domingo, 24 de janeiro de 2021

Campos divulga mais 22 mortes causadas pelo coronavírus

Deste número, 14 ocorreram entre os meses de agosto, setembro e dezembro do ano passado, mas só agora tiverem o resultado confirmado



Sede do CCC (Foto: Carlos Grevi)

O município de Campos divulgou nesta sexta-feira (22), mais 139 novos casos confirmados da Covid-19 e mais 22 óbitos nos últimos dias. De acordo com Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde, do total de mortes, 14 ocorreram entre os meses de agosto, setembro e dezembro do ano passado, mas só agora tiverem o resultado confirmado para Covid-19. As outras oito ocorreram em janeiro deste ano.

Os óbitos foram de 12 homens e 10 mulheres, com idade entre 46 e 91 anos, sendo 17 com comorbidades.

Desde o início da pandemia, o município registrou 17.198 casos confirmados de Covid-19 e 14.838 recuperados.

O município está no nível 4 (fase laranja) do Plano de Retomada das Atividades Econômicas e Sociais.

A orientação da Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde é que a população deve seguir as recomendações de distanciamento social, evitando ambientes com aglomerações, manter os cuidados de prevenção, como lavar bem as mãos, usar máscara e álcool 70%.

Boletim Coronavírus – 22/01/2021
Confirmados: 17198
Recuperados: 14838
Óbitos confirmados: 639
Síndrome Gripal (SG): 41641
Número de internações com Síndrome respiratória aguda grave (SRAG): 2668.
Fonte Ascom 

Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia comemora seu centenário

 Entidade médica, dona de vasta memória, foi uma das primeiras a ser criada no Estado do Rio de Janeiro 

POR BERNARDO RUST (ESTAGIÁRIO)

Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC) completa neste mês de janeiro 100 anos de fundação. Com influência significativa na sociedade campista, a SFMC faz parte também da história de Campos, já que, por diversas vezes, seus presidentes foram escolhidos também prefeitos da cidade, mesmo não sendo médicos.

Segundo a diretora da SFMC, Vanda Terezinha, a sociedade surgiu após um grupo de médicos perceber que era preciso se reunir, para conversar, debater casos clínicos, entre outras situações. “As reuniões aconteciam sempre no auditório da Santa Casa de Misericórdia ou na casa de um deles. E daí surgiu a Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia. Em 1924, a entidade foi reconhecida pela Câmara Federal como Sociedade de Utilidade Pública”, contou Vanda.

Percebendo que o grupo só aumentava e que a demanda da população também era grande, os médicos decidiram, então, com recursos próprios, construir um hospital para atender gratuitamente as pessoas.

“Eles se juntaram para construir um complexo hospitalar para atender à população. Cinco anos depois, em 1926, foi inaugurado o primeiro prédio, a Policlínica Admardo Tavares. Mais tarde, em 1934, foi fundada a Maternidade Zina Duarte. E em 1941, o sonho dos médicos que pertenciam à sociedade se concretizou. Foi construído naquele ano o Hospital Infantil de Campos, atendendo, assim, todas as pessoas da cidade”, afirmou Vanda.

Os anos se passaram e os médicos que iam se associando à instituição foram percebendo que era preciso que a SMFC conseguisse caminhar com as próprias pernas.

“Eles entenderam que era preciso fazer com que a sociedade caminhasse sem doações. Então, em 1961, quarenta anos depois dela ter sido fundada, foi criada a Fundação Benedito Pereira Nunes, que tem como objetivo principal até hoje angariar recursos para a sociedade. Uma das filhas da Fundação e também da Sociedade é a Faculdade de Medicina de Campos, que atualmente é renomada e reconhecida internacionalmente, sendo a preferência de muitos estudantes de todo o país que buscam um ensino de qualidade”, comentou.

Durante os primeiros anos da sociedade, muitos dos seus presidentes também foram eleitos prefeitos de Campos, tamanha a importância que era a participação da SFMC. Em boletins da medicina, também é possível acompanhar a história de várias doenças no município, além de outras partes da história local, como a grande enchente de 1966. Hoje, a sociedade continua tendo um papel de destaque, principalmente para os médicos.

“Antes da pandemia, os médicos se reuniam aqui, uma vez na semana, para conversar e debater casos clínicos. Além disso, promovemos alguns encontros e congressos, onde recebemos profissionais de todo o Brasil e até mesmo de outros países para palestras e debates, que acrescentam bastante. Também promovemos eventos culturais. Já fizemos, por exemplo, o Dia do Samba, no centenário do ritmo, com a presença da cantora Lene Moraes. Ela preparou uma homenagem para os sambistas da planície e fez seu show, no Teatro Trianon, apenas com músicas compostas por artistas locais, como Wilson Baptista, Roberto Ribeiro, Geraldo Gamboa, entre outros”, comentou Vanda Terezinha.

Com pandemia, um centenário virtual Para o centenário, a programação que seria realizada pela SFMC teve de ser adiada por conta da pandemia do novo coronavírus.

“Estávamos preparando uma grande homenagem pelos 100 anos da instituição. Porém, por conta da pandemia, fomos obrigados a adiar tudo. Então, para comemorarmos o nosso centenário, vamos realizar uma missa neste domingo (24), no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, para marcar a data. Além disso, na última sexta-feira (22), tivemos o lançamento oficial do nosso livro de 10 anos, que conta a história da sociedade, além de todos os seus presidentes, boletins e outras informações importantes sobre a Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia”.

Em um século, muitas histórias foram escritas dentro da sociedade. Uma narrativa que faz parte do município de Campos e que é desconhecida por muitos. “São cem anos prestando serviços à sociedade campista. Aqui guardamos um pedacinho da história local e tenho orgulho de dizer que a SFMC faz parte da história campista. Uma pena não podermos comemorar com um grande evento.
Fonte Terceira Via

De terrorista a traficante de drogas, estado do Rio tem mais de mil detentos de alto risco; confira

Isaías do Borel é considerado de 'altíssima periculosidade' Foto: Nina Lima 31-05-2013

Paolla Serra

Em maio de 2018, o Ministério Público Federal denunciou Jhonatan Sentinelli Ramos, de 23 anos, por formação de organização criminosa e por promoção do Estado Islâmico. Preso preventivamente, o suposto integrante do grupo extremista é um dos 63 detentos da Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, no Complexo de Gericinó, considerados de alta ou altíssima periculosidade. Em oito unidades prisionais do Rio, são 1.050 custodiados assim classificados.

Um levantamento feito pelo EXTRA com base em relatórios produzidos pela coordenação desses presídios, ligados à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), mostra que são 939 homens de alta e 111 de altíssima periculosidade em sete unidades de Bangu, na Zona Oeste, e no Presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte da cidade. Os documentos foram produzidos entre novembro do ano passado e esse mês.


No caso da Joaquim Ferreira de Souza, a lista apresenta grande parte dos nomes ligada às forças de segurança do estado. São policiais e ex-policiais, civis e militares, além de bombeiros, acusados de participação em grupos de extermínio, milícia e até no tráfico de drogas. Conhecido como Monstro, Bruno Nascimento de Oliveira ocupa uma das celas. Na “Relação de internos de alta periculosidade-dezembro/2020”, ele tem a inscrição “Ex-PM morte da vereadora Marielle Franco”.

Detido por policiais da 82ª DP (Maricá), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em dezembro de 2018, Bruno estava com armas e chegou a ser tido como suspeito de participação no homicídio da parlamentar e de seu motorista, Anderson Gomes, em março daquele ano, no Estácio, Região Central do Rio.
Audiências por vídeo para evitar fugas

Uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulamenta o uso das videoconferências para audiências, no sentido de garantir maior segurança e redução de custos para os Tribunais de Justiça do país, além de evitar riscos de fuga na condução do réu desde a unidade onde cumpre pena.

No Instituto Penal Vicente Piragibe, onde a capacidade gira em pouco mais de 1.400 presos, há pelo menos 75 considerados de “altíssima periculosidade e poder aquisitivo”. Quase todos os nomes estão ligados à maior facção do tráfico de drogas do Rio. Entre eles está José Benemário de Araújo, chefe da favela do Mandela.

Preso no pavilhão E4, ele foi detido por policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), em Ciudad del Leste, no Paraguai, perto da fronteira do Brasil, em abril de 2014. Ele levava uma vida tranquila no país vizinho e era apontado como o mandante de um ataque à base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Arará, em Manguinhos.


Delegados avaliam

No mesmo pavilhão de Bruno “Monstro”, há pelo menos oito presos estrangeiros acusados de crimes como homicídios, roubos e estupros. Um deles é o chileno com cidadania argentina Gabriel Andres Cuevas Reinao. Investigado pela morte de uma ex-namorada, em 2012, ele vivia havia quatro anos vendendo pacotes turísticos no Rio quando foi preso em Copacabana pela Polícia Federal. Gabriel estava na difusão vermelha da Interpol, com um mandado de captura internacional.

O sistema carcerário do estado abriga 51.225 pessoas em 52 unidades. De acordo com a Polícia Civil, a avaliação enviada à Seap compete aos delegados, tendo como base o crime pelo qual o preso responde, as investigações em andamento ou inquéritos relatados, e a existência de anotações criminais anteriores.

Subcoordenador do Núcleo do Sistema Penitenciário, o defensor público João Gustavo Fernandes Dias explica que esse ranqueamento não impacta no juízo de valor dos presidiários feito durante a instrução processual, que pode culminar em absolvição ou condenação, tampouco na valoração de suas penas em caso de sentença condenatória. Via de regra, a dita periculosidade influencia somente para participação do detento em audiência por videoconferência.

‘Presidente’ de facção criminosa


No pavilhão vizinho está Isaías da Costa Rodrigues, o Isaías do Borel, descrito no relatório da Seap como a “liderança” da comunidade. Um dos mais antigos e influentes nomes dentro do grupo criminoso, chegando a ser chamado de “presidente”, ele foi capturado em 2015, depois de já ter passado mais de 20 anos preso.

Na Penitenciária Laércio da Costa Pelegrino, dos sete presos considerados de alta periculosidade, pelo menos cinco são acusados de ligação com a milícia que atua na Zona Oeste do Rio. Os outros são detentos ameaçados de morte, que estão no chamado "seguro".
Fonte Extra

Igrejas de Campos que ainda resistem às grades

Maioria dos templos católicos aderiu a reformas para cercar área e aumentar sensação de segurança 

POR PRISCILLA ALVES


Praça do IPS | Sem grades, Igreja Nossa Senhora de Fátima está em área pública pertencente ao município e luta por mais segurança (Foto: Carlos Grevi)

Antes consideradas intocadas como tudo que é sagrado, hoje, as igrejas são cada vez mais alvos de crimes, vandalismo e assaltos. Em Campos, poucos templos resistem ainda sem os recursos de cercas, grades e muros que garantem mais segurança. A Igreja Nossa Senhora de Fátima, que fica no bairro IPS, é uma delas. Está localizada bem no meio de uma praça e comunga de um espaço que serve como centro de convivência para realização de eventos, festas religiosas e lazer de crianças e idosos. Todas as igrejas católicas nasceram assim, em seu projeto original, mas, com o passar do tempo, a paz que reinava absoluta nestes espaços já não é mais sentida em sua totalidade e a maior parte delas foi obrigada a se refugiar atrás de grades.

Assim como o Santuário Diocesano de Adoração, localizada na Praça Tiradentes, a Igreja Nossa Senhora de Fátima não está cercada por estar numa área que pertence à Prefeitura de Campos. Outra que ainda persiste sem proteção externa é a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, no Parque Imperial. Construída também no meio de uma praça, e próxima a quiosques, é nesse mesmo local que famílias se reúnem aos fins de semana.

Segundo a Diocese, não há um número exato de quantas igrejas já foram cercadas no município. Nem mesmo a Catedral Diocesana, no coração do Centro de Campos, escapou desta medida de proteção.

Uma medida, que a princípio pode ser considerada por alguns como drástica, foi adotada recentemente pela Paróquia São Benedito: a construção de um muro com grades em toda área ao redor da igreja. Mas esta não é a primeira vez que esse tipo de ação é feita. Pelo contrário, a Paróquia São Benedito, que é proprietária do espaço no seu entorno, é uma das poucas do município que ainda não era cercada.

Com número cada vez maior de igrejas cercadas, o Bispo Dom Roberto Ferrería Paz, da Diocese de Campos, comentou o assunto. “Nós acreditamos que em uma sociedade cristã, o cercamento das igrejas não seria necessário, mas isso não se sustenta. Não somos uma sociedade cristã e é preciso o resguardo dos bens patrimoniais e das pessoas. Um muro tem essa finalidade. Não separar ou segregar pessoas, mas criar um espaço de segurança. É necessário que a gente tenha segurança. O que queremos é o bem comum e o bem comum pertence a todos”.


São Benedito | Paróquia começou obra para cercar o redor

O cercamento da Paróquia São Benedito
Segundo o padre Walas Maciel da Silva, responsável pela Paróquia São Benedito, o cercamento não é motivado apenas pela presença de pessoas em situação de rua e usuários de entorpecentes. Há também a preocupação com a preservação da igreja como patrimônio histórico do município.

“Cercar a igreja sempre foi um desejo da comunidade que se preocupa também em preservar a construção. Queremos poder utilizar este espaço ao redor da igreja, que nos pertence, em segurança com atividades ao ar livre”, explicou.

Embora haja uma série de motivos para a obra ao redor da Paróquia São Benedito, os relatos que envolvem a falta de segurança são destacados. “Há uns três anos, depois que impedimos o uso dos nossos banheiros por estas pessoas em situação de rua, por motivo de vandalismo, foi desencadeada uma série de atos de desrespeito por parte de que vive aqui no espaço externo da igreja. Já entraram aqui com revólver e ameaçaram um funcionário e eu também já fui ameaçado com uma faca. Além disso, é frequente a gente ver cenas de sexo e uso de drogas aqui perto da porta da igreja. Todos nós nos sentimos coagidos”, desabafou o padre.

Falta de segurança

A falta de segurança nas proximidades das igrejas não é um problema apenas da Paróquia São Benedito. Porém, segundo a Polícia Militar, os transtornos geralmente são causados pela presença constante de pessoas em situação de rua.

“Estas pessoas que vivem ao redor das igrejas sabem que ali conseguem obter recursos financeiros para sobreviver e a gente sabe que algumas delas trazem riscos e transtornos. O que fazemos como rotina semanal é abordar essas pessoas para verificar antecedente criminal e saber se eles têm alguma arma ou produtos de furto”, explicou o comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar, Tenente-coronel Luiz Henrique Monteiro.

Porém, ainda segundo o comandante, a ação da polícia não é suficiente. “O que deve ser feito é uma ação para um atendimento social. Já solicitamos isso várias vezes na gestão passada, mas não houve solução. Não é apenas um problema da polícia. Essas pessoas têm seus direitos e não podemos chegar lá como policiais e simplesmente mandá-las embora”, destacou.

Prefeitura afirma fazer trabalho diário
Questionada pela reportagem, em nota a Prefeitura de Campos comentou o assunto: “A Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social esclarece que as equipes multidisciplinares fazem as abordagens diariamente às pessoas em situação de rua. Na última terça-feira (19), a população no entorno da Paróquia São Benedito foi convidada para receber os atendimentos necessários, alimentação e serem acolhidos na Casa de Passagem ou algum dos equipamentos institucionais mantidos pela prefeitura, entre eles, o Centro de Referência para População em Situação de Rua (Centro Pop), que funciona nos finais de semana”, afirmou a nota.

Ainda segundo a prefeitura, o poder público não pode obrigar, forçar ou coagir estas pessoas a saírem das ruas.


Convento | Padre levou facada nas costas dentro do Convento em 2018

Casos de violência
Os casos de violência, furtos e outros crimes ao redor das igrejas já é um problema antigo em Campos. Várias paróquias, capelas e até mesmo os padres já passaram por situações de risco.

São Benedito – Além dos casos de vandalismo e ameaças, a Paróquia São Benedito também já foi furtada. O caso ocorreu há quatro meses, em setembro de 2020. Homens não identificados cortaram e levaram fios de cobre do gerador usado pela igreja.

Convento – Em agosto de 2018, o padre Élio da Silva Athayde foi esfaqueado dentro do santuário, que fica no bairro Parque Rosário. Ele foi abordado por um morador de rua que o pediu dinheiro. Ao se negar e virar as costas, levou a facada que o atingiu no pulmão e, por pouco, também não feriu o coração. O padre chegou a ficar internado, mas se recuperou bem da violência. No mesmo ano, em setembro, o santuário teve sua loja de artigos religiosos roubada por um homem armado que assaltou o local em uma manhã de setembro.

Guandu – A Capela Nossa Senhora da Penha, na localidade de Guandu, no distrito de Travessão, teve as grades de uma janela arrancadas durante um furto em outubro de 2020. Os criminosos levaram caixa de som, ventiladores e uma mesa.

Tócos – A Igreja Nossa Senhora da Penha, no distrito de Tócos, na Baixada Campista, teve as portas arrombadas em julho de 2019. Armários foram revirados e vários objetos foram encontrados no chão. Os criminosos levaram uma quantia de dinheiro não divulgada.

Conselheiro Josino – Também em julho de 2019, a Igreja Matriz de Cristo Ressuscitado e Nossa Senhora da Penha, em Conselheiro Josino, foi furtada. Além de levar as coroas das imagens, os assaltantes também reviraram os armários.

Parque São Silvestre – Suspeitos reviraram a sacristia da Capela São Bartolomeu e derrubaram objetos sagrados, incluindo o sacrário (onde as hóstias são guardadas). O caso também aconteceu em 2019.
Fonte Terceira Via

Pobres e negros deveriam ter prioridade na vacinação, afirmam cientistas

Dona Sebastiana Amaral, de 70 anos, é de baixa renda e negra - grupo de maior risco na pandemia da Covid-19. Foto: Hermes de Paula

Ana Lucia Azevedo

A vacinação contra a Covid-19 acentuará ainda mais a nossa desigualdade social e racial. Isto ocorre porque pobres e negros, apesar de mais vulneráveis à pandemia por uma série de fatores, não foram diferenciados no Plano Nacional de Imunização — ou seja, continuarão mais expostos ao vírus que o restante dos brasileiros. Diante disso, cientistas defendem que esta parcela da população seja incluída entre as prioridades do PNI.

Um estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da UFRJ mostra que trabalhadores negros no Brasil correm risco 39% maior de morrer de Covid-19 do que os brancos. Já um trabalho publicado na revista britânica Public Health revela que brasileiros com educação superior (e brancos são 70% do total neste importante indicador de renda) correm risco 44% menor de serem vítimas fatais do vírus.

— Os pobres, em especial os negros, são obrigados a se expor mais, adoecem mais e morrem mais de Covid-19 no Brasil. Por isso, é justo e necessário que haja uma prioridade para eles. Isso é totalmente factível de realizar — afirma Roberto Medronho, professor de epidemiologia da UFRJ, coordenador do estudo em parceria com o IPEA e propositor da ideia de que os negros pobres sejam incluídos em grupos prioritários.


No Brasil , enfatiza o acadêmico, o pobre é quase sempre negro. São negros 75,2% da camada com menor renda da população, segundo o IBGE. Também são negros dois terços dos desempregados.

Já a pesquisa “Fatores sociodemográficos associados à mortalidade por Covid-19 em hospitais do Brasil” (tradução livre do inglês), publicada este mês na Public Health, mostra que entre os brasileiros hospitalizados, negros têm maior taxa de mortalidade (42%) que brancos (37%). Além disso, têm menos acesso a recursos.

— A Covid-19 afeta os brasileiros de forma diferente. Os negros pobres correm um risco maior e isso é evidente nos dados — afirma Fernando Bozza, coordenador do estudo e pesquisador da Fiocruz e do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR).

Outro estudo da UFRJ mostra que quanto maior a desigualdade e população negra um município brasileiro tiver, mais casos de Covid-19.

— É eticamente justificável que profissionais de saúde e de segurança sejam priorizados. Eles precisam de proteção, mas é a imunização da população socialmente mais vulnerável que protegerá toda a sociedade — salienta Medronho.

Vulnerabilidade começa dentro de casa



Negra e de baixa renda, Sebastiana Amaral, de 70 anos, está no grupo de maior risco da pandemia da Covid-19. Fechada em sua casa na Vila Aliança, comunidade que fica em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, com o neto e o marido de 57 anos, ela vem tomando todos os cuidados, como o distanciamento social e uso de máscara. Sem comorbidade, no entanto, ela sugere que outras pessoas com mais necessidade sejam imunizadas antes dela.

— Quem é pobre e tem diabetes, ou é hipertenso, acho que deve se prevenir primeiro — diz a pensionista.

A pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo, colunista do jornal O Globo, salienta que é preciso não deixar que a falta de acesso às vacinas perpetue a desigualdade que fez a população pobre do Brasil pagar com a vida o alto custo da pandemia.

— Só pode haver vacina em clínica privada após o SUS estar plenamente suprido. Em março, alertei que essa pandemia deixaria escancarada a obscena desigualdade do Brasil. Espero que em dois meses tenhamos vacinação maciça e a parcela mais vulnerável da população não seja, de novo, negligenciada. Pobres e negros devem estar entre as prioridades — diz Dalcolmo.

Rafael Galliez, professor de Doenças Infecciosas e Parasitárias da UFRJ, observa que em países como o Reino Unido, cientistas discutem a necessidade de priorizar pobres e negros.

— A vulnerabilidade dessas pessoas é imensa e começa dentro de casa. Elas são uma clara prioridade. Mas no Brasil sequer temos expectativa de um número mínimo razoável de vacinas — diz.

Procurado, o Ministério da Saúde não respondeu até o fechamento desta edição.

‘Brasil deveria seguir o exemplo do México’

A desigualdade também fica evidente em dados analisados pelas pesquisadoras da UFRJ Ligia Bahia e Jessica Pronestino para o estudo “Alerta Covid IDEC-Oxfam-Anistia Internacional-Inesc”. Eles mostram que a letalidade da Covid-19 em negros internados chega a 79%, e é de 56% nos brancos.

— Já tivemos políticas de saúde voltadas à nossa realidade social, mas não é o que vemos agora — diz Bahia. — O Brasil deveria seguir o exemplo do México, que usou critérios socioeconômicos na vacinação.

Imunizando sua população desde dezembro contra a Covid-19, o México iniciou a aplicação de vacinas entre idosos das periferias de suas metrópoles. Especialistas dizem que ainda é cedo para avaliar os efeitos desta priorização.

Os novos estudos confirmam o trabalho realizado na primeira onda da pandemia pelo Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde da PUC-Rio e divulgado em julho. Segundo o estudo, negros sem escolaridade tiveram taxa de mortalidade de 80,35%; nos brancos com nível superior ela era de 19,65%. O percentual de mortes foi maior entre negros de todas as idades e níveis de escolaridade.

A médica Jurema Werneck, diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, também se preocupa priorizar acesso ao grupo mais exposto devido a condições de vida:

— A população negra tem mortalidade mais elevada, e não apenas os quilombolas, que mesmo assim só foram incluídos após muita discussão. Estamos numa situação muito ruim, mas guardo um lado otimista, que vê a sociedade sendo forçada a se mexer para garantir seus direitos.



Filtros para definir grupos prioritários

A desigualdade é o destaque do primeiro Boletim Observatório Covid-19 deste ano, da Fiocruz, que traça um panorama da pandemia no Brasil.

“Embora a pandemia afete a população como um todo (...) os que possuem condições de vida e trabalho mais precários, maiores dificuldades no acesso a bens e serviços essenciais (...) ou sofrem injustiças por questões de gênero e raça, vivenciam de modo mais acentuado os impactos imediatos da pandemia e se tornam mais vulneráveis”, diz o boletim.

O pesquisador Daniel Villela, um dos autores do boletim, diz que os efeitos da Covid são modulados pelas condições socioeconômicas. Ele observa que embora seja complexo priorizar uma parcela tão grande da população, é possível fazer filtros, como, por exemplo, de pessoas cadastradas em programas sociais do governo.

A mesma opinião tem o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, Domingos Alves, do portal Covid-19 Brasil. Ele chama a atenção para o fato de que a maior exposição e a falta de acesso à saúde faz com que, entre os negros, a mortalidade pe seja maior entre os mais jovens. Ele acredita que se houver vontade política, é possível vacinar por critérios socioeconômicos:

— Há cadastros do Bolsa Família, por exemplo. Não faltam meios técnicos, faltam vacinas e vontade política no país.
Fonte Extra

Balcão de Emprego com vaga para farmácia

O Balcão de Emprego da Secretaria Municipal de Trabalho e
Desenvolvimento Humano (SMTDH) de São Francisco de Itabapoana (SFI)
segue oferecendo oportunidades. Atualmente, a vaga disponível é para
trabalhar em uma farmácia do município.

A oportunidade é direcionada para técnico ou auxiliar de farmácia. É
necessário possuir experiência em vendas e ter mais de 20 anos. Outro
pré-requisito é noções de informática.

Os interessados em preencher a vaga devem encaminhar o currículo até a
próxima quarta-feira (27). A entrega pode acontecer pessoalmente na
sede da SMTDH, que funciona, de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h,
na Avenida Vereador Edenites da Silva Viana, nº 87, Centro. Outra
forma disponível é o envio pelo e-mail balcaodeemprego@pmsfi.rj.gov.br.
Fonte Ascom SFI

sábado, 23 de janeiro de 2021

Covid-19: número de casos sobem e mortes caem, segundo boletim

Reprodução

Dados estão no Boletim Epidemiológico da Covid-19.

O Brasil bateu o recorde de casos de covid-19 por semana desde o início da pandemia. Na semana epidemiológica 2 de 2021, de 10 a 16 de janeiro, foram registradas 379.061 novas pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Os dados estão no Boletim Epidemiológico da Covid-19 mais recente do Ministério da Saúde, divulgado hoje (22), com balanço da Semana Epidemiológica 2 de 2021. Já o número de mortes teve uma oscilação negativa de -3% em relação à semana anterior.

O novo recorde de casos marcou um aumento de 5% sobre o recorde anterior, na semana epidemiológica 1, quando haviam sido confirmados 359.593 novos casos. Na comparação com duas semanas antes, métrica utilizada por especialistas para avaliar a evolução da pandemia, foi um aumento de 50%. Na última semana epidemiológica de 2020, foram notificados 250.599 novos casos.

Com isso, a curva de casos da pandemia traz um patamar maior do que no meio de 2020, quando o pico chegou a 319.653 na semana epidemiológica 30, entre 19 e 25 de julho.

Casos de covid-19 por SE da notificação. - Divulgação/Ministério da Saúde

Já a curva de mortes fez movimento inverso, com oscilação negativa de -3% em relação à semana anterior. Na semana epidemiológica 2 foram informadas pelas autoridades de saúde 6.665 óbitos, contra 6.906 na semana anterior.

Antes dessa oscilação, as mortes também tiveram um salto na primeira semana do ano, acompanhando a trajetória da curva de casos. Enquanto na semana epidemiológica 53 de 2020 o número de novos óbitos foi de 4.930, na semana epidemiológica 1 de 2021 ele chegou a 6.906. O novo aumento de casos não superou o pico de 2020, de 7.677 novas mortes na semana epidemiológica 30.

Óbitos por covid-19 por SE da notificação. - Divulgação/Ministério da Saúde

Estados

Em relação ao número de infecções, 18 unidades da Federação tiveram incremento na semana epidemiológica 2, cinco ficaram estáveis e quatro tiveram redução. Os maiores aumentos se deram no Acre (77%) e Amazonas (47%). Já as quedas mais intensas ocorreram no Paraná (-43%) e Rio de Janeiro (-12%).

No tocante às mortes, o número de estados com acréscimo das curvas foi menor: 12. Mais seis ficaram estáveis e nove experimentaram diminuição em relação ao balanço da semana anterior.

Os aumentos mais representativos foram registrados em Roraima (200%) e Minas Gerais (33%). Amazonas, que está com o sistema de saúde colapsado, teve 32% de crescimento nas novas mortes. As quedas mais efetivas aconteceram no Paraná (-55%) e Acre (-52%).

Os casos voltaram a ficar mais fortes nas regiões metropolitanas, mas ainda em patamar bastante abaixo dos municípios do interior. Enquanto nas capitais e cidades adjacentes foram responsáveis por 39% dos novos diagnósticos positivos, as cidades do interior foram onde ocorreram 61% das novas contaminações.

Já nas mortes a participação é praticamente empatada. Os óbitos registrados em cidades do interior representaram 51%, contra 49% nas regiões metropolitanas.
Fonte: Agência Brasil

Fiocruz libera neste sábado distribuição de vacina aos estados

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Instituto fará checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem

2 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começarão a seguir para os estados na tarde deste sábado (23). Depois de chegar em voo da Emirates ao Aeroporto de Guarulhos, às 17h20 dessa sexta-feira (22), a carga foi transportada em um avião da Azul até a Base Aérea do Galeão, aonde chegou às 22h.

O avião foi recebido na pista por um batismo simbólico, com jatos de água lançados em forma de arco pelos bombeiros do Aeroporto Rio-Galeão.

As vacinas prontas foram fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia, e eram aguardadas desde sábado (16), mas tiverem atraso no envio por questões internas da Índia.
Fonte: Agência Brasil

Concurso PMERJ pode ter banca contratada na próxima semana

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O contrato entre a FGV e a Polícia Militar do Rio, para a realização do concurso PMERJ oficiais, pode ser assinado na próxima semana.

O contrato entre a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Polícia Militar do Rio de Janeiro, para a realização do concurso PMERJ para oficiais, pode ser assinado já na próxima semana. Desta forma, o edital poderia ser publicado já em fevereiro.

Segundo fontes da Folha Dirigida, a assinatura do contrato está prevista para ocorrer até o dia 29 de janeiro (próxima sexta-feira). Esse é o último trâmite a ser concluído antes da publicação do edital.

No último dia 1º, a FGV foi oficializada como organizadora do concurso. O nome da banca já havia sido confirmado por Folha Dirigida em 2020.

Ao todo, estão autorizadas 32 vagas para oficiais da Polícia Militar. A carreira tem o nível superior em Direito como requisito, além de altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres.

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Apesar do projeto básico não confirmar tal informação, é possível que seja necessário ter até 35 anos de idade (na data de publicação do edital), conforme os requisitos da última seleção para oficiais, que ocorreu em 2018.
Fonte: Folha Dirigida

O que é preciso saber para o segundo dia do Enem

Veja o que levar e o que não levar para o Enem


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Cerca de 20 ações judiciais em todo país contrárias a realização do exame.

Amanhã (24), estudantes de todo o país fazem a segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Eles terão cinco horas para resolver questões de matemática e de ciências da natureza. Encerrada a aplicação do Enem impresso, o gabarito das provas objetivas deverá ser divulgado até dia 27 e, as notas finais, no dia 29 de março.

Algumas dicas podem ajudar os estudantes nesse segundo dia de aplicação. A primeira delas é conhecer as regras do exame e estar atento ao que pode e ao que não pode levar no dia da prova. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Enem terá regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista.

É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.

Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha.

A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.

É importante lembrar que participantes que estiverem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao exame, mesmo que tenham participado do primeiro dia de aplicação. A medida é necessária para que o vírus não se espalhe e mais pessoas sejam contaminadas.

Nesses casos, os candidatos poderão fazer a prova na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, poderão fazer o pedido pela Página do Participante até as 12h de hoje (23) ou a partir de segunda-feira (25).

Na reta final para a prova, professores entrevistados pela Agência Brasil, recomendam, entre outras coisas, que os estudantes descansem, que durmam e se alimentem bem. Na hora da prova, uma dica é conhecer as regras de correção da prova, que utiliza a chamada teoria de resposta ao item (TRI). As questões mais fáceis devem ser respondidas antes.

Esta edição do Enem traz algumas novidades relacionadas à acessibilidade. Leitor de tela, redação em braile e correção especial das provas de participantes autistas e surdocegos são algumas delas. As medidas somam-se a outras que vêm sendo adotadas pelo exame ao longo do anos, como videoprova em Língua brasileira de Sinais (Libras) e provas com textos e imagens ampliados.

Enem 2020

O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e segue amanhã, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas.

O exame foi suspenso no estado do Amazonas, onde 160.548 estudantes estão inscritos para as provas; em Rolim de Moura (RO), onde há 2.863 inscritos; e, em Espigão D'Oeste (RO), com 969, devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais em todo o país contrárias à realização do exame. 
Fonte: Agência Brasil

Participamos do aniversário da Graziela Bueno, MISS REAL de SFI em praia de Gargaú São Francisco de Itabapoana RJ

Participamos do aniversário e coroação da Miss Real SFI 2021, Graziela Bueno, em praia de Gargaú em São Francisco de Itabapoana, nesta sexta feira, 22.

Ela, que foi aprovada  por um júri técnico para ser uma das finalistas do CONCURSO MISS REAL 2021, que acontecerá no dia 26 de outubro deste, em Campos dos Goytacazes, pela agência de Cursos e Modelos da Rosana Gusmão.

Além disso a jovem ainda se tornou a EMBAIXADORA do Instituto Sawanna por todos pelo período de 12 meses que passou a contar desde 20 de dezembro de 2020. Este título honroso é pela mesma ter demonstrado carinho, apreço, e o desejo de também contribuir com o Instituto na arrecadação de cabelos humanos, que são utilizados em próteses capilares e que beneficiam crianças e mulheres vítimas do câncer.

Fomos muito bem atendido por sua mãe Elisa com salgados, sucos e bolos e realizamos algumas fotos da jovem.

Parentes e amigos participaram do evento em mesas distantes por caso da aglomeração devido a pandemia do Coronavírus.

Deixamos aqui o nosso fraterno abraço e felicitações por mais este degrau que subistes.

Fotos: Júlio César




                
                                                     

Prefeitura em busca de parcerias


  O secretário municipal de Educação e Cultura de São Francisco de Itabapoana (SFI), Renato Cunha, participou nessa quinta-feira (21) de reuniões e visitas em busca de parcerias que beneficiem as áreas que abrangem a pasta. “Estamos em constante contato com entidades para analisarmos propostas que contribuam com o avanço da educação e cultura são franciscana, cumprindo o que nos orientou a prefeita Francimara Barbosa Lemos”, destacou Cunha. Ele recebeu na sede da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec) a representante do projeto Navegando na Poesia, uma realização da Associação Raízes com a Petrobras. A coordenadora Rachel Carvalho entregou o material pedagógico para prosseguir com a iniciativa que visa o incentivo a leitura. Já durante a visita ao polo do Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj), o secretário, que estava acompanhado do diretor de Patrimônio da Smec, Robson Santana, ouviu as reivindicações da equipe. De acordo com Renato, “já na semana que vem, a prefeitura vai iniciar o atendimento de algumas reivindicações para o aprimoramento do convênio”. Outro compromisso foi realizado em conjunto com o secretário municipal do Trabalho e Desenvolvimento Humano, Fagner Azeredo. Eles visitaram o Espaço Cultura Barracão, na localidade de Gargaú. A proposta é retornar o funcionamento do espaço com atividades culturais e cursos profissionalizantes.
Fonte Ascom SFI RJ