sábado, 13 de fevereiro de 2021

Evite Agromeração, este ano todos participarão do Bloco de Samba "Todo mundo em casa", vamos recordar algumas passagens carnavaslescas em São Francisco de Itabapoana RJ

  Esse ano não será igual aquele que passou, ruas, avenidas e orla marítima, também em São Francisco de Itabapoana, estarão vazias principalmente no horário da noite sem foliões, sem mascarados, enfim sem a folia do carnaval.

Durante o dia, devido a estação do verão as praias estarão superlotadas. Cada um cuidando de si, diante da situação caótica da pandemia do Coronavírus uns usam máscaras e faz o uso do alcóol gel, outros não respeitam o momento.

Bares, restaurantes, lanchonetes e outros estabelecimentos comerciais estarão em funcionamento durante o horário programado pelo decreto municipal.

Segurança

A vigilância da Guarda Civil, Policiais militares e Agentes de Trânsito(Emtrasfi) Empresa de Trânsito de São Francisco de Itabapoana, estarão atuantes nos 4 dias do feriado prolongado de carnaval, como também os salva vidas na beira mar dando total cobertura em caso de afogamento.

Rodovias

O acesso ao município pelas RJs 224 que liga Campos dos Goytacazes a região e 196 que liga as praias da região, continuam com muita movimentação de veículos, um alerta aos motoristas e motociclistas "devagar também se chega ao destino desejado". 

O blog Show Francisco, nessa edição traz alguns momentos fotográficos para que todos os foliões possam matar as saudades dos momentos felizes que juntos passaram, fotos dos blocos e bois pintadinhos de Gargaú a Barra do Itabapoana.

Estamos todos torcendo para que no próximo carnaval de 2022, possamos realizar uma folia mais contagiante e com saúde.

Portanto, brinque em casa com seus familiares sua saúde agradece.

Fonte Show Francisco/Fotos: Júlio César






































Campos atualiza medidas de combate à Covid-19 e proibe eventos carnavalescos

Reprodução

Outra medida adotada para evitar a aglomeração é a implantação de barreira sanitária, até o fim do Carnaval, na Lagoa de Cima

A Prefeitura de Campos publicou Decreto Municipal nº 061/2021 nesta sexta-feira (12), no Diário Oficial (DO), atualizando as medidas de prevenção e combate à Covid-19. O município permanece na fase amarela que indica situação de atenção máxima no Plano de Retomada de Atividades Econômicas e Sociais.

Consta no decreto que no período de Carnaval ficam proibidas as atividades sociais que gerem aglomerações, tais como blocos carnavalescos, desfiles de escolas de samba e congêneres, assim como outras atividades que gerem aglomeração. Também nesse período permanece mantida a proibição de estacionamento de veículos na orla da Praia de Farol de São Tomé.

Outra medida adotada para evitar a aglomeração é a implantação de barreira sanitária, até o fim do Carnaval, na Lagoa de Cima, com atuação dos agentes da Vigilância Sanitária e apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), Superintendência de Posturas e de Secretaria de Segurança Pública. O trabalho dos agentes de fiscalização também foi mantido, até o final do carnaval, na Praia do Farol de São Thomé.

O decreto mantém a liberação de entrada nos shoppings centers para idosos e crianças, bem como atividade de bares, restaurantes e congêneres até a meia noite, estando permitida a atividade de música ao vivo com 2 (dois) componentes devendo ser respeitado o distanciamento social e as regras de higiene.

O município permanece com as restrições e flexibilizações do decreto anterior. O Decreto 061 entra em vigorar entre a 0h de 13 de fevereiro de 2021 e 23h 59min de 22 de fevereiro de 2021.

Confira aqui a integra do DO.
Fonte: Subcom

Trabalhadores da saúde substituem Rei Momo e recebem chave no Rio



Abertura tradicional da folia de Carnaval foi feita em ato simbólico

Todos os anos, o carnaval é oficialmente aberto no Rio de Janeiro com a cerimônia de entrega da chave da cidade ao Rei Momo. Em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus, que levou ao cancelamento das tradicionais atrações carnavelescas na capital fluminense, a prefeitura decidiu realizar um evento para chamar atenção para o combate à covid-19. Dessa vez, a chave foi entregue a duas profissionais de saúde que atuam na linha de frente.

A cerimônia ocorreu na noite de hoje (12) no Sambódromo. O prefeito Eduardo Paes recebeu a chave das mãos do Rei Momo, Djeferson Mendes, e as transferiu para profissionais de saúde, entre elas a enfermeira Adélia Maria dos Santos. Ela é servidora vinculada à Secretaria Municipal de Saúde desde 1979 e também foi a responsável por aplicar a primeira vacina contra covid-19 na cidade.


Entrega da chave/Sambódromo - Divulgação/Prefeitura do Rio

"A gente passa por um momento difícil na história da humanidade, difícil pra todos nós brasileiros e difícil pra nós cariocas, porque não nos permite realizar essa festa, que acima de tudo celebra vida, amizade, carinho entre as pessoas e alegria", disse Paes.

O evento marcou também a inauguração da iluminação especial inatalada no Sambódromo. Ela foi planejada pela Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur) e funcionará até o dia 20 de fevereiro, em homenagem às vítimas da covid-19. Ao longo desse período, as arquibancadas e a avenida onde ocorrem os desfiles estarão com as cores das escolas de samba.

A concentração e o desfile de blocos e escolas de samba estão proibidos no Rio por força de um decreto municipal. Em caso de descumprimento, poderão ser apreendidos os instrumentos musicais e os responsáveis serão multados. A possibilidade de se realizar um carnaval fora de época, no mês de julho, também já foi descartada pelo prefeito Eduardo Paes.

A medida conta com o apoio da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), entidade que representa as agremiações que se apresentam no Grupo Especial. Diversos blocos de rua tradicionais também se manifestaram favoráveis e lançaram uma campanha pelo distanciamento social. Alguns deles estão programando transmissão de apresentações online.

Chave da cidade

Na tradição carnavalesca, o Rei Momo é considerado o dono do Carnaval. É ele o responsável por comandar a folia. Djeferson Mendes foi coroado como Rei Momo do último carnaval em janeiro do ano passado, durante o Bloco da Favorita. Ele foi escolhido por uma comissão de jurados que avaliou quesitos como desembaraço, sociabilidade, simpatia, espírito carnavalesco e domínio da arte de sambar. Na ocasião, também foram eleitas Camila Silva, como Rainha do Carnaval, Deisiane Conceição de Jesus e Cinthia Aparecida Martins de Oliveira, como princesas.

Diferente do que ocorre todos os anos, não houve coroação do Rei Momo em 2021 devido à pandemia de covid-19. Por essa razão, o reinado de Djeferson foi estendido e coube a ele participar da cerimônia de entrega da chave da cidade aos trabalhadores da saúde.

A chave da cidade passa o ano sob os cuidados do Instituto Cultural Candonga, fundado no ano de 2002 em homenagem a Candonga, como era conhecido o carnavalesco José Geraldo de Jesus, falecido em 1997. Ele foi o responsável por guardar durante muitos anos a peça de 1,10 metro feita de madeira e enfeitada de lantejoulas.

Candonga também contribuiu para popularizar a cerimônia em que o prefeito da capital fluminense entrega a chave ao Rei Momo, que se torna simbolicamente o governante da cidade durante o carnaval. A experiência do Rio de Janeiro não é isolada. Em muitas outras localidades do país, a transferência da chave da cidade também foi adotada como parte do ritual carnavelesco.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira/Por Leo Rodrigues - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

Rede investigará mutações do novo coronavírus em circulação no país

Na fase piloto, 1,2 mil amostras serão sequenciadas em 4 laboratórios

O Ministério da Saúde está implementando a Rede Nacional de Sequenciamento Genético nos laboratórios centrais de saúde pública dos estados (Lacen), visando investigar mutações e diferentes linhagens do SARS-CoV-2, vírus causador da covid-19, que se encontram em circulação no país. Segundo o ministério, na fase piloto, 1,2 mil amostras do vírus de todas as unidades da Federação serão sequenciadas em quatro laboratórios de referência: Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, Instituto Evandro Chagas, no Pará, e laboratórios centrais da Bahia e de Minas Gerais.

Na última quarta-feira (10), a implementação da Rede foi discutida em uma videoconferência sobre Vigilância Genômica de SARS-Cov-2, da qual participaram o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, e especialistas dos institutos Fiocruz, Evandro Chagas e Adolfo Lutz.

O secretário disse acreditar que a iniciativa acelere a investigação das mutações do vírus da covid-19. “A vigilância e o acompanhamento dessas mutações nos ajudarão na resposta do SUS [Sistema Único de Saúde] para o controle da pandemia no país e para entender cada vez mais o comportamento do vírus.”

Na videoconferência foram tratados temas como o aprimoramento da rede de vigilância, o uso das técnicas de sequenciamento genético para controlar a pandemia, os dados de vigilância genômica disponíveis no Brasil e no mundo e o efeito das mutações e variantes sobre o diagnóstico, tratamento e diretrizes de enfrentamento à pandemia.

Segundo o Ministério da Saúde, é fundamental que o Brasil construa uma rede estruturada para combater novas ameaças da pandemia do novo coronavírus. Os investimentos feitos em 2020 para fortalecer e inovar a rede laboratorial para enfrentamento da covid-19 superaram R$ 490 milhões, incluindo a compra de equipamentos, aquisição de insumos e capacitação.

Vigilância

De acordo com o ministério, a vigilância genômica de vírus respiratórios no Brasil começou em 2000, pelos Centros Nacionais de Influenza (NIC, da sigla em inglês), que funcionam nos institutos Oswaldo Cruz, Adolfo Lutz e Evandro Chagas. Em março do ano passado, atentos à pandemia de covid-19, os centros nacionais começaram a receber amostras para sequenciamento de SARS-CoV-2. Outros laboratórios públicos e privados também começaram a realizar sequenciamento dentro de suas linhas de pesquisa para fortalecer a vigilância genômica em território nacional.

Os cientistas conseguem monitorar e entender as mutações que ocorrem naturalmente nos vírus, por meio de informações como o número de acúmulo de mutações, identificação de cadeias de transmissão locais e monitoramento da taxa de transmissão, informou o ministério. Segundo a pasta, as informações coletadas por meio dessa técnica auxiliam na elaboração de orientações técnicas e políticas públicas eficientes de combate à propagação do vírus.

Edição: Nádia Franco/Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

Mapa de risco da Covid-19: estado permanece em bandeira amarela

Divulgação

A análise compara a semana epidemiológica 04 (de 24 a 30 de janeiro) com a 02 (de 10 a 16 de janeiro) de 2021.

A 17ª edição do Mapa de Risco da Covid-19 mostra que a situação da pandemia se encontra em baixo risco (amarelo) em oito regiões do Estado do Rio de Janeiro: Baía da Ilha Grande, Médio Paraíba, Centro-Sul, Metropolitana I, Metropolitana II, Serrana, Baixada Litorânea e Norte. Apenas a Região Noroeste permanece na bandeira laranja (moderado), e destacam-se com melhora do cenário as regiões Centro-Sul e Metropolitana I, que estavam em risco moderado, e passam a risco baixo.

No geral, o Estado do Rio se mantém em bandeira amarela. A análise compara a semana epidemiológica 04 (de 24 a 30 de janeiro) com a 02 (de 10 a 16 de janeiro) de 2021.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

O Rio de Janeiro apresentou uma redução do número de óbitos (-44%) e de casos de internações por síndrome respiratória aguda grave (-45%) na comparação do período analisado. As taxas de ocupação de leitos no estado se mantiveram baixas. Nesta sexta-feira (12.02), esse índice está em 60,7% para leitos de UTI e em 43,2% para leitos de enfermaria. Os resultados dos indicadores devem auxiliar na tomada de decisão dos gestores públicos, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada região.

Enfrentamento à Covid-19 – A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informa que até o momento recebeu do Ministério da Saúde (MS) 1.040.320 doses da vacina contra a Covid-19, sendo 855.320 da CorovaVac e 185 mil da Oxford/AstraZeneca. Até o momento, foram entregues 842.890 doses aos 92 municípios. Dessas, 242.060 doses foram destinadas à segunda dose da Coronavac, para atender à população que recebeu as doses enviadas no primeiro lote, do dia 20 de janeiro.

Balanço vacinação - A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informa que, até as 9h desta sexta-feira (12.02), 92 municípios registraram 351.045 pessoas imunizadas contra a Covid-19 no estado. O balanço foi realizado por meio de busca ativa, a partir da gerência de Imunização da Vigilância Epidemiológica da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, junto às coordenações/gerências de imunização dos 92 municípios do estado. O balanço é atualizado diariamente e pode ser acompanhado pelo Portal Covid (https://vacinacaocovid19.saude.rj.gov.br/vacinometro).

Resolução conjunta Saúde e Educação – Uma resolução conjunta das secretarias de Saúde e Educação foi publicada no último dia 26, com diretrizes para a retomada segura das aulas presenciais de alunos, professores e funcionários desses estabelecimentos no Estado do Rio de Janeiro. A normativa estabelece regras para as unidades escolares estaduais e orientação às redes municipais e privadas, vinculadas à Seeduc-RJ. Em casos de bandeiras roxa ou vermelha no município, não deve haver ensino presencial. Nos casos de bandeiras de risco laranja, amarela e verde, foram estabelecidos quantitativos máximos de atendimento presencial, levando em consideração a capacidade da unidade escolar. O mapa é atualizado todas as sextas-feiras e pode ser acompanhado no Painel Covid (http://painel.saude.rj.gov.br/monitoramento/covid19.html).

Fonte: Ascom RJ

Neta de idosa de 88 anos atingida por desabamento de teto no HGG usa redes sociais para denunciar problemas

Infiltrações e goteiras contribuíram para desabamento de teto do HGG, segundo funcionários



Amanda é neta de Conceição Ribeiro, paciente que foi atingida com queda de teto no HGG

A profissional de saúde Amanda Ribeiro comentou nesta sexta-feira em redes sociais a situação de sua avó, Conceição Ribeiro, de 88 anos. A idosa estava internada em uma área destinada a pacientes graves do Hospital Geral de Guarus quando foi atingida por parte do teto de gesso (clique aqui) que desabou no fim da tarde de quinta-feira (11). Uma enfermeira também foi alvo da queda. Ambas sofreram escoriações. “HGG ao invés de ajudar a pessoa a se recuperar, ajuda a piorar”, desabafou Amanda. A Secretaria de Saúde reconheceu o problema, e informou que espera por verbas federais para solucionar esse e outros problemas no edifício.

Conceição Cordeiro de Maria Ribeiro foi internada no HGG no dia 17 de janeiro com quadro de pneumonia. Trata-se de uma paciente que inspira muitos cuidados por ela estar acamada há 24 anos por conta de vários AVC´s (Acidente Vascular Cerebral). Dias após a internação seu quadro piorou e verificou-se que ela estava com Covid-19 e precisava ser transferida para um leito específico para tratamento da doença. A paciente foi levada para o Hospital São José, em Goytacazes.


Idosa de 88 anos está acamada por conta de AVC e Covid-19 (Reprodução

“Fomos para o São José. Lá, disseram que o HGG não havia informado sobre a transferência. Uma funcionária contou que só não a mandaram de volta porque ela corria risco de parar de respirar no caminho. Ficou internada uma semana, mas disseram que ela necessitava de hemodiálise e que teria que retornar para o HGG. Daí, ela foi mandada de volta e foi direto para a Unidade de Pacientes Graves com Covid. Foi preciso fazer uma traqueostomia. Aí, ontem, veio a notícia do teto desabado. Ela foi levada para o Hospital Ferreira Machado com escoriações. Agora está internada na Beneficência Portuguesa”, contou Amanda.

Em uma rede social a neta de Conceição Ribeiro fez críticas às autoridades de saúde do município. “A culpa não é da equipe médica, nem dos funcionários que trabalham diretamente com o paciente. A culpa é dos governantes, é do engenheiro, do chefe da manutenção, que permitem que vidas sejam colocadas em risco”, postou.

Ao ser questionada sobre a situação das duas vítimas do desabamento e sobre soluções para o problema, a Secretaria de Saúde emitiu nota afirmando que “foi realizada uma vistoria no Hospital Geral de Guarus, e constatados abandono e falta de manutenção com obras inacabadas, falta de insumos, funcionários trabalhando em péssimas condições. A Prefeitura de Campos a buscar recursos junto ao Governo Federal para a reforma da unidade”.

Goteiras e infiltrações


Teto feito com cobertura de gesso e outras estruturas caíram na unidade do HGG

A reportagem do Terceira Via conversou com alguns servidores que trabalham no Hospital Geral de Guarus. Temendo represálias, eles pediram para não serem identificados. Um deles contou que a unidade de pacientes graves com Covid-19 comportava quatro pacientes. Porém, por conta de goteiras e infiltrações, os leitos eram atingidos principalmente em dias chuvosos. Sendo assim, apenas duas camas estavam no local.

“O volume de chuva das últimas semanas só agravou a situação. A gente não esperava que fosse desabar dessa maneira. O resultado poderia ter sido bem pior. A sorte é que a enfermeira e uma paciente tiveram ferimentos leves sem gravidade”, disse.


Placas e estruturas de tubulação atingiram os leitos dos pacientes internados


Novas fotos da unidade com o teto que veio a baixo foram compartilhadas. Dá para ver que as camas dos pacientes ficaram cobertas pela estrutura que despencou, além de tubos de ar-condicionado.

“Faz 19 anos que a gente aguarda por reformas. A falta de manutenção é frequente. A prova disto é o desabamento do teto nessa ala. Há outros espaços com problemas semelhantes”, afirmou outro servidor.
Fonte Terceira Via

Prefeitura de Campos determina o retorno ao trabalho presencial de todos os servidores maiores de 60 anos

Funcionários têm cinco dias úteis para se apresentarem em seus respectivos órgãos de lotação



(Foto: Arquivo/Silvana Rust)


A Prefeitura de Campos determinou o retorno ao trabalho presencial de todos os servidores ou empregados púbicos maiores de 60 anos que foram afastados de suas funções por fazerem parte do grupo de risco da Covid-19. Segundo decreto publicado no Diário Oficial do Município desta sexta-feira (12), todos deverão se apresentar em seus respectivos órgãos de lotação em até cinco dias úteis.

Segundo o texto do decreto, a medida levou em consideração “a carência de pessoal percebida em determinados setores da prefeitura e a necessidade da administração municipal efetuar correções para o devido funcionamento da máquina pública”.

“Os trabalhadores que desejarem permanecer em isolamento domiciliar, até o cumprimento do período de imunidade pós-vacina, deverão assinar declaração na qual se comprometem a observar o isolamento e distanciamento social, a não participar de qualquer aglomeração, devendo afirmar, ainda, que não estão exercendo quaisquer outras atividades laborativas presenciais, seja em locais públicos ou privados”, afirma o segundo artigo do decreto.

O servidor ou empregado público que não aceitar ser vacinado deverá retornar imediatamente ao trabalho. “O descumprimento dos compromissos assumidos ensejará a deflagração de sindicância ou do processo administrativo disciplinar, conforme o caso, para a aplicação da penalidade cabível”, ressalta o terceiro artigo.

O decreto foi publicado com data retroativa a 10 de fevereiro.
Fonte Terceira Via

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Carta aberta ao ministro da Infraestrutura pela conclusão da obra da Ponte da Integração

Durante a visita do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, ao município de Campos dos Goytacazes, nesta quinta-feira (11), o secretário de Planejamento e Desenvolvimento da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), Florentino Cerqueira Azevedo (Tininho), representando a prefeita Francimara Barbosa Lemos, ao lado do presidente da Câmara Municipal,Maxsuel Cerqueira Azevedo (Cocóia), entregaram uma carta aberta ao Ministério da Infraestrutura. O objetivo do documento é solicitar apoio para a conclusão da construção da Ponte da Integração, que vai ligar as cidades de SFI e São João da Barra. “A prefeita Francimara está se recuperando de uma indisposição estomacal e não pode estar presente, mas nos solicitou para reforçarmos junto ao ministro a importância regional da Ponte da Integração em relação à mobilidade, escoamento da produção, promoção do turismo e desenvolvimento da economia”, revelou Tininho. Já Cocóia disse que “em nome da prefeita Francimara e da Câmara Municipal, entregamos a carta aberta ao ministro, que ressaltou o fato de a obra ser de responsabilidade do Governo do Estado do Rio de Janeiro, mas se colocou à disposição para ajudar no que tiver ao alcance do Ministério da Infraestrutura”. Além da prefeita e do presidente do Legislativo, a carta aberta é assinada ainda pelo vice-prefeito Raliston Souza e os vereadores Aroldo Leandro da Silva, Edimar Macedo Cordeiro (Mazinho de Caboclo), Ezaque Salvador da Penha (Isaac Salvador), Fauazi Ribeiro Cherene, João Eleno Barreto de Jesus, Jonimásio Ferreira Higino (Mazinho da Banda), José Roberto Marques Barreto (Flor de Guaxindiba), Milson de Freitas Mota (Milsinho), Ralph Nascimento Mata (Ralphinho do Aipim), José Renato dos Santos Barreto (Renato Roxinho), Ricardo Alexandre da Silva Santos (Alexandre Barrão) e Yara Cinthia Rocha Nogueira. Agenda – O ministro Tarcísio de Freitas, além de realizar visita técnica no Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos, também entregou a restauração do trecho urbano do km 30 da rodovia federal BR-356, no bairro Cidade Nova, no município de Itaperuna, na Região Noroeste Fluminense. 
Ascom SFI