segunda-feira, 26 de abril de 2021

Abril termina com ar frio se espalhando sobre o Brasil

Reprodução
A queda de temperatura será sentida até em áreas do Norte do País.

Uma nova frente fria já entrou no Brasil neste domingo (25) e, nesta segunda-feira (26), seu ar polar vai começar a se espalhar por parte do Brasil. A queda de temperatura será sentida até em áreas do Norte do País.

As frentes frias acontecem o ano todo no Brasil, e várias já passaram por aqui esse ano. Mas o diferencial da frente fria desta última semana de abril é que sua massa polar é continental, ou seja, o ar frio de origem polar avança por dentro da América do Sul, e não pelo oceano. Assim, esse ar frio continua forte o suficiente para atingir áreas mais ao norte do continente, como a região da Amazônia.

REGIÃO SUDESTE


A frente fria vai trazer muitas nuvens e umidade para o Sudeste, mas não vai trazer chuva muito volumosa. Entre terça e quarta-feira é que podem ocorrer algumas pancadas de chuva mais fortes entre o Rio De Janeiro e o Espírito Santo, e nesses dias a chuva também será frequente (apesar de não haver temporais) no litoral paulista, o que também pode acarretar volumes altos acumulados. A queda da temperatura começa a ser mais sentida a partir de terça-feira (27), principalmente nas áreas do leste e sul de São Paulo, no Rio de Janeiro e no centro-sul de Minas Gerais, onde o tempo fica mais fechado. No decorrer da semana, a temperatura vai caindo também no restante de Minas Gerais e no Espírito Santo. No interior de SP, como a maior parte da semana será de tempo aberto, a queda da temperatura será mais acentuada durante as noites e madrugadas, mas as tardes ainda serão quentes (sem calor extremo).
Fonte: Climatempo

Morre uma das maiores damas da sociedade de Campos

Layse Gama Cardoso tinha 89 anos e sofreu uma parada cardíaca


Uma das mulheres mais importantes da história recente de Campos morreu, na noite de sábado (24). Layse Gama Cardoso tinha 89 anos e estava internada no Hospital Unimed onde sofreu uma parada cardíaca. Layse foi uma das primeiras professoras da Faculdade de Filosofia de Campos, ajudou a criar o bairro Flamboyant, entre outros feitos na cidade. Ela era professora, advogada e empresária.

Layse deixa seis filhos. O enterro vai acontecer na tarde deste domingo (25).
Fonte Terceira Via

Indústria da cerâmica coloca Baixada em alta

São 119 unidades que geram 4.700 empregos e faturam R$ 85 milhões/ano

POR ALOYSIO BALBI
Parque cerâmico localizado na Baixada Campista (Foto: Reprodução)

Imaginem uma frota de 300 caminhões todos os dias em direção ao Rio de Janeiro, levando para capital o que é produzido em Campos? Isso ilustra bem a potencialidade econômica do parque cerâmico da Baixada de Campos, uns setores mais fortes da economia do município, que gera 3.500 empregos diretos em suas 119 unidades.
Isso representa uma produção de 6 milhões de tijolos/dia com um faturamento mensal de R$ 7 milhões, movimentando anualmente R$ 85 milhões. Além dos 3.500 empregos diretos, a estimativa é de que outros 1.200 empregos indiretos sejam gerados com caminhoneiros, descarregadores, oficinas, entre outros segmentos de mão de obra e de logística.

O presidente do Sindicado da Indústria Cerâmica de Campos, Paulo Roberto Souza Ribeiro, explica que mais de 83% desta produção é destinada à construção civil da região metropolitana do Rio de Janeiro, com um excedente destinado ao vizinho estado do Espírito Santo e ao mercado interno.

“A Baixada de Campista tem uma argila de qualidade diferenciada, o que é um selo de garantia dos nossos produtos. Para ilustrar bem isso que estou falando, basta lembrar que Itaboraí, bem próximo ao Rio, tem um parque cerâmico, mas mesmo com a distância, os tijolos de Campos têm a preferência do mercado da capital, que é altamente exigente”, disse o presidente do sindicato.


A Baixada em alta
Mesmo operando com uma capacidade ociosa de 40% em função da crise econômica, o parque cerâmico é a principal atividade econômica da Baixada Campista, gerando mais empregos e recursos do que a pecuária. Apesar da crise na construção civil, o setor está em franco desenvolvimento e investindo em tecnologia.
Hoje já são 20 cerâmicas operando com energia solar, encolhendo o custo de produção. José Roberto Souza Ribeiro acredita que até o final deste ano esse número de cerâmicas que utiliza energia solar salte para 40.

“O setor está sem dúvida alguma se modernizando, desde o uso de energia limpa até a sua linha de produção, investindo no treinamento de mão de obra, entre outros aspectos. Esse profissionalismo da nossa indústria que trabalha com uma argila rara disponível em nosso solo resulta em um certificado de qualidade bem disputado pelo mercado”, afirmou Paulo Roberto.


Espaço para crescer
Para o presidente do sindicato, o setor está preparado para a retomada do crescimento da construção civil, o que deverá acontecer no pós-pandemia. Lembrou que hoje as 119 indústrias operam com 60% de sua capacidade. “Isso significa que temos 40% de capacidade ociosa no parque fabril e poderemos rapidamente aumentar a produção para atender à demanda futura que certamente vira”, disse Paulo Roberto.

O fato de o distrito de Goitacazes, porta de entrada da Baixada Campista, ter hoje quatro agências bancárias é atribuído em parte à indústria da cerâmica. Toda essa movimentação de recursos do parque cerâmico fez crescer o comércio, não só de Goitacazes, mas de outras áreas da Baixada.


O maior empregador
Até a década de 1980 o segmento que mais empregava na Baixada Campista era o da agroindústria, com os fornos e moendas das usinas de cana-de-açúcar operando em pleno vapor. Com a crise neste setor da agroindústria, fecharam as usinas Baixa Grande, Paraíso e também a São José, que depois foi arrendada pela Coagro, mas que há quatro anos mudou-se para Sapucaia.
“Vamos continuar com essa disposição de investir forte em tecnologia. Nosso setor é unido, tem um sindicato forte e trabalhamos em conjunto. Crescemos de forma horizontal e, desta forma, mantemos o padrão e a qualidade dos produtos de todas as 119 indústrias” concluiu Paulo Roberto.

Números do setor

Cerâmicas: 119
Produção: 6 milhões de tijolos/dia
Faturamento/ mês: R$ 7 milhões
Faturamento/ano: R$ 85 milhões
Empregos diretos: 3.500
Empregos indiretos: 1.200
Transportes: 300 caminhões/dia.
Fonte Terceira Via

Procura por ‘Alcoólicos Anônimos’ cresce na pandemia

Estresse gerado pelo isolamento social pode explicar aumento da dependência de bebidas alcoólicas

POR GIRLANE RODRIGUES
Osvaldo coordena uma das salas de AA de Campos – Foto: Carlos Grevi

Duas faces de uma mesma moeda.

A pandemia do novo coronavírus expôs a divergência entre a necessidade de consumir bebida alcoólica como uma forma de escape da realidade, e um processo de construção individual para superar falhas e vícios. Foi assim que gestores do grupo de apoio Alcoólicos Anônimos (AA) concluíram um aumento expressivo pela procura dos serviços em todo o Brasil no período de um ano. Campos ficou dentro desta mesma realidade. E na maior cidade do interior do estado do Rio de Janeiro, jovens do sexo feminino lideram o ranking do público que passou a frequentar essas reuniões para se livrar do vício da bebida alcoólica, considerada doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Minha experiência mostra que o confinamento gerou ociosidade nas pessoas que passaram a conhecer o álcool ou a aumentar o consumo como uma forma de fuga. O que eles não sabem é que estão caminhando para o fundo do poço e, ao perceberem isso, acordam para a realidade e buscam ajuda. Isso cresceu assustadoramente”, informou o ex-dependente Osvaldo, de 70 anos, que atualmente coordena um grupo AA em Campos e prefere não revelar seu sobrenome para ter o anonimato preservado.


Há esperança
O tratamento é multidisciplinar, segundo a Organização Mundial de Saúde. Assim como todo vício, é necessário, primeiramente, o reconhecimento da doença e a iniciativa do dependente. Em segundo lugar, é necessário buscar apoio psiquiátrico, psicológico e atividades terapêuticas como os AAs que podem ajudar o paciente. Mas, há casos de manifestações clínicas mais graves, como cirrose, pancreatite, e até câncer. Isso porque, após a ingestão e digestão, o álcool entra na corrente sanguínea, provocando dependência e inflamações. Nestes casos, os tratamentos passam a ser ampliados e específicos.

Alcoólicos Anônimos (AA)
De acordo com Osvaldo, os AAs são considerados uma irmandade independente, sem vínculo com entidades públicas ou privadas que sobrevivem com colaborações voluntárias, sejam financeiras ou assistenciais. Para ele, as portas sempre abertas destas instituições facilitam o acesso do público interessado em se livrar do vício. “Na maioria dos casos, somos a primeira instituição que vem à cabeça dos usuários quando eles despertam para se livrar da dependência alcoólica. Mas a maioria nos procura por imposição da família ou do patrão. Nosso trabalho consiste em apoiar essas pessoas e também na troca de informação. Com o compartilhamento das experiências, o público se sente acolhido e encontra forças e identidade para continuar na batalha contra o vício”, relata o ex-dependente alcoólico que comemora a conquista há 22 anos.

Em Campos, atualmente, funcionam quatro salas do AA. Antes da pandemia, até o início de 2020, por exemplo, este número chegava a 23. Osvaldo explica que os grupos costumavam se reunir em igrejas e escolas, mas, com a pandemia, estas instituições fecharam as portas para evitar a propagação da doença e cumprir as exigências sanitárias impostas pelos governos. Porém, algumas reuniões ainda acontecem, respeitando o distanciamento social. Outras, acontecem de forma virtual. “Sou frequentador há 22 anos. Hoje continuo vindo também por necessidade, pois ficar afastado deste tipo de apoio é perigoso. Mas participo, ainda, por amor, gratidão e vontade de ajudar ao próximo. Para se ter uma ideia do quanto aumentou a busca pelo nosso trabalho, afirmo que nossos últimos encontros virtuais reuniram até 300 pessoas numa mesma sala de bate-papo”, afirmou, acrescentando que no Brasil não há uma estatística oficial sobre os atendimentos.

Osvaldo lembra que fora desta pandemia, outros picos de procuras aconteciam após o Carnaval e outros feriados prolongados. Em Campos, o participante mais antigo do AA frequenta o grupo há 60 anos.

No Brasil, há 92 escritórios administrativos de AA, sendo oito no Estado do Rio de Janeiro. Um deles está em Campos.


Relato pessoal
Se livrar de um vício, seja ele qual for, não é tarefa fácil. Osvaldo compartilha sua experiência e se revela um exemplo de persistência. Ao expor suas particularidades, faz questão de assumir suas fraquezas. “Tive mais facilidade para deixar de beber do que de fumar. Deixei de beber na primeira reunião de AA que participei. Já para abandonar o vício do cigarro, eu lutei por mais 10 anos. Parei na marra, fui obrigado, após sofrer um acidente, fraturar costelas e não ter mais condições físicas para fumar. Tive crises de abstinência de nicotina e fiz tratamento médico. Já a bebida chegou na minha vida aos 42 anos. Comecei bebendo cerveja em churrascos, festas e depois passei a tomar bebidas mais quentes. Como o alcoolismo é uma doença progressiva, cinco anos foram suficientes para eu perder casamento, empregos e, o pior, a moral e a dignidade. Após me livrar do vício, consegui me aposentar e vivo de forma saudável, viajando e curtindo momentos de lazer. A saúde, automaticamente, melhorou.

Recentemente fui a uma festa de família e resisti muito fácil às ofertas de bebidas, mas diabético teimoso que sou, não consegui passar longe da mesa de doces e chuviscos”, brinca.
Psicólogo Gilberto Nunes

Efeito anestésico

O psicólogo Gilberto Nunes avaliou que eventos adversos que geram desconforto, ansiedade ou medo nos seres humanos fazem com que eles busquem formas de aliviar esse estresse. “Uma das formas encontradas pelas pessoas é com substâncias que levam ao relaxamento ou efeito anestésico, como drogas ou substâncias que tenham ação relaxante no sistema nervoso. O álcool é um exemplo. É comum a busca desses métodos. Há pesquisas neste sentido, de que em períodos de guerra, soldados ingerem substâncias com estes efeitos quando estão fora da batalha para gerar conforto”.

Nunes acrescenta que a busca por mudança de hábito de vida e acréscimo de atividade física na rotina é uma forma saudável de aliviar tensões. “Essas práticas facilitam a produção e liberação de hormônios de bem-estar que geram recompensas físicas e mentais e não são danosas à saúde como o álcool, por exemplo. Vale destacar que durante a pandemia aumentou muito a procura por atividades físicas ao ar livre, como corrida, caminhadas e ciclismo”.
Fonte Terceira Via

FGTS: STF vai julgar em maio ação que pode alterar correção monetária e restituir perdas. Saiba o que fazer

Os trabalhadores com carteira assinada têm direito ao FGTS Foto: Camila Lima / Futura Press / Agência O Globo/Ana Clara Veloso e Camilla Muniz

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para 13 de maio o julgamento de uma ação que pode alterar a forma de correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e beneficiar quem teve saldo em algum momento desde janeiro de 1999 — mesmo que todo o dinheiro já tenha sido sacado. Em caso de parecer favorável aos trabalhadores, pode haver a possibilidade de restituição de perdas devido à atualização dos valores abaixo do índice de inflação nos últimos 22 anos.

A decisão dos ministros, no entanto, é imprevisível, segundo especialistas consultados pelo EXTRA, uma vez que mudanças no cenário terão grande impacto financeiro para a União. Como existe a chance de a Corte determinar a correção monetária retroativa somente para pessoas que já entraram com processo na Justiça em relação à questão, a recomendação é aproveitar os próximos dias para ingressar em alguma ação coletiva ajuizada por sindicatos ou associações trabalhistas.

Hoje, o FGTS é corrigido pela Taxa Referencial (TR), que está zerada desde setembro de 2017, mais juros de 3% ao ano. Assim, a correção não alcança a inflação, que bateu 6,10% no acumulado dos últimos 12 meses segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Isso desvaloriza o dinheiro depositado no FGTS, que é uma poupança de quem está ou já esteve empregado com carteira assinada. O que será discutido pela Corte é essa defasagem, apontada em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) do Partido Solidariedade. O processo sustenta que o uso da TR para atualização monetária é uma ofensa ao direito de propriedade.

— Dependendo do julgamento, os trabalhadores têm a ganhar, sim. Algumas matérias sobre o assunto já identificaram uma evolução de valores superiores a 100%. O empregado, com a possível revisão, poderia mais que dobrar o que está lá depositado — diz o advogado Leandro Antunes, sócio do Antunes & Mora Mendonça Advogados.

Perdas custariam R$ 538 bilhões

Para o presidente do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador (IFGT), Mario Avelino, há chance de o STF dar um parecer favorável aos trabalhadores, devido a decisões recentes que rejeitaram o uso da TR como índice de correção monetária em processos trabalhistas. No entanto, diz ele, o mais provável é que sejam feitos ajustes. Isso porque, se o governo fosse obrigado a repor as perdas de todas as pessoas que tiveram algum saldo de FGTS entre 1999 e 2021, a despesa estimada seria de R$ 538 bilhões — considerando a aplicação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no cálculo da correção em vez da TR.

Como o valor é inviável no momento de crise, o especialista acredita que possíveis alterações para a correção do Fundo de Garantia passem a valer apenas daqui para frente,deixando para trás as perdas do passado ou beneficiando somente quem já tem ação na Justiça.

Tribunais já têm 200 mil processos


Há cerca de 200 mil processos (representando aproximadamente duas milhões de pessoas) parados em tribunais do país, aguardando o julgamento do STF para ter um desfecho.

— Quando existe uma ação de repercussão geral, como é o caso, normalmente os órgãos superiores determinam a suspensão dos processos que tratam do mesmo assunto, para que haja uma decisão única a ser aplicada a todos — explica Michelle Pimenta Dezidério, especialista em Direito do Trabalho do Chediak Advogados.

Na avaliação da advogada trabalhista empresarial Maria Lucia Benhame, o assunto é complexo porque envolve uma série de aspectos jurídicos e econômicos. Por isso, demanda atenção não só do governo e dos trabalhadores, mas também das empresas, que podem acabar sendo afetadas de alguma maneira.

Embora o julgamento do STF seja imprevisível, para quem tem interesse na reposição de valores, ainda vale a pena ajuizar uma ação na Justiça, diz a especialista:

— É menos arriscado entrar com o processo do que não entrar e perder a chance.

Quem pode ter direito

Quem pode pleitear na Justiça - Qualquer pessoa que tenha tido saldo em conta do FGTS de janeiro de 1999 até os dias de hoje, mesmo que o dinheiro tenha sido sacado, pode entrar com uma ação na Justiça pedindo a correção monetária dos valores de acordo com a inflação.

Processo individual ou coletivo - Todos aqueles que têm valores depositados em contas vinculadas de FGTS poderão ingressar com ações judiciais individuais ou coletivas. Segundo Michelle Pimenta Dezidério, especialista em Direito do Trabalho do escritório Chediak Advogados, as ações individuais acabam tendo um trâmite mais rápido. Por isso, a orientação seria que cada empregado buscasse um advogado de sua confiança. Mas é possível, sim, que um sindicato ingresse com uma ação coletiva para garantir o direito de todos os empregados a ele vinculados. A advogada ainda esclarece que tanto a ação individual quanto a ação coletiva garantirão os mesmos resultados aos trabalhadores.

Ações paradas - Com as ações paradas na Justiça, a reposição de perdas custaria bilhões para os cofres União.

Herdeiros têm direito - Se o beneficiário já tiver morrido, os herdeiros podem reivindicar a correção do FGTS do falecido. Mario Avelino não recomenda ações individuais, porque será preciso arcar com todos os custos do processo em caso de perda da causa. O mais indicado, de acordo com ele, é buscar sindicatos e associações de trabalhadores e ingressar com uma ação coletiva. acordo com a inflação.

Como obter ajuda - O Instituto Fundo de <EP,1>Garantia do Trabalhador (IFGT) vai dar entrada, em 10 de maio, em 27 ações coletivas, uma em cada unidade da federação, pedindo a recuperação de perdas no FGTS. É preciso se associar à ONG para ser representado. Mais informações no site do IFGT.
Fonte Extra

Jovem é preso por policiais militares depois de ter feito disparos de arma de fogo em Praça João Pessoa São Francisco de Itabapoana RJ

 Nesta noite de domingo, 25, por volta das 21.30 horas, policiais da  Patamo III da 3ª Cia de São Francisco de Itabapoana, após receber informações de que um elemento de iniciais F.A.M, 21 anos, teria realizado disparos de arma de fogo na localidade de Praça João Pessoa e que teria vindo sentido a São Francisco conduzindo uma motocicleta honda preta ISN - 3756, por ser elemento já conhecido, a guarnição realizou cerco onde conseguiu avistar o elemento e ao tentar realizar a abordagem o elemento tentou evadir-se e durante a tentativa de fuga ele sacou de sua cintura uma pistola cal .380 com carregador alongado e fez menção em apontar a arma para guarnição onde ao revidar a injusta agressão ele foi alvejado.

Foi feito contato com o resgate da saúde municipal onde ele foi socorrido para o hospital Manoel Carola, em Ponto de Cacimbas  e encaminhado para o hospital Ferreira Machado para dar continuidade ao seu atendimento, não correndo risco de morte.

Material apreendido: 01 pistola.380, 01 carregador alongado cal.380, 11 munições de cal.380, 01 motocicleta Honda placa ISN-3756, 03 cartuchos deflagrados de calibre 380,  R$ 40,00 reais em espécie.

Com sua saída do hospital, será entregue a justiça para tomar as devidas precauções.  

Fonte PM


Covid-19: Rio inicia vacinação de pessoas com deficiência e outros grupos prioritários a partir de segunda

Enfermeira mostra vacina na Clínica da Família Estácio de Sá, no Rio Comprido Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo/Gabriel Sabóia

A Prefeitura do Rio iniciou neste domingo (25) a vacinação contra a Covid-19 de pessoas com deficiência. Para marcar a data, os secretários municipais de Saúde, Daniel Soranz, e da Pessoa com Deficiência, Helena Werneck, participaram de uma cerimônia no Centro Municipal de Referência da Pessoa com Deficiência (CMRPD) do Mato Alto, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. Segundo Soranz, a meta é imunizar 60 mil pessoas com deficiência em um mês. A partir desta segunda-feira (26), os postos de vacinação recebem também outros grupo prioritários da campanha de imunização contra a Covid-19 no Rio, como pessoas com comorbidades, motoristas de ônibus e servidores de limpeza urbana.

O prefeito Eduardo Paes também anunciou a criação de postos de vacinação voltados, prioritariamente, a pessoas com deficiências. Os locais começarão a funcionar a partir desta segunda. São eles:

Centro Municipal de Referência à Pessoa com Deficiência de Irajá: Avenida Monsenhor Felix, 512, Irajá
Centro Municipal de Referência à Pessoa com Deficiência do Mato Alto: Rua Candido Benício, 2.973, Praça Seca, Jacarepaguá
Centro Municipal de Referência à Pessoa com Deficiência de Santa Cruz: Avenida Felipe Cardoso, s/nº, Santa Cruz
Centro Integrado de Atenção à pessoa com Deficiência: Avenida Presidente Vargas, 1.997, Centro
Universidade Castelo Branco: Avenida de Santa Cruz, 1.631, Realengo

O grupo engloba aqueles com deficiências físicas, auditiva, intelectual, psicossocial, visual e transtorno do espectro autista. Laudos médicos, cartões de gratuidade no transporte público, receituário ou outros documentos que comprovem a condição serão aceitos como comprovantes. Segundo Soranz, a depender do caso, a deficiência poderá ser atestada pela própria equipe do posto de vacinação.

Outros grupos prioritários

O Rio iniciará amanhã a vacinação contra a Covid-19 das pessoas que têm comorbidades. A imunização será realizada por faixas etárias. O primeiro grupo é o das mulheres com 59 anos que se enquadram como prioritárias. Na terça-feira (27) será a vez dos homens com 59 anos que possuem estado de saúde agravado por outras doenças. A prefeitura trabalha para imunizar todos aqueles que têm comorbidades, com 57 anos ou mais, até o dia 1º de março. Para ser imunizado, é preciso apresentar atestado ou recomendação médica que comprove a comorbidade. Também serão aceitas as três últimas receitas médicas prescritas contra a enfermidade em questão.

Pelo Plano Nacional de Imunização (PNI), são considerados comorbidades: diabetes, doenças pulmonares, hipertensão, problemas cardíacos, doenças renais, obesidade mórbida, entre outros. Veja a lista completa.

A partir desta segunda, também podem receber as primeiras doses do imunizante membros de categorias consideradas prioritárias pelo PNI. É necessário estar na ativa e apresentar os três últimos contracheques, comprovando vínculo com a profissão e local de trabalho, ou declaração da instituição empregadora. Terceirizados devem levar ambos os documentos.

Calendário de vacinação para pessoas com comorbidades e outros grupos prioritários (motoristas e cobradores de ônibus, condutores de transporte escolar, trabalhadores da saúde e da educação, servidores de limpeza urbana e membros das forças de segurança):
Segunda-feira (26/04) - Mulheres com 59 anos
Terça-feira (27/04) - Homens com 59 anos
Quarta-feira (28/04) - Mulheres com 58 anos
Quinta-feira (29/04) - Homens com 58 anos
Sexta-feira (30/04) - Mulheres com 57 anos
Sábado (01/05) - Homens com 57 anos

Gestantes com comorbidades podem ser vacinadas em qualquer dia. É necessário apresentar um laudo com a indicação médica.

Em paralelo à imunização das pessoas com comorbidades, a campanha também seguirá vacinando os profissionais da saúde que atuam na linha de frente contra a covid-19. Até o final da semana, todos aqueles que possuem 40 anos ou mais poderão ser vacinados.

Calendário para profissionais da saúde:
Segunda-feira (26/04): profissionais com 44 anos
Terça-feira (27/04): profissionais com 43 anos
Quarta-feira (28/04): profissionais com 42 anos
Quinta-feira (29/04): profissionais com 41 anos
Sexta-feira (30/04): profissionais com 40 anos.
Fonte Extra

Jovem assassinado em Floresta São Francisco de Itabapoana RJ

Neste domingo(25), por volta das 23.30 horas, um jovem identificado por Gabriel Caetano, 20 anos, foi assassinado a tiros ao lado de sua moto em Floresta, São Francisco de Itabapoana. Segundo populares, o jovem passou na rua em frente a unidade de saúde e minutos depois foram ouvidos, pelo menos 3 disparos. A vítima morava próximo ao local onde ocorreu o fato. A polícia foi acionada, mas nenhum suspeito foi preso. Inicio da madrugada o corpo permanecia no local, aguardando perícia e remoção.



domingo, 25 de abril de 2021

Saúde atualiza cenário epidemiológico da pandemia no Brasil

Ministro citou tendência de redução de casos, recursos e protocolo

Agência Brasil

Dois dias após o presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionar a Lei Orçamentária de 2021, Queiroga declarou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, lhe assegurou que não faltarão recursos para financiar a saúde pública.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, concedeu entrevista coletiva neste sábado (24) para atualização do cenário epidemiológico da pandemia de covid-19 no Brasil. Ao veículos de comunicação, ele citou que a pasta vem registrando, ao longo dos últimos dias, uma tendência de redução dos diagnósticos de infecção pelo novo coronavírus e, por consequência, uma diminuição na pressão sobre o sistema de saúde do país.

"O que, consequentemente, nos dá uma diminuição da pressão em relação a insumos como, por exemplo, insumos utilizados nos kits de intubação, de oxigênio”, destacou Queiroga. Segundo o ministro, no próximo dia 30, a pasta participa de uma coletiva de imprensa internacional que deve discutir o cenário mundial da pandemia e as medidas adotadas pelo governo brasileiro para conter a disseminação do vírus.

Recursos
Dois dias após o presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionar a Lei Orçamentária de 2021, Queiroga declarou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, lhe assegurou que não faltarão recursos para financiar a saúde pública.

“Temos sempre um bom diálogo com o ministro Paulo Guedes, que me assegurou que não faltariam recursos para a saúde”, disse. A resposta do ministro à pergunta de um jornalista foi complementada pelo secretário-executivo da pasta, Rodrigo Otávio Moreira da Cruz, que destacou a possibilidade de aporte financeiro específico para o enfrentamento à pandemia, via crédito extraordinário.

“Existe o compromisso do Ministério da Economia de, em eventual necessidade de ampliação do nosso orçamento via crédito extraordinário para o enfrentamento à pandemia, isto será realizado. Enfim, o Orçamento foi aprovado pelo Congresso. A gente vai se submeter à lei orçamentária e executar nossas políticas ordinárias de saúde respeitando a lei sancionada pelo presidente.

O Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente prevê a destinação de cerca de R$ 157 bilhões para o Ministério da Saúde – montante inicial inferior aos cerca de R$ 210 bilhões destinados à pasta em 2020, quando considerados os recursos adicionais à proposta orçamentária inicialmente aprovada.

Protocolo
Ainda durante a coletiva, Queiroga voltou a anunciar, para breve, o anúncio de um protocolo nacional com orientações para o tratamento da covid-19. Segundo o ministro, a medida depende da manifestação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

Formado por 13 representantes de ministérios, agências reguladoras e dos conselhos Nacional de Saúde (CNS); Nacional de Secretários de Saúde (Conass); Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e Federal de Medicina (CFM), o órgão colegiado permanente é responsável por assessorar a pasta em temas relativos à incorporação, exclusão ou alteração de práticas e produtos, bem como na elaboração de protocolos clínicos.

“A Conitec vai avaliar um protocolo de tratamento da covid-19. Não para o uso do fármaco [remédio] A ou B, mas para algo mais amplo”, disse o ministro, referindo-se à polêmica em torno da prescrição de medicamentos sem eficácia comprovada.

“Quem decide isto não é o ministro da Saúde. Para isso, temos uma comissão permanente de avaliação de tecnologias em saúde, prevista em lei, e que tem a prerrogativa de elaborar protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas”, acrescentou o ministro que, já no início da coletiva, tinha destacado a importância da população respeitar as recomendações das autoridades sanitárias, usando máscaras; evitando aglomerações e, na medida do possível, aderindo ao isolamento social.

“Neste momento em que assistimos a uma tendência de queda de óbitos – embora esta tendência ainda seja muito pequena -, é importante que as pessoas continuem com as medidas não farmacológicas. Isto é fundamental para que este cenário se sustente a longo prazo, enquanto nossa campanha de vacinação vai sendo ampliada”, comentou o ministro, antes de detalhar as dificuldades que o país vem enfrentando para receber as vacinas contra o novo coronavírus já contratadas. “Nem sempre o que é tratado [com as indústrias farmacêuticas] é entregue [no prazo combinado]. Atualizamos nosso calendário, mas, por ao menos sete vezes, nós conseguimos ultrapassar a meta de vacinar mais de 1 milhão de brasileiros ao dia”.

Opas
Na coletiva, a representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Socorro Gross, parabenizou o Brasil pelos esforços que, segundo ela, o país vem empreendendo para imunizar a população contra a covid-19. “Aproveito para parabenizar o grande esforço do país, do SUS [Sistema Único de Saúde] e dos que estão na linha de frente, vacinando para que o país atinja estas cifras”, disse.

Socorro também destacou a recente desaceleração no ritmo de contágio da covid-19, frisando, contudo, que os números ainda são altos, exigindo cuidados da população. “Temos observado uma queda do número de novos casos durante as últimas duas semanas. Uma queda ainda pequena, mas que é importante, porque impacta o número de hospitalizações por síndromes respiratórias e a necessidade de leitos de UTI [unidades de terapia intensiva]. Para que esta queda seja ainda maior nas próximas semanas, é preciso o apoio da população às medidas como o uso da máscara e o distanciamento social”, acrescentou a representante da Opas.
Fonte: Agência Brasil

Malária: casos no Brasil estão em queda, afirma infectologista

Agência Brasil

Brasil registrou menos de 30 óbitos por ano da doença

Instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2007, o Dia Mundial da Luta Contra a Malária (World Malaria Day) é lembrado hoje (25). Segundo a pesquisadora Anielle Pina, do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz), houve uma redução expressiva da doença no Brasil nos últimos anos. De 2019 para 2020, o número de casos caiu 13%.

“A gente vem em um patamar de casos muito baixo quando compara com a década passada. Acho que, ano a ano, a gente vem reduzindo o número de casos, de internações e de óbitos. Eu acho que isso é uma coisa muito importante”, afirmou Anielle.

Olhando para gráficos do início dos anos 2000, vê-se que o Brasil tinha 600 mil casos de malária por volta de 2004 a 2005, com 21 mil hospitalizações e mais de 200 mortes por malária no país. Com o passar dos anos, chegou-se a 2015 com menos de 300 hospitalizações. Hoje, o Brasil registra cerca de 135 mil casos, o que é uma redução significativa, comentou a pesquisadora. No último ano, foram menos de 30 óbitos.

Anielle comentou que a malária não vai deixar de ser um problema de saúde pública. É preciso fortalecer as políticas de diagnóstico, de tratamento e de vigilância dos casos, mas ela acha que “o Brasil vem respondendo bem. As nossas ações vêm dando boas respostas.”

Brasil, Venezuela e Colômbia juntos respondem por 80% dos casos de malária nas Américas. De acordo com dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica-Malária (Sivep-Malária), do Ministério da Saúde, mesmo com a pandemia em 2020, foram registrados no período de janeiro a junho 1.049 casos importados de outros países no Brasil, com maior ocorrência nos estados de Roraima e Amazonas. O país passou seis semanas em surto.

O Sivep-Malária apontou, porém, que na maioria das semanas analisadas, o número de casos ficou abaixo do esperado para o período.

Transmissão
A infectologista do INI/Fiocruz explicou que a malária é uma doença febril aguda, transmitida pela fêmea do mosquito do gênero Anopheles. Ela é causada por protozoários parasitários do gênero Plasmodium.

A maior concentração de transmissores está nas florestas da Região Amazônica (mais de 98%), envolvendo Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Maranhão, um pouco de Mato Grosso e de Tocantins, embora sejam encontrados também transmissores, em menor quantidade, na Mata Atlântica. No Sudeste do país, é encontrada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e, na Região Sul, em Santa Catarina.

“Ela é transmitida por mosquito que esteja infectado por Plasmodium, que é o agente etiológico que causa malária”. Eles são de três tipos no Brasil que causam malária em seres humanos: Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum e Plasmodium malariae.

Os sintomas mais comuns são febre, sudorese, calafrios, mal-estar, tonturas, cansaço, vômitos, mialgia e dores de cabeça intensas. Em casos graves, pode causar icterícia, convulsões, coma ou morte. Na grande maioria dos casos de malária, ocorre uma febre periódica a cada 48 horas ou 72 horas, dependendo do agente etiológico que está causando a infecção.

Anielle Pina garantiu que a malária é uma doença 100% curável e evitável. A pesquisadora destacou que existe uma rede de diagnóstico e tratamento gratuitos da doença pelo Sistema Único de Saúde (SUS), distribuída por todo o país. “É uma doença com tratamento e cura”, explicou.

Prevenção
O Ministério da Saúde e as sociedades brasileiras de Infectologia e de Medicina Tropical não recomendam o uso de medicamentos preventivos para pessoas que se deslocam para regiões com presença de mosquitos Anopheles, como no Norte brasileiro, porque a malária que predomina no país raramente vai evoluir para óbito, disse a pesquisadora do INI/Fiocruz.

As medidas de precaução incluem uso de repelentes, preferência por hospedagem em locais que tenham mosquiteiros, uso de roupas de cor clara que permitem ver o mosquito. ”E quando o viajante retornar ao seu local de origem, caso tenha algum sintoma que seja sugestivo de malária, que procure o serviço de saúde e fale que esteve em uma área endêmica, uma área com transmissão da doença. Essa é a política do Ministério da Saúde.”

Caso a pessoa vá viajar para um país africano, Anielle destacou que há procedimentos diferenciados. ”É preciso avaliar a relação custo/benefício e o tempo da viagem para o local, para ver se há indicação ou não de fazer a quimioprofilaxia.”

Nesses casos, a orientação é que o indivíduo procure o serviço de medicina de viagem, que é oferecido em praticamente todas as universidades e, também, na Fiocruz, de forma gratuita. Para viagens pelo Brasil, entretanto, não existe indicação de uso preventivo de drogas antimaláricas, reforçou.

Contágio
A malária não é uma doença contagiosa. “Precisa da fêmea infectada do mosquito Anopheles para ter malária”, disse Anielle. Há casos bem raros de transmissão por transfusão de sangue, compartilhamento de agulhas usadas para injetar drogas, e pela transmissão materno-fetal. O período de incubação da malária é de cerca de uma a duas semanas, dependendo da espécie do Plasmodium que foi inoculado.

Guia de tratamento
Em janeiro de 2020, foi publicado o Guia de tratamento da malária no Brasil, elaborado por Anielle Pina e outros infectologistas, que é um novo protocolo brasileiro para tratamento de malária. Para cada espécie parasitária, é necessário um esquema de tratamento.

O Plano Nacional de Saúde (PNS) 2020-2023 tem como meta reduzir para, no máximo, 94 mil o número de casos autóctones de malária até 2023, o que significa queda de 50% em relação a 2018, quando o Brasil teve cerca de 190 mil casos. ”Faz parte dos Objetivos do Milênio da Organização Mundial da Saúde (OMS).”

A Estratégia Técnica Global para Malária da Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como objetivo reduzir em pelo menos 90% o número dos casos e óbitos no mundo até 2030 em relação a 2015; eliminar a malária em pelo menos 35 países; e evitar a reintrodução da doença em países livres da transmissão.

Uma vacina está sendo testada em projeto piloto nos países africanos de Gana, Quênia e Malauí. “Existe essa vacina, sim, mas ela ainda não é uma realidade para toda a sociedade, para todo o mundo. Ela previne casos graves de malária, mas não está disponível ainda no Brasil, só na África, onde o contexto epidemiológico é muito diferente do nosso e os casos são mais graves”, esclareceu a infectologista.
Fonte: Agência Brasil

Brasil fecha 2020 entre os maiores recicladores de latas de alumínio



Segundo associação do setor, país reciclou 97% das latas vendidas

Por Agência Brasil - Brasília

O Brasil fechou 2020 como um dos principais líderes mundiais em reciclagem de latas de alumínio. De acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), o país obteve um índice de reciclagem de 97,4%.

De 402,2 mil toneladas de latas vendidas, foram recicladas 391,5 mil, ou, aproximadamente 31 bilhões de unidades. Em 2019, o número de latas vendidas e recicladas foi menor. Na ocasião, foram 375,7 mil toneladas vendidas e 366,8 mil toneladas recicladas.

“Os dados mostram como a estrutura de reciclagem de latas no Brasil é sólida. O setor manteve suas operações dentro de padrões seguros, contribuindo para a preservação do meio ambiente e a geração de emprego e renda para milhares de famílias”, afirmou Alfredo Veiga, diretor de Metais da Novelis e coordenador do Comitê de Reciclagem da Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

O desempenho do setor em 2020 manteve-se satisfatório, mesmo em um cenário de pandemia, com a interrupção de atividades de coleta seletiva em diversos municípios e a suspensão do trabalho de cooperativas e catadores. A reciclagem de produtos é uma referência de economia circular no Brasil e no mundo, com a renovação infinita da embalagem.

De acordo com a Abralatas, o Brasil é o terceiro maior mercado mundial de latas de alumínio. Em 2020 foram quase 32 bilhões de latas consumidas no Brasil.

Em novembro do ano passado, a Abralatas e a Abal firmaram um Termo de Compromisso com o Ministério do Meio Ambiente para ampliar a gestão de coleta e reciclagem de latinhas de alumínio para bebidas.

No termo, as associações garantiram a manutenção do índice de reciclagem das latinhas no patamar de 95%, em cumprimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O fortalecimento da cadeia de reciclagem gera benefícios econômicos e ambientais para todo o Brasil. O aumento na produtividade gera renda para milhares de famílias de catadores envolvidos, além de promover a conservação do meio ambiente pela reutilização das latas em circulação.

Edição: Aline Leal



Caixa paga hoje auxílio emergencial a nascidos em setembro

Benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375

Agência Brasil

Confira abaixo o calendário de pagamentos.

Os trabalhadores informais nascidos em setembro começam a receber hoje (25) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês.

O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.

O saque da primeira parcela foi antecipado em 15 dias. O calendário de retiradas, que iria de 4 de maio a 4 de junho, passou para 30 de abril a 17 de maio.

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O calendário de pagamentos foi divulgado pelo governo no fim de março e atualizado na semana passada.

O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial. - Arte/Agência Brasil

Bolsa Família

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da primeira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 16 e segue até o dia 30. Amanhã (26), recebem os beneficiários com NIS de final 6. O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial. - Arte/Agência Brasil

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.
Fonte: Agência Brasil

sábado, 24 de abril de 2021

Elemento numa bicicleta foi abordado pelos policiais rodoviários na RJ 216, na baixada campista, com ele pinos de cocaína foi encontrado.

Neste sábado, 24, pela manhã, policiais da 4ª Cia do (BPRv )Batalhão da Polícia Rodoviária, no intuito de reduzir os índices criminais, em consonância com as diretrizes estratégicas do comandante da unidade e comandante da 4ª Cia, após informações passadas a guarnição pelo cabo PM de plantão, sobre um elemento em posse de entorpecentes.


  De imediato foi iniciado um patrulhamento pela RJ 216 à altura do km 23, local conhecido como entrada do Mosteiro de São Bento, onde a guarnição teve atenção voltada para o um elemento que pedalava a uma bicicleta supracitada com sua mochila nas costas. Foi realizado abordagem e revista pessoal, onde lograram êxito em encontrar na referida mochila, 38 (trinta e oito) pinos de pó branco aparentando se cocaína e R$290,00 reais em espécie, onde o mesmo informou serem de sua propriedade e não tinha nada a declarar. Todo material foi apreendido inclusive sua bicicleta de modelo Caloi.

Diante do fato foi dado voz de prisão ao elemento, onde foi conduzido para a 134ª DP, sendo o fato apresentado ao inspetor de plantão, e o elemento ficou autuado em flagrante no artigo 33 da lei 11343/06 (tráfico ilícito de drogas) permanecendo preso na sede policial a disposição da justiça.

O material foi periciado pelo perito criminal de plantão, que constatou tratar-se de 31,5 gramas de cloridrato de cocaína. O elemento já possuía passagens de acordo com os artigos 157 (roubo majorado), 33 (tráfico) e 35 (associação ao tráfico).

No momento da abordagem verificamos que. O elemento possuía uma faixa amarrada em sua perna esquerda, sendo indagado do mesmo, que nos informou ter se machucado anteriormente, em ato contínuo afim de resguardar a guarnição, procedeu ao hospital Ferreira Machado, onde o elemento foi atendido conforme o regulamento, e o mesmo negou-se a receber medicamentos.

Fonte PM

Acidente entre dois veículos deixa motociclista ferido em Imburi de Barra São Francisco de Itabapoana RJ

                           

Um acidente entre dois veículos um carro de passeio e uma moto, aconteceu nesta noite de sábado, 24,  por volta das 19.45 horas nas proximidades de uma escola desativada na RJ 224, na localidade de Imburi de Barra em São Francisco de Itabapoana.

O motociclista que segundo moradores é provável que seja morador de Travessão de Barra e é entregador de lanche.

Segundo informações nada grave com o motociclista que sofreu escoriações e esta bem.

O carro do resgate da saúde do município socorreu a vítima levando o para o hospital Manoel Carola em Ponto de Cacimbas.