáveis, devendo as máscaras cirúrgicas e N95/PFF2 serem utilizadas, prioritariamente, pelos profissionais de saúde.

Quem descumprir as medidas do decreto está sujeito à aplicação das sanções administrativas previstas no art. 34 da Lei Complementar nº 28, de 20 de janeiro de 2017 (Código Sanitário Municipal), sem prejuízo de eventual responsabilização penal, pela caracterização do crime contra a saúde pública, tipificado no art. 268 do Código Penal.

A Administração Municipal poderá cassar o alvará de localização e funcionamento dos estabelecimentos comerciais, de serviços de saúde e dos meios de hospedagem que forem reincidentes no descumprimento do disposto neste Decreto.

Orientações de uso das máscaras

A Prefeitura ressalta que a orientação é para que as pessoas utilizam máscaras caseiras, deixando as máscaras cirúrgicas para usos dos profissionais da saúde.

As máscaras devem ser de uso individual, não podendo ser compartilhada com ninguém, mesmo sendo pessoa da família. É necessário manter o elástico ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca, de forma que a máscara proteja a boca e o nariz; e enquanto estiver utilizando a máscara, evitar tocá-la e ficar ajustando a todo tempo. A proteção só pode ser retirada ao chegar em casa, após higienizar as mãos com água e sabão. Para a limpeza é necessário fazer a imersão recipiente com água potável e água sanitária (2,0 a 2,5%) por 30 minutos, com diluição de uma parte de água sanitária para 50 partes de água.

Entende-se como máscaras de proteção facial aquelas capazes de formar uma barreira mecânica que impeça a disseminação no ambiente de gotículas expelidas pelo nariz ou pela boca.

A utilização de máscaras de proteção facial não dispensa a necessidade de se manter o distanciamento social, evitar aglomerações, observar a etiqueta respiratória, fazer uso antissépticos à base de álcool 70% e proceder a lavagem das mãos para evitar a disseminação do coronavírus.

De acordo com o Ministério da Saúde, as pesquisas têm apontado que a utilização de máscaras impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário no ambiente, garantindo uma barreira física que vem auxiliando na mudança de comportamento da população e diminuição de casos de coronavírus.
Fonte O Diário Costa do Sol