domingo, 7 de junho de 2020

Covid-19: Brasil tem mais de 27 mil novos casos nas últimas 24 horas



Foram registrados no período 904 mortes e 10.209 recuperados

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Desde a última sexta-feira (5), o Ministério da Saúde parou de divulgar os números totais da contaminação do novo coronavírus no país.

Balanço divulgado na noite desse sábado (6) pelo Ministério da Saúde mostrou que nas últimas 24 horas foram registrados mais 904 óbitos por covid-19 no Brasil. Nesse período, foram confirmados mais 27.075 casos da doença e 10.209 recuperados.

Desde a última sexta-feira (5), o Ministério da Saúde parou de divulgar os números totais da contaminação do novo coronavírus no país. Mas a soma do número total, divulgado na quinta-feira (4), com os últimos balanços diários, mostra que o Brasil chegou a 672.846 casos da doença, com 35.930 mortes, além de 277.149 pessoas recuperadas.

Os estados que mais registraram casos confirmados do novo coronavírus nas últimas 24 horas foram São Paulo (5.984), Pará (2.216), Maranhão (2.157), Ceará (1.980) e Distrito Federal (1.642). São Paulo também registrou o maior número de mortes nesse período, 216 ; seguido pelo Rio de Janeiro (166), Ceará (75), Pará (74) e Pernambuco (65).

Os estados com o menor registro de novos casos foram Rio Grande do Norte (9), Mato Grosso do Sul (135), Mato Grosso (181) Acre (241) e Paraná (257). Os estados de Roraima e Mato Grosso do Sul não relataram nenhuma morte pela contaminação nas últimas 24 horas.
Fonte: Agência Brasil

Policiais apreendem 2.550 papelotes de cocaína na Avenida Alberto Torres, no Parque Leopoldina


Material estava dentro de uma sacola levada por um jovem que foi detido

(Foto: Divulgação PM)

Policiais militares apreenderam 2.550 papelotes de cocaína com um motociclista no cruzamento da Avenida Alberto Torres com a Rua Azevedo Lima, no Parque Leopoldina, próximo à comunidade Baleeira, em Campos. A apreensão aconteceu por volta das 19h40 de sábado (6).

Segundo informações cedidas pelo 8º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Campos, os policiais estavam em patrulhamento de rotina quando viram o suspeito, identificado como J.S.B., de 26 anos, em uma motocicleta Honda CG Titan de cor azul. Os agentes ordenaram que o jovem parasse; ele tentou fugir, mas deixou cair uma sacola que continha o material acima descrito.

Os policiais, então, acionaram outras equipes, montaram um cerco e conseguiram capturar J.S.B. próximo à antiga Faculdade de Filosofia de Campos.

A polícia informou ainda que não havia anotações criminais contra o suspeito. Ele e o material foram levados para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro de Campos, onde o caso foi registrado.
Fonte PM

Homem é executado com tiro na cabeça na comunidade Tira Gosto


Vítima ainda não foi identificada e suspeitos do crime não foram localizados

(Foto: Divulgação)

Um homem foi assassinado com um tiro na cabeça no sábado sábado (6), na Comunidade Tira Gosto, em Campos.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes receberam uma denúncia de que traficantes teriam levado um homem para dentro da comunidade e o executaram com um tiro na cabeça.

Os agentes mobilizaram as viaturas e, após uma varredura no local, encontraram respingos de sangue em uma parede próximo a um dos acessos da comunidade. O corpo do homem foi encontrado na Estrada do Goiabal, atrás do Clube de Regatas Saldanha da Gama.

O corpo foi levado para o IML de Campos e o crime foi registrado na 134ª Delegacia Policial do Centro, onde será investigado. Até o momento, a vítima não havia sido identificada e nenhum suspeito foi preso.
Fonte Terceira Via

SAÚDE É PRIMORDIAL EM SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ

          





SFI confirma oitava morte por Covid-19



A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana divulgou neste sábado (06) a oitava morte por Covid-19. A vítima é uma idosa de 84 anos, que foi diagnosticada com a doença e morreu neste sábado a noite(06).⠀⠀

Os materiais para análise dos casos suspeitos do novo Coronavírus – COVID-19 são encaminhados ao Laboratório Central – LACEN/RJ, seguindo rigorosamente os protocolos de coleta, armazenamento e envio do Ministério da Saúde.⠀⠀
⠀⠀⠀⠀Acompanhe o Boletim:

Para sua segurança, em caso de sintomas como febre, tosse ou dificuldade para respirar ligue: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀
(022) 2789-1885 / (022) 99827-3324 / (022) 99998-7612.
Fonte Redação

Fake news afetam campistas

Mentiras espalhadas em redes sociais causam estrago e advogada orienta sobre direitos



Esio Paravidino | foi acusado falsamente de estar trabalhando com covid-19

Foi em 2016 que o termo “Fake News” ganhou força e até hoje muitas pessoas ainda compartilham as notícias falsas em redes sociais. Com grande poder de alcance, esse conteúdo muitas vezes é espalhado por muitos que agem de má fé ou até mesmo por quem não têm consciência da gravidade do ato de espalhar uma mentira e dos impactos que isso pode causar para as vítimas

Em Campos, o cantor Dom Américo, que morreu no dia 25 de maio, teve a morte anunciada dias antes por meio destas fake news. E não para por aí, o dono de um supermercado, um idoso de 70 anos, viu as vendas caírem por três dias após pessoas divulgarem nas redes sociais que ele, um funcionário e familiares estariam trabalhando mesmo com Covid-19. Outro caso, também relacionado ao novo coronavírus aconteceu quando pessoas repassaram uma mensagem falsa afirmando que todos os clientes da padaria Pontual poderiam estar infectados pelo novo coronavírus.

“Nossa maior preocupação com a notícia falsa é o que poderia acarretar em relação à credibilidade que temos. Nós fomos para as mídias desmentir o caso e também ganhamos espaço na imprensa, então a situação foi revertida e recebemos muito apoio das pessoas”, contou a empresária Solange Sant’Anna, da padaria Pontual.

O comerciante Esio Paravidino, de 70 anos, também foi vítima destas notícias falsas. No caso dele, que é dono do supermercado Paravidino, no bairro IPS, o impacto foi maior. Ele, um funcionário e familiares foram acusados nas redes sociais de estarem trabalhando mesmo infectados com coronavírus. Até imagens do supermercado foram feitas e expostas em vídeos nas redes sociais. Mesmo o empresário dizendo que não estava com a doença, as pessoas deixaram de frequentar o supermercado e ele precisou fazer e mostrar um exame com resultado negativo para a Covid-19 para provar que estava falando a verdade.

“Cuido do supermercado desde a década de 60 e nunca havíamos passado por isso. No início, eu levei até na brincadeira, mas depois eu vi que o assunto ficou sério. Filmaram o supermercado e falaram para outras pessoas não virem aqui, falaram que eu estava doente e fingindo que estava saudável. Os fregueses ficaram com medo e nos primeiros dias nosso movimento caiu muito”, lamentou o idoso.

Com a grande repercussão do caso, ele e o filho se viram obrigados a fazer o exame para provar que não estavam infectados pelo novo coronavírus. “Agora que provamos que não estamos com a doença, tudo voltou à normalidade. Muitas pessoas nos ajudaram divulgando os resultados dos nossos exames. Ainda não fomos à delegacia, mas meu filho está em conversa com o advogado para analisar como agir”, explicou.


Advogada | Maria Elisabete de Castro

Quando é crime?


Segundo a advogada Maria Elisabete de Castro José, conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Campos, a disseminação de notícias falsas pode ou não configurar crime, o que varia de acordo com o conteúdo disseminado. Ainda assim, quando não constituir crime, o autor ou quem espalha pode ser responsabilizado de Fake news afetam campistas forma civil ou administrativa.

“É considerada ofensa quando o autor atribui à vítima a autoria de um crime sabendo que a vítima é inocente; um fato que ofenda a reputação ou a boa fama da vítima no meio social em que ela vive (mesmo se o fato for verdadeiro); qualificações negativas ou defeitos da vítima. Os tipos de ofensas mais comuns postados na internet e que possuem amparo no Código Penal são ameaça, calúnia, difamação, injúria e falsa identidade”, explicou.

Ainda segundo a advogada, em caso de sofrer ataques de fake news, a vítima, antes de tomar alguma atitude, deve ter o entendimento de qual tipo de ofensa corresponde ao conteúdo compartilhado. “Comentários grosseiros, posts contrários a determinadas opiniões, embora possam causar indignação, podem não ser entendidos pelas autoridades como passíveis de alguma ação prevista na lei”, concluiu.

O que é preciso para denunciar


Na hora de fazer uma denúncia é importante que a vítima reúna todo o tipo de provas que tiver. É recomendável salvar os links das páginas, imprimir as postagens e, se possível, salvar uma cópia da tela, pois o conteúdo pode ser removido pelo autor.

“Após reunir todo o material que comprove as ofensas, é preciso apresentar e registrar um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima. É preciso identificar onde o conteúdo está publicado e, se for possível, entrar em contato com o provedor do conteúdo e solicitar a remoção da publicação ofensiva, por meio de carta de solicitação”, explicou.

Além das responsabilidades civis e administrativas, podem ser responsabilizados criminalmente tanto quem divulga como quem compartilha a notícia falsa sem checar a fonte.

Regulamentação de redes sociais contra fake news

Uma pesquisa feita pelo Ibope, por telefone, no final de maio, apontou que 90% dos eleitores brasileiros apoiam a regulamentação de redes sociais para combater as ‘fake news’. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas cerca de mil pessoas com mais de 16 anos de idade, em todos os estados e no Distrito Federal.

A pesquisa aponta ainda que 76% dos entrevistados dizem estar muito preocupados ou um pouco preocupados com relação a notícias falsas e desinformação na internet e em redes sociais.
Fonte Terceira Via

sábado, 6 de junho de 2020

SAÚDE É PRIMORDIAL EM SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ

            




Procon RJ orienta consumidores sobre revisão dos contratos escolares


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Autarquia esclarece as principais dúvidas em função da lei 8.864/20 promulgada ontem

Ontem, dia 04/06, foi publicada a Lei Estadual nº 8.864/20, que trata sobre a redução proporcional das mensalidades escolares em estabelecimentos de ensino da rede particular, durante a vigência do estado de calamidade pública. Como algumas dúvidas tem sido levantadas sobre a aplicação da lei, o Procon RJ decidiu responde-las para auxiliar os consumidores.

A quem se aplica a Lei 8.864/20?

A todos os estabelecimentos de ensino infantil, fundamental, médio, inclusive técnico e profissionalizante, e superior, inclusive pós-graduação, da rede particular que tenham a metodologia de aulas presenciais.
Para fazer jus ao desconto, o consumidor não pode estar em atraso superior a 2 (duas) mensalidades quando da suspensão das atividades presenciais, considerando apenas o ano letivo de 2020.

Como isso é feito?

Os estabelecimentos são obrigados a criar, em cinco dias úteis contados de 04/06/2020, uma Mesa de Negociação – um grupo formado por três tipos de representantes, com quantidade igual de cada tipo: os estudantes ou seus pais/responsáveis, profissionais de educação e proprietários do estabelecimento. Esse grupo vai analisar as planilhas de receitas e de despesas da instituição e definir, sempre que possível, por consenso, o valor da redução a ser implementada.

As reuniões dessa Mesa de Negociação serão registradas em ata e suas deliberações serão aprovadas por maioria simples, com a presença de, no mínimo, um representante de cada um dos três segmentos que dela participam.

Na Mesa de Negociação, deve ser levado em conta a situação econômica do estudante ou de sua família, em especial no tocante à perda comprovada de seus rendimentos durante a pandemia, a situação econômica do estabelecimento de ensino e a adoção, pelo estabelecimento de ensino, de atividades educacionais por meios remotos, a partir da suspensão das aulas presenciais.
Obs.: Caso a Mesa de Negociações não seja criada no prazo de 5 dias, faça uma reclamação no PROCON/RJ, por meio do Procon on line ou do aplicativo Procon-RJ.

Quanto tempo dura a redução?

Os efeitos financeiros serão produzidos enquanto durar o estado de calamidade pública instituído pela Lei nº 8.794, ou por outro ato que vier a prorrogá-lo ou convalidá-lo, portanto desde 17 de abril de 2020 até o término do referido estado de calamidade, com possibilidade de extensão desse período em 30 (trinta) dias após a retomada das aulas presenciais regulares por deliberação da Mesa de Negociação.

Qual o percentual de desconto mínimo obrigatório?

Para as cooperativas, associações educacionais, fundações e instituições congêneres, sem fins lucrativos, bem como sociedades empresariais que tenham a educação como atividade econômica principal e estejam devidamente enquadradas como microempresas ou empresas de pequeno porte, e com mensalidade acima de R$ 700,00 (setecentos reais) a redução mínima será de 15% (quize por cento) sobre o valor que exceder R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais);

Para os demais estabelecimentos particulares de ensino que oferecem serviço de educação infantil, de ensino fundamental, de ensino médio, inclusive técnico ou profissionalizante, ou de educação superior, a redução será de 30% (trinta por cento) sobre o valor que exceder a R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais).
Vale ressaltar que caso os estabelecimentos particulares de ensino já tenham concedido descontos superiores ao da Lei, os mesmos deverão manter os valores acordados.

Caso a escola se negue a conceder o desconto, o consumidor poderá fazer uma reclamação ao Procon-RJ através dos canais de atendimento online, site www.procononline.rj.gov.br ou aplicativo Procon RJ
Fonte: Ascom

Campos na mira da justiça. MPRJ recomenda MPF e PF que verifique possível irregularidades

Pedido está relacionado a compra de kits alimentares com verbas federais

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A compra foi realizada sem licitação, sob a alegação de necessidade emergencial para atender alunos que tiveram as aulas suspensas

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e da Juventude de Campos dos Goytacazes, encaminhou ao Ministério Público Federal (MPF) e à Polícia Federal (PF) cópia da documentação relativa à compra de kits alimentares com recursos federais pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte de Campos (SMECE), para que seja apurada possível responsabilização do ex-secretário municipal de Educação e da atual gestora da pasta em irregularidades encontradas na aquisição.

A compra foi realizada sem licitação, sob a alegação de necessidade emergencial para atender alunos que tiveram as aulas suspensas em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), e os kits foram distribuídos aos estudantes da rede municipal de ensino no mês de abril devido à interrupção das aulas nas unidades escolares para a prática do isolamento social, sugerida pelas autoridades médicas e sanitárias como a melhor forma para evitar a propagação do vírus.

A investigação se dá no curso do Inquérito Civil n.º 18/2020, instaurado pela Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e da Juventude de Campos para apurar a lisura na compra e distribuição dos kits alimentares. A documentação foi requisitada ao município para a apuração de possíveis prejuízos às crianças e aos adolescentes que receberam os kits em substituição à merenda escolar, e sua análise identificou sinais de malversação do dinheiro público e de possível prática criminosa resultante do uso inadequado de verba federal pelos gestores municipais.

Desta forma, também foi encaminhado ofício para a Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Campos para avaliar possível ato de improbidade administrativa por parte dos gestores, enquanto a análise sobre a reparação de danos coletivos continua a cargo da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e da Juventude de Campos.

Além da comunicação ao MPF e à PF, também foi enviado à SMECE ofício requisitando esclarecimentos sobre o motivo pelo qual a distribuição dos kits não foi efetuada no último mês de maio, apesar das aulas permanecerem suspensas, e também cobrada a exibição de calendário prévio com indicação de data e local das próximas entregas para oportunizar a fiscalização e assegurar que o direito à alimentação segura das crianças seja respeitado.

Em nota a Prefeitura de Campos respondeu:

A Procuradoria Geral do Município desconhece este posicionamento do Ministério Público. Vale ressaltar que a Promotoria da Infância e da Juventude não tem atribuição para apurar eventual irregularidade neste caso. Por iniciativa própria, a Prefeitura de Campos consultou o Ministério Público a respeito da possibilidade de efetuar um contrato emergencial. Toda documentação, inclusive a planilha da empresa escolhida — aquela que apresentou menor preço considerando, ainda, armazenamento, logística de entrega e de montagem, assim como também serviços e impostos obrigatórios — foi enviada de forma voluntária ao MP. Na parte que cabe à Promotoria da Infância e da Juventude, a Prefeitura de Campos já comprovou que os itens que fazem parte dos kits alimentação, destinados aos 53 mil alunos da rede municipal de ensino, atendem às necessidades nutricionais e seguem as normas do FNDE. Os que os responsáveis não buscaram foram recolhidos pela Secretaria de Educação. Em função do lockdown consequente da pandemia de coronavírus, a entrega da segunda leva dos kits foi adiada. Uma nova estratégia de entrega está sendo elaborada.
Fonte: Ascom

Campos volta a ter transporte intermunicipal de passageiros a partir deste sábado


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O transporte coletivo entre os três municípios está mantido.

O Governo do Estado determinou, por meio do decreto 47.108 publicado em edição extra nesta sexta-feira (05/06), o retorno gradual do transporte intermunicipal de passageiros a partir deste sábado (06/06). A medida visa atender às demandas sociais e econômicas, tendo em vista a flexibilização progressiva do isolamento social adotada por diversos municípios.

A partir de sábado, será retomada a operação das linhas rodoviárias e vans intermunicipais, com exceção dos municípios de Barra Mansa, Pinheiral e Volta Redonda. Nessas cidades, permanece restrita a circulação de ônibus intermunicipal, ônibus fretado e vans nas conexões com outras cidades. O transporte coletivo entre os três municípios está mantido.

Deverão operar com ocupação limitada ao número de assentos do veículo as seguintes linhas: que fazem a ligação entre os municípios da Região Metropolitana; entre os municípios do interior do estado; e as de transporte complementar, em qualquer região. De acordo com o decreto, fica vedado o transporte de passageiros em pé.
Já as linhas que fazem a ligação entre a Região Metropolitana e o interior deverão operar com até 50% dos assentos ocupados, nos veículos tipo Rodoviário, e apenas com passageiros sentados, no caso dos veículos tipo Urbano. A fiscalização do cumprimento dessas medidas será realizada pelo Detro, com auxílio das Forças Policiais.

Metrô, trem e barca

A partir de sábado, fica suspenso o controle de acesso de passageiros em todas as estações. No metrô e no trem, a disponibilidade de lugares ficará restrita a, no máximo, 50% da capacidade de lotação. No sistema ferroviário, permanecerá suspensa a operação do ramal Guapimirim.

No caso das barcas, as viagens serão realizadas com o quantitativo de passageiros equivalente ao número de assentos existentes na embarcação utilizada. As estações Charitas e Cocotá permanecerão temporariamente fechadas. A operação da linha Arariboia terá intervalos de, no mínimo, 30 minutos no horário de pico (das 5h30 às 9h e das 16h às 18h) dos dias úteis, e de 1 hora nos horários de vale dos dias úteis e aos sábados, domingos e feriados. Já a linha de Paquetá continuará operando com intervalos de até 3 horas, em qualquer dia e período.

Havendo possibilidade e segurança, o trajeto deverá ser realizado com janelas destravadas e abertas de modo que haja plena circulação de ar, nos ônibus, barcas, trens e no transporte complementar.

Medidas de prevenção

Nos transportes coletivo e individual, permanece obrigatório o uso de máscara de proteção respiratória. Cabe às concessionárias disponibilizar álcool em gel 70% ou produto higienizador com eficácia semelhante em todas as estações de trem, metrô e barcas, assim como nos ônibus urbanos e rodoviários do estado. Além disso, as concessionárias devem manter os procedimentos de limpeza e desinfecção específicos para a mitigação da disseminação do vírus em veículos, embarcações, composições e estações.
Fonte: Ascom

Covid-19: Quarenta e três novos casos de coronavírus, sendo três óbitos, em Campos


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Estão sob investigação 2.858 casos de Síndrome Gripal (SG) e 117 de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Quarenta e três novos casos de coronavírus, sendo três óbitos, foram confirmados nesta sexta-feira (5) em Campos. As mortes são de dois homens e uma mulher de 91, 74 e 78 anos. Os três apresentavam comorbidades. O município contabiliza 929 casos confirmados de covid-19, sendo 49 óbitos. Atualmente são 315 recuperados no município.

Estão sob investigação 2.858 casos de Síndrome Gripal (SG) e 117 de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Quinze mortes estão sendo investigadas. Foram descartados 472 casos.

Tratamento - De forma pioneira, em março, a Prefeitura de Campos implantou o Centro de Controle e Combate ao Coronavírus para atendimento a pacientes com a doença. No último dia 22 de maio, o prefeito Rafael Diniz anunciou a ampliação do número de leitos de UTI, que passaram de 19 para 29, e de leitos clínicos, de 40 para 60.

Aqueles que apresentarem sintomas do novo coronavírus - tosse, febre, cansaço e dificuldade para respirar (em casos graves) - devem buscar orientação junto à Central de Informações da Covid, através do 192.

No último dia 22, o Laboratório Regional do Hospital Geral de Guarus (HGG) recebeu do estado autorização para atuar como referência na análise de exame de detecção por PCR para Covid-19. A implantação é uma parceria entre Prefeitura de Campos e Uenf. Com a iniciativa, resultado dos exames, que estavam levando em média 15 dias para saírem, passam para até 48h.

BOLETIM CORONAVÍRUS - 05/06/2020

Confirmados - 929

Descartados - 472

Recuperados - 315

Óbitos: 64 (49 confirmados e 15 em investigação)

Síndrome Gripal (SG) – 2.858

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) - 117
Fonte: Supcom

Brasil negocia possibilidade de produzir a principal vacina contra covid-19



Acordo colocaria país na dianteira em ao recebimento das primeiras doses
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O acordo privado pode alterar essa circunstância. Segundo a pesquisadora, ao Brasil também foi oferecida a primazia na compra de doses da vacina.

O Brasil está em negociações para se tornar um dos produtores mundiais da principal vacina contra a covid-19, que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca. A produção brasileira abasteceria toda a América Latina. O acordo do governo com a iniciativa privada colocaria o país na dianteira, em um momento em que corria o risco de estar no fim da fila da vacina.

A AstraZeneca anunciou nesta quinta-feira que já fechou acordos internacionais para a produção de 1,7 bilhão de doses e segue em busca de novos parceiros. Os acordos já firmados são com o Reino Unido, os Estados Unidos, a CEPI (Coallition for Epidemic Preparedness Innovations), a Aliança de Vacinas (Gavi) e o Instituto Serum, da Índia. Mas ainda há uma capacidade adicional de produção de 300 milhões de doses para alcançar o objetivo de ter um ponto de partida de dois bilhões de doses. Para além dessa meta inicial, o objetivo é continuar buscando parceiros.

"Já há negociações com diferentes governos de diferentes países, entre eles o Brasil", afirmou a infectologista brasileira Sue Ann Clemens, diretora da Iniciativa Global de Saúde da Universidade de Siena e pesquisadora da Unifesp, que está coordenando os centros de testagem da vacina no território brasileiro. "Essa é uma oportunidade muito grande para o nosso país não só no campo da pesquisa clínica, mas também na produção de imunizantes."

Para a pesquisadora, tanto o Instituto Butantã, em São Paulo, quanto a Fiocruz, no Rio, têm plena capacidade e reconhecimento internacional para produzir as vacinas necessárias não só para o Brasil como para toda a América Latina. A grande vantagem de se ter uma produção local, segundo Clemens, para além da transferência de tecnologia, seria o acesso mais fácil e mais rápido ao imunizante. "Até meados do ano que vem já teríamos a vacina pronta para ser aplicada", afirmou a infectologista, que também é consultora da Fundação Bill e Melinda Gates para imunizantes.

O Brasil estava sob o risco de ser um dos últimos a ter acesso a vacina. As decisões polêmicas do governo de Jair Bolsonaro sobre a hidroxicloroquina e as medidas de isolamento, bem como as trocas dos ministros da Saúde, fizeram com que o país sequer fosse convidado para o lançamento da "Colaboração Global para Acelerar o Desenvolvimento, Produção e Acesso Equitativo a diagnósticos, tratamento e vacina contra o covid-19", no fim de abril, na Organização Mundial de Saúde (OMS).

O acordo privado pode alterar essa circunstância. Segundo a pesquisadora, ao Brasil também foi oferecida a primazia na compra de doses da vacina.

"Essa foi uma das primeiras perguntas que eu fiz para o Andrew Pollard (que coordena o desenvolvimento da vacina de Oxford), quando ele me ligou, pedindo que fizesse a ponte para fazermos testes no Brasil: se teríamos acesso prioritário", contou Clemens. "Ele respondeu que isso estava em discussão, mas que a capacidade de produção deles era limitada. Depois disso, no entanto, eles firmaram o acordo com a AstraZeneca, ampliando a capacidade de produção. Sei que o Brasil já tem em mãos uma ordem de compra e que foi um dos primeiros países abordados para a possibilidade de produção local."

Das mais de 100 vacinas contra a covid-19 em desenvolvimento atualmente no mundo, a de Oxford é a que está na fase mais avançada das testagens (etapa 3), que vai aferir a eficácia do imunizante em pelo menos 10 mil pessoas. A meta dos pesquisadores é conseguir, antes do fim deste ano, um registro provisório da vacina e um sinal verde dos órgãos reguladores para seu uso em caráter emergencial.
Fonte: O Dia

Identificado homem morto a tiros na Virgem Santa, em Macaé



Um homem foi morto com sete tiros no rosto, na manhã desta sexta-feira (5), na Estrada da Virgem Santa, em Macaé. A vítima foi identificada como Heveraldo de Azeredo Bernardino da Silva, de 36 anos. O corpo dele foi encontrado por populares, que acionaram a Polícia Militar (PM).

A Polícia Técnica esteve no local e após perícia, o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Macaé. Ainda não há pistas sobre a motivação e autoria do crime. Segundo a Polícia Civil, Heveraldo, que era natural da cidade de Campos dos Goytacazes, possuía três anotações criminais. O caso foi registrado na 123ª Delegacia Policial.
Fonte O Diário Costa do Sol

Vídeo: PM reage com gás lacrimogêneo contra manifestantes em ato antirracismo em Campos

Ato aconteceu no final da tarde desta sexta e tinha cerca de 15 participantes que mantinham o distanciamento necessário

A Polícia Militar de Campos reagiu com spray de pimenta e gás lacrimogêneo contra um grupo de cerca de 15 pessoas que fazia um ato antirracismo no final da tarde desta sexta-feira (5), em Campos. Os manifestantes estavam no calçadão, no Centro, de forma ordeira, com máscaras de prevenção ao coronavírus e mantendo a distância recomendada pelas autoridades de segurança e, ainda assim, foram repreendidos pelos policiais.

A reportagem do Terceira Via estava no local na primeira abordagem dos PMs, quando três agentes falaram que os manifestantes, que neste momento estavam sentados no monumento do Pelourinho, não poderiam fazer a manifestação por causa da aglomeração. Os manifestantes então se afastaram e ficaram em volta do monumento, mantendo a distância.

Minutos depois, os policiais voltaram e dispersaram os manifestantes.

“Eles chegaram com dois camburões e outros agentes já jogando gás lacrimogêneo e nos ameaçando. Eles já chegaram de forma truculenta. Jogaram gás até em pessoas que estavam passando pelo calçadão e não estavam participando do ato. Foi um show de horrores, desnecessário, sendo que estava todo mundo distante. Eu nunca imaginei passar por isso aqui, sendo que era um ato tão pequeno e tão tranquilo”, afirmou o professor João Santos.

Ato
O ato foi organizado nas redes sociais por um grupo de amigos que levou alguns cartazes e se reuniu em volta do monumento do Pelourinho. Participantes conversaram com a reportagem antes da abordagem da polícia e falaram sobre a mobilização.

“A gente vive uma realidade muito difícil em que policiais estão matando crianças dentro das suas próprias casas. O racismo está em todos os lugares, infelizmente. Este ato surgiu de forma orgânica em que uma pessoa totalmente desligada de movimentos sugeriu que fizéssemos um ato antirracismo aqui em Campos como uma forma de luta por tudo o que está acontecendo. Escolhemos o monumento do pelourinho por um fator histórico, tem todo um contexto que importa pra gente”, contou a estudante Luanna, que após a repressão policial preferiu se identificar apenas com o primeiro nome.

O estudante Lewa Jagunjagun também falou sobre o racismo. “As pessoas enxergam a nós, negros, como algo a se excluir e nossa vida é banalizada. Todo negro já sofreu algum tipo de preconceito. Na universidade mesmo, uma vez um professor fez uma pergunta, eu respondi, e ele disse que ficou surpreso por eu responder. Se eu estou em um espaço com todos os outros, por que eu não seria capaz de responder? Eu tenho 22 anos e 80% dos meus amigos já morreram ou estão presos. Só eu e mais dois conseguimos entrar numa universidade”, afirmou.

Comando da Polícia Militar em Campos fala sobre ação

A reportagem questionou, por email, o comando da Polícia Militar em Campos sobre a ação policial durante o ato. Por meio de nota, a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que “Os policiais militares estão instruídos a priorizar a conscientização e o diálogo no contato com os cidadãos”.

Ainda por email, o comandante do 8º BPM, coronel Luiz Henrique, disse que “os manifestantes não obedeceram a ordem de dispersar e foi necessário o uso de armamento de menor potencial ofensivo para que a determinação fosse cumprida. Vale ressaltar que ninguém foi preso ou ficou ferido”, informou a nota.

A reportagem perguntou novamente o motivo das agressões, já que os manifestantes eram poucos e mantiveram a distância, mas ainda não recebeu resposta.

VEJA OS VÍDEOS DA MANIFESTAÇÃO E DA AÇÃO POLICIAL
Fonte Terceira Via