domingo, 17 de abril de 2022

Inscrições para o Processo Seletivo da Educação em SJB

Divulgação

Interessados têm até 27 de abril para apresentar a documentação, na rua Coronel Cintra 141, das 10h às 17h30

A Secretaria de Educação e Cultura de São João da Barra inicia na próxima quarta-feira, 20, o período de recebimento de documentação para a inscrição no Processo Seletivo Simplificado, que irá preencher 236 vagas por tempo determinado. O endereço é a rua Coronel Cintra 141, no centro da cidade, e o prazo vai até 27 de abril, das 10h às 17h.

A documentação necessária é: identidade; CPF; título de eleitor e do comprovante de quitação com a Justiça Eleitoral (última votação); quitação com a obrigação militar (masculino); comprovante de escolaridade, comprovante e de habilitação e/ou comprovante de experiência prévia; currículo profissional.

O Processo Seletivo constará de análise de currículo, discriminando títulos e experiência profissional. Após o período de inscrição, o cronograma prevê para o dia 4 de maio o resultado preliminar. O prazo para recurso é 5 e 6 de maio e no dia 9 de maio será divulgado o resultado final.

As vagas são para: professor I (Arte); professor I (Ciências); professor I (Educação Física); professor I (Geografia); professor I (História); professor I (Inglês); professor I (Espanhol); professor I (Português); professor I (Matemática); professor I (Sociologia); professor I (Filosofia); assistente social; fonoaudiólogo; musicoterapeuta; nutricionista; orientador educacional; pedagogo; psicólogo; psicopedagogo; instrutor de xadrez; fisioterapeuta; mediador - Braile; mediador - professor de Libras; mediador - intérprete de Libras; mediador - Educação Especial.

O edital do Processo Seletivo Simplificado foi publicado no Diário Oficial do Município de São João da Barra no dia 14 de abril (aqui).
Fonte: Ascom

OMS monitora casos de hepatite de causa desconhecida que afeta crianças na Europa

 

Reprodução

Até o dia 8 de abril, 74 casos haviam sido identificados no Reino Unido

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, nesta sexta-feira (15), que está monitorando casos de hepatite de causa desconhecida em crianças na Europa. Nenhuma morte foi registrada até agora.

Até o dia 8 de abril, 74 casos haviam sido identificados no Reino Unido, disse a entidade, com 6 crianças tendo passado por um transplante de fígado. Desde então, mais três casos foram confirmados na Espanha e outros estão sob investigação na Irlanda.

Nos casos do Reino Unido, já foram descartados os vírus causadores das hepatites A, B, C, D (quando aplicável) e E após testes laboratoriais, segundo a organização, que alertou ser provável que "mais casos sejam relatados nos próximos dias".

Veja o que se sabe até agora:

Até 11 de abril, nenhuma morte havia sido relatada.

Os casos foram reportados pela primeira vez em 5 de abril, quando a autoridade responsável do Reino Unido notificou a OMS de 10 casos de hepatite aguda grave de causa desconhecida em crianças pequenas, sem doenças prévias, com idades de 11 meses a 5 anos, na Escócia.

9 das 10 crianças começaram a sentir sintomas em março; o outro caso teve início dos sintomas em janeiro, incluindo icterícia (pele e/ou olhos amarelos), diarreia, vômito e dor abdominal. Todos os 10 casos foram detectados quando hospitalizados.

Até 8 de abril, 74 casos, incluindo os primeiros 10, haviam sido identificados em todo o Reino Unido.

Os sintomas vistos incluem enzimas (substâncias) hepáticas acentuadamente elevadas, muitas vezes com icterícia e às vezes precedida por sintomas gastrointestinais, principalmente em crianças até 10 anos de idade.

Algumas crianças foram transferidas para unidades pediátricas especializadas em fígado; 6 passaram por transplantes.

Um caso foi identificado como estando ligado a outro (epidemiologicamente ligado).

No Reino Unido, infecções pelo Sars-CoV-2 e/ou adenovírus foram detectadas em "vários casos", disse a OMS, sem especificar quantas infecções ocorreram. Também não está claro se esses dois vírus tiveram relação com os casos de hepatite.

Nenhum fator de risco epidemiológico foi identificado até o momento – incluindo viagens internacionais recentes. Exames laboratoriais para outras infecções, produtos químicos e toxinas estão em andamento para os casos identificados.

Na Irlanda, há "menos de cinco casos" confirmados ou possíveis em investigação, segundo a OMS, Na Espanha, três casos, em crianças de 22 meses a 13 anos, foram confirmados. As autoridades de ambos os países investigam as situações.
Fonte: G1

Taxa extra na conta de luz deixa de ser cobrada a partir deste sábado

A redução estimada pelo governo para o consumidor é de 20%

(Foto: Ilustração)

A partir deste sábado (16), a conta de luz pode ficar mais barata, com o fim a bandeira de escassez hídrica que resultava em uma taxa extra na conta de energia elétrica de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida, que encarecia os custos da energia elétrica, estava em vigor desde setembro de 2021.

A redução estimada pelo governo nas contas de luz para o consumidor é de cerca de 20%. Isso será possível porque, com os reservatórios de quatro das cinco regiões do país mais cheios, é possível, ao operador do sistema elétrico nacional, dispensar o uso de termelétricas, que têm custo maior do que o das hidrelétricas. Apenas os reservatórios da Região Sul estão baixos, devido à estiagem que atinge a região.

Já havia uma previsão de que a bandeira de escassez hídrica, patamar mais alto já adotado pelo governo, terminaria no final deste mês. A medida, no entanto, acabou sendo antecipada em cerca de 15 dias.

A tarifa extra foi aprovada em meio à crise hidrológica que afetou o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país em 2021. As usinas são a principal fonte geradora de energia elétrica no país. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), o Brasil enfrentou, em 2021, “a pior seca já registrada na história”.

“Para garantir a segurança no fornecimento de energia elétrica, o país utilizou todos os recursos disponíveis e o governo federal teve que tomar medidas excepcionais. Com o esforço dos órgãos do setor, o país conseguiu superar esse desafio, os reservatórios estão muito mais cheios que no ano passado e o risco de falta de energia foi totalmente afastado”, informou, em nota, a pasta.

De acordo com o ministério, o reservatório da usina de Furnas terminou o mês de março acima de 80% de seu volume útil. O secretário de Energia Elétrica do ministério, Christiano Vieira, disse que atualmente os reservatórios estão, em média, com 70% de níveis de armazenamento, o que, segundo ele, “é muito relevante nessa época do ano”.

“Não dispomos de níveis assim desde 2012. Temos uma condição de segurança muito considerável. Na prática, significa que pouca geração termelétrica será necessária, o que se traduz em uma expectativa de bandeira verde até o final do ano”, disse.
AsCom

Lei de cotas ajuda a reduzir desigualdades no Brasil, diz universidade americana

Cotas fazem diferença na formação daqueles que ingressam pelo sistema


UnB foi a primeira universidade federal a adotar sistema de cotas raciais UnB reserva vagas para negros desde o vestibular de 2004 Percentual de negros com diploma cresceu quase quatro vezes desde 2000, segundo IBGE

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, mostram que a Lei de Cotas no Brasil é eficiente e ajuda a reduzir desigualdades socioeconômicas no país. Utilizando dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e do Ministério do Trabalho eles calculam que os ganhos, sejam na renda, sejam na qualidade da formação, para alunos cotistas é maior do que as perdas para os estudantes não cotistas que acabam não sendo aprovados em uma universidade federal.

Os pesquisadores acompanharam a trajetória dos estudantes e mostraram que as cotas fazem diferença na formação daqueles que ingressam pelo sistema. Para isso, eles analisaram a trajetória dos candidatos que foram aprovados em último lugar nos cursos que selecionaram como primeira opção no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), tanto no sistema de cotas, quanto no de ampla concorrência, e também daqueles candidatos que quase foram aprovados, ficaram logo depois dos últimos colocados.

Comparando a formação de quem entrou com quem acabou ficando de fora, a conclusão é que, entre os cotistas, a diferença nos ganhos na renda foi, em média, três vezes maior do que aquela observada entre os não cotistas. Os cotistas que ingressaram nas universidades tiveram um ganho de R$ 84 a mais do que aqueles que não entraram. Entre os não cotistas, essa diferença foi de R$ 27. Já em termos de qualidade de formação, entre os cotistas, os ganhos foram 1,6 vezes maiores do que entre os não cotistas. Esses valores aumentam em cursos mais concorridos como medicina ou engenharias, nos quais as vantagens para os cotistas são ainda maiores.

O estudo está detalhado em artigo, escrito pelos pesquisadores chilenos Nano Barahona e Sebastián Otero e pelo brasileiro Cauê Dobbin, todos Ph.D. em economia e está disponível, em inglês, online. “Podemos dizer que a política de cotas atingiu o objetivo para que foi criada: reduzir a desigualdade no acesso ao ensino superior. Os dados mostram claramente uma maior igualdade no acesso ao ensino superior em várias dimensões, tais como renda, raça e tipo de escola – pública versus privada. A redução na desigualdade foi especialmente significativa em cursos tradicionalmente mais concorridos, como medicina”, diz.

No estudo, os pesquisadores usaram dados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para avaliar o ingresso, entre 2010 e 2016; os dados do Censo da Educação Superior, de 2009 a 2019, para avaliar a trajetória dos alunos; e os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) para medir a renda das carreiras escolhidas pelos jovens.

A pesquisa mostra que a Lei de Cotas representa uma grande oportunidade para os estudantes, que sem ela, não ingressariam em uma universidade pública e que isso gera ganhos. Em relação aos não cotistas, apesar de terem ficado de fora, no geral, não houve perda na qualidade da educação recebida.

“Nossa conclusão é que os não cotistas que não conseguiram uma vaga em uma faculdade federal por resultado da política de cotas muitas vezes se matriculam em faculdades privadas que têm a mesma qualidade. Isso acontece porque os não cotistas têm renda mais alta, em média, e conseguem arcar com a mensalidade de uma boa faculdade privada. Então a perda para os alunos não-cotistas, em termos da qualidade da educação recebida, é menor do que os ganhos para os cotistas”, diz Dobbin.
Inclusão

No Brasil, a Lei de Cotas (Lei 12.711/12) estabelece que 50% de todas as vagas das universidades federais e das instituições federais de ensino técnico de nível médio sejam reservadas a estudantes de escolas públicas. Metade delas deve ser ocupada por estudantes de famílias de baixa renda, de até 1,5 salário mínimo por pessoa, o equivalente a R$ 1.818 por mês.

A lei prevê também a reserva de vagas para estudantes pretos, pardos, indígenas e com deficiência de acordo com a porcentagem dessas populações em cada unidade federativa. A principal porta de entrada nas universidades federais é o Sisu, no qual o estudante pode concorrer a vagas em até duas opções de curso. A opção pelas cotas é feita na hora da inscrição. O sistema usa como forma de seleção as notas do Enem.

Segundo a pesquisa, ações afirmativas como a Lei de Cotas não são exclusividade brasileira. Cerca de um quarto dos países do mundo usam alguma ação afirmativa no ensino superior para promover a inclusão de determinados grupos de estudantes. Os pesquisadores ponderam que essas ações são necessárias porque as notas dos estudantes estão relacionadas fortemente ao status socioeconômico, ou seja, estudantes de famílias mais ricas tendem a tirar melhores notas. Sem políticas afirmativas, as universidades se tornam ambientes excludentes.

A política de cotas, de acordo com o estudo, permitiu que o número de estudantes de escolas públicas, no geral, aumentasse 47% nas universidades federais e o número de estudantes negros de escolas públicas aumentasse 73%.

Para a reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Joana Angélica Guimarães da Luz, que é membro da Comissão de Desenvolvimento Acadêmico da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a inclusão é o maior ganho da política de cotas.

“A universidade sempre foi voltada para a classe média, para pessoas que têm poder aquisitivo e nível social. O fato de trazer pessoas que sempre estiveram de fora desse processo amplia e melhora as relações existentes nos vários extratos sociais do nosso país”, diz e acrescenta: “Aqui no Brasil a gente vive em espécie de redomas, temos condomínios de um lado e, do outro lado da rua, temos pobreza. Temos periferias absolutamente abandonadas. O acesso à educação, o acesso dessas pessoas ajuda a sociedade a pensar sobre si mesma”.
Revisão

Este ano é um ano decisivo para a Lei de Cotas. A própria legislação prevê que o texto seja revisado dez anos após a publicação, ou seja, em 2022. Por conta disso, uma série de propostas tramitam no Congresso Nacional. Os projetos propõem desde a transformação da Lei de Cotas em política permanente no país (PL 1.676/2021) à ampliação do prazo para a revisão nacional (PL 3.422/2021) e até mesmo a exclusão do critério étnico-racial para o acesso ao ensino superior (PL 1.531/19).

Segundo Joana, a lei precisa ser mantida, assim como as reservas de vagas étnico-raciais. Além disso, a reitora defende que a avaliação da política não seja restrita apenas ao desempenho dos estudantes, mas também considere o impacto social do ingresso de determinados grupos nas universidades.

A reitora ressalta que a política de cotas faz com que os estudantes de escolas públicas vejam as universidades federais não como algo muito distante da realidade, mas como uma possibilidade e que isso ajuda inclusive na melhora da educação nessas escolas. “A melhoria da escola pública é um processo. É preciso empoderar algumas pessoas dessas comunidades para que digam: a gente pode, tem direito e quer uma escola melhor”, diz.
AsCom

LIRAa aponta redução no índice de infestação do mosquito Aedes aegypti em Campos

Com os novos dados, o Município sai da classificação de alto risco para possível epidemia de dengue, zika vírus e chikungunya, para médio risco

Especialistas alertam que é preciso manter cuidados para evitar criadouros de mosquito (Foto: Arquivo/Silvana Rust)

O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) nas duas últimas semanas, revelou que reduziu o percentual de Índice de Infestação Predial (IIP) em Campos dos Goytacazes, saindo dos 5,4% em janeiro para 3,9%, ou seja, a cada 100 imóveis visitados, aproximadamente três apresentaram focos do mosquito Aedes aegypti. No entanto, o atual índice ainda está acima do recomendável. Com esse resultado, o município sai da classificação de alto risco para possível epidemia de dengue, zika vírus e chikungunya, para médio risco.

O índice preconizado pelo Ministério da Saúde é 1 % e, por isso, o coordenador do Programa Municipal de Controle de Vetores (PMCV), Claudemir Barcelos disse que a situação requer atenção não apenas do CCZ, mas principalmente da população que é a grande aliada do órgão para evitar a proliferação do mosquito.

“Esse resultado é fruto do trabalho que vem sendo realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses para manter a cidade livre das doenças que são causadas pelo mosquito. Por isso, é importante que a população não descuide, mesmo diante da redução continue fazendo o seu papel e nos ajude nesse trabalho. Se todos fizerem a sua parte, podemos reduzir ainda mais o índice de infestação”, disse.

Para a pesquisa de campo realizada entre os dias 4 e 8 deste mês pelos agentes de combate às endemias, os imóveis foram divididos em 19 estratos. O depósito positivo predominante continua sendo os móveis, como vasos, frascos, pratinhos com plantas, bebedouros de animais, com 50,4%. Em segundo lugar aparecem os depósitos fixos, como caixa d’água, tambor, tonel, calhas, com frequência percentual de 18,3%. Já em terceiro aparecem materiais inservíveis como recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas, entulhos como 12%.
Fonte: AsCom

Novo estádio do Americano terá cadeiras que eram do velho Maracanã

POR COLUNA DO BALBI



O novo estádio do Americano que está sendo montado a dois quilômetros do aeroporto Bartolomeu Lysandro, vai ter em parte de suas arquibancadas cadeiras que eram do antigo Maracanã, retiradas na última reforma do estádio mais famoso do mundo. São mais quatro mil cadeiras que já estão guardadas em Campos, como revelou o presidente do Americano, Wagner Xavier. Só tem um problema fácil de resolver: as cadeiras são azuis. Serão pintadas de pretas. O estádio terá capacidade para oito mil torcedores.


XP investimentos formata base para o Americano virar poder virar Sociedade Anônima
Outra boa notícia sobre o Americano, é que o clube quer voltar a se situar entre os cinco maiores times de futebol do estado do Rio e está apto a se transformar em Sociedade Anônima. O formato do negócio que não é para já, está sendo feita pelos craques da XP Investimentos. Em suma, o Americano tem os equipamentos necessários para voltar a ser o glorioso. Mas o presidente Wagner Xavier frisa que isso depende de um grande debate e que a palavra final será do Conselho do Clube.


Rua Antônio Manuel vira novo corredor comercial de Campos
A Rua Antônio Manuel, que liga o Turfe-Clube ao Alphaville, tem sido uma opção para quem não quer se descabelar na Avenida 28 de Março. O trânsito nesta rua mudou completamente o perfil e vai se transformando em corredor comercial. O problema está no que se refere à mão-dupla. A mão única estaria para chegar, só não se sabe em que sentido.
Cai a venda de máscaras, mas álcool continua sendo bem vendido
Não dá para lacrar em percentual exato, mas caiu vertiginosamente a venda de máscaras em Campos desde que seu uso passou a ser facultativo. Mas a venda de álcool em gel ou álcool 70 não teve a mesma redução. Observadores do cotidiano dizem que passou a ser um hábito ter esse tipo de álcool em casa, no carro e até nas bolsas. Um hábito, na medida do possível, saudável e preventivo.


Lojas de materiais de construção da cidade faturam com Luva de Pedreiro
O baiano Iran Ferreira, o “Luva de Pedreiro”, fenômeno mundial da internet, fez aumentar em Campos e certamente em todas as cidades a procura pela luva de pedreiro nas casas de materiais de construção. Virou moda. Até mesmo em academias de ginásticas tem gente usando o acessório. Além da luva, o bordão “receba” está na boca de muita gente.

Planície está pronto para virar residencial do Centro
Como essa coluna publicou antes da pandemia, o Hotel Planície, na Rua 13 de Maio, no Centro, passou a pertencer a um forte empresário de Itaperuna. O prédio foi todo reformado com requinte de detalhes. O projeto que está em fase de conclusão e estuda-se a implementação de um sistema de apart-hotel, inclusive, com serviços. Aquela tendência que se desenha em morar no Centro da cidade.

Tendência de habitação é irreversível no Centro do
Rio
No Rio de Janeiro, depois de dois empreendimentos imobiliários residencial na chamada Zona Portuária, outro foi anunciado próximo à Igreja da Candelária, mais precisamente na avenida Presidente Vargas. Será o residencial Presidente Vargas 1.140. O lance de voltar a habitar o Centro do Rio parece que está mesmo dando certo.


Projeto de aquicultura em Travessão em banho-maria
Um grande projeto de Aquicultura da Six, em Balança Rangel, no distrito de Travessão, onde em imensos tanques eram reproduzidos tilápias e camarões, acabou não indo à frente. Uma pena, pois tinha tudo para dar certo e os mentores trabalharam duro neste sentido.
Grupo Alemão quer investir em aquicultura em Campos, mas…
Enquanto isso, um grupo Alemão que atua nesta área de aquicultura está de olho em Campos para criação de peixes. O problema está exatamente em uma série de exigências e burocracia do Governo do Estado. Esse projeto está em banho-maria e vamos torcer para ele não parar em um freezer.

Impostos altos e infraestrutura baixa e Italac fora de Itaperuna
Impostos altos e infraestrutura baixa. Esse é o problema para grandes investimentos do agronegócio nas regiões Norte e Noroeste do Estado do Rio de Janeiro. Se lembram da Italac, uma empresa que foi anunciada aqui na coluna e que viria para Campos, mudando a rota para Itaperuna? Agora a unidade de laticínios reestuda sua instalação no Estado.

Prefeitura busca investidores para operar galpões da Ceasa
A Prefeitura de Campos está em busca de investidores para fazer operar os galpões da antiga Ceasa, em Guarus. Existem grupos interessados. O foco do município no que se refere ao setor rural é exatamente a infraestrutura, com estradas de qualidade para o escoamento de produção.


Campos entre 100 cidades brasileiras no AgroCaixa
Mas tem boa notícia: como essa coluna adiantou, Campos é uma das 100 cidades brasileiras e a única no Estado do RJ a ter uma agência da Caixa Econômica voltada para linhas de crédito do agronegócio. Ela já está funcionando na Superintendência do banco no Calçadão, no 3º andar, mas vai mudar para os ares da Pelinca. A gerente da AgroCaixa, Karina Cordeiro, disse que isso significava a quantidade de projetos do setor sendo avaliados pela agência.


Christino Áureo visita o Terceira Via e fala de Agro
A semana passada fechou com o deputado federal Christino Áureo visitando o Sistema Terceira Via de Comunicação, quando foi recebido pelo diretor-geral Fábio Paes. Áureo percorreu a redação, concedeu entrevista para a televisão e deu uma aula sobre agricultura, tema que domina como poucos. Ele acredita que Campos está na rota certa, apostando no gás natural e no agronegócio. Garante que os ventos sopram favoravelmente para uma fábrica de fertilizantes no Porto do Açu.

CAAC já realizou 68 atendimentos a crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual

Unidade especializada em assistência ao público infanto-juvenil funciona no HFM

Unidade funciona no HFM (Foto: Carlos Grevi)

Desde que foi inaugurado, em 12 de outubro de 2021, o Centro de Atendimento ao Adolescente e à Criança Vítima de Violência (CAAC), que funciona no Hospital Ferreira Machado (HFM), já realizou 68 atendimentos. Deste total, 39 ocorreram entre janeiro e abril deste ano.

No local, a criança e o adolescente são atendidos por uma equipe multidisciplinar, entre assistente social, psicólogos, pediatras, médicos legistas e policiais civis, que fazem o registro de ocorrência. O serviço está ativo 24h por dia, de segunda a domingo.

Com objetivo de resgatar a integridade e dignidade emocional das vítimas de violência e abuso sexual, o CAAC promove o registro da ocorrência criminal, a entrevista investigativa e a realização da prova pericial, agilizando o processo e garantindo menos exposição das vítimas.
diretor administrativo do HFM, Gilberto Nunes (Foto: Divulgação)

O diretor administrativo do HFM, Gilberto Nunes, disse que o CAAC tem se mostrado muito importante, em primeiro momento, para dar um ambiente mais seguro e mais humano na tratativa dessas demandas. O psicólogo mencionou que antes da unidade, essas vítimas eram atendidas apenas no ambiente de delegacia, no Ferreira Machado ou no Instituto Médico Legal (IML).

“Com o atendimento do CAAC a gente consegue juntar esse serviço em um só lugar, dando mais agilidade, mais dignidade e não expondo a vítima desses crimes a um ambiente hostil. Então a gente tem um processo muito mais humano para podermos investigar e tratar esses crimes”, ressaltou Gilberto.

Nunes informou que o CAAC também favorece denúncia desses abusos por possuir um ambiente próprio para isso e as vítimas não se sentem intimidadas.

“Na maioria dos casos, esses crimes ocorrem no ambiente familiar ou num círculo de amizade de pessoas próximas a família, às vezes, se sente envergonhada e não quer buscar uma delegacia”, mencionou o diretor administrativo concluindo que com o aumento da denúncia, esses criminosos poderão ser punidos mais rapidamente.
AsCom

Mulher morre ao cair de moto na BR-101 e ser atropelada em seguida

Motorista da motocicleta foi socorrido e levado para o HFM

Acidente aconteceu na altura da Tapera (Foto: divulgação)

Uma mulher morreu, na manhã deste sábado (16), ao cair de uma moto e ser atropelada sem seguida por outro veículo, no km 50 da BR-101, na altura do bairro da Tapera, em Campos dos Goytacazes. Ela estava na garupa. O condutor do veículo também caiu e foi socorrido e levado para o Hospital Ferreira Machado em estado moderado.

Segundo a concessionária que administra a rodovia, ambos estavam em uma moto Honda Twister, quando o motorista perdeu o controle da motocicleta e os dois caíram e forma atropelados por um carro que trafegava logo atrás.

O acidente aconteceu por volta das 4h60. A pista precisou ser interditada para o atendimento à vítima e remoção do corpo e só foi totalmente liberada cerca de duas horas depois.
AsCom

Imunização contra a gripe: vacina é eficaz para as cepas tipo B, H1N1 e H3N2

O subsecretário Charbell Kury afirma que não é preciso esperar intervalo de 6 meses ou 1 ano para receber nova dose da vacina

Charbell Kury, médico infectologista (Foto: arquivo/Carlos Grevi)

“Não é preciso esperar um intervalo de 6 meses ou 1 ano para tomar a vacina da gripe que está sendo oferecida em 2022”. A afirmação é do subsecretário de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde (Subpav), da Secretaria de Saúde de Campos dos Goytacazes, médico infectologista Charbell Kury. Ele explicou que, mesmo quem tomou a vacina no final do ano passado ou mesmo até 31/1/2022, deve voltar ao posto de saúde para uma nova imunização. Todos os anos, a composição do imunizante é atualizada. A vacina aplicada na campanha deste ano é eficaz contra as cepas tipo B, H1N1 e H3N2, essa última do subtipo Darwin, responsável pelo surto de gripe no ano passado.

“A vacina deste ano é diferente da de 2021. A vacinação anual é fundamental por conta da variação dos subtipos de Influenza circulantes no Brasil, que mudam todo ano”, explicou o médico, destacando que a única contraindicação é para pessoas que têm alergia severa a ovo.

Charbell pede às pessoas que não deixem de tomar a vacina. “Uma das possíveis causas do surto fora de época é a baixa adesão. No período do outono, as doenças respiratórias, que chamamos de infecção respiratória das vias superiores, aumentam em torno de 30 a 50%”.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou no dia 4 de abril em todo o Brasil. Essa primeira etapa é destinada aos idosos (pessoas com 60 anos ou mais) e trabalhadores da área da saúde. Os profissionais da saúde devem, também, atualizar a caderneta de vacinação caso não tenham tomado as duas doses da vacina contra o sarampo. Em Campos, desde o início da campanha, já foram aplicadas 4.342 doses da vacina contra a gripe.
(Foto: divulgação)

Desde a última segunda-feira (11), a secretaria de Saúde iniciou a vacinação contra o sarampo dos trabalhadores da saúde. A vacina está disponível no Automóvel Clube Fluminense, das 9h às 16h, de segunda a sexta-feira. No local, os profissionais também podem tomar a vacina contra a gripe. Devido ao feriado da Semana Santa, o atendimento voltará somente na segunda-feira (18), quando as duas vacinas estarão disponíveis também no Guarus Plaza Shopping, das 9h às 16h.

POSTOS DE VACINAÇÃO SARAMPO E GRIPE – Exclusivo para trabalhadores da saúde

Automóvel Clube
Guarus Plaza Shopping

POSTOS DE VACINAÇÃO GRIPE PARA IDOSOS MAIORES DE 60 ANOS EM CAMPOS:

UBSF Parque Aldeia
UBSF Conselheiro Josino
UBSF Dores de Macabu
UBSF Lagamar (Farol de São Tomé)
UBSF Parque Imperial
IBSF Patronato São José
UBS de Tocos
UBSF Santos Dumont
UBSF Saturnino Braga
UBSF Venda Nova
UBSF Félix Miranda
UPH Travessão
UPH Santo Eduardo
UBSF Morro do Coco
Fonte:AsCom

Esportistas de rua dividem espaço no trânsito de Campos

A falta de local adequado para ciclistas e corredores coloca atletas em risco

ESPORTE
POR GABRIELA LESSA

Ciclistas e corredores não têm local adequado para a prática desses esportes (Foto: divulgação)

As condições favoráveis da planície Goytacá para as práticas esportivas se contrapõem à falta de espaço adequado para atender ciclistas e corredores, que enfrentam riscos ao se exercitarem em meio ao trânsito da cidade. De acordo com dados do Hospital Ferreira Machado (HFM), em 2022, Campos dos Goytacazes já registrou 104 acidentes envolvendo ciclistas e 39 atropelamentos. O caso mais recente, com repercussão da mídia local, foi o do ciclista premiado Ricardo Grosse Gibson, de 62 anos, que morreu no dia 10 de abril, vítima de atropelamento na BR-356 (Campos-SJB).
Vítima | Ricardo Grosse Gibson, de 62 anos, morreu no dia 10 de abril

O acidente aconteceu enquanto Ricardo pedalava, no dia 7 de abril, e foi atingido por uma carreta na rodovia. Ele ficou internado por quatro dias, mas não resistiu aos ferimentos. Ao todo, o ciclista participou de 30 competições na Prova Ciclística de São Salvador, em Campos. Outro caso que marcou a cidade foi o do dentista Luis Gustavo Ramos Póvoa, de 42 anos, que foi atropelado em setembro de 2020, enquanto praticava corrida na Avenida Nilo Peçanha, no Parque Santo Amaro. Ele sobreviveu, mas precisou passar por cirurgias e, hoje, está paraplégico.

Esses e outros acidentes apontam para os riscos de se praticar esportes de rua em uma cidade que não tem local específico para tais atividades. Segundo o Arquiteto e Urbanista Renato Siqueira, na área urbana de Campos não há possibilidade de espaço para as práticas de ciclismo e corrida. “O que se observa quanto aos ciclistas, são alguns grupos organizados que realizam atividades rumo à zona rural, em geral, na direção do Morro do Itaoca e de Lagoa de Cima. Quanto às corridas a pé, os praticantes se aventuram perigosamente entre os veículos e as bicicletas, invadindo os espaços destes”, disse.

O profissional de Educação Física Douglas Rocha pratica corrida há 13 anos e diz que a cidade é apropriada geograficamente para o esporte, por ser uma planície. No entanto, tem carência de lugares adequados e seguros. “O que falta em nossa cidade são lugares para a prática de corrida, como parques, faixas exclusivas para pedestres e ciclistas e uma pista de corrida oficial. Além disso, poderia reservar o final de semana para fechar algumas ruas para fins esportivos”, fala.
Na cidade| Urbanista aponta que faltam espaços adequados para a prática de esportes de rua

Melhoria necessária
Para Renato Siqueira, é de caráter urgente a realização de uma política pública, de curto prazo, que possa proporcionar a oferta de espaços de lazer e atividades esportivas. “A cada dia se percebe mais pessoas nas ruas em busca da prática de alguma atividade esportiva. Porém, devido à falta de alternativas públicas ou, até mesmo, privadas (que seriam os clubes), essas pessoas optam por se arriscar ao praticarem as atividades em ambientes impróprios. Os riscos vão desde a inalação de gases tóxicos ou nuvem de poeira em vias de intensa circulação de veículos a acidentes de trânsito”, explica.
Renato Siqueira, Arquiteto e Urbanista (Foto: Arquivo)

O Arquiteto e Urbanista diz que as áreas definidas no zoneamento urbano como equipamentos de recreação e lazer são vocacionadas às atividades esportivas. “Deveriam ser priorizadas no investimento do gestor público. Alguns desses espaços estão definidos na legislação urbana desde 2008, no Plano Diretor, como os casos do Bosque Manoel Cartucho e do Parque Urbano da Avenida Arthur Bernardes, que ainda não saiu do papel. Além do magnífico entorno da Lagoa do Vigário, as Praças Barão do Rio Branco (Jardim do Liceu) e Nilo Peçanha (Jardim São Benedito)”, detalha.

A Prefeitura de Campos dos Goytacazes, ao ser questionada quanto à falta de espaços adequados para a prática esportiva do ciclismo e corrida e, também, se existem planos para criação desses equipamentos, disse por meio de nota: “Sobre as ciclovias, a Fundação Municipal de Esportes informa que a da Avenida 28 de Março está sendo reformada. Além dela, a cidade tem as ciclovias da Avenida José Carlos Pereira Pinto, em Guarus; da Arthur Bernardes e a que liga o Trevo da Antiga Usina Santo Antônio/entrada para Penha até o Posto da Polícia Rodoviária Estadual. O município também dispõe dos seguintes espaços para prática esportiva: Jardim São Benedito, Vila Olímpica Bruno Rangel, no Parque Alphaville; Vila Olímpica Lulu Beda, no Jardim Carioca; Vila Olímpica João de Souza, no Parque Esplanada; Vila Olímpica Valdir Pereira, no Parque Guarus. Em breve estará sendo reaberta a Vila Olímpica do Parque Jockey Clube”.

A reportagem do Jornal Terceira Via solicitou uma demanda ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ), com o intuito de saber se há previsão de melhorias nas rodovias, como iluminação, sinalização, etc. No entanto, não houve retorno até a publicação desta matéria.
Fonte:Terceira Via

sábado, 16 de abril de 2022

Noiva chega em ambulância a casamento em Aperibé e viraliza na internet

DORA PAULA PAES 
Reprodução rede social

Uma noiva resolveu chegar na sua cerimônia de casamento, para dizer sim, de ambulância. Rosangela se casou no último dia 9, com Juldazio Arcanjo, na Igreja Batista de Aperibé, no Noroeste Fluminense. A história e os vídeos se espalharam, já que o motivo tem significado especial para o casal. A forma inusitada levou o noivo a esperá-la na porta da igreja, quando ouviu a sirene da ambulância chegando, assim como todos os convidados.
Foi em uma ambulância que os dois se conheceram, enquanto ele transportava a tia da noiva para um hospital na região, e a noiva era a acompanhante. Num sinal de que o amor pode acontecer em qualquer situação, Rosângela conta: “Fizemos amizade e começamos a conversar; nessa conversa surgiu o namoro”.

Como o trabalho de motorista de ambulância também é uma paixão do marido, a noiva disse que resolveu também lhe prestar essa homenagem. O veículo foi cedido por uma empresa privada para levar a noiva para o tão sonhado “felizes para sempre”.
Fmanhã

Show de Zé Ramalho com apoio da Folha confirmado para 11 de junho, na Multiplace

MATHEUS BERRIEL 
Zé Ramalho / Divulgação
Duas vezes adiado em razão da pandemia da Covid-19 e dos consequentes decretos municipais referentes ao coronavírus, o show de Zé Ramalho na Multiplace, em Campos, está confirmado para o dia 11 de junho, às 21h. Antes previsto para comemorar o primeiro aniversário da Folha FM 98,3, em 28 de março de 2020, e reprogramado para 26 de setembro do mesmo ano, o evento enfim ganhou uma data definitiva, o que possibilitará a reabertura da venda de ingressos. A realização é da Excess e da Backstage Produções, com apoio do Grupo Folha de Comunicação.
— Após todo este tempo de espera, estamos preparando uma super festa em comemoração dos três anos da Folha FM. Os ingressos já adquiridos para o evento, que seria antes da pandemia, continuarão valendo, e em breve reabriremos as vendas para a nova data — afirma o empresário Thiago Miranda, proprietário da Backstage Produções. — Gostaria de agradecer a todos da Folha da Manhã pela confiança no trabalho da Backstage Produções e da Excess Produções. Vai ser imperdível — complementa.
Segundo Thiago, a expectativa atual é de que o show possa receber até 3 mil pessoas, público equivalente a um terço da capacidade total da Multiplace. Porém, há possibilidade de mudança caso haja alteração do decreto em vigor em Campos até a data do evento. Na última terça-feira (12), o município avançou para a fase branca no plano de retomada das atividades econômicas e sociais pela segunda vez desde o início da pandemia, o que representa o nível com restrições mais brandas.
— Estamos muito felizes com a retomada dos eventos de grande porte. Depois de quase dois anos parados, estamos podendo voltar ao normal e com expectativa de grande público — enfatiza Thiago Miranda.

Com 72 anos de idade e quase 50 de carreira, Zé Ramalho é um dos artistas mais importantes do país. Em 2008, foi incluído na lista dos 100 maiores nomes da história da música brasileira pela revista Rolling Stone, ocupando a 41ª posição.
Nascido em 03 de outubro de 1949, em Brejo da Cruz, na Paraíba, e filho de professora e um seresteiro que morreu afogado quando ele tinha apenas três anos, José Ramalho Neto teve no rock and roll as suas primeiras influências musicais, ainda na infância, encantando-se com a canção “I wanna hold your hand”, dos Beatles. Porém, após os 20 anos, seu estilo passou a se identificar com o dos violeiros do sertão, com temática social derivada das dificuldades vividas pelo brasileiro comum.
Após passar parte da infância em Campina Grande, o pequeno Zé Ramalho se mudou com os avós paternos para João Pessoa, onde chegou a cursar medicina na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Acabou deixando a faculdade no segundo ano, pois a música já ganhava força em seu coração.
Em João Pessoa, Zé Ramalho participou de grupos musicais influenciados pela Jovem Guarda, tendo como ídolos Renato Barros (do grupo Renato e Seus Blue Caps), Leno & Lílian, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Golden Boys, The Rolling Stones, Pink Floyd, The Beatles e Bob Dylan. A influência foi misturada à literatura de cordel, proporcionando composições originais e brilhantes.
Em 1976, o artista seguiu para o Rio de Janeiro, levando na bagagem a mescla do rock com o forró, dois anos depois de ter participado da trilha sonora do filme “Nordeste: Cordel, repente e canção”, de Tânia Quaresma. Foi na Cidade Maravilhosa que gravou o seu primeiro álbum, em 1977. Auto-intitulado “Zé Ramalho”, o trabalho ficou conhecido como “Avôhai”, nome do primeiro sucesso de Zé, que mistura os termos “avô” e “pai” em homenagem ao avô paterno. A música “Vila do Sossego” e a clássica “Chão de Giz” já constavam neste álbum, que o projetou a nível nacional.
Dali em diante vieram mais 39 CD’s e 11 DVD’s, com inúmeros sucessos, tanto por composições quanto por gravações. Basta citar a canção “Sinônimos”, gravada em 2005 com a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó, para resumir uma carreira cheia de pontos altos. Em 2021, durante a pandemia, Zé Ramalho lançou um box pela parceria Avôhai Music/Discobertas, intitulado “Garimpo das Raridades”, trazendo relíquias nunca antes gravadas e participações com muitos amigos ao longo da trajetória.
Fonte Fmanhã

Frente fria chega com chuva nesta Sexta-Feira da Paixão e alaga ruas em Campos

DORA PAULA PAES 


Pela tendência de tempo, de acordo com informe da Defesa Civil de Campos, desta sexta-feira (15), a tarde e noite deste Feriado da Paixão de Cristo será de tempo firme, após as chuvas da madrugada. Na noite de quinta-feira (15), o volume de chuva que deixou várias áreas da cidade alagadas, como na avenida Pelinca e na Rocha Leão. Os ventos devem seguir de moderados a fortes.
Imagens mostram a água da chuva entrando em carros estacionados na avenida Pelinca durante a madrugada. Já no na Rocha Leão, ponto corriqueiro de alagamento, com poucos minutos de chuva, os veículos já atravessavam grande volume de água.

A chegada de uma frente fria associada com forte convergência de umidade deixa o tempo muito instável sobre o Sul, Sudeste e litoral da Bahia a partir de hoje. Para sábado (16), há previsão de chuva no Sudeste, condição que persiste até segunda-feira (18).

Ainda, segundo o INMET, são previstos totais acumulados superiores a 100mm diários em algumas localidades dos estados afetados pela frente fria.
Fonte: Fmanhã