sexta-feira, 10 de julho de 2020

Ministério da Saúde muda protocolo para pessoas com sintomas leves de coronavírus

Mariana Menezes

De acordo com a pasta, quando mais cedo um paciente for tratado, menos risco de ocupação nos leitos hospitalares. Foto: reprodução internet

O Ministério da Saúde anunciou mudanças no protocolo médico para as pessoas que estiverem com sintomas leves da covid-19. A partir de agora, esses pacientes devem procurar imediatamente um centro de triagem para a doença. Antes, a orientação era buscar uma ajuda profissional apenas em casas graves, em que o doente já estava sentindo falta de ar extrema.

O ministério entendeu que quanto mais cedo um doente é tratado, menor é a chance dele ocupar leitos hospitalares, inclusive UTIs.

No Brasil, São paulo lidera a lista com mais casos, seguido por Ceará e Rio de Janeiro.
Fonte 93FM

Entenda como o ex-secretário Edmar Santos é suspeito de liderar desvios na Saúde do Rio


O ex-secretário de Saúde Edmar Santos foi preso em operação do MPRJ Foto: Fábio Rossi / O Globo - 07.04.2020/Marjoriê Cristine

RIO — A prisão do ex-secretário de Saúde do Rio Edmar Santos, na manhã desta sexta-feira, é mais um desdobramento da Operação Mercados do Caos, deflagrada em maio pelo Ministério Público, após as denúncias de fraudes envolvendo contratos para construção de hospitais de campanha e compra de respiradores. Nas investigações do Ministério Público do Rio (MPRJ), o ex-secretario estadual aparece como um dos líderes do esquema de desvio de recursos na pasta, mas sempre alegou desconhecer a existência da prática. Mesmo após a prisão preventiva de membros da organização da qual fazia parte, o ex-secretário continuou no cargo de secretário por algumas semanas, até ser exonerado pelo governador Wilson Witzel, em maio. Além dele, o outro líder do esquema era o ex-subsecretário executivo Gabriell Neves, que já está preso.

Substituído, na época, pelo médico Fernando Ferry — que também já deixou o cargo —, Santos foi nomeado por Witzel como secretário-extraordinário do Acompanhamento da Covid-19 um dia após deixar a titularidade da Secretaria Estadual de Saúde. Mas ele só permaneceu nove dias no cargo, já que o Tribunal de Justiça do Rio determinou o seu afastamento.

O ex-secretário de Saúde foi chamado para depoimento na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) sobre as compras emergenciais feitas no combate ao coronavírus. Na primeira vez, ele nem compareceu. Na segunda chamada da Comissão de Fiscalização e de Saúde, Santos esteve presente, mas se recusou a responder as perguntas dos deputados.
Confira a linha do tempo da crise da Saúde do Rio:

4/4/20: O governador Wilson Witzel exonera a médica Mariana Scardua, subsecretária de Gestão da Atenção Integral à Saúde da Secretaria de estado de Saúde, e o chefe de gabinete dela, Luiz Octávio Mendonça, por divergirem da conduta do então subsecretário de Saúde, Gabriell Neves, nas compras sem licitação.

11/4/20: o então subsecretário estadual de Saúde, Gabriell Neves, é afastado do cargo pelo então secretário de Saúde Edmar Santos. Neves era responsável pelos contratos emergenciais, inclusive os que somaram quase R$ 1 bilhão para o combate da Covid-19. Mais de R$ 800 milhões seriam para a OS Iabas, que faria a gestão dos hospitais de campanha do estado. Havia suspeitas de irregularidades que seriam averiguadas por uma auditoria.

7/5/2020: Gabriell é preso na Operação "Mercadores do Caos", conduzida pela Polícia Civil do Rio e o Ministério Público. Ele é suspeito de integrar uma organização criminosa que visava a obter vantagens em contratos emergenciais, sem licitação, para a aquisição de respiradores pulmonares utilizados no tratamento de pacientes graves com Covid-19. Em entrevistas, afirmou que o ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, tinha ciência de todos os contratos. Além dele, foram presos preventivamente Gustavo Borges da Silva, que assumiu a subsecretaria de Saúde após a exnoeração de Neves, e Aurino Batista de Souza Filho. Aurino é dono da 2A2 Comércio Serviços e Representações LTDA, empresa de informática que ganhou contrato para fornecer respiradores para o estado. Outras pessoas, consideradas laranjas, também foram detidas.

13/5/2020: O empresário Maurício Fontoura, controlador da empresa ARC Fontoura, é preso por susposta fraude na venda de respiradores para o governo do estado. A investigação descobriu que ele é o controlador das três empresas que apresentaram propostas ao estado. A ARC Fontoura vendeu 400 aparelhos, mas só entregou 52. Os ventiladores mecânicos, no entanto, não são recomendados para o tratamento da Covid-19. O custo total da compra foi de R$183,5 milhões. O governo já havia pago parte deste valor, mas vai tentar reaver o dinheiro na Justiça. O governo cancelou 44 dos 66 contratos firmados para o combate da pandemia.

17/5/2020: O governador Wilson Witzel exonera o secretário estadual de Saúde Edmar Santos por causa de "falhas na gestão de infraestrutura dos hospitais de campanha para atender as vítimas da Covid-19" de acordo com o governo. Santos é mantido na comissão de notáveis que auxiliam o estado no enfrentamento do coronavírus.

19/5/2020: Especialista em HIV, Fernando Ferry assume a Secretaria estadual de Saúde, no lugar de Edmar Santos.

22/5/2020: TCE responsabiliza ex-secretário de Saúde por superfaturamento na compra de respiradores e sugere que Edmar Santos devolva R$ 36 milhões aos cofres públicos por irregularidades na contratação das empresas.

27/05/2020: A Justiça suspende nomeação do secretário-extraordinário do Acompanhamento da Covid-19, Edmar Santos, ex-secretario de Saúde, feita pelo governador Wilson Witzel. No mesmo dia, o deputado estadual Luiz Paulo protocola pedido de impeachment de Witzel na Alerj por haver 'indícios muito robustos' de que o governador está envolvido, 'por ação ou inação', nos desvios investigados pela Polícia Federal.

09/06/2020: Justiça determina que 97 respiradores retidos no Galeão sejam entregues à Secretaria Estadual de Saúde. Os ventiladores foram importados pela MHS Produtos e Serviços, controlada por Glauco Octaviano Guerra, por meio das sociedades SKN do Brasil Importação e Exportação Ltda., SKN Indústria e Comércio do Brasil Ltda. e Santa Fe Trading Importador e Exportação Ltda. Segundo as investigações do Ministério Público Estadual, eles foram adquiridos com parte do valor de quase R$ 19 milhões pagos antecipadamente à empresa pelo Estado do Rio e desviadas dos cofres públicos estaduais.

18/6/2020: Superintendente de Orçamento da Saúde é preso em mais uma etapa da Operação Mercadores do Caos contra desvio de dinheiro público destinado à compra de respiradores para pacientes com Covid-19. Carlos Frederico Verçosa Duboc foi contratado na gestão de Edmar Santos na pasta e continuou na equipe do atual secretário, Fernando Ferry.

24/6/2020: Edmar Santos falta à audiência na Assembleia Legislativa Estadual do Rio (Alerj), que apura os gastos sobre as compras emergenciais feitas no combate ao coronavírus. Santos era aguardado para uma oitiva virtual convocada pela Comissão de Fiscalização e de Saúde.

06/07/2020: Após faltar ao primeiro depoimento marcado na Alerj, Edmar Santos compareceu à oitiva, mas se recusou a responder às perguntas dos deputados. O ex-secretário alegou que utilizaria seu direito ao silêncio por orientação dos advogados, já que está sendo investigado por esses fatos em inquérito do Superior Tribunal de Justiça (STJ). No mesmo dia, a Justiça determinou a quebra de sigilo fiscal e bloqueio de bens de ex-secretário de Saúde.

10/07/2020: Edmar Santos é preso na sua casa, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, em mais um desdobramento da Operação Mercadores do Caos, deflagrada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Delegacia Fazendária da Polícia Civil.
Fonte Extra

Termina hoje as inscrições para processo seletivo da Secretaria de Meio Ambiente


   Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo da Secretaria de Meio Ambiente(Semma). A seleção será realizada para as seguintes funções: Engenheiro Ambiental; Engenheiro Sanitarista; Engenheiro Florestal; Engenheiro Civil; Técnico em Meio Ambiente; e Oficial Administrativo.

As inscrições são gratuitas e poderá ser realizadas até o dia 10 julho de 2020 por meio do site selecao.presidentekennedy.es.gov.br.
Fonte Kennedy em dia

Debate na Alerj apresenta perda de 588 mil empregos formais no Estado do Rio entre 2014 e 2019



Em debate virtual da Comissão de Economia, Indústria e Comércio da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) sobre a agenda do Estado pós-pandemia, apresentou dados alarmantes sobre a queda de empregos formais no Estado entre 22014 e 2019.

De acordo com o levantamento da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério da Economia, o Estado do Rio teve uma redução de 588 mil empregos formais entre dezembro de 2014 e dezembro de 2019.

“Tivemos uma crise nacional político-econômica e o Brasil perdeu mais de 2 milhões de empregos nesse período. No Rio de Janeiro, isso foi muito mais pesado. Enquanto no país perdeu-se 5,6% postos de trabalho, no Estado, a percentagem foi de 15,6%. Isso ocorreu mesmo tendo todas as obras de Olimpíadas, todos os investimentos federais no Rio. Essa situação mostra que, se você não tiver uma estratégia regional, uma estrutura pública, as oportunidades são pouco aproveitadas”, explicou o economista Mauro Osório, chefe da Assessoria Fiscal da Alerj.

Presidente da Comissão de Economia da Alerj, o deputado estadual Renan Ferreirinha (PSB) avaliou que o momento de contingência do coronavírus tem sido desafiador, mas que a Casa tem atuado de forma intensa.

“O Legislativo tem assumido o protagonismo e temos vivido uma etapa interessante de pessoas que estão comprometidas a pesquisar e a ouvir. Vamos continuar estudando possíveis pautas que podem se traduzir em legislação para avançarmos. Temos de seguir fomentando essas discussões técnicas, econômicas, fiscais e da identidade carioca e fluminense”, comentou Renan Ferreirinha.

O economista Mauro Osório também ressaltou a necessidade da realização de uma reestruturação do setor público, principalmente na esfera estadual, citando os problemas fiscais que o Estado vem enfrentando há alguns anos.

“Temos um Estado com um problema fiscal grave e com poucos funcionários públicos. O governo federal arrecada 170 bilhões de reais aqui no Estado e devolve 33 bilhões de reais. Estamos na 11ª posição em termos de receita pública per capita. É uma situação complicada; é necessário ter estratégia, coordenação de política, utilização das estruturas públicas para fazer planejamento”, avaliou o chefe da Assessoria Fiscal da Alerj.

Vice-presidente da Comissão de Economia, o deputado estadual Waldeck Carneiro (PT) observou a necessidade de ter cautela ao analisar o setor público e questionou sobre as organizações sociais na gestão da saúde fluminense.

“Será que é melhor termos uma Secretaria de Saúde com servidores públicos estaduais concursados e profissionalizados ou ter OS (Organização Social)? Eu acho que as Organizações Sociais foram um péssimo caminho para a gestão da saúde no Rio”, sacramentou o deputado, que destacou que o Estado do Rio precisa do auxílio da União para sair da crise.

“O Rio de Janeiro precisa do Brasil. É necessário que o país faça um redesenho do pacto federativo. Os estados e municípios foram assumindo responsabilidade na prestação de serviço, na saúde, na educação, na assistência e a União concentra grande parte dos tributos arrecadados e pode até legislar afetando tributos estaduais. O Rio pode ser um potente polo de conhecimento e inovação, e isso gera renda. Aqui, nós sediamos o maior acervo de universidades de pesquisas do Brasil, federais, estaduais, CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca), institutos federais, entre outros. Precisamos transformar isso em desenvolvimento econômico”, concluiu Waldeck Carneiro.
Fonte O Diário Costa do Sol

Refinaria de petróleo mais perto de Presidente Kennedy ES

O investimento é de R$ 2,5 bilhões


Empresários do ramo de petróleo e gás anunciaram a intenção de construir refinarias de petróleo em Presidente Kennedy. No município são dois empreendimentos planejados.

O projeto para Kennedy é da gigante americana Oil Group, em parceria com Energy Platform, e inclui uma unidade para produzir combustível e uma minirrefinaria para a produção de lubrificantes.

A previsão é de produzir até 30 mil barris por dia, ao todo. O investimento é de R$ 2,5 bilhões.

O CEO (executivo) da Energy Platform, Márcio Félix, disse que a ideia é que ambos os empreendimentos sejam instalados anexos a um porto que será construído no litoral de Kennedy. “A de lubrificantes pode ir para o Norte, provavelmente em Jaguaré ou São Mateus, mantendo a refinaria no Sul. A questão é de sinergia: as duas juntas vão gerar economia de escala”, conta.

A refinaria, diz Félix, vai produzir derivados como óleo diesel, gasolina e combustível marítimo – este último, o principal objetivo da refinaria.

“Estamos na fase de viabilidade econômica. Na prática, poderá criar 500 empregos na operação e 1.500 na construção. Isso pode demorar um pouco, mas estou confiante no investimento no Espírito Santo, com foco no mercado interno, marítimo”, disse, sem estimar datas para as obras.

A operação, que será muito moderna e automatizada, abrirá oportunidades para técnicos de petróleo, de laboratório, técnicos em manutenção, com operação em três turnos.

Oil Group
A Oil Group é uma empresa americana integrada de petróleo e gás envolvida na aquisição de dados, exploração e produção e refino. Ela possui 10 ativos onshore e offshore no Nordeste brasileiro e pretende construir seis refinarias de pequeno porte nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Maranhão, Sergipe/Bahia e Mato Grosso do Sul.
Fonte Kennedy em dia

Após pressão e conversa com Garotinho, Bruno recua da liderança de Witzel

Anunciado (aqui) na terça-feira (7) como líder do governo Wilson Witzel (PSC), o deputado estadual Bruno Dauaire (PSC) recuou, nesta quinta-feira (9), da difícil missão na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O movimento aconteceu devido à forte repercussão negativa nas redes sociais, mas sobretudo pela pressão do ex-governador Anthony Garotinho, que não poupou críticas ao aliado deputado que tem base eleitoral em São João da Barra. E não ficou só nas redes sociais. A decisão de Bruno foi firmado após uma conversa com Garotinho nesta quinta. Em nota, Bruno confirmou que continuará como líder do PSC, mas houve consenso com o governador por aguardar o fim do processo de impeachment para possível definição quanto à liderança na Casa. Ele não citou o encontro com Garotinho (atualizado às 22h12, para incluir a nota do deputado):

— O convite que recebi gerou muitos embates, o que certamente iria prejudicar o resultado do meu esforço e do meu trabalho, que tinha a única e exclusivamente a intenção de ajudar a governabilidade e a população que vive este momento de crise. Conversei com o governador e chegamos ao consenso que se deva esperar a finalização do processo de impeachment para que, em um ambiente mais propício, indique definitivamente o líder do governo. Vou continuar lutando como líder do PSC para que a administração pública não fique travada.
O cargo de líder do governo é uma posição nobre na Alerj. No entanto, o momento para assumir o posto, vago desde a saída de Márcio Pacheco (PSC), em maio, não é dos melhores. Em meio a denúncias de corrupção no enfrentamento ao novo coronavírus, Witzel enfrenta um processo de impeachment na Alerj. A denúncia passou pelo crivo dos deputados e o prosseguimento teve aval dos 69 parlamentares que votaram, inclusive o de Bruno. Para complicar a situação, o Governo do Estado decidiu fechar o hospital de campanha de Campos antes mesmo de inaugurá-lo — o mesmo foi feito com a unidade de Casimiro de Abreu.
Na quarta-feira (8), Bruno comentou (aqui) sobre o porquê ter aceitado o cargo: Eu aceitei o convite pela governabilidade. É uma liderança de governo em um momento de excepcionalidade, por isso será dividida com o presidente e com meus pares, para que alcancemos o objetivo de fazer com que pautas importantes avancem”. a escolha do seu nome nada tem a ver com o processo de impeachment, que vai tramitar normalmente na Alerj:
— Minha escolha não tem a ver com o processo de impeachment do governador, que vai tramitar normalmente. Minha decisão foi tomada junto com outros parlamentares por perceber que o Estado precisa de ajuda para que cuidemos da Saúde, tenhamos a retomada da economia e possamos superar as consequências dessa pandemia.
As críticas não pararam de surgir nas redes sociais, desde o anúncio de que Bruno seria o líder de Witzel. Garotinho, na terça mesmo, disse não acreditar que o deputado “tomaria uma atitude dessas sem consultar seus companheiros, que sabem que esse governo já acabou pela incompetência e a corrupção que tomaram conta de setores importantes da administração estadual”. Mesmo com a veracidade da informação já confirmada, Garotinho concluiu: “Isso só pode ser fofoca, Bruno Dauaire é uma pessoa decente e não aceitaria um papel desse”.
À mídia carioca, Dauaire relatou que iria procurar o ex-governador para explicar os seus motivos: “Eu continuo amando Garotinho”. Só o aceno buscando paz não resolveu. O pai do deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), aliado de primeira hora de Bruno, retrucou: “Quem ama não trai”. O teor da conversa que aconteceu nesta quinta entre o deputado estadual e garotinho resultou no recuo não é conhecida, mas parece ter influenciado diretamente no recuo da liderança. Witzel também teria convidado Bruno para uma conversa na noite desta quinta e, depois dela, o deputado se posicionou oficialmente sobre o recuo.
Processo de escolha — Em seu blog no jornal Extra, a jornalista Berenice Seara relata que a escolha de Bruno para líder de governo pegou todo mundo de surpresa, inclusive o deputado. Segundo a publicação, na terça, “Witzel estava em reunião com o presidente da Casa, André Ceciliano (PT), o mandachuva de seu partido, Pastor Everaldo, e mais meia dúzia. Eis que chega um afobado Bruno Dauaire, e o governador apresenta: ‘É o meu novo líder do governo’. O ar de surpresa — e de constrangimento — do moço foi quase palpável”.
Fonte Fmanhã

PM faz campanha pelo Dia dos Pais para se aproximar da comunidade

Participantes vão concorrer a um ensaio fotográfico


Comandante do Batalhão da PM, em Campos, Luiz Henrique (Foto: Carlos Grevi)

O comando da Polícia Militar em Campos decidiu promover uma campanha para atrair público para suas redes sociais, além de agradar aos seguidores do @8bpm-pmerj, no Instagram. Foi criada uma campanha para o Dia dos Pais para sortear um ensaio fotográfico profissional com pai e filho ou para quem é considerado como uma figura paterna na sua vida. A direção do Oitavo Batalhão da Polícia Militar considera a iniciativa como um presente especial para os amigos seguidores dos quatro municípios cobertos pela companhia de segurança. O sorteio será transmitido pela rede social no dia 31.

Critérios para concorrer
Seguir o Instagram – @8bpm_pmerj;
Curtir esta postagem e marcar cinco amigos nos comentários;
Compartilhar este post no próprio Instagram.

Quanto mais amigos forem marcados, mais chances de ganhar. O sorteio será no dia 31 e o vencedor deverá ter seguido todos os critérios para receber o prêmio. “É muito importante o Oitavo BPM crescer na sua rede social. Isso reflete uma ação de proximidade, uma prestação de contas que acaba irradiando sensação de segurança, e, ao mesmo tempo, desmotiva o crime. Também possibilita mostrar à comunidade as atividades que a Polícia Militar desenvolve”, disse o comandante do Luiz Henrique Monteiro Barbosa.

Foi realizada parceira com uma empresa especializada do segmento fotográfico. Serão 200 registros de imagens postados a partir do dia 1 de agosto. Os participantes devem residir em Campos, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. As fotografias serão editadas e entregues em mídia digital. “Informamos que durante o ensaio fotográfico, serão respeitados todos os critérios de prevenção contra o Coronavírus, exigidos pela Organização Mundial de Saúde”, informou.
Fonte Terceira Via

Vereadores buscam soluções para o pagamento dos RPAs em Campos


Reprodução

Com a criação do Grupo, além de se reunirem com representantes da Prefeitura, os veredores pretendem tentar uma audiência com deputados em Brasília e com o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O Grupo de Trabalho Extraordinário de vereadores que buscará uma solução aos salários atrasados dos trabalhadores por Recibo de Pagamento Autônomo (RPAs) oficiou à Prefeitura de Campos para saber sobre a real situação dos prestadores de serviço.

Em documentos enviados nesta quinta-feira (9) às secretarias de Gestão Pública, Transparência e Controle, e de Governo, os vereadores Jorginho Virgilio, Joilza Rangel e Silvinho Martins pedem informações sobre os valores consolidados do que a Prefeitura deve aos RPAs, especificando os respectivos meses, além de cobrar um cronograma de pagamento.

"Fizemos uma reunião com a nossa equipe técnica e nós três vereadores definimos que esse seria o primeiro passo, pois para tentar qualquer avanço precisamos saber qual é a real situação dos RPAs e a disponibilidade financeira da Prefeitura para estipular um prazo de pagamento", informou Jorginho Virgilio.

A proposta é tentar recursos, se preciso, até em Brasília, para quitar os meses atrasados.

O Grupo proposto pelo vereador Jorgunho foi criado no último dia 30 por meio de um decreto assinado pelo presidente da Câmara, Fred Machado.

A publicação determina o prazo inicial de 30 dias para a conclusão do trabalho e apresenração de relatório, podendo o grupo ser extendido por mais um mês.

"A gente espera que as respostas das secretarias sejam dadas o quanto antes. São informações importantes, porém de fácil acesso às pastas. Não cremos que haverá qualquer tipo de dificuldade, pois resolver essa situação dos RPAs é interesse de todos. Quem trabalha, tem que receber", afirmou Virgilio.

Com a criação do Grupo, além de se reunirem com representantes da Prefeitura, os veredores pretendem tentar uma audiência com deputados em Brasília e com o Ministério Público do Trabalho (MPT).
Fonte: Ascom

Sindicato dos Médicos cobra da Saúde melhores condições de trabalho

Nesta quinta está prevista vistoria da Secretaria de Saúde em setores de Emergência e UPHs; falhas foram apontadas


Dr .José Roberto Crespo do Sindicato dos Médicos (Foto: Arquivo)

Está prevista para esta quinta-feira (9), uma vistoria na sede da Emergência 192 feita pelo departamento médico da Secretaria de Saúde. O objetivo é atender à solicitação do Sindicato dos Médicos que pediu medidas que possam melhorar a estrutura do serviço. Há denúncias de elevado índice de contaminação dos profissionais da saúde das Unidades Pré-Hospitalares (UPHs), além de queixas da sobrecarga de trabalho dos servidores em ação na linha de frente do combate ao coronavírus. Um reunião virtual aconteceu na quarta-feira (8) com a participação da secretária de Saúde, Cintia Ferrini, e de representantes do Simec presidido por José Roberto Crespo.

Na reunião virtual a pauta tratou de assuntos pertinentes aos efeitos colaterais da pandemia de Covid-19, no setor da saúde pública do município. O encontro contou 18 participantes, entre eles o presidente do Simec, José Roberto Crespo de Souza, a secretária de Saúde, Cíntia Ferrini e o diretor do departamento médico, Carlito Lessa.

De acordo com o presidente do Simec, José Roberto Crespo de Souza, as UPHs estão funcionando com equipes de atendimento incompletas. “Há falta de plantonistas e as condições de infraestrutura estão debilitadas. O número de queixas que temos recebido dos colegas médicos tem sido responsável por um clima de insegurança e medo como nunca vivenciamos em toda nossa história”, declarou o presidente.

Segundo o Simec, a secretaria de Saúde, Cíntia Ferrini, informou que o suporte do poder público está disponível aos profissionais em atendimento na linha de frente. Segundo a secretária, a promoção de reuniões entre as partes fortalece a assistência de saúde à população. O diretor do departamento médico, Carlito Lessa, afirmou que realizaria uma vistoria na sede da emergência (192), nesta quinta-feira (9).

José Roberto Crespo disse que, apesar de todas as dificuldades evidenciadas na rotina médica, “os servidores da saúde seguem buscando ofertar suas contribuições com empenho e dedicação em prol do melhor atendimento às demandas da sociedade”, conclui.

Fonte: Simec

Morre José Luiz Boynard, pró-reitor do IFF em Campos

Servidor há quase três décadas da instituição, ele sofreu uma parada cardíaca nesta quinta-feira


José Luiz Sanguedo Boynard durante apresentação no IFF (Foto: Reprodução)

Morreu nesta quinta-feira (9), o professor e pró-reitor do Instituto Federal Fluminense, José Luiz Sanguedo Boynard. De acordo com as primeiras informações, ele teria se sentido mal no início da noite durante uma consulta médica e apresentou sintomas de uma parada cardíaca.

José Luiz Boynard fez parte do governo de Anthony Garotinho na primeira gestão à frente da Prefeitura de Campos, de 1989 a 1992. Tempos depois prestou concurso para o antigo Cefet-Campos que se tornou Instituto Federal Fluminense. Ele ocupou diversos cargos na instituição. Ultimamente era pró-reitor de Desenvolvimento Institucional e estava prestes a assumir a chefia de gabinete do reitor Jefferson Azevedo.

Em nota, o Instituto Federal Fluminense disse que: “É com profunda tristeza que o Instituto Federal Fluminense (IFF) comunica a morte do pró-reitor de Desenvolvimento Institucional e reitor substituto, o professor José Luiz Sanguedo Boynard, na tarde desta quinta-feira, 09 de julho de 2020, após um infarto, aos 64 anos. O Instituto declarou luto de três dias pela Portaria N.º 454.

Boynard foi aluno do Ensino Médio na Instituição, na década de 70, e ingressou como servidor em 1992, na função de professor da área de Construção Civil. Com 28 anos de casa, contribuiu e participou de importantes ações para a melhoria e a expansão do Instituto. Atuou como diretor de infraestrutura do Campus Campos Centro entre abril de 2010 e abril de 2016 e, atualmente, ocupava as funções de reitor substituto e pró-reitor de Desenvolvimento Institucional, exercidas desde 2016.

O reitor do IFF, Jefferson Manhães de Azevedo, lamentou a morte do amigo. “Todos nós estamos muito abalados e tristes, mas devemos guardar do Zé o sorriso fácil e brincalhão… é assim que quero lembrar do nosso grande companheiro que muito nos fez crescer com sua sabedoria. Pessoalmente, foram 10 anos trabalhando juntos com muita cumplicidade, lealdade e sonhos comuns. Devo a ele grande parte de tudo o que realizamos juntos. Esse sempre será o nosso querido Zé e que sempre zelou para que todos estivéssemos juntos e unidos”.

O corpo de José Boynard está sendo velado no Cemitério Campo da Paz. Ainda não há a confirmação do horário de sepultamento, mas acredita-se que acontecerá nesta sexta-feira (10). José Luiz Sanguedo Boynard foi casado por duas vezes. Do primeiro matrimônio teve quatro filhos, Alice, Carol e os gêmeos Rafael e Eduardo. No segundo casamento teve um filho que está com dez anos. Ele era irmão do engenheiro Paulo Sérgio e dos professores Carlos Augusto e Ana Lúcia Boynard.
Fonte Terceira Via

Campos continua na fase amarela até dia 19, sem novas flexibilizações

Shoppings e academias permanecem fechados

Campos continuará na fase amarela do plano de retomada das atividades econômicas e sociais, o “Campos Daqui Para Frente. Não haverá novas flexibilizações pelo menos até o próximo dia 19. De modo que a expectativa para reabertura de shoppings e academias não se confirmou. O Gabinete de Crise para Ações de Prevenção e Combate ao Enfrentamento ao Coronavírus ainda não divulgou oficialmente o decreto, o que deve ocorrer ainda nesta quinta-feira (9).

O próximo decreto será divulgado na quinta-feira (16).


A Fase Amarela representa o terceiro de cinco estágios de gravidade decrescente previstas no plano “Campos Daqui Para Frente”, que autoriza progressivamente atividades de acordo com a importância e potencial de contágio.

Mais informações em instantes.
Fonte Terceira Via

Edmar Santos, ex-secretário de Saúde, é preso no RJ

Outras sete pessoas são acusados pelo MP de improbidade administrativa.

Globo
Ele é investigado por suspeitas de irregularidades nos contratos assinados durante a pandemia de Covid no estado.

O ex-secretário de Saúde Edmar Santos foi preso manhã desta sexta-feira (10) em Itaipava, na Região Serrana do Rio, onde tem uma casa. Ele é investigado por suspeitas de irregularidades nos contratos de Saúde do RJ durante a pandemia de Covid-19.

Há suspeitas de fraudes, inclusive já apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado, em alguns contratos firmados sem licitação, entre eles, o de compra de respiradores, oxímetros e medicamentos e o de contratação de leitos privados. O governo do RJ gastou R$ 1 bilhão para fechar contratos emergenciais.

A prisão de Santos aconteceu durante uma operação do Ministério Público estadual. Além de Itaipava, os promotores estão também no endereço residencial de Santos, em Botafogo, na Zona Sul da capital, onde fazem buscas por documentos.

Santos e outras sete pessoas são acusados pelo Ministério Público de improbidade administrativa.

Quebra de sigilo bancário

Na semana passada, a Justiça determinou a quebra do sigilo bancário e o bloqueio dos bens de Edmar Santos.

Também na semana passada, ele se recusou a responder as perguntas feitas pelas Comissões de Fiscalização dos Gastos do Estado, Alerj, contra a Covid-19 e de Saúde durante uma sessão virtual virtual.

"Ainda não tive acesso integral aos elementos de prova do inquérito 1338 do Distrito Federal do Superior Tribunal de Justiça, cujos fatos ali investigados dizem respeito direta ou indiretamente aos motivos me trouxeram aqui para prestar declarações para seus interesses de esclarecimento. Dessa forma, fui expressamente orientado por meus advogados e, por ora, exerço meu direito de silêncio às perguntas que eventualmente sejam direcionadas", disse o ex-secretário, logo no início a sessão.

Edmar Santos foi exonerado no dia 17 de maio. A decisão do governador Wilson Witzel foi motivada por conta dos atrasos e problemas nas entregas dos hospitais de campanha, incluindo o desgaste provocado por denúncias de fraudes na licitação para a compra de respiradores.

Pagamento antecipado de R$ 36 milhões

O governo pagou R$ 36 milhões antecipadamente para três empresas, mas nenhum respirador chegou até os hospitais.

A investigação do Ministério Público revelou que o ex-secretário de Saúde foi quem definiu a quantidade de respiradores que seriam comprados. E que Edmar Santos deixou nas mãos de Gabriell Neves, então subsecretário executivo de saúde, os processos de contratações emergenciais.

Mil respiradores foram comprados no fim de março e início de abril, um número exagerado, segundo o MP.

Os promotores afirmam que o governo do Rio comprou que 411 equipamentos além do necessário.

"O resultado encontrado pela apuração minuciosa feita pelo TCE-RJ foi de um superdimensionamento de 70%, equivalente à contratação de 411 equipamentos a mais do que seria necessário".

Desvio de dinheiro público e prisões

O ex-subsecretário Gabriell Neves e os donos das empresas contratadas, sem licitação, foram presos acusados de fraude. Gabriell está preso desde o dia 7 de maio.

Eles viraram réus por peculato, ou seja, desvio de dinheiro público, e organização criminosa.

Três dias antes da prisão do subsecretário, o então secretário Edmar Santos gravou um vídeo negando irregularidades nos contratos que estavam sendo investigados.

“Fui eu, secretário de Saúde que pediu que os órgão de controle estivessem próximos, para que a gente possa corrigir qualquer erro administrativo, e é normal que num momento de emergência, com vários contratos sendo assinados, que possa ocorrer algum ato administrativo, mas nunca nenhum ato de inidoneidade. E os atos administrativos cabem à própria administração corrigi-los. E é o que vamos fazer com cada um que encontrarmos", disse Edmar Santos na época.
Fonte: G1

Câmara de Itaguaí aprova impeachment contra prefeito e o vice, que foram afastados


A Câmara de Vereadores de Itaguaí aprovou o impeachment contra o prefeito e o vice da cidade Foto: Divulgação

RIO — O prefeito de Itaguaí, Carlos Busatto, o "Charlinho", e seu vice, Abeilard Goulart (PP), sofreram impeachment na no fim da noite de quinta-feira, dia 9. Em uma votação na Câmara de Vereadores do município da Baixada Fluminense, 16 dos 17 políticos aprovaram o afastamento deles, após uma sessão que durou cerca de seis horas. O prefeito e o vice-prefeito tiveram seus mandatos cassados e estão inelegíveis por oito anos. O único voto favorável foi do vereador Sandro Hermínio (PP), que era líder do governo na Câmara.

Na mesma noite, o atual presidente da Casa, Dr. Rubem Ribeiro (Podemos), foi empossado como novo prefeito da cidade, em uma sessão conduzida pelo vice-presidente, vereador Noel Pedrosa (PSL). Este foi o quinto pedido de impeachment contra Charlinho e o vice-prefeito. Eles foram afastados por causa das irregularidades em um contrato de coleta de lixo na cidade. O prefeito também vai ter que dar explicações sobre a contratação de uma Organização Social para administrar a UPA da cidade.

A denúncia foi feita por uma servidora do município, que deu entrada no pedido após relatar que a família do vice-prefeito foi favorecida em uma licitação. O terreno onde ficam os caminhões da empresa Plural Serviços é da sogra do vice Abeilard, Neusa Helena Souza e Silva, como mostra o registro geral de imóveis. No documento, consta que a prefeitura contratou a empresa em novembro de 2018, sem licitação.

Os vereadores demoraram mais de um mês para conseguir entregar a notificação do processo. A Câmara não conseguia localizá-los em nenhum dos cinco endereços do prefeito e do vice-prefeito. Em março a Câmara Municipal de Itaguaí já havia cassado o mandato de Charlinho e Abelardinho, mas após uma liminar favorável do STF a sessão foi anulada.

Agora, a denúncia será encaminhada ao Ministério Público para apuração de práticas irregulares dos secretários municipais.
Fonte Extra

IFF registra onze casos de Covid-19 no Campus Centro

Um vigilante está internado em estado grave; outras dez pessoas são prestadoras de serviço terceirizado


Sede do Instituto Federal Fluminense (Foto:Silvana Rust/Arquivo)

O Instituto Federal Fluminense confirmou nesta quinta-feira (9) que onze pessoas que trabalham na instituição em Campos, foram diagnosticas com o novo coronavírus. Um vigilante apresentou sintomas da doença e precisou ser levado para um hospital. Por causa disto, a direção do IFF disponibilizou 120 testes para serem realizados na unidade. Dez pessoas que trabalham como prestadoras de serviço de limpeza, jardinagem e manutenção foram diagnosticadas com Covid-19.

Por meio de nota, a direção do IFF esclareceu que devido ao vigilante ter apresentado um quadro de contaminação no início de julho no Campus do Centro, providenciou junto à Prefeitura de Campos 120 testes para apurar se servidores e funcionários terceirizados que estão trabalhando de forma presencial haviam sido contaminados. A testagem apontou que dez terceirizados com o novo coronavírus, mas não apresentavam sintomas da doença. Apenas o vigilante infectado precisou de atendimento hospitalar e encontra-se internado no Hospital Álvaro Alvim.


IFF Campus Centro (Foto: Silvana Rust)

A direção-geral do IFF Campos Centro determinou o isolamento dos que testaram positivo para Covid-19, solicitou o cumprimento do protocolo das autoridades sanitárias e suspendeu as atividades do campus por sete dias, além de realizar uma ampla desinfecção dos espaços compartilhados. Nesta quinta-feira (9) os profissionais responsáveis pelos trabalhos laboratoriais de preparação de álcool e sabonete líquidos foram autorizados a retomar as atividades. Segundo a nota do IFF, “nenhum servidor que atua nas ações institucionais de combate à Covid-19 testou positivo para a doença. E os infectados não tinham acesso aos laboratórios”, concluiu.
Fonte Terceira Via

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Irmão desaparecido pode estar em Cardoso Moreira RJ

Depois que a equipe do blog Show Francisco, em menos de 11 horas encontrou a Dona Maura Pomada, uma pessoa que estava desaparecida há pelo menos uns 11 anos e que não via sua irmã, agora encontrou e nós vamos proporcionar no próximo dia 15 de julho este encontro emociante entre duas irmãs em Barra do Itabapoana, São Francisco de Itabapoana, onde reside a irmã que solicitou através de suas filhas.

Agora vamos para mais um desafio encontrar o Senhor Antônio José Pires Cardoso conhecido por Zica, que possivelmente esta residindo na pequena cidade de Cardoso Moreira conhecida por cidade amizade, lá vamos nós para mais este procura, que Deus nos ajude.


                                           Suas quatro irmãs

Gente, estamos procurando por um tio, irmão da minha mãe. Eles se separaram quando criança. Quem puder ajudar compartilhando, agradeço muito!! A cerca de 55 anos atrás 5 irmãos, sendo 4 meninas e 1 menino moravam na serra de Santa Maria em São Luiz. As meninas se chamavam Marly, Marlene, Elza e Tereza e o menino chamava Antônio José Pires Cardoso, na época tinha um apelido de Zica, a mãe se chamava Iraci Gonçalves Pires (negra) e o pai, Américo Manuel Cardoso (branco). Quando a mãe faleceu, devido as condições da época as crianças foram adotadas cada uma por uma família, todas as irmãs conseguiram manter contato, mas o menino não. O que se sabe é que ele foi adotado por João Rosa e dona Justina na localidade de São Luiz, terra de Nequinho Porcino, esse casal adotou ele e também uma menina chamada Cremilda, Há boatos que o José Foi visto a uns 20 anos atrás em Cardoso Moreira. Se estiver vivo, hoje ele tem por volta de 70/72 anos. Na foto a idade aproximada das irmãs. Algumas informações, podem ligar ou mandar zap para o número 22 99602-5892. Júlio César.

Prefeita de SFI anuncia reabertura das igrejas com 50% da capacidade



A prefeita de São Francisco de Itabapoana Francimara Azeredo confirmou na noite desta quarta-feira, 08, que assinou o novo decreto que prevê a reabertura das Igrejas do município.

Segundo Francimara informou em sua live pelo Facebook, as igrejas estão liberadas para voltar a realizar cerimônias religiosas preenchendo no máximo metade da capacidade de cada templo. A iniciativa visa permitir que se cumpra o distanciamento.

Além de permitir apenas 50% de ocupação, as igrejas terão que cumprir uma série de medidas, como: disponibilizar álcool em gel durante todo o período de funcionamento do culto ou missa, todos as pessoas que ingressarem nos templos para acompanhar as cerimônias deverão ser submetidas a aferição da temperatura; organização das filas para entrada nos templos, mantendo o distanciamento de 1,5m; a sala de monitoramento da Covid-19 deve ser comunicada caso alguém apresente temperatura acima de 37 ºC; manter sempre os locais arejados e ventilados; divulgação de cartazes de orientação; evitar conto físico; impedir a participação nas cerimônias de pessoas com sintomas gripais; manter o distanciamento entre as pessoas de dois metros no interior do templo; proibir a participação de pessoas sem máscaras; não compartilhar objetos litúrgicos; não permitir aglomerações nos atos que acontecem durante as cerimônias; orientar as pessoas idosas e do grupo de risco que não participem das cerimônias presenciais, preferindo que acompanhem de casa, pela internet.

O decreto ainda prevê que os líderes religiosos terão de assinar um termo se comprometendo a implantar as medidas de prevenção em suas igrejas. Durante a live, que teve a participação do secretário de Saúde, Sebastião Campista, e do assessor especial do Gabinete, Renato Cunha.

Segundo Renato, haverá fiscalização, mas não com o caráter repressivo. “Vamos montar uma força tarefa para visitar as igrejas. Poderemos chegar nos momentos de cultos e missas, mas com o único propósito de orientar e ajudar as igrejas nas adequações às orientações”, disse.
Fonte Tribuna NF